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PLD EM FOCO 15

Publicado em: 29-07-2011 | Por: bidueira | Em: PLD em Foco

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1. Crítica à matéria de capa da “Carta Capital”: “Cidadãos se armam”
2. O que poderia ter barrado o massacre de Oslo, Noruega
3. O que são armas obsoletas?
4. Prazo para registro de armas de fogo

PLD EM FOCO 14

Publicado em: 22-07-2011 | Por: bidueira | Em: PLD em Foco

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PLD EM FOCO 14

1 – Como conseguir um porte para Arma de Defesa?

2 – Divulgue o site www.pelalegitimadefesa.org.br;

3 – Como renovar o Registro de Arma?

PLD EM FOCO 13

Publicado em: 15-07-2011 | Por: bidueira | Em: PLD em Foco

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1 – 6 seguranças salvam Temer em assalto. Patrocinadores do Desarmamento não têm problemas de segurança;

2 – Modificações no Código Penal podem enfraquecer a Justiça criminal;

3 – Lançadores de foguetes e granadas em Escola de Samba;

4 – Pessoas de bem: todas as dificuldades para a aquisição de Armas de defesa.

 

MENSAGEM URGENTE – BLOG FICOU FORA DO AR

Publicado em: 15-07-2011 | Por: bidueira | Em: Sem categoria

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Por motivo de Fogo Amigo ou Inimigo meu blog saiu do ar por algumas horas. Recuperei o que foi possível, mas alguns comentários se perderam. Inexperiência de meu blogueiro ou ataque de hacker. Aproveitei a ocasião para reformular alguns aspectos da página. Peço a atenção especial de todos para a série de programas da Band sobre a Reserva Raposa Serra do Sol (Ver em Galeria>Vídeos). Abraço a todos. SDBidueira

O binômio medo-simpatia

Publicado em: 15-07-2011 | Por: bidueira | Em: Política Internacional

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O presente artigo, de autoria do Prof. Plínio Corrêa de Oliveira, é a continuação de “1770-1970: Uma Visão de Conjunto”, publicado na Folha de São Paulo, em 22 de fevereiro de 1970. A clarividência do autor e sua atualidade me levaram a publicá-lo. “Folha de S. Paulo”, 1° de março de 1970

O binômio medo-simpatia
 

Em artigo anterior, expus o panorama histórico da luta de classes na França, durante os últimos 200 anos. Nele analisei especialmente a conduta da aristocracia ante a ofensiva vitoriosa da classe burguesa, e em seguida a da burguesia face à ascensão como que inelutável do proletariado.
Assim, fiz notar essencialmente que:
1 — A vitória do republicanismo-burguês sobre o monarco-aristocratismo não se deveu unicamente ao fato – descrito muito simplisticamente por bom número de divulgadores da História de que as “idéias novas” foram conquistando rapidamente adeptos sempre mais numerosos, ao passo que as “idéias velhas” iam perdendo seus “fiéis”. A realidade foi bem mais complexa. O monarco-aristocratismo conservou vitalidade política inegável, e possibilidades de vitória muito ponderáveis, pelo menos até 1870, isto é, durante os cem anos (em números redondos) que se seguiram a queda da Bastilha.
2 — À vista desta vitalidade obstinada do monarco-aristocratismo, suas enormes catástrofes políticas não se podem atribuir exclusivamente a uma perda dos adeptos que se bandearam para o outro lado mas à debilidade, face à tática sagaz da Revolução, dos adeptos que permaneceram fiéis;
3 — Essa tática, empregada em cada grande lance republicano-burguês, pode definir-se como o binômio medo-simpatia: a) No primeiro momento, ela consiste no desfechar de um ataque radical e violentíssimo contra o monarco-aristocratismo. Os partidários deste resistem algum tanto, são derrotados, e os que sobrevivem passam por todos os infortúnios imagináveis. Tudo isto os imerge no medo. b) Numa segunda fase, essa tática leva a Revolução a retroceder algum tanto, e a conceder aos derrotados da véspera alguns bocados do que haviam tido outrora. Tal gesto desperta, da parte dos “beneficiários”, uma tal ou qual simpatia para com a nova ordem de coisas, e lhes prepara o espírito para a aceitação de algo das doutrinas da Revolução. E assim se acende neles o desejo de conservar o status quo a todo transe, para que não se percam os bocados recuperados. O oposicionista de ontem prefere “ceder para não perder”. Ceder a vaga esperança de recuperar o muito que perdeu, para não perder a fruição do pouco que recuperou. Ele se faz então situacionista, meio resignado e meio persuadido. c) Vem depois outra violenta arremetida revolucionária que tira aos monarco-aristocratas seus bem-amados bocados. d) Mas esta arremetida é seguida de novo “retrocesso” em que a Revolução restitui ao adversário algumas migalhas restantes dos minguados bocados que lhe tirara. e) Atua de novo o binômio medo-simpatia. O monarco-aristocrata cede mais uma vez “para não perder” suas adoradas migalhas. E por análogo processo, as migalhas se vão fazendo microscópicas, até deixarem de existir. Em conseqüência, a vitória do republicanismo-burguês sobre o monarco-aristocratismo se deveu em grande parte a uma tática muito sagaz, que deteriorou neste o espírito de luta, a capacidade de resistência e a esperança de uma cabal vitória.

* * *

Análogo processo, o comunismo vem empregando em relação à burguesia. E com êxito ainda maior. O reinado da burguesia na França começou a parecer definitivo pelo menos a muitos a partir de 1870. Vejamos como se desenrolou o processo medo-simpatia a partir dessa data: 1 — MEDO. A terrível explosão da Comuna de Paris em janeiro de 1871, com seus incêndios, seus fuzilamentos, suas cenas de rua em estilo jacobino, deu aos burgueses a sensação de que os dias do Terror poderiam voltar de um momento para outro. Resultado: o pânico. Essa sensação foi prolongada continuamente durante a “Belle Époque” por uma agitação de massas liderada por chefes com o “facies” sombrio e sanhudo, por atentados anarquistas espetaculares etc. A isto que continuou mais ou menos depois da I Guerra Mundial se somou, no período de “entre les deux guerres”, a impressão causada pela dramática implantação do comunismo na Rússia, a onda comunista a custo reprimida na Hungria, na Áustria, na Alemanha e na Itália, as perseguições comunistas dramáticas no México e na Espanha etc. Os êxitos do comunismo depois da II Guerra Mundial acentuaram ainda mais este pânico. As perspectivas de uma guerra atômica leva-os em muitos setores ao paroxismo. 2 — SIMPATIA. Uma longa série de vitórias da Revolução, em sua fase antimonárquico-aristocrática e depois em sua fase antiburguesa, induz os burgueses de si imensamente menos combativos do que os nobres a não lutar. Ao lado deles, ordeiro, letrado, risonho, polido, vem o socialismo, que lhes promete uma ajuda se eles “cederem para não perder”. Que os burgueses entreguem parte do pão: os socialistas o ajudarão, contra o comunismo, a conservar a outra parte. O burguês, para ganhar um aliado sem o qual a vitória lhe parece impossível, deixa-se persuadir. E cede. Cede até com certa simpatia, quer porque sua formação teoricamente igualitária o preparara para o socialismo, quer porque o socialismo lhe parecia um protetor. Feita a concessão, havia um período de relativa paz. 3 — NOVO MEDO. Na extrema esquerda, o radicalismo e a violência se reacendem. O burguês se apavora novamente. 4 — NOVA SIMPATIA. O socialismo se acerca mais uma vez do burguês. Promete-lhe coligar-se com ele contra o comunismo, se o burguês ceder seus bocados, e se contentar com algumas migalhas. O burguês “cede, para não perder” tudo. Nova simpatia. Nova distensão. Depois nova tensão, e assim por diante.

* * *

Em suma, sem jamais subir ao poder, o PC, astutamente auxiliado pelo socialismo, vai conseguindo a metamorfose da sociedade burguesa. Isto na Europa. Só na França? Quem não vê que o processo se tornou universal? O leitor se perguntará a que altura do processo revolucionário, operado pelo binômio medo-simpatía, estamos nos dias de hoje. Na selva das “cisões” comunistas, no tremedal das manobras socialistas, progressistas e “sapas”, procurarei apontar no próximo artigo a quantas estamos deste processo em primórdios de março de 1970 Como o leitor verá, uma das figuras centrais do panorama será Roger Garaudy.

PLD em Foco 12

Publicado em: 15-07-2011 | Por: bidueira | Em: PLD em Foco

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1. Por que um civil deve usar armas?
2. Família de Ministro da Defesa mantida como refém pelo crime no Rio de Janeiro;
3. Militar perde uma das pernas, vítima de granada em favela pacificada;
4. Militares brasileiros são criticados por usar a força em defesa da população civil;
5. Bombeiros do Rio recebem salário de fome, no Rio de Janeiro;
6. Justiça da Holanda condena governo a indenizar famílias vítimas de chacina;
7. General canadense na ONU que não impediu massacre em Ruanda tentou suicídio.

 

1770-1970: uma visão de conjunto

Publicado em: 15-07-2011 | Por: bidueira | Em: Política Internacional

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Particularmente ilustrativos da fase histórica da Revolução Francesa aos nossos dias são dois artigos publicados pelo Professor Plínio Corrêa de Oliveira, na “Folha de São Paulo”, em fevereiro de 1970. A clarividência do autor destes artigos demonstra com quanta antecedência estava presente em seu espírito a previsão da sequência dos acontecimentos noticiados em nossos dias. Apresento-lhes hoje o primeiro deles. Na próxima semana, continuaremos o tema com o segundo artigo.

“Folha de S. Paulo”, 22 de fevereiro de 1970

1770-1970: uma visão de conjunto

Parece-me muito proveitoso e até indispensável – para a compreensão dos mais recentes lances políticos do comunismo internacional – lançar um olhar retrospectivo para a história dos últimos 200 anos. O alcance deste estudo paga largamente a pena.

Com efeito, o comunismo parece, hoje em dia, onipotente e, ao mesmo tempo, podre. Onipotente, pois: a) cobre uma tão grande faixa de terras e de povos, que constitui um dos maiores “impérios ideológicos” da história; b) jamais teve diante de si adversários tão ingênuos, tão tímidos, tão entreguistas. Mas, a par disto, parece podre porque: a) jamais seus supremos dirigentes pareceram tão indiferentes ao que constitui a própria essência ideológica do comunismo; b) jamais a oposição nas fileiras dos vários PCs se apresentou tão afoita, tão douta e tão popular; c) e jamais o movimento autonomista nos países satélites pareceu tão incontenível.

Se a grande meta de nossos dias é derrotar o comunismo, a escolha do melhor modo para alcançar este fim é de interesse supremo. Ora, tal escolha deve ser feita levando em conta o que se passa nas fileiras do adversário. De onde emerge, por sua vez, como sumamente importante, a seguinte pergunta: esse duplo fenômeno de vitória e putrefação é autêntico? Ou disfarça uma nova manobra deste?

Se um retrospecto histórico de 1770 a nossos dias elucida a questão, é inegável sua utilidade.

* * *

Em seus aspectos essenciais, a história desse período se identifica com a da preparação, surto, expansão e apogeu da imensa convulsão de idéias, estilos de vida, sistemas artísticos, instituições políticas, sociais e econômicas que se convencionou chamar Revolução Francesa. Com efeito, em 1770 (fixamos este ano um tanto arbitrariamente, para não recuarmos o retrospecto além dos 200 anos), a Revolução estava no último período de sua profunda e lenta gestação. Em 1789, veio à luz, e

PLD em Foco 11

Publicado em: 15-07-2011 | Por: bidueira | Em: PLD em Foco

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1. Nossa velha tese: não são armas de fogo que matam, são os homens.
2. Um pobre cãozinho poodle usado em tentativa de homicídio
3. 80 % dos homicídios não são praticados por armas de fogo
4. Negligência do poder público leva criminosos a roubar armas de fóruns
5. erros médicos matam mais do que armas de fogo
6. Nos EUA país em que a população é das mais armadas do mundo, despenca no ano de 2010 o índice de homicídios dolosos

 

PLD em Foco 10

Publicado em: 15-07-2011 | Por: bidueira | Em: PLD em Foco

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Veja o novo programa PLD em Foco em que o Cel. Paes de Lira aborda os seguintes temas:

1. Continua o fracasso da campanha do desarmamento. Agora em Minas.
2. PF do Rio dificulta aquisição de armas. Solução: impetrar mandados de segurança
3. Juiz Jeronimo Pedro Vilas Boas contesta decisão do Supremo
4. PL visa tirar do Exército controle de recargas de munições
5. Proj. Dec. Legislativo tenta anular efeitos de decisões do Supremo
6. O policial pode usar armas no exercício de sua função?

Saudação aos amigos!

Publicado em: 15-07-2011 | Por: bidueira | Em: PLD em Foco

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Aos meus amigos quero apresentar uma análise da crise que assola o mundo hodierno. Ela é Una, Universal, Total, Dominante e Processiva (Plínio Corrêa de Oliveira, Revolução e Contra-Revolução, Parte I, Capítulo III). E dar a eles a oportunidade de deter a marcha da Revolução, destroçá-la por seu impasse, criando condições para a vitória da Contra-Revolução.

A primeira matéria aqui postada é a de meu amigo, ex-Deputado Federal, Coronel da Reserva da Polícia Militar de São Paulo, brilhante analista e orador, Jairo Paes de Lira. Sua colaboração será permanente neste blog.