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PLD em Foco 18

Publicado em: 28-08-2011 | Por: bidueira | Em: PLD em Foco

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1. Homenagem ao dia do soldado
2. Se não estaria faltando rumo ao PLD e ao MVB
3. Não seria o caso de derrubar de uma vez o Estatuto do Desarmamento?

Armando Valladares lançará nova edição de seu livro “Contra Toda Esperança”

Publicado em: 24-08-2011 | Por: bidueira | Em: Sem categoria

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O escritor cubano Armando Valladares (foto ao lado) passou 22 anos nos cárceres políticos de Fidel Castro. Em seu exílio, recebeu de Ronald Reagan a Medalha Presidencial de Cidadão e foi nomeado embaixador dos EUA ante a Comissão de Direitos Humanos da ONU, em Genebra.

Em seu livro Contra Toda Esperança, Valladares narra todo o horror das torturas nas masmorras do regime comunista cubano.

“Eu havia chegado ao cárcere com uma formação religiosa católica. Minhas crenças eram genuínas, mas provavelmente superficiais, pois ainda não haviam sido submetidas a tão dura prova. Em meio a tantos sofrimentos, e quando via serem levados ao “paredón” de fuzilamento tantos de meus companheiros de cárcere, que morriam bradando “Viva Cristo Rei”, compreendi, como numa súbita revelação, que Cristo não era para ser invocado apenas para pedir que não me matassem, mas também para dar à minha vida, e inclusive à minha morte, se isto acontecesse no cárcere, um sentido que as dignificasse”, disse o autor em entrevista concedida à revista Catolicismo [1].

No próximo dia 25 de agosto, será lançada nos EUA a nova edição do livro, com apresentação do senador Marco Rubio, no Instituto de Estudos Cubanos da Universidade de Miami.

Influência de um brasileiro perante a perplexidade da política de distensão vaticana com o governo cubano

Sobre a política de mão estendida da Santa Sé em relação ao regime castrista, diversas vezes Armando Valladares se viu na obrigação de consciência de fazer comentários críticos.

“Mas essas críticas são invariavelmente filiais, respeitosas e documentadas”, afirmou o ex-embaixador para a revista Catolicismo [2], “e se referem às relações diplomáticas de altas figuras da Igreja com o Estado comunista. São comentários que resultam de um imperativo de consciência de um fiel católico cubano, preso político durante 22 anos, que teve sua fé vivificada ao ouvir os brados dos jovens católicos que morriam fuzilados por ordem de Fidel Castro. As últimas palavras deles foram de fidelidade à Igreja e de repúdio a um sistema que é uma ‘vergonha do nosso tempo’. Quem qualificou com esta expressão o regime comunista foi o Cardeal Ratzinger, hoje Papa Bento XVI, quando era prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé”.

Armando Valladares explica que essa posição em relação à política diplomática do Vaticano, ele a tomou “em consonância e inspirado na conhecida Declaração de Resistência publicada pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira em 1974, após a visita de D. Agostinho Casaroli a Cuba” [3].
“A fé dos católicos devia permanecer intacta e até fortalecida diante desse dilema, porque em assuntos diplomáticos e políticos os Papas não são assistidos pela infalibilidade. Por isso, ao mesmo tempo em que reafirmava sua incondicional obediência à Igreja e ao Papado, nos termos estabelecidos pelo Direito Canônico, a Declaração de Resistência manifestava toda a veneração devida à Cátedra de Pedro, e sustentava também que os fiéis católicos têm o direito e até o dever de resistir a determinadas orientações diplomáticas do Vaticano, na medida em que estas discrepem da linha tradicionalmente adotada pela Igreja em relação ao comunismo” [4].
Depois de tomar conhecimento da Declaração de Resitência, Valladares relata: “Eu me sentia como se tivesse tirado um fardo dos ombros, como se minha consciência houvesse se libertado de uma forte pressão. Depois de minha saída da prisão e partida para o Exterior, várias vezes eu tivera de manifestar minha opinião discordante sobre atitudes de altos eclesiásticos, de aproximação e colaboração com a Cuba castrista. Eu o fizera sempre dilacerado por um dilema de consciência, para o qual não tinha uma resposta clara, mas agora o assunto estava colocado nos seus justos termos” [5]. 
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Notas
1 – Revista Catolicismo, janeiro, 1997.
2 – Op. cit., Abril, 2008.
3 – Idem.
4 – Idem.
5 – Idem.

PLD em Foco 17

Publicado em: 14-08-2011 | Por: bidueira | Em: PLD em Foco

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1. Polícia impede15 assaltantes de arrombarem Caixas eletrônicos de um Supermercado. ONGs protestam em defesa dos bandidos;
2. Deputado Willian Dib apresenta projeto de lei que exige exame de vistas para renovação de registro de armas! Vamos protestar. 
3. Campanha de doação de sangue é associada à campanha de desarmamento.

4.Parlamentares iranianos querem impedir crianças de brincar com pistolas de água.

MURO DE BERLIM 50 ANOS

Publicado em: 14-08-2011 | Por: bidueira | Em: Sem categoria

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Palestra do professor Alexandre del Valle sobre Cristofobia surpreende o público pela dimensão demonstrada da perseguição aos cristãos

Publicado em: 08-08-2011 | Por: bidueira | Em: Sem categoria

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Da esq. à dir.: Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil e diretor do 
Movimento Paz no Campo; Dr. Adolpho Lindenberg, presidente do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira; 
Dr. Alexandre del Valle, conferencista, e Dr. Caio Vidigal Xavier da Silveira.

 

         Sob o tema “Cristofobia: Por que são mortos e perseguidos os cristãos de hoje?”, na noite de 4 de agosto último, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira promoveu mais uma importante palestra na capital paulista. O auditório do Mosteiro de São Bento voltou a estar lotado, mas desta vez para ouvir um relato da perseguição que, aberta ou veladamente, o cristianismo tem sofrido nos dias atuais. A conferência foi proferida pelo especialista na matéria, Prof. Alexandre del Valle, que além de professor de relações internacionais na Universidade de Metz, França, é consultor de geopolítica em diversas importantes instituições europeias e tem vários livros publicados.

      Na abertura do evento, Dr. Adolpho Lindenberg, presidente do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, fez uma breve apresentação do Prof. del Valle e do importante trabalho que ele desenvolve na Europa denunciando a ameaça mulçumana para a civilização cristã. Dr. Adolpho chamou a atenção de todos quanto ao uso da palavra “mulçumana”, e não da palavra “árabe”, porque a ameaça é religiosa e não racial.

           Em sua palestra, o Prof. Alexandre alertou para o fato de que o cristianismo é a Religião mais perseguida no mundo. Os dados e exemplos fornecidos por ele mostram o quanto nossa mídia nada ou pouco divulga sobre o assunto. 15 milhões de cristãos em países mulçumanos são perseguidos e humilhados e 20 milhões foram exilados em um século, número maior que o dos refugiados palestinos, aos quais os meios de comunicação têm concedido muito realce.

                  Entre os anos 1.960 e 2.000, dois milhões de cristãos foram assassinados no Sudão do Sul. O conferencista ressaltou que muito se fala dos 300 mil mulçumanos assassinados no Darfur, enquanto o genocídio de cristãos no Sudão normalmente é esquecido. Por quê? Para o palestrante, no mercado midiático de “vitimologia”, a vítima mulçumana vale mais que a cristã. Mas essa culpa não é tanto dos mulçumanos, disse del Valle, quanto dos próprios cristãos, que não falam ou não se interessam por esse assunto. Por isso o Prof. Alexandre parabenizou o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira por abrir espaço para que esse sombrio panorama seja apresentado ao público. “O cristão tem que falar desse problema”, disse.

O conferencista dividiu em quatro os vetores os que promovem a cristofobia. Primeiro a cristofobia islâmica, a mais conhecida. Segundo a asiática: budista ou hinduísta, menos conhecida mas muito mais criminosa em termos de números e violência. Terceira a comunista, marxista e socialista. Quarta a ocidental, menos violenta na aparência, mas muito perversa, cujo objetivo é destruir a civilização cristã. Cada um desses vetores foi detidamente analisado durante a palestra, cuja reprodução pode ser assistida no canal do Justin.tv do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.

(Foto: À esquerda, o Príncipe Bernard Ndouga, neto do último rei de Camarões, aproveitou sua estadia em São Paulo para prestigiar a conferência.)

          Para o Prof. Alexandre, o Ocidente adormecido, passivo e por vezes até cumplice dessa realidade, acordou um pouco com fatos atuais que vieram a público. Por exemplo com os atentados em Bagdá e em Alexandria contra cristãos no ano passado, onde os terroristas gritavam, segundo relatos dos sobreviventes, “inferno aos cristãos cachorros que deviam morrer enquanto infiéis que se recusam a abjurar sua fé”. Também falou do exílio, ocorrido no ano passado, de cristãos no Iraque, obrigados a escolher entre fazer as malas ou morrerem. Isso tudo fez abrir os olhos dos europeus para a existência de cristãos no Oriente, pois até então pensavam que árabes só podiam ser mulçumanos.

           “Na Europa se pede perdão, contabiliza e critica a islamofobia, no entanto nos países mulçumanos ninguém contabiliza, ninguém pede perdão para nada e ainda há pessoas muito ufanas de perseguir e matar cristãos”, disse o Prof. Alexandre.

          Mas essa tomada de consciência repentina dos europeus foi rapidamente eclipsada pelas imagens das revoluções árabes, muito elogiadas pela mídia ocidental, durante as quais os cristãos continuaram a ser perseguidos. Segundo o Prof. Alexandre, “as notícias divulgadas pela mídia são apenas a ponta do iceberg da perseguição que os cristão sofrem”.

           No final da conferência, o auditório e os espectadores que acompanhavam a palestra pela internet enviaram dezenas de perguntas ao Prof. del Valle – que as respondeu – mostrando o enorme interesse do público pela matéria tratada.

       O Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança encerrou o evento com agradecimentos ao palestrante e ressaltando que o Professor Plinio Corrêa de Oliveira, desde o fim da II Guerra Mundial, já alertava para o fato de que o islamismo se tornaria um perigo futuro para o Ocidente.

Fonte: http://conservador.blog.br/

PLD em Foco 16

Publicado em: 07-08-2011 | Por: bidueira | Em: PLD em Foco

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Nesta edição, a PLD em Foco aborda os seguintes assuntos:

1 – Diretor da Globo reconhece que errou na questão do desarmamento;

2 – Juiz de Itabayana estabelece fiança de 54 milhões e 50 mil reais a “assassino de aluguel”;

3 – Aumenta índice de latrocínios, mas diminui índice de homicídios dolosos;

4 – Arma brasileira ilustra capa de livro nos EUA.