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Direito de Propriedade ameaçado no Brasil

Publicado em: 25-05-2012 | Por: bidueira | Em: SITUAÇÃO NACIONAL

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Transcrevemos abaixo um destemido discurso do Deputado Lael Varella na Câmara dos deputados sobre a votação da PEC do trabalho escravo e do veto ou não da Presidente Dilma ao Novo Código Florestal . Abaixo o texto do discurso.
 
 
 
O SR. LAEL VARELLA (DEM-MG. Pronuncia o seguinte discurso.) – Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, ontem foi uma noite de luto para o Congresso Nacional com a aprovação da PEC 438, conhecida como PEC do trabalho escravo, ou trabalho degradante, ou ainda trabalho análogo ao de escravo. Na verdade, seu nome poderia ter sido PEC da armadilha contra a propriedade. Onde está o povo comemorando tal libertação, como o foi por ocasião da Lei Áurea?
Dia radiante aquele 13 de maio de 1888, dia em que a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea libertando todos os escravos do Brasil. O Parlamento do Império foi inundado com uma chuva de rosas. O embaixador norte-americano apanhou algumas flores e disse:
Quero guardar estas flores, com a lembrança dessa maravilha. No Brasil a extinção da escravidão foi comemorada com flores, enquanto em meu país custou uma guerra civil com mais de um milhão de mortos.
Entretanto, em pleno século XXI, assistimos a uma cena inversa. O Brasil foi o primeiro e único País a reconhecer, em reunião oficial da ONU, a existência de formas contemporâneas de escravidão. Nem os países africanos onde ainda a escravidão é legalizada dela fazem tal alarde. Muito menos a China, Cuba e os países comunistas que mantêm os trabalhadores do povo em regime forçado, reconhecem-no como escravidão.
De fato, Sr. Presidente, ontem não houve a libertação de ninguém, mas sim um duro golpe contra o direito de propriedade. Com efeito, tal direito representa a liberdade das pessoas contra a truculência do Estado, a liberdade para produzir, gerar empregos e para enriquecer. A nação que cai no socialismo, como Cuba, fica sem liberdade, cai na opressão e na miséria.
Não podemos deixar de dar razão àqueles que apontam que o Brasil marcha na contramão da história. Até a China comunista, Sr. Presidente, reformou a sua Constituição para reconhecer o direito de propriedade. Aliás, com um argumento muito simples: precisa de segurança jurídica para atrair investimentos. E no Brasil damos ao luxo de golpear o sagrado direito de propriedade!
Assim, conforme for a aplicação dessa malfadada PEC – aprovada ontem aqui nesta Casa –, teremos grande desestímulo na contratação de mão de obra, fazendo surgir o desemprego, baixar a produção e aumentar a miséria.
Com essas normas trabalhistas do Ministério do Trabalho que impõe Norma Regulamentadora – NR 31 – com 252 exigências impossíveis de ser cumpridas, antecedendo os fiscais que irão aterrorizar os agricultores com multas escorchantes.
Disso tudo, só podemos esperar um lento e progressivo empobrecimento do País, para depois colocar a culpa no capitalismo ou nos Estados Unidos!
Sr. Presidente, passo a outro assunto de suma gravidade e que deve ser decidido nesta semana. A expectativa da sanção ou veto do novo Código Florestal continua afligindo a benemérita e trabalhadora classe dos produtores rurais não apenas em Minas Gerais, mas no Brasil inteiro.
Ainda na semana passada, os prefeitos de todo o País, reunidos em Brasília, pediram à Presidente a sanção do Código Florestal como garantia de sobrevivência de mais de 4.000 municípios. E nessa semana, o Conselho Nacional dos Secretários de Agricultura (Conseagri) encaminhou à presidente Dilma Rousseff um manifesto contra o veto ao Código Florestal.
No documento, os titulares das pastas estaduais de Agricultura ponderam que tópicos polêmicos, como a anistia das multas e recuperações de Áreas de Proteção Permanente (APPs), sejam debatidos posteriormente.
Para o presidente do Conseagri, o secretário de agricultura da Bahia, Eduardo Salles, o código é ‘fruto de um árduo e exaustivo trabalho de toda a sociedade civil brasileira’, além de considerar o veto do documento ‘um grande retrocesso’.
E na internet continua sendo propagada uma campanha, aliás, muito bem feita, com o sugestivo título: Não veta Dilma! – Ou o preço da comida vai subir. O que os ambientalistas radicais vêm dizendo é que precisamos produzir menos comida e preservar mais florestas. Mas o que eles não dizem é quanto vamos pagar por isso!
Com efeito, a agropecuária brasileira produz uma das melhores e mais baratas comidas do mundo. Nos últimos 40 anos, nossa agropecuária contribuiu para que o brasileiro deixasse de gastar 40% de seu salário com alimentação ao reduzir este percentual para apenas 16%.
E fez tudo isso, Sr. Presidente, preservando 61% das nossas matas nativas. Vetar o Código Florestal é vetar a nossa produção de comida. Vetar o código Florestal é vetar a qualidade de vida que o brasileiro conquistou nas últimas décadas. Portanto, faço ecoar aqui o clamor dos brasileiros que realmente produzem: Não veta Dilma! – Ou o preço da comida vai subir!
Tenho dito.

Contribuição para a Comissão da “verdade”

Publicado em: 24-05-2012 | Por: bidueira | Em: Comissão da Verdade

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Luta “contra a Ditadura” quando nao havia ditadura.

  (Trechos extraidos do livro “Guia politicamente incorreto da História do Brasil” – Leandro Narloch Sao Paulo Leya, 2009)

É muito repetida a idéia de que os grupos de esquerda decidiram partir para a luta armada porque essa era a única resposta possível à rigidez da ditadura.

Na verdade, antes de os militares derrubarem o presidente João Goulart, já havia guerrilheiros planejando açoes para elas. Um esquema cubano de apoio à guerrilha no Brasil se tornou público em novembro de 1962 quando um Boeing 707 da Varig caiu no Peru. O avião levava o correio oficial de Cuba. Entre a correspondência havia três documentos que revelavam a dificuldade que um agente enfrentava para organizar a guerilha no Brasil.

Um ano antes do golpe militar já havia doze militantes brasileiros aprendendo luta armada na ilha comunista. Em 1963, Leonel Brizola, principal conselheiro do presidente João Goulart, fazia discursos inflamados na Rádio Mayrink Veiga. Em seus discursos chamava a população à luta armada por meio dos Grupos dos Onze Companheiros, também chamados de Comandos Nacionalistas.

 Mesmo depois do golpe militar, não havia tanto motivo assim para aderir às guerrilhas: Apesar de a ditadura ter começado em 1964, até 1968, o governo tinha que levar as leis para serem apreciadas no Congresso e as pessoas podiam responder processos criminais em liberdade. O regime só endureceu de verdade em 1968 com o Ato Institucional Número 5. Para justificar esta radicalização os militares usaram um argumento fácil: era preciso manter a ordem. Durante a reunião de 13 de dezembro de 1968, em que os ministros aprovaram o AI-5, a palavra “ordem”, no sentido de tranquilidade pública, é citada 23 vezes. Quem lê estes pronunciamentos fica com a impressão de que 1968 foi uma desordem assustadora. É verdade. De janeiro a dezembro daquele ano, guerrilheiros praticaram pelo menos vinte assaltos a bancos e a automóveis, execuçoes, ataques a quartéis e atentados a bomba que resultaram em nove mortes e causaram ferimentos em soldados, segurancas de banco, motoristas e até pessoas que passavam pela rua.

Afirma o historiador Marco Antonio Villa: ´Argumentam que não havia outro meio de resistir à ditadura a não ser pela força. Mais um grave equívoco: muitos dos grupos existiam antes de 1964 e outros foram criados logo depois quando ainda havia espaço democrático. Ou seja, a opção pela luta armada, o desprezo pela luta política e pela participação no sistema politico e a simpatia pelo foquismo guevarista antecedem o AI-5 quando, de fato, houve o fechamento do regime.´

Queriam a liberdade ou uma ditadura pior?

 Sempre que se fala dos grupos armados, usam-se as expressoes do tipo “lutavam por liberdade”, “lutavam contra a ditadura”. Como afirma o jornalista Elio Gaspari no livro a “Ditadura Escancarada”, “a luta armada fracassou porque o objetivo final das organizaçoes que a promoveram era transformar o Brasil numa ditadura, talvez socialista, certamente recolucionária.

Os historiadores Daniel Aarão Reis Filho e Jair Ferreira de Sá, ambos ex-guerrilheiros, reuniram no livro “Imagens da Revolucao”, estatutos de dezoito grupos de luta armada das décadas de 1960 a 1970. Dos dezoito textos, catorze descrevem o objetivo de criar um sistema de partido único e erguer uma ditadura similar aos regimes comunistas que existiam na China e Cuba. A Ação Popular, da qual participou José Serra, defendia com todas as letras “substituir a ditadura da burguesia pela ditadura do proletariado”.

Em 21 anos as ações antiterroristas criaram 380 vítimas, segundo a própria Comissão de Familiares dos Mortos e Desaparecidos Políticos. Se o Brasil vivesse um regime como o cubano ou chinês como sonhavam os guerrilheiros de esquerda, pelo menos 88 mil pessoas seriam mortas. Se a ditadura brasileira matasse 90% menos que a cubana, haveria vinte vezes mais mortos que as vítimas dos militares.

 (Trechos extraidos do livro “Guia politicamente incorreto da História do Brasil” – Leandro Narloch Sao Paulo Leya, 2009)

A Segunda Reserva do País: atiradores, caçadores e colecionadores

Publicado em: 23-05-2012 | Por: bidueira | Em: PLD em Foco

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PLD em Foco

O 2º Batalhão de Polícia do Exército promoveu um congraçamento entre militares, familiares e amigos do Exército. Houve um torneio de tiro e um almoço para os participantes. Foi esclarecedor o pronunciamento do Cel. Paes de Lira sobre estas categorias de cidadãos brasileiros que constituem a Segunda Reserva Brasileira.

 

Comissão sem participação de militares não é da Verdade

Publicado em: 20-05-2012 | Por: bidueira | Em: Comissão da Verdade

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Jornal Opção – Contraponto   Edição 1924 de 20 a 26 de maio de 2012

 Comissão sem participação de militares não é da Verdade

Irapuan Costa Junior

Foram enfim escolhidos os que vão compor a intitulada, a meu ver não apropriadamente, Comissão da Verdade. Há na imprensa um clima de aprovação: “São juristas, ex-ministros e intelectuais, aptos a cumprir a tarefa”. Ou: “São nomes de peso”. Não é o que penso.

O melhor comentário que me vem à mente é o de que poderia ter sido pior. Antes de uma vista d’olhos, como diriam nossos avós portugueses, em algum desses no­mes, breves considerações: o que se apregoa, e, mais que isso, o que está na Lei é que a tal Comissão terá o encargo de apurar violações de Direitos Humanos, sem prerrogativa de qualquer imputação penal, logo respeitando, integralmente, como ficou claro em decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), a Lei da Anistia. Pois bem: não é o que pretendem figuras da cúpula governamental, como a secretária dos Direitos Humanos, Maria do Rosário (PT), ou Paulo Abrão, secretário nacional de Justiça. Quem duvidar, que consulte os jornais.
Uma tem status de ministro e o outro é diretamente subordinado ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo (PT), que em nenhum momento o contestou. E ao que parece, nenhuma das duas autoridades ministeriais recebeu uma reprimenda da presidente, embora ela não seja parcimoniosa em reprimendas, algumas até fora do tom.

Deixemos de lado por óbvio, por patente, que não compete a um governo estabelecer verdade histórica, por muitas razões. Citemos apenas duas: verdade proclamada por um governo será sempre, não importa quais sejam seus intérpretes e nem quais sejam as comissões encarregadas de firmá-la, uma verdade parcial. E a verdade só se vê de uma perspectiva distante no tempo, sedimentadas as paixões e descobertos fatos que ficaram por largos anos, ou mesmo décadas, encobertos. Os acontecimentos a serem apurados ainda não arrefeceram. E eles demonstram, embora se tente manter oculta a outra face da lua, que violações de direitos humanos foram cometidas, pelos dois lados da luta ideológica, no período a ser abrangido pelo estudo da Comissão (1964 a 1985, embora a Lei fale em período maior).

As duas autoridades citadas acima, e várias outras, defendem a apuração apenas dos excessos co­metidos por um dos lados. Dois membros da Comissão (Rosa Maria Cardoso da Cunha e Paulo Sérgio Pinheiro), mesmo antes de empossados, já declararam, deslavadamente, essa parcialidade. FHC concordou com eles. Quem duvidar, uma vez mais, que consulte os jornais. Não é de se admirar: os violadores, do lado da esquerda, ou estão no governo ou têm lá postados amigos ou simpatizantes.

Em resumo: travou-se uma luta ideológica no país, reflexo de uma luta maior, a Guerra Fria, e o regime militar, então no poder, respondeu prontamente à tentativa de derrubada que lhe foi imposta por grupos armados pelas principais facções marxistas mundiais. Se apeado, cederia passo ao comunismo. Como em toda guerra, excessos foram cometidos. Compete, teoricamente, à intitulada Comissão da Verdade, apurá-los, listá-los, apresentá-los à sociedade brasileira. Uma comissão para desempenhar essa tarefa haveria que ser isenta, e para sê-lo, na sua composição deveriam estar presentes representantes serenos dos dois lados do confronto. Não basta que sejam serenos, como à primeira vista parece ser a maioria dos membros nomeados para a Comissão. Mesmo que fossem todos dotados da maior temperança, isso não seria suficiente. São todos (talvez com uma ou duas exceções) de esquerda. São todos de um mesmo lado, dos dois cujo enfrentamento que se quer explicitar, e para o qual se quer a Verdade.

Onde estão os militares que de­veriam ter assento na intitulada Comissão da Verdade? E afirmo, sem medo de erro, que entre eles há oficiais pelo menos tão serenos, tão equilibrados, tão capazes de buscar a verdade quanto o mais capaz dos sete membros, todos de um lado só, que a presidente acaba de nomear. Não há alquimia que faça sair verdade dessa comissão parcial.

É evidente que não podem ser ignoradas as enormes pressões exercidas sobre a presidente para agir como agiu.

Inclusive as pressões de seu próprio íntimo, vez que foi parte forte de um dos dois lados. Não ignoremos. Mesmo porque até hoje apenas uma figura foi estadista suficiente, em condições semelhantes, para resistir a pressões como essas e ter coragem de enfrentá-las em benefício de seu povo como um todo, que foi Nelson Mandela. Ele, sim, refutou na África do Sul todo tipo de revanchismo, mesmo esse, disfarçado, que será impingido à sociedade brasileira como um todo, com o rótulo bonitinho de Comissão da Verdade. E impingido aos militares, em particular, goela abaixo. Eles não merecem isso. Constituem a parte mais sadia de um Estado que ostenta instituições adoecidas, enfermas e até apodrecidas. Essa verdade capenga não se manterá de pé por muito tem­po. Talvez por uma geração. A verdade iniludível, como sempre na His­tória, vai surgir um dia.

Maria Rita Kehl nada acrescenta à Comissão da Verdade

Maria Rita Kehl é componente da dita Comissão da Verdade. Psicanalista, tinha uma coluna no “Estadão”, onde escrevia sobre sua especialidade. Ao que parece, resolveu alterar o conteúdo dessa coluna, tornando-o, mais e mais, político. A psicanalista resolveu transformar a si própria em cientista política. E também ao que parece, à redação do jornal não agradou a coloração, evidentemente petista, dos escritos de Maria Rita. Seu artigo “Dois pe­sos…”, publicado no dia 2 de outubro do ano passado, foi a gota d’água. O jornal resolveu dispensá-la.

No artigo, Maria Rita começa com uma declaração que pretende ser de aplauso ao jornal por apoiar Serra na eleição presidencial, mas que é de indisfarçável descontentamento. Condenando o que chama de luta de classes na internet, passa a fazer, então, uma apaixonada defesa do Bolsa-Família e um duro ataque a todos aqueles que não apoiam essa compra de votos disfarçada de política social, numa (essa sim) verdadeira pregação de luta de classes. E com base justamente na constatação que fariam alguns setores, de que os votos da eleição presidencial de 2010 seriam influenciados por essa política assistencialista.

No entender de Maria Rita, esta é uma afirmação preconceituosa da “zelite”, que deseja “continuar contratando os humildes para trabalhar mais de oito horas diárias por uma miséria” e que quer “desqualificar a seriedade dos seus votos”. Como muitos “esquerdistas revolucionários” que conheço, Maria Rita julga ser das esquerdas o monopólio do “amor ao povo”. Não é assim. Ninguém amou mais o povo e em seu nome mais falou do que Lênin, Stálin e Mao Tsé-tung. Por certo, os milhões que mataram não pertenciam ao povo…

Talvez, por não ter formação em ciências exatas, Maria Rita não goste de matemática. Talvez acredite mesmo que ela não se aplique às ciências sociais. Mas se não for assim, se acredita em Descartes, que afirmava só podermos conhecer com certeza o que podemos medir, dê uma olhada no quadrinho que ilustra este texto. Ele mostra, sem sombra de dúvidas, que o Bolsa Família é um programa de compra de votos. Há um paralelismo indiscutível entre a distribuição mais pródiga do benefício e a vitória de Dilma na eleição presidencial.

À concessão de mais de cem bolsas por mil habitantes correspondeu uma vitória acachapante da presidente. Afirmar que um programa que não foi feito para dar um dia independência financeira a um pobre, mas para mantê-lo sempre na dependência do governo petista é prova de amor consiste numa falácia. Onde está a porta de saída para esse pessoal? Por que aumenta, ano a ano, o número de dependentes do programa?

O Bolsa Família tira um pequeno grilhão do desvalido, mas nele coloca outro maior e mais humilhante. Sem apontar qualquer alternativa. Não creio que Maria Rita, com essa dependência intelectual possa dar contribuição válida à chamada, desajeitadamente, Comissão da Verdade.

 

 

Deputado Peninha elogia análise da PLD em Foco

Publicado em: 17-05-2012 | Por: bidueira | Em: PLD em Foco

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PLD em Foco

Deputado Rogério Peninha Mendonça (PMDB-SC) escreve para a PLD, lamenta somente ter assistido o programa, no qual o Cel Paes de Lira analisa o seu projeto de lei, depois de ter dado entrada no projeto, na Câmara dos Deputados. Convida o Cel Paes de Lira para estar em seu gabinete para conversar sobre outras alterações que poderão ser introduzidas no decorrer do processo.

 

Professor da USP refuta mitos e mentiras do ambientalismo

Publicado em: 07-05-2012 | Por: bidueira | Em: Política Internacional

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Professor da USP refuta mitos e mentiras do ambientalismo

Posted: 06 May 2012 12:00 AM PDT

 

Professor de climatologia na USP Ricardo Augusto Felício

O professor de climatologia na USP Ricardo Augusto Felício fez doutorado sobre a Antártida e afirma com todas as letras: “o aquecimento global é uma mentira”.

Segundo ele, não existem provas científicas desse fenômeno.

O Prof. Ricardo Augusto Felicio é professor de Climatologia do Depto. de Geografia da USP. Ele é pesquisador da área de Climatologia Antártida e Variabilidade Climática.

O prof. Ricardo mostrou que o nível do mar não está aumentando e que o gelo derrete sim, mas depois volta a congelar, porque esse é o seu ciclo. O professor lembrou ainda que o El Niño, um fenômeno natural, faz esse nível variar cerca de meio metro.

“O nível do mar continua no mesmo lugar. Primeiro se fosse derreter alguma coisa, teria que ser a Antártida, mas para derretê-la você tem que ter na Terra uma temperatura uns vinte ou trinta graus mais elevados”, explicou o professor que é especialista no clima antártico.


Ricardo também afirmou que o efeito estufa é uma física impossível e que a camada de ozônio é uma coisa que não existe. O professor ainda respondeu perguntas da plateia como se a Amazônia é o pulmão do mundo e se a garoa característica de São Paulo está diminuindo.

Ele fez essas corajosas afirmações com ciência e segurança no Programa do Jô, na Globo, em 02-05-2012.

Cuba 2012: o Pastor, o Lobo-Relíquia e Encíclica Divini Redemptoris

Publicado em: 05-05-2012 | Por: bidueira | Em: Comissão da Verdade, Nova et Vetera

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Cuba 2012: o Pastor, o Lobo-Relíquia e Encíclica Divini Redemptoris
 
Armando Valladares
 
Cordial recepção ao ex-ditador
 
Em 28 de março de 2012, as cenas que mostram Bento XVI e seu séquito recebendo cordialmente o sanguinário ex-ditador Fidel Castro, na Nunciatura Apostólica de Havana, foram as mais dramáticas da visita papal à ilha-cárcere desde os pontos de vista religioso, pastoral, político, simbólico e da própria teologia da História, as quais deixaram o sabor mais amargo nos cubanos da ilha-cárcere, sedentos de autêntica fé católica e de plena liberdade, e as que mais dilaceraram os corações do rebanho cubano, dentro e fora de Cuba.
 
Uma espécie de “santo” comunista
 
Era o Pastor dos Pastores, com seu secretário de Estado, o cardeal Tarcisio Bertone, e com seu Núncio Apostólico em Havana, monsenhor Bruno Musaro, acolhendo o Lobo dos Lobos quase como se fosse uma “relíquia” vivente, uma espécie de “santo” comunista. Esse encontro constituiu a realização de um Pesadelo dos Pesadelos, a respeito do qual se especulou durante muitos meses antes da visita papal, incluindo rumores de uma hipotética conversão, como se se estivesse sondando e adoçando o ambiente para que os 11 milhões de cubanos prisioneiros na ilha e os amantes da liberdade no mundo inteiro, na hora desse encontro já tivessem amortecido internamente o horror e repulsa natural que despertam os grande assassinos da História cristã, desde Nero, passando por Lenin, Stalin, Mao e Pol Pot, até Fidel Castro. Foi um encontro “muito cordial”, declarou o porta-voz vaticano, Federico Lombardi, em coletiva de imprensa em Havana.
 
Servilismo do Núncio em Havana
 
Segundo mostra um vídeo colocado no YouTube por América TeVé – Canal 41, a obsequiosidade demonstrada pelo Núncio Apostólico, para não dizer o servilismo, chegou a graus inimagináveis. O ex-ditador mal acabava de descer do carro que o transportava quando monsenhor Musano o recebe, se inclina em uma espécie de reverência e proclama em tom admirado: “Senhor Comandante, bem-vindo à sua casa. Eu fui aluno de seu queridíssimo amigo monsenhor Cesar Zacchi”.
 
É bom lembrar que monsenhor Zacchi foi o encarregado da Nunciatura em Havana nos primeiros anos da revolução comunista e impulsionador da “ostpolitik” vaticana para Cuba, obrigando os bispos cubanos a se alinhar com o regime comunista ou a se calar. Na saída, o Núncio o esperava na porta para lhe desejar: “Que Deus o abençoe”. E quando Castro já estava descendo as escadas, literalmente correu atrás dele para desejar-lhe “felicidades”. Em matéria de servilismo pró-castrista, o aluno parece haver superado o mestre.
 
O Pastor havia tomado a iniciativa do encontro
 
O mais desconcertante é que o próprio Pastor teria sido quem tomou a iniciativa do encontro, e não o Lobo em suposto processo de “conversão”. Foi o que revelou Fidel Castro, na declaração publicada pelo Vatican Information Service (VIS) em sua edição em espanhol: “Tomei a decisão de pedir alguns momentos de seu tempo, que sei que está cheio de compromissos quando soube que teria lhe agradado este modesto e simples contato” (VIS, “Encontro entre o Papa e o ex-presidente Fidel Castro”, 29 de março de 2012). Palavras farisaicas e astutas, aparentemente humildes, que deixavam claro quem deu o primeiro passo em uma iniciativa que do ponto de vista protocolar não era necessária.
 
Castro: “Faremos apóstatas, milhares de apóstatas”
 
Qual seria o “agrado” que Sua Santidade esperava ter no encontro com esse assassino de corpos e de almas? É um mistério. Fidel Castro começou fuzilando dezenas de jovens católicos, que morriam como mártires proclamando “Viva Cristo Rei! Abaixo o comunismo!”, gritos que eu mesmo ouvi com meus próprios ouvidos na sinistra prisão de La Cabaña, até que, na Universidade de Havana, por estratégia, e não por arrependimento ou conversão, ele traçou uma maquiavélica retificação: “Não cairemos no erro histórico de semear o caminho de mártires cristãos, pois sabemos bem que foi precisamente o martírio o que deu força à Igreja. Nós faremos apóstatas, milhares de apóstatas” (Cf. Juan Clark, “Cuba: mito y realidad”, Edições Saeta, Miami-Caracas, 1ª ed., 1990, pp. 358 e 658).
 
Foi a partir de então que os condenados à morte começaram a ir para o “paredão” amordaçados, para silenciar dessa maneira seus proclamas de fé e heroísmo. Ao mesmo tempo, a “alfabetização” e a “saúde” passaram a ser duas tenazes satânicas de controle psicológico, mental e social, assim como de indução à apostasia, de gerações inteiras de crianças, jovens e adultos. “Alfabetização” e “saúde” que, não obstante, receberam comentários laudatórios das mais altas autoridades eclesiásticas, inclusive do atual Pontífice (cf. Discurso de Bento XVI de recepção das cartas credenciais do embaixador de Cuba, Eduardo Delgado Bermúdez, “Le lettere credenziali dell’Ambasciatore di Cuba presso la Santa Sede”, Departamento de Imprensa da Santa Sé, 10 de dezembro de 2009; cf. Armando Valladares, “Bento XVI: ‘beatificação’ do internacionalismo castrista?”, agência Destaque Internacional, 06 de janeiro de 2010). Estes são outros mistérios que fazem estremecer as almas dos fiéis católicos cubanos.
 
Pio XI: comunismo, “chicote satânico”
 
Nesse trágico dia 28 de março de 2012, sem dúvida, um dos mais trágicos da História dos católicos cubanos e da própria Cuba, Bento XVI ofereceu ao ex-ditador as Medalhas de seu Pontificado [1]. O momento de maior cordialidade captado pelos fotógrafos foi quando o Pontífice tomou com suas mãos as mãos ensangüentadas de Castro, e ambos trocaram olhares no que parece ser um clima de muita afinidade.
 
Por uma ironia ou talvez por um sinal providencial, nessa mesma foto difundida pelo próprio Vaticano percebe-se ao fundo e no alto, entre Bento XVI e Fidel Castro, como se estivesse analisando a cena, um quadro com o retrato de um Pontífice. Tudo indica que se trata de S.S. Pio XI, cuja profética Encíclica “Divini Redemptoris” em 19 de março pp., portanto, poucos dias antes do trágico encontro, acaba de completar o 75º aniversário no maior dos silêncios e dos esquecimentos. Foi precisamente nessa Encíclica que Pio XI qualificou o comunismo como “intrinsecamente perverso” e como um “chicote satânico”.
 
Nos últimos ano me vi na dolorosa obrigação de escrever dezenas de artigos denunciando a política de distensão do Vaticano com o regime comunista de Cuba. Artigos redigidos invariavelmente com palavras respeitosas, exercendo meu direito e minha obrigação de consciência de fiel católico cubano e de ex-preso político durante 22 anos. Reconheço que esta talvez tenha sido a ocasião em que tive mais dificuldade de encontrar palavras adequadas para esboçar uma conclusão, tal a gravidade do ocorrido na Nunciatura Apostólica em Havana nesse 28 de março de 2012.
 
Paternal e providencial ajuda de S.S. Pio XI
 
Opto então por recorrer à paternal e providencial ajuda de S.S. Pio XI, cuja figura de alguma maneira se fez sentir na Nunciatura Apostólica em Havana, citando algumas expressões de sua profética Encíclica “Divini Redemptoris” que se aplicam de maneira surpreendentemente atual à Cuba de hoje.
 
Em uma das frases mais lapidares para os que em Cuba promovem um diálogo alegadamente construtivo dos católicos com o regime, Pio XI afirma que “o comunismo é intrinsecamente perverso, e não se pode admitir que colaborem com o comunismo, em terreno algum, os que querem salvar da ruína a civilização cristã”. Note-se a força da expressão e as importantes conseqüências que dela derivam: para Pio XI não é lícito colaborar “em terreno algum” com uma ideologia intrinsecamente perversa.
 
“Conspiração do silêncio” e “propaganda diabólica”
 
Com relação a importantes meios de comunicação, o Pontífice denuncia “a conspiração do silêncio que uma grande parte da imprensa mundial está realizando” sobre os crimes revolucionários. Paralelamente a esse silêncio, os revolucionários desenvolvem “uma propaganda realmente diabólica como o mundo talvez nunca tenha conhecido”, com a finalidade de mostrar as supostas bondades comunistas.
 
Uma “propaganda diabólica” que – segundo a profética advertência de Pio XI, confirmada nas décadas posteriores com tantos lamentáveis exemplos – tinha entre seus objetivos principais difundir o engano nos próprios meios católicos: “Mais ainda, procuram se infiltrar insensivelmente até nas próprias associações abertamente católicas ou religiosas”. Junto com o engano, vem da mão a colaboração comuno-católica: “Em outras partes, os comunistas, sem renunciar em nada a seus princípios, convidam os católicos a colaborar amistosamente com eles no campo do humanitarismo e da caridade”.
 
“Há inclusive os que, apoiando-se em algumas ligeiras modificações introduzidas recentemente na legislação soviética, pensam que o comunismo está a ponto de abandonar seu programa de luta aberta contra Deus”, assinalava também o Papa Pio XI, em outra consideração de enorme atualidade para a Cuba de hoje. Basta lembrar as ilusões despertadas em certos setores quando deram-se a conhecer recentes documentos do Partido Comunista de Cuba (PCC) e pronunciamentos dos irmãos Castro, incluindo os rumores sobre a suposta conversão do ex-ditador, com aparência distendida – porém com fundo falso, é claro – em direção aos católicos.
 
Comunismo mitigado?
 
Na continuação, Pio XI uma vez mais impugnou a veracidade dos que nunca perdem as ilusões de encontrar um comunismo mitigado com o qual lhes seja possível entrar em conchavos: “Não se pode afirmar que estas atrocidades sejam um fenômeno transitório que costuma acompanhar todas as grandes revoluções, ou excessos isolados de exasperação comuns a toda guerra; não, são frutos naturais de um sistema cuja estrutura carece de todo freio interno”. Note-se bem. Esses erros e horrores não são circunstanciais, senão co-naturais com tal ideologia. São “os erros intrínsecos do comunismo”, ressalta Pio XI.
 
Gigantesca virada da diplomacia vaticana
 
Por ventura não estão descritos por S.S. Pio XI, de maneira sintética e profunda, tantos ardis dos comunistas contra os católicos em Cuba e no exílio? Acaso essas advertências, feitas há exatamente 75 anos, não constituem hoje uma trágica explicação para tantos episódios de colaboração comuno-católica na Cuba de hoje? O concreto é a constatação de uma gigantesca virada produzida na diplomacia vaticana, desde Pio XI até nossos dias. Virada enigmática e desconcertante da diplomacia vaticana, uma de cujas raízes históricas parece estar, segundo destacados analistas, no próprio silêncio do Concílio Vaticano II com relação ao comunismo, o qual fez com que os Lobos se sentissem em total liberdade para dizimar o Rebanho em Cuba, nos países do Leste Europeu, na Rússia, China e Vietnã.
 
Que a Virgem da Caridade proteja, console e encha de autêntica fé a meus 11 milhões de irmãos prisioneiros na ilha-cárcere, e que aos cubanos do desterro nos dê forças espirituais para continuar lutando pela liberdade de Cuba, com o fogo do Apóstolo São Paulo: “combatendo o bom combate da fé” e “esperando contra toda a esperança” (Segunda Epístola a Timóteo, 4,7 e Epístola aos Romanos, 4, 18-19).
 
Armando Valladares, escritor, pintor e poeta. Passou 22 anos nos cárceres políticos de Cuba. É autor do best-seller “Contra toda a esperança”, onde narra o horror das prisões castristas. Foi embaixador dos Estados Unidos ante a Comissão de Direitos Humanos da ONU sob as administrações Reagan e Bush. Recebeu a Medalha Presidencial do Cidadão e o Superior Award do Departamento de Estado. Escreveu inúmeros artigos sobre a colaboração eclesiástica com o comunismo cubano e sobre a “ostpolitik” vaticana para Cuba.
 
Nota da tradutora:
 
[1] No vídeo acima pode-se ver o momento em que o ditador Castro recebe as Medalhas numa caixa entregues pelo Papa Bento XVi.
Tradução: Graça Salgueiro

Ainda esclarecimentos sobre o Projeto do Dep. Peninha

Publicado em: 04-05-2012 | Por: bidueira | Em: PLD em Foco

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PLD em Foco – Esclarecendo alguns pontos sobre o projeto de lei do Deputado Peninha

Algumas pessoas  acusaram Paes de Lira e a Legítima Defesa de que foram contra o projeto de lei do Deputado Peninha. Não é verdade. Dissemos que ele é “muito bom” mas, fizemos uma análise de alguns pontos e apresentamos sugestões para que ele seja melhorado.

Este debate faz parte do processo legislativo.