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Comerciante se defende, mata criminoso e vai preso: um absurdo!

Publicado em: 29-06-2012 | Por: bidueira | Em: PLD em Foco

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PLD em Foco

Se a justiça do Rio Grande do Sul agiu corretamente no caso da Vovó gaúcha que se defendeu e matou o bandido, foi lamentável a tomada de atitude do delegado em São Paulo. Apesar do comerciante atuar em legítima defesa, ficou detido por uma noite!

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Sainte Chapelle: imenso relicário feito de vitrais

Publicado em: 25-06-2012 | Por: bidueira | Em: Sem categoria

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Paraguai-Cuba: dois pesos e duas medidas

Publicado em: 24-06-2012 | Por: bidueira | Em: Política Internacional

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Paraguai-Cuba: dois pesos e duas medidas

Destaque Internacional

Os governos de esquerda, radicais e moderados, ao mesmo tempo em que pressionam o Paraguai, abrem as portas dos máximos organismos regionais como a OEA, o Mercosul e a Unasul
à Cuba comunista.

1. O Poder Legislativo do Paraguai destituiu o esquerdista presidente Lugo em uma rápida e quase unânime votação na Câmara dos Deputados e no Senado. 76 deputados, de um total de 80, e 39 senadores, de um total de 45, votaram a favor da destituição. Os legisladores paraguaios alegam que se basearam estritamente na Constituição, a qual permitiria processos rápidos de destituição. Os governos mais radicalmente esquerdistas e anti-democráticos da região, Venezuela, Bolívia e Equador, começaram a rasgar as roupas e falam de golpe. Governos da esquerda mais moderada estudam a possibilidade de suspender o Paraguai de organismos regionais como o Mercosul e a Unasul, alegando que violaram-se as denominadas “cláusulas democráticas” que constam dos estatutos de ambas as entidades internacionais, das quais o Paraguai é membro.

2. O concreto é que tanto os governos da esquerda radical quanto os governos da esquerda moderada, ao mesmo tempo em que agora começam a pressionar o Paraguai, abrem as portas dos máximos organismos regionais como a OEA, o Mercosul e a Unasul à Cuba comunista. O “eixo” de governantes de esquerda, radicais e moderados, abrem portas, braços e cofres aos ditadores comunistas, apesar de que em Cuba violam-se desde há mais de meio século todos e cada um dos princípios democráticos que hoje se alegam para condenar a complexa situação política paraguaia.

O governo brasileiro, por exemplo, que trata de justificar seu silêncio em relação à violação dos direitos humanos na Cuba comunista, alegando o princípio da não-intervenção nos assuntos internos dos Estados, na hora de pressionar o Paraguai parece se esquecer desse mesmo princípio de não-intervenção.

Dessa maneira, em relação ao Paraguai e a Cuba usam-se dois pesos e duas medidas.

3. A recente visita do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad,

à América Latina, passou para um segundo plano por causa da crise institucional no Paraguai, mas não conseguiu diminuir a importância intrínseca desse giro, o segundo em seis meses.


4. Na Venezuela, Ahmadinejad fortaleceu os vínculos econômicos e estratégicos com o governo de Chávez, que incluem a fabricação de equipamentos militares para o Exército venezuelano e a colaboração no plano da energia nuclear.

5. Na Bolívia, o presidente iraniano também estreitou laços militares com o governo do esquerdista Evo Morales, incluindo a área da inteligência militar, estabeleceu acordos para a exploração das ricas jazidas de urânio dessa nação andina e fortaleceu o “eixo” anti-norte-americano no continente.

6. Tanto na Venezuela quanto na Bolívia, dirigentes opositores, personalidades da sociedade e especialistas alertaram sobre o perigo que representava essa aliança com o Irã para as soberanias dos respectivos países. Também ficou claro o objetivo de fortalecer as Forças Armadas, na medida em que vão se transformando em fatores potencialmente revolucionários e de suporte para a continuidade de regimes esquerdistas.

7. No Uruguai, no mesmo sentido, tiveram ampla repercussão as declarações da senadora Lucía Topolansky, esposa do presidente José Mujica, ambos ex-guerrilheiros tupamaros, manifestando seu objetivo de “fazer um trabalho nas cabeças” dos membros das Forças Armadas uruguaias, para pô-los do lado da Frente Ampla e assegurar a continuidade do projeto hegemônico da esquerda uruguaia. A senadora Topolansky, passando por cima de preceitos constitucionais que determinam a neutralidade política dos militares em atividade, chegou a estabelecer uma meta para a primeira etapa da infiltração ideológica nas Forças Armadas uruguaias: contar com “um terço da oficialidade” e com “a metade da tropa”.

8. O plano Ahmadinejad e o plano Topolansky parecem coincidir, cada um à sua maneira e em seus respectivos âmbitos de influência, em um mesmo objetivo de captação das Forças Armadas para eventuais aventuras revolucionárias. Para alcançar esse objetivo hegemônico, se deverá obter uma conseqüente desconstrução de princípios e mentalidades dos membros das Forças Armadas que ainda possam oferecer resistência a essas aventuras.

9. Diante de ambos os planos impulsionados pelo presidente Ahmadinejad e pela senadora Topolansky, nenhum dos governantes regionais fez a menor advertência ou manifestou o menor sinal de inquietação. São os mesmos governantes que hoje clamam aos céus pela crise institucional paraguaia, alegando cláusulas democráticas estabelecidas em pactos continentais. São os mesmos governantes que alegam o princípio da não-intervenção nos assuntos internos de outros países para abrir os braços aos ditadores cubanos e para abrir as portas à Cuba nos mais importantes organismos continentais.

São dois pesos e duas medidas injustas, arbitrárias e inaceitáveis.

Destaque Internacional – Ano XIV – nº 349 – Madri – São José da Costa Rica – Santiago. Domingo, 24 de junho de 2012. Editorial interativo. São bem-vindas as sugestões, opiniões e críticas. Pode-se difundir livremente, inclusive sem citar a fonte.


Tradução: Graça Salgueiro

“RioMENOS20”: refutação séria e profunda das fraudes e das tramas da ofensiva ambientalista entusiasma auditório

Publicado em: 24-06-2012 | Por: bidueira | Em: Aquecimento Global

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Painel “RioMENOS20”: refutação séria e profunda das fraudes e das tramas da ofensiva ambientalista entusiasma auditório

Posted: 22 Jun 2012 11:30 PM PDT

Painel do IPCO “RioMENOS20 – O que os jornais não irão publicar sobre a Rio+20  – Mitos e verdades sobre o desenvolvimento sustentável”
Painel do IPCO “RioMENOS20 – O que os jornais não irão publicar sobre a Rio+20
– Mitos e verdades sobre o desenvolvimento sustentável”

No Clube Homs de São Paulo teve lugar o Painel “RioMENOS20 – O que os jornais não irão publicar sobre a Rio+20 – Mitos e verdades sobre o desenvolvimento sustentável” com a presença de numeroso público.

Os palestrantes foram o PhD em Meteorologia, Luiz Carlos Molion, professor de Climatologia e Mudanças Climáticas da Universidade Federal de Alagoas, que desenvolveu o tema “Mudanças climáticas: realidade ou mito”;

– o Dr. José Carlos Sepúlveda da Fonseca, analista político do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira – IPCO;

Dom Bertrand de Orleans e Bragança, príncipe imperial do Brasil e coordenador da campanha Paz no Campo.

De início, Daniel Martins fez um breve apanhado da campanha realizada nesta semana em logradouros públicos do Rio de Janeiro por 20 jovens cooperadores do IPCO. Com suas becas e grandes estandartes eles distribuíram folheto editado pelo Instituo que informa sobre as ameaças da ofensiva ambientalista, e as fraudes científicas sobre as quais pretende se fundamentar.

Sepúlveda da Fonseca: Rio+20 à luz do pensamento  e das teorias de ação de Plinio Corrêa de Oliveira.
Sepúlveda da Fonseca: Rio+20 à luz do pensamento
e das teorias de ação de Plinio Corrêa de Oliveira.

A continuação, José Carlos Sepúlveda da Fonseca analisou a Rio+20 à luz do pensamento e das teorias de ação do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira. Ele acentuou a obscuridade e indefinição dos termos medulares da investida ambientalista, notadamente a expressão “desenvolvimento sustentável”.

Todas as pessoas que querem se exibir como modernas e no vento, disse ele, pronunciam o termo “sustentável” sem, entretanto, saberem bem o que que significa.

Ele mostrou, à luz do ensinamento do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, que “desenvolvimento sustentável” e/ou “sustentabilidade” é um termo “talismânico”.

Quer dizer, uma expressão que sofre uma torsão para englobar múltiplos significados indefinidos com a finalidade de desarmar os espíritos e predispô-los a aceitar uma ideologia que está escondida por detrás.

Com profusão de documentos, Sepúlveda da Fonseca mostrou como esse “talismã” ideológico está sendo utilizado na Rio+20 para justificar o aborto, a “ideologia de gênero”, o movimento anti-“homofobia”, a investida contra a propriedade privada, a ainda outras metas diversas. Esta pluralidade de torsões analisada em detalhe apresenta um fundo único: a ideia de que todo o que o mundo conheceu até agora como cultura, civilização, progresso, desenvolvimento virou “insustentável”, explicou.

E em última análise, como se pôde ver na Rio+20, o objetivo não confessado porém mais dinâmico da “sustentabilidade” é um retrocesso que visa abandonar hábitos de consumo, de vida e de costumes civilizados e imergir na vida tribal, tão elogiada na Rio+20.

A exposição do Prof. Molion  foi acompanhada com vivo comprazimento
A exposição do Prof. Molion
foi acompanhada com vivo comprazimento

O prof. Molion desenvolveu com ciência segura e clareza didática as fraudes científicas a respeito do suposto “aquecimento global”. Com abundância de esquemas e gráficos mostrou que os dados satelitais desmentem a teoria aquecimentista. E, pior ainda, apontam com a força dos números uma tendência ao resfriamento do clima na Terra nas últimas décadas e com tendência a se acentuar nos próximos séculos.

O especialista mostrou também a inconsistência do alarmismo a propósito do derretimento do Ártico, pois este está seguindo um ciclo típico influenciado pelas marés e pela Lua.

O nível dos mares que segundo o catastrofismo vai subir até alagar cidades como Nova York, é outra balela que não resiste à mais mínima análise científica, acrescentou.

A respeito do mexerico contra o CO2, o climatologista sublinhou que: “o CO2 não controla o clima. Não é vilão! É o gás da vida!” Ele é o alimento das plantas, e se por absurdo fosse tirado o CO2 da atmosfera, não poderá existir mais o homem nem nenhum vivente sobre a Terra.

Além do mais, a tentativa de reduzir as emissões desse gás foram inúteis.

O homem não tem capacidade de mudar o clima global.

“Quanto mais CO2 tiver melhor! As plantas vão crescer mais!”, acrescentou o professor com provas de laboratório.

A exposição do Prof. Molion foi acompanhada com vivo comprazimento pelos presentes.

Dom Bertrand: a recusa de Deus leva aos desvarios do ambientalismo
Dom Bertrand: a recusa de Deus leva aos desvarios do ambientalismo

A seguir, o príncipe Dom Bertrand apontou que se o homem tira a Deus do panorama, inevitavelmente ele se põe a si no centro de todas as coisas. E o Estado acaba sendo divinizado. Então, o Estado passa a ser o deus criado pelo homem que se imiscui até nos mais mínimos detalhes da vida das pessoas.

O ambientalismo, explicou Dom Bertrand, prepara a instalação de uma ditadura planetária que com o pretexto de ecologia e defesa do Planeta, vai dizer o que cada um pode ou não pode fazer, deve ou não deve fazer. Esse é a manobra que tenta se aprovar na Rio+20.

Deus no Gênese mandou aos homens se multiplicarem e habitarem a Terra toda; pôs todas as sementes, plantas e animais que se movem para alimentação do homem. Portanto colocou a natureza ao serviço do homem e não o homem ao serviço da natureza.

A recusa de Deus leva, pois, aos desvarios do ambientalismo, concluiu o príncipe imperial.

No encerramento do Painel, o Dr. Adolpho Lindenberg, presidente do IPCO, destacou o alivio que experimentava e achava que o auditório experimentou vendo os embustes do ambientalismo refutados de um modo tão convincente e tranquilizador.

ARMAS E IDOSOS -TRÊS CASOS

Publicado em: 20-06-2012 | Por: bidueira | Em: Segurança Pública

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Amigas/os:

Os antis repetem sempre que armas são para ataque e não servem para defesa. Abaixo, três casos de idosas/os que se defenderam de agressores com armas. Sem tais instrumentos estariam tais pessoas agoramortas ou seriamente feridas
 

Em realidade para alguém de 70 ou 80 anos ser agredido é muito perigoso, pois pode resultar em morte ou em ferimentos cuja gravidade efetiva é maior do que seria para alguém mesmo com 50 anos, quanto mais com 40 ou 20. As intercorrências de danos sofridos em idades avançadas podem influenciar outros males e também ser de mais demorada cura. Portanto uma pessoa idosa diante da ameaça de uma agressão de indeterminada severidade, eis que ainda não ocorreu nem se sabe como ou até que ponto se realizará, está a enfrentar um fator de sério risco para sua saúde e qualidade de vida –física e psicológica–, além de possibilidade de morte.

  
Como iriam se defender sem um instrumento adequado de agressores criminosos com até meio século menos em idade e até em maior número? Não iriam, tornar-se-iam vítimasDefenderam-se com armas.
  

  
Da Odete, 87 anos:
http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2012/06/promotora-defende-arquivamento-de-caso-de-idosa-que-matou-invasor-no-rs.html
"Se o inquérito parar nas minhas mãos, vou arquivar, com certeza"
Sílvia Becker Pinto, titular da Promotoria Criminal de Caxias do Sul

http://www.sbt.com.br/jornalismo/noticias/?c=20894&t=Carlos+Nascimento+comenta+sobre+idosa+que+matou+o+bandido
 

Jogador de basquete aposentado de 72 anos e esposa, professora aposentada de 69 anos:
http://www.dcomercio.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=90487
http://www.dm.com.br/#!/texto?id=35199
Aposentado desarma e mata assaltante em casa
http://www.folhavitoria.com.br/policia/noticia/2012/06/aposentado-desarma-e-mata-assaltante-em-casa.html

 
Agricultor de 84 anos e esposa:
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1106898-agricultor-de-84-anos-mata-suspeito-que-invadiu-sitio-em-sp.shtml
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2012/06/idoso-reage-assalto-e-mata-ladrao-que-invadiu-sitio-em-mogi-das-cruzes.html
http://www.redefonte.com/2012/06/19/agricultor-de-84-anos-reage-a-assalto-e-mata-ladrao-que-invadiu-seu-sitio/
 
Os antis não desistem:
http://correiodobrasil.com.br/tanque-de-guerra-recheado-de-paes-desfila-pelo-rio-para-chamar-a-atencao-sobre-o-desarmamento/472654/

 

 Rafael Moura-Neves MAM BHist
  

IDOSA DE 87 ANOS MATA BANDIDO

Publicado em: 20-06-2012 | Por: bidueira | Em: PLD em Foco, Sem categoria

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Uma brava gaúcha de 87 anos, fazendo uso do direito à legítima defesa, mata bandido que invadiu sua casa para roubar. O direito de ter e portar armas de defesa estabelece para o “sexo frágil” e para os idosos, não só a igualdade como até a superioridade sobre bandidos e criminosos.
Parabéns senhora!

 

O que é a ecologia? O ambientalismo do pós-guerra trabalha para impor a vida tribal

Publicado em: 16-06-2012 | Por: bidueira | Em: Aquecimento Global

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O que é a ecologia? O ambientalismo do pós-guerra trabalha para impor a vida tribal

Posted: 15 Jun 2012 07:30 PM PDT

Revista "The Ecologist", capa de junho de 2008
Revista “The Ecologist”, capa de junho de 2008
continuação de posts anteriores sobre as origens e história do ambientalismo
 

(Fonte: excertos de Anna Bramwell, “Ecology in the 20th Century, A History”, Yale University Press, New Haven, Ct., and London, 1989).

O movimento orgânico rural na Inglaterra

Depois da II Guerra Mundial, aumentou gradualmente o número dos seguidores de Rudolf Steiner, que formaram uma rede poderosa de simpatizantes alternativos, a maior parte dos quais relacionada com a Soil Association

Soil Association levou a cabo a tarefa de aproximar, no fim da Grande Guerra, os vários grupos de pessoas preocupadas com erosão e fertilidade do solo, poluição e agricultura baseada em fertilizantes químicos. 

Anti-capitalismo visceral no cerne verde
Anti-capitalismo visceral no cerne verde

Eles se identificavam como ecologistas. Os fazendeiros orgânicos eram colocados em contacto uns com os outros através da Soil Association. 

Por volta do fim dos anos 60, os líderes da Soil Association mudaram de rumo, tomando uma orientação esquerdista nos debates sobre a escassez das riquezas naturais, e atacando a propriedade privada. Publicaram artigos elogiando as comunas de Mao e exigindo que glebas fossem distribuídas à população.

O cerne intelectual do movimento ecologista britânico nos anos 60 e 70 se concentrava no Ecologist, jornal editado e financiado pelo irmão de Sir James Goldsmith, homem de negócios multimilionário. 

O movimento ecologista americano

Desde 1970, o movimento ecologista americano tem passado por vários estágios, numa versão acelerada em relação ao desenvolvimento do ecologismo em outras partes. 

O feminismo americano abriu-se à ecologia na crença de um paraíso matriarcal. Surgiram os ecologistas tecnófobos, louvaminheiros das tribos primitivas do Terceiro Mundo. 

Eco-terrorismo contra o capitalismo, a indústria e o consumo
Eco-terrorismo contra o capitalismo, a indústria e o consumo

Os ecologistas-profundos, em busca de uma harmonia de tipo budista, em breve tornaram-se eco-terroristas especializados em sabotagem de fábricas. Com volúpia tecnocrata, estabeleceram planos paras as “bio-regiões”. 

Um dos aspectos importantes do plano bio-regional é que a nação-estado e outras fronteiras seriam superados pelas geo-políticas. 

Quem irá planejar essas novas áreas, qual o seu tamanho, quem irá policiar suas fronteiras, quem irá averiguar que elas são autossuficientes, estas são perguntas não respondidas. 

Contudo, por alguma razão, os Verdes parecem que se dão mal com a autossuficiência. Os ecologistas parecem ter maior necessidade dos recursos da terra do que outras pessoas. 

Uma razão talvez seja a democracia participativa, pois gasta tempo assistir às reuniões…

Earth Liberation Front: ações teatrais para impressionar "moderados"
Earth Liberation Front: ações teatrais para impressionar “moderados”

Os ecologistas defendem que o mundo tem população em excesso para poder viver em autossuficiência. As eco-utopias presumem uma população de baixa densidade. 

Os ecologistas americanos parecem ter aderido há pouco ao movimento. Eles ignoram seus ancestrais. Esquecem não apenas seus precursores do século passado, como também suas próprias profecias. 

As visões apocalípticas de há vinte anos não se realizaram.

“Desurbanização” e imersão no primitivismo tribal

Ativistas verdes anti-nucleares, Ucrânia

cultura verde hoje em dia agrega ainda os novos pagãos, tais como os bandos nômades de bruxas inglesas que seguem os planos astrais e as bruxas matriarcais alemãs que adoram as mesmas pedras outrora cultuadas pelos nazistas. 

O movimento pagão na Inglaterra e nos Estados Unidos surgiu a partir do feminismo matriarcal e dos movimentos anti-nucleares, juntamente com as tendências astrológicas e cultuadoras da natureza do movimento naturista deste século.

A “Nouvelle Droite”, forte na França, Itália e Bélgica, é verde em sua crítica cultural. Apoia os valores helênicos, incluindo o paganismo grego e defende, como pensamento político, uma espécie de dissolução das fronteiras nacionais em razão de determinismo geográfico, o qual se parece muito com o plano das “bio-regiões” dos ecologistas norte-americanos. 

Partido Verde, Inglaterra
Partido Verde, Inglaterra

Oposição à poluição ambiental e à destruição da paisagem fazem automaticamente parte de seus valores. 

Uma continuidade ideológica do mesmo gênero foi encontrada na “Nova Direita” na Rússia. O movimento oposicionista “Veche”, fechado pela KGB em 1973, reivindicava o renascimento de uma Rússia camponesa, possivelmente localizada na Sibéria, enquanto a Rússia europeia era deixada aos marxistas. 

A “utopia liberal”, defendida pelo movimento, exigia a desurbanização da Rússia e uma evacuação das cidades. 

Pode-se realmente falar de uma crítica ecológica cultural conjunta, de uma ética verde comum às bruxas, aos neonazistas e aos professores franceses? 

De fato, eles têm pontos em comum, apesar da inverossimilhança de uma futura cooperação. 

Primitivismo tribal: o ponto de chegada dos verdes
Primitivismo tribal: o ponto de chegada dos verdes

Todos são anticapitalistas e defendem a ética do anti-crescimento. Todos são pacifistas que acreditam que a dissolução das fronteiras da nação-estado removerá as causas de guerra. 


São contrários à economia de mercado, e fazem reparos à tentativa do homem de escapar às leis da natureza. 

Apoiam também o retorno à sociedade tribal, à “aldeia global”. 


Obviamente, as cidades deverão desaparecer, e o homem deverá voltar para o campo a fim de reconstruir uma nova era, uma nova civilização, um novo mundo.

Segunda reserva no País: atiradores, caçadores e colecionadores

Publicado em: 15-06-2012 | Por: bidueira | Em: PLD em Foco

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PLD em Foco

 Um “churrastiro” foi patrocinado pela SOAPE em congraçamento entre militares familiares e amigos do Exército. Houve um torneio de tiro e um almoço para os participantes. Foi esclarecedor o pronunciamento do Cel Paes de Lira sobre essas categorias de cidadãos que constituem a Segunda Reserva Brasileira.

 

Ambientalismo: Preservação da Natureza ou Cavalo de Troia? – Considerações sobre o Código Florestal

Publicado em: 14-06-2012 | Por: bidueira | Em: Aquecimento Global

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Ambientalismo: Preservação da Natureza ou Cavalo de Troia? – Considerações sobre o Código Florestal

 

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Sobre o Ambientalismo…

Você sabia que:

 

Segundo estudo da

Embrapa ilustrado no mapa ao lado, dos 8,5 milhões de km2 do território brasileiro, apenas 2,1 milhões são utilizados por áreas urbanas e industriais, estruturas viárias e exploração agropecuária, silvícola e extrativa em geral. Isto representa apenas 25% do território nacional.

Está nos desígnios de Deus que os recursos naturais estão aí para serem racionalmente explorados. As Sagradas Escrituras afirmam no Gênesis: “Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra. Disse-lhes mais: Eis que vos tenho dado todas as ervas que produzem semente, as quais se acham sobre a face de toda a terra, bem como todas as árvores em que há fruto, que dê semente; ser-vos-ão para mantimento” (Gênesis, 1, 27-29).

Está nos desígnios de Deus que os recursos naturais estão aí para serem racionalmente explorados. O território brasileiro não é um jardim botânico nem um jardim zoológico. Precisa ser desenvolvido e sabiamente explorado,compatibilizando o desenvolvimento da agropecuário com a preservação do meio ambiente.

Falso dilema: Agropecuária X meio-ambiente

Você sabia que …

…O Brasil é um dos países ecologicamente mais bem preservados do mundo e que mantém ainda 69% de sua vegetação natural e 28,3% das florestas originais do planeta.

…. A Amazônia tem 86% de vegetação nativa preservada. O Pantanal 80%.

… O Brasil possui a maior área protegida do mundo.Entre parques, reservas e terras indígenas, as áreas protegidas ocupam hoje 30% do território nacional, quando a média mundial é de 10%.

O mundo emitiu 31,5 bilhões de toneladas de gás de origem fóssil em 2008. A China respondeu por 21% das emissões mundiais (6,5 bilhões de toneladas), seguida pelos EUA (19%), Rússia (5,5%), Índia (4,8%) e Japão (3,9%). Esses cinco países somam 53,4% das emissões planetárias.E o Brasil – quinto maior país do mundo –emitiu apenas 1,4%.

… A agricultura exerce um papel gigantesco na preservação ambiental. Ela é capaz de apresentar soluções para conservação da água e da biodiversidade. Além de alimentos e fibras, ela garante uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo. 47,3% da energia brasileira provém de fontes renováveis (cana-de-açúcar, hidrelétricas, lenha, biodiesel, etc.), em comparação com a média mundial de 18,6%.

… A produção de grãos aumentou 273% no Brasil enquanto a área plantada cresceu apenas 27%, (entre 1976 e 2010). Em um mesmo hectare o agricultor produz, em média, duas vezes e meia mais milho, trigo, arroz, soja e feijão.

….Em 1970, um agricultor brasileiro produzia alimentos para 73 pessoas, e, em 2010, o número saltou para 155 pessoas.

… A sustentabilidade é uma questão técnica, e não de crença ou boa vontade.Em 30 anos, o país deixou a posição de importador de alimentos para tornar-se um dos maiores exportadores mundiais de produtos agrícolas, graças aos ganhos constantes de produtividade.

E portanto, opor a agropecuária ao meio-ambiente é um falso dilema. A preservação do meio-ambiente não somente é compatível com o desenvolvimento agropecuário,mas este último vem tendo um papel insubstituível nesta tarefa.

Momento histórico da agropecuária

Você sabia que …

… Nosso produtor rural é um herói? Apesar de todas as perseguições ideológicas, ele projetou a agropecuária brasileira para o mundo como grande celeiro do futuro.

… Ele alimenta nossa população com comida farta e cada vez mais barata. Além disso, produz um excedente tornando o nosso país o segundo maior exportador de grãos do mundo.

… Ele produz 75% de todo o suco de laranja comercializado no mundo e 40% de todo o café; ele é o maior exportador de soja e de 40% de todo o açúcar exportado no mundo; produz o equivalente a 500 mil barris de etanol por dia.

… Ele possui o maior rebanho bovino comercial do mundo, é o maior exportador de carne bovina, o segundo e o terceiro maior exportador de frangos e suínos.

… Ele emprega cerca de 17 milhões de pessoas e deverá gerar mais 6 milhões de ocupações, ou seja, 34% dos empregos que serão gerados em toda a economia de 2010 a 2022.

… Ele garantiu o superávit da balança comercial de mais de 400 bilhões de dólares em 10 anos. Graças à agropecuária, o Brasil pagou o FMI, fez uma reserva de 300 bilhões de dólares e ainda vem superando sem maiores percalços a crise econômica que assola o resto do mundo.

Segundo a FAO, o Brasil é o país com maior potencial de crescimento agrícola do mundo. E que o país com melhores condições para suprir as necessidades mundiais de alimentos nos próximos 40 anos.

… O valor da cesta de alimentos caiu mais de 5% ao ano na cidade de São Paulo, em termos reais, entre 1975 e 2005. Antes, uma família brasileira gastava 48% de sua renda com alimentos, e hoje gasta cerca de 20%. Isso tudo graças ao progresso científico no campo agropecuário e sua aplicação prática pelos agropecuaristas brasileiros.

… Ele é o responsável pela ascensão da classe baixa para a média. Há 30 anos, um salário mínimo comprava 70% de uma cesta básica, e atualmente o mesmo salário compra duas cestas. Em decorrência disso, as classes de renda média e baixa não apenas puderam consumir mais e melhores alimentos, como elevaram seu poder de compra de produtos industriais.

… Diante disso, é inaceitável que o Brasil abra mão da sua capacidade produtiva, deixando assim de contribuir para a redução da pobreza, já tendo a maior área de preservação do mundo.

Então, queremos saber qual a razão de tanta insistência em perseguir os produtores rurais?

Você sabe?

Os mitos do “ambientalismo”

Você sabia que …

…O aquecimento global é um mito sem fundamento científico.E que os mais renomados cientistas o contestam. As mudanças climáticas históricas desmentem o aquecimento causado pelo CO2.

… O CO2 é o gás da vida. Não produz poluição nem o falso efeito estufa. Ele é um gás natural responsável pelo crescimento das plantas. Se eliminarmos o CO2 da atmosfera, a vida cessaria na Terra.

… Os vulcões, com duas erupções no século XX, lançaram mais dióxido de enxofre do que toda a Revolução Industrial do século XIX até hoje.

…A gélida Groenlândia ganhou esse nome porque já foi “terra verde” durante o benéfico aquecimento medieval chamado “período quente medieval” (MWP). E que lá floresciam plantações e pastagens. E que as temperaturas na Europa já foram maiores que as atuais. Cultivavam-se uvas no norte da Inglaterra.

…Nas geleiras da Sibéria encontraram um Mamute congelado de pé e que tinha ainda restos de capim entre os dentes.

… James Lovelock, o pai da ‘hipótese Gaia’, se retratatou. Além de fazer o mea culpa, ele reconhece o falso alarmismo dos ecologistas. Lovelock chegou a afirmar, em 2006, que antes do fim do século bilhões de homens teriam morrido e os poucos que sobrevivessem ficariam no Ártico, onde o clima ainda seria tolerável. E que agora ele reconhece ter extrapolado demais. Para ele “o problema é que não sabemos o que o clima vai fazer. Há 20 anos nós achávamos que sabíamos. Isso nos levou a escrever alguns livros alarmistas – o meu inclusive – porque parecia evidente, porém não aconteceu”.

… O livro The Population Bomb do ecologista Paul Ehrlich de 1968, quando a população mundial era de 3,5 bilhões, previa que, como resultado da superpopulação, centenas de milhões de pessoas morreriam de fome nas décadas seguintes.

… Revelou-se falsa a previsão de Paul Ehrlichem 1971: “até o ano de 2000, o Reino Unido será simplesmente um pequeno grupo de ilhas empobrecidas, habitadas por cerca de 70 milhões de famintos”.

… A população mundial dobrou e as previsões alarmistas de Malthus e Ehrlich jamais se concretizaram. Pelo contrário, o percentual de subnutridos nos países em desenvolvimento, em relação ao total da população, vem apresentando uma firme tendência declinante há quatro décadas, tendo baixado de 33% em 1970 para 16% em 2004. Isso, graças às novas tecnologias e ao crescimento exponencial da produtividade,

… O gelo do Ártico já derreteu entre 1920–1945, quando o homem lançava na atmosfera menos de 10% do carbono que lança hoje. Não se pode negar que a temperatura global, nos últimos 100 anos, teve aumento cíclico da ordem de 0,7°C. Porém isso aconteceu por processos naturais, e não antrópicos – isto é provocado pela ação do homem – sobre a vegetação e pela queima de combustíveis fósseis.

… “Na verdade o aquecimento global parou e está começando um resfriamento. Nenhum modelo de clima previu esse resfriamento da Terra, muito pelo contrário. Isto significa que as projeções de clima futuro não são dignas de confiança”. (Prof. Henrik Svensmark)

Então queremos saber que mistério há por detrás desse pânico ecológico que, além de custar bilhões de dólares ameaça paralisar o futuro do Brasil e travar o enriquecimento dos povos?

 

Ambientalismo: uma “nova religião”?

… A Carta da Terra pretende substituir os Dez Mandamentos. Como um novo Moisés, Gorbachev (ex-primeiro ministro soviético) anunciou a Carta da Terra: “O manifesto de uma nova ética para o novo mundo: o Decálogo da Nova Era. É a base de um novo código universal de conduta, que deve reger o mundo a partir de 2000. Esses novos conceitos devem ser aplicados a todo o sistema de ideias, moral e ética e proporcionar uma nova forma de vida. O mecanismo que usaremos será a substituição dos Dez Mandamentos pelos princípios contidos na presente Carta ou Constituição da Terra”.

… Divinizar a natureza é a meta dos ambientalistas “panteístas”. O Sr. José Lutzemberg, ex-Secretário do Meio Ambiente e um dos líderes desse grupo explica essa concepção no artigo “Gaia, O planeta vivo”: “A diferença entre os biólogos convencionais, apenas científicos, e os ecologistas está na veneração. Para o ecologista a natureza não é simples objeto de estudo e manipulação, é muito mais, ela é algo de divino; não tenham medo desta palavra, é sagrada. E nós humanos somos apenas parte dela”.

… E que ambientalistas notórios revelam seus objetivos: socialismo, igualitarismo, miserabilismo, catastrofismo e totalitarismo.

Hugo Chávez, presidente da Venezuela (Declarações na COP-16, em Cancún): “Os países capitalistas são os maiores assassinos do clima”.

Evo Morales, presidente da Bolívia (Entrevista coletiva na COP-15, em Copenhague): “Se quisermos salvar a Terra e a humanidade, não temos alternativa a não ser acabar com o sistema capitalista”.

Carlos Walter Porto-Gonçalves, geógrafo: “A questão ecológica é fundamental no debate sobre Reforma Agrária. O aquecimento global acaba criando uma oportunidade fantástica. O campesinato, assim como as populações indígenas, passam a adquirir papel central no debate sobre o futuro da humanidade. Os males que nós estamos vivendo derivam todos do capitalismo”.

Leonardo Boff, ex-frade, teólogo da libertação (Uma Silva sucessora de um Silva? – Agência Adital): “A roda do aquecimento global não pode mais ser parada. A Terra como conjunto de ecossistemas já se tornou insustentável, porque o consumo humano, especialmente dos ricos que esbanjam, já passou em 40% de sua capacidade de reposição. Esta conjuntura pode levar a uma tragédia ecológico-humanitária de proporções inimagináveis e, até pelo final do século, ao desaparecimento da espécie humana”.

As fontes das citações desse folheto encontram-se no livro AMBIENTALISMO – Preservação da Natureza ou Cavalo de Troia? Considerações sobre o Código Florestal

Você vai se deixar enganar por este Cavalo de Troia?

O enorme cavalo de madeira – deixado como presente pelos gregos aos troianos, com quem guerreavam – entrou para a legenda como cavalo de Troia. Em vez de presente, tratava-se na verdade de uma armadilha. Os guerreiros escondidos no bojo do artefato, uma vez dentro da cidade inimiga, “apearam” durante a noite e abriram as portas da praça forte para os combatentes gregos.

Hoje, a ecologia radical – que se revela como uma inquietante “religião ecológica”– desencadeou uma psicose ambientalista que espera enganar a todos. Sob o pretexto de salvar a natureza, ela espalha mentiras, ameaça o bem estar e o enriquecimento legitimo do povo brasileiro. Assim como compromete a missão de nossa pátria de suprir alimentos para o mundo.

E ademais,o que é mais grave, viola o direito de possuir os frutos do próprio trabalho, ou seja viola o direito de propriedade.

Você sabe o que se esconde atrás dessas ONGs e da paranóia ambientalista? O que se oculta no bojo desse cavalo de Troia? Você sabe quais são os meios empregados para subverter a sociedade e destruir o que ainda resta da Civilização Cristã?

Não se deixe enganar pela nova “religião ecológica”. Leia o livro:

Ambientalismo – Preservação da Natureza ou Cavalo de Troia?

Considerações sobre o Código Florestal

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Rio+20: cientistas brasileiros pedem, em carta a Dilma, recobrar o bom senso e pôr de lado alarmismo e desserviço à ciência

Publicado em: 14-06-2012 | Por: bidueira | Em: Aquecimento Global

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Rio+20: cientistas brasileiros pedem, em carta a Dilma, recobrar o bom senso e pôr de lado alarmismo e desserviço à ciência

Posted: 12 Jun 2012 07:30 PM PDT

Presidente Dilma Roussef fala  no Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas.  Foto Planalto.gov.br
Presidente Dilma Roussef fala
no Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas.
Foto Planalto.gov.br

Carta aberta à Presidente Dilma Rousseff
 
Mudanças climáticas:
hora de recobrar o bom senso

Exma. Sra.
Dilma Vana Rousseff
Presidente da República Federativa do Brasil

Excelentíssima Senhora Presidente:

Em uma recente reunião do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, a senhora afirmou que a fantasia não tem lugar nas discussões sobre um novo paradigma de crescimento – do qual a humanidade necessita, com urgência, para proporcionar a extensão dos benefícios do conhecimento a todas as sociedades do planeta. Na mesma ocasião, a senhora assinalou que o debate sobre o desenvolvimento sustentado precisa ser pautado pelo direito dos povos ao progresso, com o devido fundamento científico.

Assim sendo, permita-nos complementar tais formulações, destacando o fato de que as discussões sobre o tema central da agenda ambiental, as mudanças climáticas, têm sido pautadas, predominantemente, por motivações ideológicas, políticas, acadêmicas e econômicas restritas. Isto as têm afastado, não apenas dos princípios basilares da prática científica, como também dos interesses maiores das sociedades de todo o mundo, inclusive a brasileira. Por isso, apresentamos-lhe as considerações a seguir.

1) Não há evidências físicas da influência humana no clima global:

Comemoração do Dia Mundial do Meio Ambiente.  Cientistas alertam para manipulações ideológicas.  Foto: Wilson Dias/ABR
Comemoração do Dia Mundial do Meio Ambiente.
Cientistas alertam para manipulações ideológicas.
Foto: Wilson Dias/ABR

A despeito de todo o sensacionalismo a respeito, não existe qualquer evidência física observada no mundo real que permita demonstrar que as mudanças climáticas globais, ocorridas desde a revolução industrial do século XVIII, sejam anômalas em relação às ocorridas anteriormente, no passado histórico e geológico – anomalias que, se ocorressem, caracterizariam a influência humana.

Todos os prognósticos que indicam elevações exageradas das temperaturas e dos níveis do mar, nas décadas vindouras, além de outros efeitos negativos atribuídos ao lançamento de compostos de carbono de origem humana (antropogênicos) na atmosfera, baseiam-se em projeções de modelos matemáticos, que constituem apenas simplificações limitadas do sistema climático – e, portanto, não deveriam ser usados para fundamentar políticas públicas e estratégias de longo alcance e com grandes impactos socioeconômicos de âmbito global.

A influência humana no clima restringe-se às cidades e seus entornos, em situações específicas de calmarias, sendo estes efeitos bastante conhecidos, mas sem influência em escala planetária. Para que a ação humana no clima global ficasse demonstrada, seria preciso que, nos últimos dois séculos, estivessem ocorrendo níveis inusitadamente altos de temperaturas e níveis do mar e, principalmente, que as suas taxas de variação (gradientes) fossem superiores às verificadas anteriormente.

O relatório de 2007 do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) registra que, no período 1850-2000, as temperaturas aumentaram 0,74°C, e que, entre 1870 e 2000, os níveis do mar subiram 0,2 m.

Ora, ao longo do Holoceno, a época geológica correspondente aos últimos 12.000 anos em que a civilização tem existido, houve diversos períodos com temperaturas mais altas que as atuais. No Holoceno Médio, há 5.000-6.000 anos, as temperaturas médias chegaram a ser 2-3°C superiores às atuais, enquanto os níveis do mar atingiam até 3 metros acima do atual. Igualmente, nos períodos quentes conhecidos como Minoano (1500-1200 a.C.), Romano (séc. VI a.C.-V d.C.) e Medieval (séc. X-XIII d.C.), as temperaturas atingiram mais de 1°C acima das atuais.

Ideologia "vermelha" tentará se impor na Rio+20
Ideologia “vermelha” tentará se impor na Rio+20 contra a ciência

Quanto às taxas de variação desses indicadores, não se observa qualquer aceleração anormal delas nos últimos dois séculos. Ao contrário, nos últimos 20.000 anos, desde o início do degelo da última glaciação, houve períodos em que as variações de temperaturas e níveis do mar chegaram a ser uma ordem de grandeza mais rápidas que as verificadas desde o século XIX.

Entre 12.900 e 11.600 anos atrás, no período frio denominado Dryas Recente, as temperaturas caíram cerca de 8°C em menos de 50 anos e, ao término dele, voltaram a subir na mesma proporção, em pouco mais de meio século.

Quanto ao nível do mar, ele subiu cerca de 120 metros, entre 18.000 e 6.000 anos atrás, o que equivale a uma taxa média de 1 metro por século, suficiente para impactar visualmente as gerações sucessivas das populações que habitavam as margens continentais. No período entre 14.650 e 14.300 anos atrás, a elevação foi ainda mais rápida, atingindo cerca de 14 metros em apenas 350 anos – equivalente a 4 m por século.

Por conseguinte, as variações observadas no período da industrialização se enquadram, com muita folga, dentro da faixa de oscilações naturais do clima e, portanto, não podem ser atribuídas ao uso dos combustíveis fósseis ou a qualquer outro tipo de atividade vinculada ao desenvolvimento humano.

Tais dados representam apenas uma ínfima fração das evidências proporcionadas por, literalmente, milhares de estudos realizados em todos os continentes, por cientistas de dezenas de países, devidamente publicados na literatura científica internacional. Desafortunadamente, é raro que algum destes estudos ganhe repercussão na mídia, quase sempre mais inclinada à promoção de um alarmismo sensacionalista e desorientador.

2) A hipótese “antropogênica” é um desserviço à ciência:

Atrelamento da ciência a ideologias,  como na falida URSS, teve efeitos nefastos,  escrevem cientistas brasileiros à Presidente Dilma
Atrelamento da ciência a ideologias,
como na falida URSS, teve efeitos nefastos,
escrevem cientistas brasileiros à Presidente Dilma

A boa prática científica pressupõe a busca permanente de uma convergência entre hipóteses e evidências. Como a hipótese do aquecimento global antropogênico (AGA) não se fundamenta em evidências físicas observadas, a insistência na sua preservação representa um grande desserviço à ciência e à sua necessária colocação a serviço do progresso da humanidade.

A história registra numerosos exemplos dos efeitos nefastos do atrelamento da ciência a ideologias e outros interesses restritos. Nos países da antiga URSS, as ciências biológicas e agrícolas ainda se ressentem das consequências do atraso de décadas provocado pela sua subordinação aos ditames e à truculência de Trofim D. Lysenko, apoiado pelo ditador Josef Stálin e seus sucessores imediatos, que rejeitava a genética, mesmo diante dos avanços obtidos por cientistas de todo o mundo, inclusive na própria URSS, por considerá-la uma ciência “burguesa e antirrevolucionária”. O empenho na imposição do AGA, sem as devidas evidências, equivale a uma versão atual do “lysenkoísmo”, que tem custado caro à humanidade, em recursos humanos, técnicos e econômicos desperdiçados com um problema inexistente.

Ademais, ao conferir ao dióxido de carbono (CO2) e outros gases produzidos pelas atividades humanas o papel de principais protagonistas da dinâmica climática, a hipótese do AGA simplifica e distorce um processo extremamente complexo, no qual interagem fatores astrofísicos, atmosféricos, geológicos, geomorfológicos, oceânicos e biológicos, que a ciência apenas começa a entender em sua abrangência.

Um exemplo dos riscos dessa simplificação é a possibilidade real de que o período até a década de 2030 experimente um considerável resfriamento, em vez de aquecimento, devido ao efeito combinado de um período de baixa atividade solar e de uma fase de resfriamento do oceano Pacífico (Oscilação Decadal do Pacífico, ODP), em um cenário semelhante ao verificado entre 1947-1976.

Vale observar que, naquele intervalo, o Brasil experimentou uma redução de 10-30% nas chuvas, o que acarretou problemas de abastecimento de água e geração elétrica, além de um aumento das geadas fortes, que muito contribuíram para erradicar o café no Paraná. Se tais condições se repetirem, o País poderá ter sérios problemas, inclusive, nas áreas de expansão da fronteira agrícola das regiões Centro-Oeste e Norte e na geração hidrelétrica (particularmente, considerando a proliferação de reservatórios “a fio d’água”, impostos pelas restrições ambientais).

A propósito, o decantado limite de 2°C para a elevação das temperaturas, que, supostamente, não poderia ser superado e tem justificado todas as restrições propostas para os combustíveis fósseis, também não tem qualquer base científica: trata-se de uma criação “política” do físico Hans-Joachim Schellnhuber, assessor científico do governo alemão, como admitido por ele próprio, em uma entrevista à revista Der Spiegel (17/10/2010).

3) O alarmismo climático é contraproducente:

Alarmismo é extremamente prejudicial, escrevem os cientistas.  Mas esquerdas vêm se preparando para agir na Rio+20  e tirar seus "benefícios" ideológicos
Alarmismo é extremamente prejudicial, escrevem os cientistas.
Mas esquerdas vêm se preparando para agir na Rio+20
e tirar seus “benefícios” ideológicos

O alarmismo que tem caracterizado as discussões sobre as mudanças climáticas é extremamente prejudicial à atitude correta necessária frente a elas, que deve ser orientada pelo bom senso e pelo conceito de resiliência, em lugar de submeter as sociedades a restrições tecnológicas e econômicas absolutamente desnecessárias.

No caso, resiliência significa a flexibilidade das condições físicas de sobrevivência e funcionamento das sociedades, além da capacidade de resposta às emergências, permitindo-lhes reduzir a sua vulnerabilidade às oscilações climáticas e outros fenômenos naturais potencialmente perigosos. Tais requisitos incluem, por exemplo, a redundância de fontes alimentícias (inclusive a disponibilidade de sementes geneticamente modificadas para todas as condições climáticas), capacidade de armazenamento de alimentos, infraestrutura de transportes, energia e comunicações e outros fatores.

Portanto, o caminho mais racional e eficiente para aumentar a resiliência da humanidade, diante das mudanças climáticas inevitáveis, é a elevação geral dos seus níveis de desenvolvimento e progresso aos patamares permitidos pela ciência e pela tecnologia modernas.

Além disso, o alarmismo desvia as atenções das emergências e prioridades reais. Um exemplo é a indisponibilidade de sistemas de saneamento básico para mais da metade da população mundial, cujas consequências constituem, de longe, o principal problema ambiental do planeta. Outro é a falta de acesso à eletricidade, que atinge mais de 1,5 bilhão de pessoas, principalmente, na Ásia, África e América Latina.

No Brasil, sem mencionar o déficit de saneamento, grande parte dos recursos que têm sido alocados a programas vinculados às mudanças climáticas, segundo o enfoque da redução das emissões de carbono, teria uma destinação mais útil à sociedade se fossem empregados na correção de deficiências reais, como: a falta de um satélite meteorológico próprio (de que dispõem países como a China e a Índia); a ampliação e melhor distribuição territorial da rede de estações meteorológicas, inferior aos padrões recomendados pela Organização Meteorológica Mundial, para um território com as dimensões do brasileiro; o aumento do número de radares meteorológicos e a sua interligação aos sistemas de defesa civil; a consolidação de uma base nacional de dados climatológicos, agrupando os dados de todas as estações meteorológicas do País, muitos dos quais sequer foram digitalizados.

4) A “descarbonização” da economia é desnecessária e economicamente deletéria:

A “descarbonização” é desnecessária e contraproducente,  é uma pseudo-solução para um problema inexistente.
A “descarbonização” é desnecessária e contraproducente,
é uma pseudo-solução para um problema inexistente.

Uma vez que as emissões antropogênicas de carbono não provocam impactos verificáveis no clima global, toda a agenda da “descarbonização” da economia, ou “economia de baixo carbono”, se torna desnecessária e contraproducente – sendo, na verdade, uma pseudo-solução para um problema inexistente. A insistência na sua preservação, por força da inércia do status quo, não implicará em qualquer efeito sobre o clima, mas tenderá a aprofundar os seus numerosos impactos negativos.

O principal deles é o encarecimento desnecessário das tarifas de energia e de uma série de atividades econômicas, em razão de: a) os pesados subsídios concedidos à exploração de fontes energéticas de baixa eficiência, como a eólica e solar – ademais, inaptas para a geração elétrica de base (e já em retração na União Europeia, que investiu fortemente nelas); b) a imposição de cotas e taxas vinculadas às emissões de carbono, como fizeram a Austrália, sob grande rejeição popular, e a União Europeia, para viabilizar o seu mercado de créditos de carbono; c) a imposição de medidas de captura e sequestro de carbono (CCS) a várias atividades.

Os principais beneficiários de tais medidas têm sido os fornecedores de equipamentos e serviços de CCS e os participantes dos intrinsecamente inúteis mercados de carbono, que não têm qualquer fundamento econômico real e se sustentam tão somente em uma demanda artificial criada sobre uma necessidade inexistente. Vale acrescentar que tais mercados têm se prestado a toda sorte de atividades fraudulentas, inclusive, no Brasil, onde autoridades federais investigam contratos de carbono ilegais envolvendo tribos indígenas, na Amazônia, e a criação irregular de áreas de proteção ambiental para tais finalidades escusas, no estado de São Paulo.

5) É preciso uma guinada para o futuro:

Pela primeira vez na história, a humanidade detém um acervo de conhecimentos e recursos físicos, técnicos e humanos, para prover a virtual totalidade das necessidades materiais de uma população ainda maior que a atual. Esta perspectiva viabiliza a possibilidade de se universalizar – de uma forma inteiramente sustentável – os níveis gerais de bem-estar usufruídos pelos países mais avançados, em termos de infraestrutura de água, saneamento, energia, transportes, comunicações, serviços de saúde e educação e outras conquistas da vida civilizada moderna. A despeito dos falaciosos argumentos contrários a tal perspectiva, os principais obstáculos à sua concretização, em menos de duas gerações, são mentais e políticos, e não físicos e ambientais.

Para tanto, o alarmismo ambientalista, em geral, e climático, em particular, terá que ser apeado do seu atual pedestal de privilégios imerecidos e substituído por uma estratégia que privilegie os princípios científicos, o bem comum e o bom senso.

A conferência Rio+20 poderá ser uma oportuna plataforma para essa necessária reorientação.

 
Kenitiro Suguio
Geólogo, Doutor em Geologia
Professor Emérito do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (USP)
Membro titular da Academia Brasileira de Ciências
 
Luiz Carlos Baldicero Molion
Físico, Doutor em Meteorologia e Pós-doutor em Hidrologia de Florestas
Pesquisador Sênior (aposentado) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
Professor Associado da Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
 
Fernando de Mello Gomide
Físico, Professor Titular (aposentado) do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA)
Co-autor do livro Philosophy of Science: Brief History (Amazon Books, 2010, com Marcelo Samuel Berman)
 
José Bueno Conti
Geógrafo, Doutor em Geografia Física e Livre-docente em Climatologia
Professor Titular do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP)
Autor do livro Clima e Meio Ambiente (Atual, 2011)
 
José Carlos Parente de Oliveira
Físico, Doutor em Física e Pós-doutor em Física da Atmosfera
Professor Associado (aposentado) da Universidade Federal do Ceará (UFC)
Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE)
 
Francisco Arthur Silva Vecchia
Engenheiro de Produção, Mestre em Arquitetura e Doutor em Geografia
Professor Associado do Departamento de Hidráulica e Saneamento da Escola de Engenharia de São Carlos (USP)
Diretor do Centro de Recursos Hídricos e Ecologia Aplicada (CRHEA)
 
Ricardo Augusto Felicio
Meteorologista, Mestre e Doutor em Climatologia
Professor do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP)
 
Antonio Jaschke Machado
Meteorologista, Mestre e Doutor em Climatologia
Professor do Departamento de Geografia da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)
 
João Wagner Alencar Castro
Geólogo, Mestre em Sedimentologia e Doutor em Geomorfologia
Professor Adjunto do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Chefe do Departamento de Geologia e Paleontologia do Museu Nacional/UFRJ
 
Helena Polivanov
Geóloga, Mestra em Geologia de Engenharia e Doutora em Geologia de Engenharia e Ambiental
Professora Associada do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
 
Gustavo Macedo de Mello Baptista
Geógrafo, Mestre em Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos e Doutor em Geologia
Professor Adjunto do Instituto de Geociências da Universidade de Brasília (UnB)
Autor do livro Aquecimento Global: ciência ou religião? (Hinterlândia, 2009)
 
Paulo Cesar Soares
Geólogo, Doutor em Ciências e Livre-docente em Estratigrafia
Professor Titular da Universidade Federal do Paraná (UFPR)
 
Gildo Magalhães dos Santos Filho
Engenheiro Eletrônico, Doutor em História Social e Livre-docente em História da Ciência e Tecnologia
Professor Associado do Departamento de História da Universidade de São Paulo (USP)
 
Paulo Cesar Martins Pereira de Azevedo Branco
Geólogo, Pesquisador em Geociências (B-Sênior) do Serviço Geológico do Brasil – CPRM
Especialista em Geoprocessamento e Modelagem Espacial de Dados em Geociências
 
Daniela de Souza Onça
Geógrafa, Mestra e Doutora em Climatologia
Professora da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)
 
Marcos José de Oliveira
Engenheiro Ambiental, Mestre em Engenharia Ambiental e Climatologia Aplicada
Doutorando em Geociências Aplicadas na Universidade de Brasília (UnB)
 
Geraldo Luís Saraiva Lino
Geólogo, coeditor do sítio Alerta em Rede
Autor do livro A fraude do aquecimento global: como um fenômeno natural foi convertido numa falsa emergência mundial (Capax Dei, 2009)
 
Maria Angélica Barreto Ramos
Geóloga, Pesquisadora em Geociências (Senior) do Serviço Geológico d Brasil – CPRM
Mestre em Geociências – Opção Geoquímica Ambiental e Especialista em Geoprocessamento e Modelagem Espacial de Dados em Geociências