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OS DESCEREBRADOS

Publicado em: 30-07-2012 | Por: bidueira | Em: Aborto

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OS DESCEREBRADOS

Antônio Pedro Barreto Campello

Segundo o art. 102 da nosssa constituição, compete precipuamente ao Supremo Tribunal Federal cumprir e fazer cumprir essa mesma constituição.

Ora, no art. 5 garante ela a inviolabilidade do direito à vida e a igualdade de todos.

Pois é esse mesmo Supremo Tribunal, que, faltando à sua própia razão de existir, acaba de declarar lícito o abortamento de fetos descerebrados.

Acresce que a chamada Lei Maior não confere a esse Tribunal o direito de legislar. Ele extrapolou de suas atribuições, está usurpando funções do legislativo e a decisão é claramente incostitucional e juridicamente inválida.

Como então, justificar tal atitude, abrindo as porteiras para o sacrifício de seres humanos já tão desprotegidos?

E sem qualquer julgamento, ao sabor de médicos abortistas!

Tentando burlar a Constituição e o Código Penal, o relator desse estranho processo desceu ao ridículo de negar o que é óbvio até para o mais ignorante dos brasileiros: afirmou que o feto descerebrados não tem vida. Ora, quem não tem vida, está morto. Não há meio termo. Resta, agora, ao eminete jurista, explicar como um morto se desenvolve normalmente, tem movimentos, o coração está em pleno funcionamento e, após o nascimento, alguns sobrevivem por vários meses, a exemplo do caso acompanhado pelo DIÁRIO DE PERNAMBUCO, em 2008.

A Ciência Médica decerto irá pedir-lhe explicações sobre esse SUPREMO mistério.

 O precedente aberto por essa decisão é apavorante. Virão, em seguida, a liberação do aborto, a morte dos comatosos, dos desenganados, dos tetraplégicos, dos portadores de síndrome de Down, etc.

E assim, de degrau em degrau, com a eficiente ajuda da Suprema Corte, alcançaremos o ideal de Hitler, em vão, tanto buscou: a raça perfeita… E lá vai o Brasil, descendo a ladeira….

Massacre de Denver, Colorado: como evitar outros atentados?

Publicado em: 28-07-2012 | Por: bidueira | Em: Segurança Pública

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Bebês usados na Rússia para fabricação de cosméticos

Publicado em: 28-07-2012 | Por: bidueira | Em: Família

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Neomissiologia e indigenismo neopagão

Publicado em: 28-07-2012 | Por: bidueira | Em: Instituto Plinio Corrêa de Oliveira

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Índios autênticos e falsos, internet, mega-organização, ONU e Rio+20 são ingredientes jogados num caldeirão para produzir a desestabilização do que ainda resta de civilização cristã no Brasil

Cid Alencastro

Padre Anchieta, quadro de Benedito Calixto

Primeira etapa. O Conselho Indigenista Missionário (CIMI), ligado à CNBB, em colaboração com a política indigenista do governo petista representada pela FUNAI, procuram convencer-nos de que os índios deveriam viver isolados da civilização, confinados em “reservas” destinadas a preservar suas “tradições”. É o conluio da neomissiologia com o indigenismo neopagão.

Segunda etapa. “Descobriram” que os índios precisavam de terras, muitas terras, e que cabia ao governo demarcar áreas indígenas, expulsando para isso legítimos proprietários, empregados, agregados e o que mais fosse.

Agora começa a esboçar-se a terceira etapa do plano: juntar os índios (autênticos ou fabricados, pouco importa) em organizações de caráter nacional ou internacional, para reivindicarem seus “direitos”. Esqueçam o arco, a flecha e o cocar. Isso é só para a fotografia. O instrumento atual é a internet.

Não é preciso ser muito atilado para perceber que a etapa seguinte será lançá-los contra o que resta de civilização cristã no Brasil e na América Latina.

Não, leitor, não estamos sonhando. Oxalá fosse!

O plano já foi previsto em 1976 na profética obra Tribalismo Indígena – Ideal Comuno-Missionário para o Brasil do Século XXI, de Plinio Corrêa de Oliveira. As diversas etapas estão em curso.

Vejamos alguns lances esclarecedores dessa ofensiva.

Expulsando os fazendeiros

Depois de uma sequência bem orquestrada de invasões de propriedades por indivíduos que se diziam índios, o Supremo Tribunal Federal, atendendo um pedido antigo da FUNAI, anulou 186 títulos de propriedade no sul da Bahia, alegando tratar-se de reserva indígena.

“Nunca houve índio aqui, mas agora dizem que tem, e eu e meus nove irmãos perdemos tudo porque o título de terra na Bahia não vale nada”, disse Paulo Leite, um dos líderes ruralistas do município de Pau Brasil. “É um absurdo e uma injustiça muito grande. Foram terras que foram compradas, ninguém é grileiro aqui”, reclamou o fazendeiro Lissandro Resende.(1)

Alguns fazendeiros estão nas terras há mais de 40 anos, com títulos emitidos pelo governo do estado.

Ante o êxito obtido na Bahia o movimento se estendeu para o Mato Grosso do Sul, onde fazendas passaram a ser invadidas na região do Pantanal.(2)

Em artigo intitulado Contra as decisões subjetivas da FUNAI, o deputado federal Rubens Moreira Mendes Filho (PSD-RO) afirma: “Sem ouvir outros interessados e entes da Federação, a Funai sempre define terras a serem demarcadas sem diálogo, sem controle e sem limitações, baseada apenas em elementos cada vez mais subjetivos e sem o aval do Congresso Nacional. O caso de terras indígenas é exemplo dos desmandos que se tornaram frequentes nessas demarcações”.

Em outro trecho, referindo-se à ecologista Marina Silva, diz que os argumentos dela “interessam a quem quer tornar ideológico o debate e vencer longe das regras democráticas”.(3)

Articulação internacional usando o skype

Desafiando as fronteiras nacionais, indígenas de países latino-americanos estão se articulando de forma inédita na oposição a obras que afetam “seus” territórios, e adotam políticas transnacionais de integração. Com o auxílio de tecnologias modernas e conexões históricas, diferentes grupos de índios têm procurado unificar posições em organizações internacionais como a ONU e a OEA (Organização dos Estados Americanos). “Estamos mapeando todas as conquistas dos nossos parentes (povos indígenas) no continente para aproveitarmos as experiências deles aqui no Brasil”, afirma Marcos Apurinã, coordenador-geral da Coiab (Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira).

Essa articulação tem sido liderada pelas grandes organizações indígenas nacionais e por movimentos regionais, que agregam grupos do Equador, Bolívia, Brasil, Colômbia, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Venezuela. Além de dialogar em reuniões internacionais sobre desafios comuns, indígenas latino-americanos têm usado a internet para alinhar posições.

Tashka Yawanawá, líder da Associação Sociocultural Yawanawá, que atua no Acre, mantém um blog e usa a internet para fazer videoconferências com povos de países vizinhos. Nos últimos dias, ele diz ter conversado pelo skype com índios peruanos.(4)

Diplomacia para ganhar força

Índios agora usam diplomacia como nova arma em luta por direitos. Para ampliar o arsenal dos índios em suas disputas com governos e empresas, a maior organização indígena da bacia amazônica tem estimulado movimentos afiliados a recorrer a organismos internacionais. A estratégia motivou a criação de uma Oficina de Formação em Diplomacia Indígena.

Segundo o coordenador técnico da Coordenação das Organizações Indígenas da Bacia Amazônia (Coica), Rodrigo de la Cruz, “com uma diplomacia unificada os indígenas ganham força e seus pleitos têm maior ressonância em organizações internacionais simpáticas a suas causas, como a ONU e a OIT (Organização Internacional do Trabalho)”.

Outro mecanismo apresentado aos líderes indígenas foi sua possibilidade de acionar a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, órgão vinculado à Organização dos Estados Americanos (OEA), quando julgarem que os Estados nacionais não resguardaram seus direitos em algum caso.(5)

Na Rio+20

Na chamada “Cúpula dos Povos”, evento paralelo à Rio+20, que se reuniu no aterro do Flamengo, a presença de índios teve muito propaganda.

Já em previsão dessa presença, Marcos Apurinã, coordenador-geral da Coiab informava: ”Estamos nos articulando para que o mundo nos ouça, através de estratégias de comunicação e da internet. Não estaremos tanto na agenda oficial [da conferência], mas estaremos em salas, em palestras, divulgando a nossa causa”.(6)

Durante o evento, “Bemok Txucarromae, da etnia caiapó operava uma câmera Sony profissional, com lente, e cartão de memória. E ele era apenas um dos vários ‘índios hi-tech’ que invadiram o aterro do Flamengo. ‘Trabalho com edição de vídeo há dois anos, e hoje estou aqui para fazer imagens para o Instituto Raoni’, explicou Bemok.

“Uma legião indígena empunhou câmeras e celulares para registrar o ponto alto do evento: a chegada do cacique Raoni. Um dos que estavam registrando ansiosamente o ídolo era Kawuã Pataxó: ‘A gente tem celular, tem câmera, computador, a gente sabe mexer em tudo isso. É importante registrar, até porque sou coordenador de uma escola indígena e vou passar isso tudo para os alunos depois’”.(7)

O espetáculo da presença indígena faz as delícias da mídia: “A maciça presença de índios na Rio+20 e as manifestações ocorridas no Centro da cidade ganharam destaque nos sites dos mais importantes jornais internacionais. O ‘Le Monde’, por exemplo, publicou fotos de índios no metrô, e com seus arcos e flechas no meio do trânsito, protestando contra a construção da hidrelétrica de Belo Monte. A página do ‘The Guardian’ também destacou o protesto indígena e mencionou a Marcha das Mulheres”.(8)

*  *  *

Tudo isso constitui o polo oposto da magnífica obra evangelizadora do Beato Anchieta e de muitos outros missionários autenticamente católicos, que se dedicaram aos índios com tanto esforço e tanto amor, dos quais somos admiradores. Propugnamos o retorno à missiologia católica tradicional, esteio fundamental de nossa gesta civilizadora, que plasmou a nacionalidade brasileira. Só ela é verdadeiramente favorecedora dos índios.

A nova missiologia quer usar os indígenas como massa de manobra para a luta de classes ou, melhor dizendo, para a luta de raças, golpeando a propriedade e a civilização cristã.

____________________

Notas:

1. Agência de Notícias da Policia Federal, 3-5-12.

2. “O Estado de S. Paulo”, 7-5-12.

3. “Folha de S. Paulo”, 26-4-12.

4. “Agência Estado”, 23-4-12

5. Idem, ibidem.

6. “O Estado de S. Paulo”, 25-4-12.

7. “Portal Terra”, 15-6-2012

8. “O Globo”, 19-6-2012

Extraído do site  dpo Instituto Plínio Corrêa de Oliveira  www.ipco.org.br

 

Agressão à bandeira americana e ao estandarte da TFP

Publicado em: 25-07-2012 | Por: bidueira | Em: Política Internacional

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Agressão à bandeira americana e ao estandarte da TFP em Campanha de jovens no estado de Arkansas.

Em Little Rock, um agente provocador agride e tenta tumultuar a Campanha contra o “Obamacare”, plano governamental de saúde, de teor socialista, implantado recentemente.

Em menos de 24 horas, quase 100 mil visitas ao vídeo postado no Youtube.

 

 

Inscreva-se agora para a conferência: Amazônia Azul – Importância e defesa deste rico patrimônio brasileiro

Publicado em: 23-07-2012 | Por: bidueira | Em: Sem categoria

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Inscreva-se agora para a conferência: Amazônia Azul – Importância e defesa deste rico patrimônio brasileiro

Posted: 23 Jul 2012 06:22 AM PDT

Você sabia que além da Amazônia Verde, temos uma Amazônia Azul tão ou mais rica quanto a verde?

Se você não sabia, surgiu uma oportunidade única de conhecer as verdadeiras potencialidades do Brasil.

O Instituto Plinio Corrêa…

Pró-Vidas atenção! Férias no Congresso, Executivo pode aproveitar

Publicado em: 22-07-2012 | Por: bidueira | Em: Família

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Foi durante as férias parlamentares que o governo aprovou o PNDH3: O governo pode tentar aprovar o Plano de Aconselhamento para o aborto seguro. Atenção!

CUT ameaça sair às ruas para defender os 40 réus do mensalão! Insurreição? Revolução? 

Paes de Lira analisa mortes em Santos e Pinheiros (SP): de quem foi a culpa?

Publicado em: 21-07-2012 | Por: bidueira | Em: PLD em Foco

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 Análise fria e ponderada do Cel. Paes de Lira sobre os episódios dolorosos envolvendo policiais e civis, que redundaram em mortes em São Paulo, no bairro paulistano de Pinheiros, e em Santos.

 

Sobre armas leis e loucos

Publicado em: 21-07-2012 | Por: bidueira | Em: Segurança Pública

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Sobre armas, leis e loucos (Noticias do Movimento Viva Brasil)

Bene Barbosa*

Como sempre acontece, o mais recente ataque contra um grupo de vítimas indefesas, desta vez em um cinema nos EUA, onde 12 pessoas foram mortas, reacende a sanha dos desarmamentistas americanos, dentre os quais o prefeito de Nova Iorque, Mike Bloomberg, um dos expoentes políticos americanos que acham terem nascido com o dom de saber o que é melhor para mundo todo.

No Brasil, via de regra, aqueles que pregam o desarmamento como forma de impedir tais massacres se assanham rapidamente ao sentirem o cheiro de sangue inocente, impelidos quase sempre pelo antiamericanismo tupiniquim, mas invariavelmente esquecendo – ou fazendo questão de esquecer – que tais acontecimentos não são, nem de longe, exclusividade norte-americana.

Em 1999, um louco invadiu um cinema de São Paulo e abriu fogo usando uma submetralhadora comprada poucos dias antes em uma favela da capital – arma ilegal, evidentemente. Matou três pessoas e feriu outras 5; e Só não houve mais vítimas porque um herói anônimo pulou sobre ele e o desarmou antes que recarregasse sua arma. Em 1997, Fernando Henrique Cardoso havia transformado o porte ilegal de armas em crime, aumentando muito as restrições relativas à posse e ao porte de armas no Brasil.

Japão, 2001. Um homem com problemas mentais invade uma escola, mata oito crianças e fere outras 13 usando uma faca. O massacre que assustou o Japão não foi o primeiro e não seria o último. A posse e o porte de armas para civis são proibidos no Japão desde o século XV.

Em 2010, em Naping (China), um desequilibrado mental invadiu uma escola primária e, também usando uma faca, matou oito crianças e feriu gravemente outras cinco. Entre 2010 e 2011, outras 116 crianças e adultos seriam vítimas de ataques semelhantes na China Comunista, fazendo com que o governo proibisse a divulgação de outros ataques para evitar os chamados “copiadores”. Na China, as armas de fogo são terminantemente proibidas para os cidadãos.

Cumbria, Inglaterra, 2010. Um homem, durante um surto psicótico, mata aleatoriamente 12 pessoas e fere outras 11. Foi acompanho por quilômetros por uma viatura de polícia, cujos policiais estavam também desarmados e não puderam fazer nada. Em 1997, a Inglaterra praticamente proibiu as armas particulares para seus cidadãos.

Em 2011, mais um massacre. Desta vez um louco invadiu uma escola no Rio de Janeiro e assassinou friamente 12 adolescentes. A carnificina só parou quando ele foi baleado por um policial que invadiu a escola. Sete anos antes era aprovado o chamado “Estatuto do Desarmamento”, que proibia o porte de armas e criava restrições quase intransponíveis à compra de uma arma legal.

Casos semelhantes aconteceram em diversos outros países, entre eles os pacíficos Canadá e Finlândia. Em todos, houve premeditação e, como autores, viram-se pessoas com distúrbios mentais, que utilizaram as armas que tinham à disposição ou foram capazes de colocar às mãos. Também em todos os casos, a lei, mais ou menos restritiva, de acesso às armas não foi capaz de impedir as mortes, simplesmente porque nenhuma das armas foi usada legalmente.

Recorrer ao desarmamento quando um caso assim acontece é fugir para o simplismo, é apelar, muitas vezes, para o confortável discurso fácil que joga nas armas o poder sobrenatural de agir por conta própria. Ao mesmo tempo, é enterrar a cabeça no chão e negar a existência de pessoas más e insanas, capazes de matar crianças inocentes sem qualquer remorso ou arrependimento. É negar a maldade, negar a existência de lobos no meio das pacatas ovelhas. É, em última análise, balir discursos pacifistas, na defesa pueril de leis restritivas, enquanto os lobos-loucos ignoram sua existência e se preparam para o banquete sangrento.

O primeiro ministro inglês, após o citado ataque de Cumbria, resumiu magistralmente sua posição ao ser inquirido sobre mais restrições às armas: “não é possível legislar sobre a loucura”. E não é, mesmo.

*Bene Barbosa – Presidente do Movimento Viva Brasil, bacharel em direito e especialista em segurança pública

Paes de Lira e a luta pela Legítima Defesa

Publicado em: 19-07-2012 | Por: bidueira | Em: PLD em Foco

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PLD em Foco

Todo brasileiro tem direito à legítima defesa. Bandidos sempre agridem para roubar, violentar e, muitas vezes, matam. Face a uma agressão, qualquer cidadão pode se defender, fazendo-o, se necessário, com o  recurso a armas de defesa.
O resultado do referendo de 2005 provou que a maioria dos brasileiros deseja continuar com o direito de usar armas para se defender de bandidos.
O coronel defende esse direito e atua diligentemente para garanti-lo a todos nós.