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Eleições presidenciais: América Latina dentro dos Estados Unidos

Publicado em: 25-09-2012 | Por: bidueira | Em: Política Internacional

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Eleições presidenciais: América Latina dentro dos Estados Unidos
 
Destaque Internacional
 
Embora a maioria dos votantes hispanos se interesse mais por problemas econômicos e de imigração, uma minoria ativa considera relevante o tema da política externa norte-americana com relação à América Latina, e continua pensando que a política de Obama para esta região foi um desastre para a causa da liberdade
 
1. “Nas próximas eleições, os votantes latinos têm o poder de exercer mais influência, de ser o fator decisivo em maior número de contendas políticas e de emitir mais votos do que nunca antes”, acaba de assinalar Javier Palomarez, presidente e diretor executivo da Câmara de Comércio Hispana dos Estados Unidos. Essa afirmação está longe de constituir um exagero se se considera que nos Estados Unidos, de um total de 308,7 milhões de habitantes, 50,5 milhões são de origem hispana ou latina, representando 16% da população. O número de votantes hispânicos registrados para as próximas eleições é de 14 milhões e representa 11% dos eleitores. Desses 11% de eleitores hispânicos, 57% se inclina pela fórmula democrata, encabeçada por Barack Obama, 28% prefere a fórmula republicana, encabeçada por Mitt Romney e 15% se mantém indeciso, segundo pesquisa realizada pelos canais Telemundo e NBC.
 
2. São três os Estados nos quais a presença hispânica é especialmente decisiva: Florida, Nevada e Colorado. E pelo fato de que até o momento não exista uma diferença substancial de potenciais votantes do candidato democrata e do candidato republicano, esses votantes hispânicos constituem uma minoria que pode ser especialmente decisiva no resultado eleitoral.
 
3. Outra constatação que dentro de um quadro disputado não pode ser subestimada: embora a maioria dos votantes hispânicos se interesse mais pelos problemas econômicos e de imigração, uma minoria bastante ativa considera relevante o tema da política externa norte-americana com relação à América Latina, e continua pensando que a política de Obama para esta região foi um desastre para a causa da liberdade. Dessa minoria mais ideologizada de hispânicos, que se opõe à política de concessões de Obama para com Chávez e os Castro, pode depender então o resultado eleitoral no caso em que, como se disse, as intenções de voto continuem parecidas entre ambos os candidatos presidenciais.
 
4. Aqui entra em cheio o papel dos cidadãos norte-americanos de origem cubana, venezuelana, colombiana, argentina, equatoriana, hondurenha, salvadorenha, nicaragüense, etc., que de uma maneira ou de outra sofreram ou sofrem, direta ou indiretamente, os efeitos chavista e castrista em seus respectivos países.
 
5. As considerações anteriores, a respeito da influência decisiva da minoria de hispânicos mais politizada, não constituem um mero cálculo no ar, senão que têm fundamento na realidade, especialmente no que se refere ao estado da Flórida. E a atual preocupação da equipe do presidente e candidato Obama se justifica pelo histórico decisivo que a Flórida teve em várias eleições.
 
6. No ano de 2000, poucos meses antes das eleições presidenciais, o presidente Clinton enviou de volta à Cuba, seguindo sua política exterior concessiva, o balseirinho Elián González. Os Estados Unidos se estremeceram com a brutalidade do gesto presidencial e o epicentro desse estremecimento foi a Flórida, onde reside mais de um milhão de cubano-americanos. As eleições nacionais realizadas pouco depois se definiram precisamente na Flórida. O candidato democrata, Al Gore, perdeu por umas poucas centenas de votos de diferença, obtidos em distritos cubano-americanos, entre o então candidato George Bush que obteve dessa maneira seu primeiro mandato. O próprio Clinton reconheceu que o caso do balseirinho Elián González foi decisivo para esta derrota democrata. Em 2004, para o resultado das eleições presidenciais que favoreceram o candidato republicano, foi decisivo o estado da Flórida, embora nessa ocasião a diferença em seu favor tenha sido bastante folgada, com uma margem de 381 mil votos. Nestas eleições de 2012, os obamistas reconhecem que a Flórida uma vez mais será decisiva.
 
7. Nestas eleições presidenciais não estão em jogo somente os debates sobre a economia e a imigração, cuja importância obviamente não se desmerece, mas também existem temas ideológicos subjacentes que preocupam um setor do eleitorado mais reduzido, porém influente. Essa minoria percebe a importância de que os Estados Unidos tenham uma política externa articulada com relação à América Latina: frear as esquerdas regionais, porque disso depende em boa medida o futuro dos próprios Estados Unidos. Nesse sentido, a comunidade cubano-americana da Flórida tem, novamente, uma enorme responsabilidade histórica diante dos Estados Unidos, de Cuba e da América Latina. Responsabilidade histórica, hoje compartilhada pelas comunidades de outros recém nomeados que sofreram e sofrem nas mãos de governantes de esquerda.
 
8. Esses cubano-americanos e latinos, votantes da Flórida e de outros estados com fortes contingentes hispânicos, têm que fazer todos os esforços eleitorais que estejam em suas mãos para evitar uma vitória de Obama. Isso constituirá uma ajuda decisiva ao país que os acolheu e, no caso dos cubano-americanos, trata-se também de uma obrigação moral com relação à causa da liberdade em Cuba.
 
9. As próximas eleições presidenciais norte-americanas contêm um paradoxo no que diz respeito aos votantes de origem hispano-americana. Durante décadas, os sucessivos candidatos presidenciais norte-americanos, e os respectivos governos de todas as tendências, salvo as honrosas exceções, ignoraram a América Latina. De repente, os atuais candidatos presidenciais abrem seus olhos e percebem que o continente ignorado entrou nos próprios Estados Unidos. E o fez de uma maneira tal, que os votantes de origem latina podem ter esse papel eleitoral decisivo.
 
10. Não somente o futuro dos Estados Unidos, senão o das Américas, passa então a depender, em boa medida, dos votantes de origem hispânica e para onde estes inclinem a balança dessa grande nação. Finalmente, é interessante se perguntar em que medida determinados temas religiosos e morais levantados pelos ativos movimentos pró-vida, que estão suscitando interessantes debates em setores do público dos Estados Unidos, poderão também influir na votação desse contingente hispânico-latino dos Estados Unidos.
 
Editorial anterior sobre o tema:
 
Estados Unidos: eleições presidenciais, América Latina e Cuba (Destaque Internacional, ano 14, nº 363, 27 de agosto de 2012). (O exemplo mais desastroso da aposta obamista em prol dos pseudo-“moderados” foi o apoio de Obama ao então presidente Lula, do Brasil, a quem chegou a elogiar como um modelo de aliado confiável).
 
Destaque Internacional – Ano XIV – nº 365 – 17 de setembro de 2012. Editorial interativo. Responsável: Javier González. São bem-vindas sugestões, opiniões e críticas. E-mail: destaque2016@gmail.com. O presente texto pode ser difundido livremente, inclusive sem citar a fonte.
 
Tradução: Graça Salgueiro

Convite para o lançamento do Livro Psicose Ambientalista

Publicado em: 25-09-2012 | Por: bidueira | Em: Aquecimento Global, Código Florestal, DIREITO DE PROPRIEDADE, Psicoses ambientalistas, SITUAÇÃO NACIONAL

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Não há dúvida de que o homem deve usar os recursos da natureza de maneira consciente. Mas nem sempre o faz. É justo, portanto, que ele seja advertido quando procede de modo irracional e predatório da natureza.

O respeito e o cuidado do ambiente em que o homem vive corresponde, pois, a uma justa noção do que hoje se chama ambientalismo.

Mas ao lado deste ambientalismo razoável, existe uma noção exacerbada e irracional, que quer impor ao homem um estilo e condições de vida que o tornam escravo da natureza.

.Assim, em vez de o ambientalismo servir ao homem, o homem deve servir ao ambientalismo, ainda que com o sacrifício de suas necessidades mais elementares.

Nas épocas de grande confusão como a que vivemos, as ideologias malsãs proliferam. Uma delas, com efeitos mais devastadores, é esse ambientalismo psicótico, que quer conduzir o Brasil e o mundo para um verdadeiro suicídio coletivo.

.
Precisamente isso: suicídio coletivo! Perigo tanto maior quando essa ideologia é propugnada por pessoas aparentemente sensatas, equilibradas e responsáveis.

Assunto, portanto, da maior relevância. Foi o que levou o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira a promover a edição do livro:

..
Psicose ambientalista – 

Os bastidores do Eco-terrorismo para implantar uma religião ecológica, igualitária e anti cristã

Elaborado pela Comissão de Estudos Ambientais deste Instituto, sob a orientação de Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil e descendente da Princesa Isabel, tão benquista do povo brasileiro e à qual o Brasil tanto deve.

A tese geral que o ambientalismo exacerbado sustenta é que o meio ambiente estaria sendo degradado devido à ação humana: nas cidades, as fábricas poluem o ar; e no campo, os métodos de cultivo agropecuário são predatórios da natureza.

De tudo isso resultaria a erosão do solo e o aquecimento da atmosfera — o famoso aquecimento global, que iria derreter geleiras, elevar o nível dos oceanos e submergir as cidades litorâneas. Um desastre global.

Analisando com serenidade de espírito e objetividade de argumentação as alegações de partidários e adversários do ecologismo radical, o livro Psicose ambientalista, que o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira acaba de editar, pretende contribuir para que, na encruzilhada em que o Brasil hoje se encontra, os brasileiros saibam encontrar o caminho correto para realizar a missão grandiosa que Deus lhe conferiu, concedendo-lhe um rico e extenso território, de dimensões continentais e, sobretudo, criando nele um povo afetivo, de espírito conciliador e contrário a toda forma de imperialismo em relação a seus vizinhos, irmãos na raça e na fé.

 Por isso você não pode perder o lançamento deste livro.

   Na ocasião Dom Bertrand e uma equipe de intelectuais altamente preparados irão discorrer sobre o tema de modo que não fique nenhuma dúvida em relação ao ambientalismo.

Após o Painel Dom Bertrand vai autografar os livros que estarão disponíveis no local.

Não fique de fora deste evento. 

 


Ives Gandra denuncia ameaça do novo projeto de Código Penal

Publicado em: 24-09-2012 | Por: bidueira | Em: PLD em Foco

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Em conferência proferida para o IPCO – Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, o Prof. Ives Gandra denuncia as ameaças contidas no novo Projeto de Código Penal e conclama a opinião pública brasileira a reagir para salvar o nosso futuro. Apresentação do Candidato a Vereador 25045 – PAES de LIRA

Lord Monckton – 3 : o ambientalismo não pensa no ambiente mas no marxismo

Publicado em: 17-09-2012 | Por: bidueira | Em: Aquecimento Global

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Lord Monckton – 3 : o ambientalismo não pensa no ambiente mas no marxismo

Posted: 16 Sep 2012 12:30 AM PDT

Lord Monckton: ambientalismo não pensa no ambiente
mas no neo-marxismo

Continuação do post anterior

Catolicismo — Obviamente, o movimento ambientalista não cuida apenas do ambiente. Que ideologias ou doutrinas estão por detrás dele?

Lord Monckton — Ele absolutamente não tem mais nada a ver com o ambiente. Os ambientalistas não passam de melancias: verdes por fora e vermelhas por dentro.

Eu também os chamo de tendência de semáforo: verdes muito amarelinhos de medo de admitir que são realmente vermelhos.

Pode-se talvez pensar que isto seja mera retórica, mas conheci um dos fundadores do Greenpeace, o falecido Eric Ellington, a pessoa menos inclinada à política que se poderia conhecer.

Sua preocupação genuína era de que ninguém bagunçasse o planeta, e ele e seus amigos co-fundadores tinham noções mais bem idealistas sobre o objetivo que desejavam obter.

Ele me disse que após um ou dois anos todos tiveram de sair porque não eram políticos.

Quando os marxistas entraram e, em suas palavras, “tomaram o movimento”, eles não foram capazes de detê-los por não saberem como. Eles não eram políticos. Assim, politicamente, a extrema esquerda “passou a perna” neles.

Catolicismo — Então o Greenpeace foi sequestrado…

Lord Monckton — Sim, sim, o Greenpeace foi completamente dominado pelos marxistas e tem sido conduzido por eles desde então.

Analogamente, muitas das outras organizações ambientalistas são dirigidas por pessoas da extrema esquerda.

Assim, é claro que existe interesse ideológico, e há também um tipo de estatismo, um desejo de que o Estado passe a dirigir tudo, o que naturalmente faz parte da filosofia da esquerda.

Mas há também um tipo de estatismo egoísta entre burocratas e políticos desejosos de se sentirem úteis, de terem uma razão de existir e de impor tributos às pessoas até tirar o sangue.

Greenpeace ficou dominada por marxistas infiltrados

E o ambientalismo é para eles uma via mágica de extrair grandes quantidades de dinheiro das nações através de impostos de combustíveis fósseis, comércio de carvão, etc., etc., e existe o simples interesse financeiro da parte de muitas pessoas que estão ficando franca e desordenadamente ricas graças a este medo.

Catolicismo — Mais ainda, poder-se-ia dizer que o movimento ambientalista dá muitos sinais de ser uma nova religião. Gorbachev, por exemplo, disse que a Carta da Terra deve substituir os Dez Mandamentos como base da nossa sociedade. O senhor teria exemplos ou poderia comentar isso?

Lord Monckton — A ideia de que o ambientalismo possa ser uma religião crível já demonstrou ser falsa pelo trenzinho assombrado do aquecimento global, em cujos vagões os fanáticos subiram e cujas rodas imediatamente começaram a se soltar.

Agora todo mundo vê que eles estavam errados. Portanto, por que estariam certos a respeito das outras coisas que dizem?

Essa abordagem é naturalmente um pouco ilógica, porque teoricamente eles poderiam estar errados numa coisa e certos em outra, mas acontece que eles têm um histórico de serem errados, repetidamente errados.

Erraram, por exemplo, quanto à camada de ozônio. Recentemente descobriu-se que o impacto dos carbonos de clorofluoro na fina camada estratosférica de ozônio, que em alguma medida nos defende de raios nocivos do sol, foi dez vezes exagerado.

Não se trata de um errinho qualquer, foi exagerado dez vezes.

Sem esse exagero, não haveria nem de fato há qualquer justificação para o Protocolo de Montreal, mas assim mesmo ele fecharia milhares de indústrias perfeitamente respeitáveis do mundo inteiro que produzissem ou usassem os carbonos de clorofluoro.

Portanto, eles estavam errados. Errados também sobre o HIV, quando disseram que não se podia designá-la uma doença de notificação obrigatória.

Ninguém devia ser examinado, e os que a tivessem contraído não podiam ser isolados. O resultado foi que 33 milhões de pessoas morreram, 33 milhões estão infectadas e vão morrer, e ainda não há nenhum sinal de que esse movimento vá parar.

Lord Monckton: esquerda se apossou do ambientalismo
Lord Monckton: esquerda se apossou do ambientalismo

Tudo porque a esquerda se apossou do problema desde o início e errou o tiro completamente. Portanto, o histórico da esquerda é terrível.

Os esquerdistas erraram a propósito do aquecimento global. Não houve nenhum aquecimento ao longo de pelo menos 15 ou 20 anos, absolutamente nenhum, apesar do registro do aumento de concentrações de dióxido de carbono na atmosfera, e isso sugere que o aquecimento que deveria ter ocorrido — de qualquer forma teria sido relativamente pequeno —, foi facilmente superado pelo esfriamento natural resultante de um declínio das atividades solares por volta de 1960, a partir de um pico de 10 mil anos.

Portanto, eles erraram novamente e agora estão querendo prever que o índice de aquecimento nos próximos 100 anos será três vezes o que temos visto nos últimos 60 anos, mas não há nenhuma base científica para tamanho salto.

Assim como erraram tão frequentemente no passado — e erraram diametralmente a respeito de tudo —, deve-se levantar a questão de se, objetivamente falando, eles estejam mesmo fazendo algum esforço para obter a verdade científica.

Em questões científicas não é apropriado fazer o que faz a esquerda ou os ambientalistas, tomando na realidade uma posição política.

Religião ambientalista fracassou tentando manipular a ciência,
diz Lord Monckton. Na foto: Rajendra Pachauri, diretor do IPCC

Pelo contrário, deve-se manter uma certa distância e ver o problema sem paixão, para tentar resolvê-lo: “Há um problema? Qual é a sua gravidade? Como podemos descobri-lo?”. E ainda que possamos fazer algo a respeito, compensa fazê-lo ou seria mais barato não fazer nada, posto que o problema não é tão grande quanto dizem?

Portanto, essa quase-religião falhou precisamente por tentar instrumentalizar a ciência.

A religião e a ciência operam em campos diferentes. Ambas são orientadas na direção da verdade, mas é a religião que começa, a priori, como dizem: existe um Criador, e o Big Bang começou porque assim foi o Seu desígnio, seja por ação direta ou por algum método indireto; mas foi um evento não criado por nós, de modo que podemos crer que o universo teve origem divina e não há ciência alguma que prove que isto esteja errado.

Claro está que as leis da física só entraram em vigor alguns milésimos de segundo após o Big Bang e, portanto, não temos como verificar por que o Big Bang aconteceu.

Assim, sem contrariar a ciência, estamos no direito de acreditar que se tratou de uma ação divina. Não podemos provar que foi uma ação divina, mas tampouco eles podem provar que não o foi. Nossas crenças diferem.

Não há futuro em tentar acreditar que é possível provar cientificamente que certas coisas são falsas, como fazem os ambientalistas.

E como faziam muitos eruditos — James Lovelock até recentemente, Fritz Vahrenholt, Bjorn Lomborg e todos os que renunciaram suas antigas posições sobre o aquecimento global —, porque sabem que o assunto foi inflado e que é inútil alardear sobre algo que a ciência contradiz.

Há 70 anos, um discurso de indelével memória

Publicado em: 16-09-2012 | Por: bidueira | Em: Nova et Vetera

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Há 70 anos, um discurso de indelével memória

http://agenciaboaimprensa.blogspot.com.br/2012/09/ha-70-anos-um-discurso-de-indelevel.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+AgnciaBoaImprensa+(AG%C3%8ANCIA+BOA+IMPRENSA)

 
O IV Congresso Eucarístico Nacional — de 4 a 7 de setembro de 1942 — foi um marco na história do Catolicismo no Brasil 

No grandioso congresso Eucarístico Nacional de 1942, observou-se um entusiasmo religioso ímpar, fruto da vitalidade do Movimento Católico em cuja liderança estava Plinio Corrêa de Oliveira. E desse evento guardam saudosa recordação todos os que a ele assistiram presenciando manifestações como a da foto acima e a do final. Sobretudo de seu encerramento, realizado no centro da capital paulista, no Vale do Anhangabaú tomado por uma multidão — mais de 500.000 pessoas, vindas de todo o Estado e de diversas partes do Brasil. Este número, impressionante mesmo para nossos dias, o era incomparavelmente mais para a pequena cidade de São Paulo do início da década de 40, cuja população não passava de 1.500.000 almas. 

Nesse brilhante encerramento, coube a Plinio Corrêa de Oliveira [foto] fazer o discurso de saudação oficial às autoridades civis e militares. O público entusiasmado ovacionou o orador, na ocasião Presidente da Junta Arquidiocesana da Ação Católica. 

Ocupava a presidência de honra desse evento o Núncio Apostólico e Legado Pontifício, D. Bento Aloisi Masella, tendo à sua direita o Interventor Federal Dr. Fernando Costa, representando o Presidente da República. Presentes aproximadamente 60 Arcebispos e Bispos, numeroso clero, autoridades, representações de outros Estados e de alguns países da América do Sul.

A seguir alguns tópicos desse memorável discurso:

 


“No curso já quatro vezes secular da História do Brasil, jamais se reuniu assembléia mais solene e ilustre que esta. No momento em que a vida nacional caminha para rumos definitivos, quis a Divina Providência reunir em pleno coração de São Paulo os elementos representativos de tudo quanto fomos e somos, de todas as glórias de nosso passado e de nossas melhores esperanças para o futuro. […]

“Senhores, é hoje o dia 7 de setembro. A data é expressiva, e estou absolutamente certo de que um imenso clamor se levantará neste glorioso dia, transpondo os limites do Estado e do País, para notificar ao mundo inteiro que, como um só homem, o Brasil se ergue contra o imperialismo nazista pagão que trama sua ruína e parece ter chamado a si, exatamente como seu sósia vermelho de Moscou, a diabólica empreitada de destruir a Igreja em todo o mundo.

“Contra os inimigos da Pátria que estremecemos, e de Cristo que adoramos, os católicos brasileiros saberão mostrar sempre uma invencível resistência. Loucos e temerários! Mais fácil vos seria arrancar de nosso céu o Cruzeiro do Sul, do que arrancar a soberania e a Fé a um povo fiel a Cristo, e que colocará sempre seu mais alto título de ufania em uma adesão filialmente obediente e entusiasticamente vigorosa à Cátedra de São Pedro. […]

As montanhas do Brasil parecem convidar o homem às supremas afoitezas dos heroísmo cristão

 “Talvez não fosse ousado afirmar que Deus colocou os povos de sua eleição em panoramas adequados à realização dos grandes destinos a que os chama. E não há quem, viajando por nosso Brasil, não experimente a confusa impressão de que Deus destinou para teatro de grandes feitos este País, cujas montanhas trágicas e misteriosas penedias parecem convidar o homem às supremas afoitezas do heroísmo cristão, cujas verdejantes planícies parecem querer inspirar o surto de novas escolas artísticas e literárias, de novas formas e tipos de belezas, e na orla de cujo litoral os mares parecem cantar a glória futura de um dos maiores povos da Terra.

“Os mares parecem cantar a glória futura de um dos maiores povos da Terra” 

“Quando nosso poeta cantava que nossa terra tem palmeiras onde canta o sabiá, e as aves que aqui gorjeiam não gorjeiam como lá’, percebeu, talvez confusamente, que a Providência depositou na natureza brasileira a promessa de um porvir igual ao dos maiores povos da Terra.

“E hoje, que o Brasil emerge de sua adolescência para a maturidade, e titubeia nas mãos da velha Europa o cetro da cultura cristã que o totalitarismo quereria destruir, aos olhos de todos se patenteia que os países católicos da América são na realidade o grande celeiro da Igreja e da Civilização, o terreno fecundo onde poderão reflorir, com brilho maior do que nunca, as plantas que a barbárie devasta no velho mundo. A América inteira é uma constelação de povos irmãos. Nessa constelação, inútil é dizer que as dimensões materiais do Brasil são uma figura da magnitude de seu papel providencial.

*          *          *

“Tempo houve em que a História do mundo se pôde intitular ‘Gesta Dei per Francos’. Dia virá em que se escreverá ‘Gesta Dei per brasilienses’ — as ações de Deus pelos brasileiros.

“A missão providencial do Brasil consiste em crescer dentro de suas próprias fronteiras, em desdobrar aqui os esplendores de uma civilização genuinamente católica, apostólica, romana, e em iluminar amorosamente todo o mundo com o facho desta grande luz, que será verdadeiramente o ‘lumen Christi’ que a Igreja irradia. Nossa índole meiga e hospitaleira, a pluralidade das raças que aqui vivem em fraternal harmonia, o concurso providencial dos imigrantes que tão intimamente se inseriram na vida nacional, e mais do que tudo as normas do Santo Evangelho, jamais farão de nossos anseios de grandeza um pretexto para jacobinismos tacanhos, para racismos estultos, para imperialismos criminosos. Se algum dia o Brasil for grande, sê-lo-á para bem do mundo inteiro.

“’Sejam entre vós os que governam como os que obedecem’, diz o Redentor. O Brasil não será grande pela conquista, mas pela Fé; não será rico pelo dinheiro tanto quanto pela generosidade. Realmente, se soubermos ser fiéis à Roma dos Papas, poderá nossa cidade ser uma nova Jerusalém, de beleza perfeita, honra, glória e gáudio do mundo inteiro. […]

*          *          * 

“Em um Brasil imensamente rico, vereis florescer um povo imensamente rico, vereis florescer um povo imensamente grande, porque dele se poderá dizer:

“Bem-aventurado este povo sóbrio e desapegado, no esplendor embora de sua riqueza, porque dele é o reino dos Céus.

“Bem-aventurado este povo generoso e acolhedor, que ama a paz mais do que as riquezas, porque ele possui a Terra.

“Bem-aventurado este povo de coração sensível ao amor e às dores do Homem-Deus, às dores e ao amor de seu próximo, porque nisto mesmo encontrará sua consolação.

“Bem-aventurado este povo varonil e forte, intrépido e corajoso, faminto e sedento das virtudes heroicas e totais, porque será saciado em seu apetite de santidade e grandeza sobrenatural.  

“Bem-aventurado este povo misericordioso, porque ele alcançará misericórdia.

“Bem-aventurado este povo casto e limpo de coração, bem aventurada a inviolável pureza de suas famílias cristãs, porque verá a Deus.

“Bem-aventurado este povo pacífico, de idealismo limpo de jacobismos e racismos, porque será chamado filho de Deus.

“Bem-aventurado este povo que leva seu amor à Igreja a ponto de lutar e sofrer por ela, porque dele é o reino dos Céus”.
_________ 
Transcrito de “O Legionário” de 7-9-1942 — Órgão oficioso da Arquidiocese de São Paulo. A íntegra desse memorável discurso encontra-se disponível em:

http://www.pliniocorreadeoliveira.info/Disc_Congr_Eucar_42.htm


Novo Código: MST = terrorismo do bem

Publicado em: 14-09-2012 | Por: bidueira | Em: PLD em Foco

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PLD em  Foco  –  Uma série ameaça paira sobre a cabeça dos proprietários rurais e dos proprietários urbanos. No novo Projeto de reforma do Código Penal, se os invasores de terras o fazem com intenções sociais, são terroristas do bem e não são puníveis. 

Lord Monckton – 2 : alarmismo quer perda da razão para impor ditadura vermelha

Publicado em: 12-09-2012 | Por: bidueira | Em: Aquecimento Global

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Lord Monckton – 2 : alarmismo quer perda da razão para impor ditadura vermelha

http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com.br/2012/09/lord-monckton-2-alarmismo-quer-perda-da.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+VerdeACorNovaDoComunismo+(Verde:+a+cor+nova+do+comunismo)

Posted: 11 Sep 2012 10:30 PM PDT

Lord Monckton: alarmismo quer perda da razão
para fazer uma ditadura

Continuação do post anterior

Catolicismo — O aquecimento global tem alguma base na ciência?

Lord Monckton — Sim. Por exemplo, é verdade que se você adicionar CO2 à atmosfera ele irá, no simples espectro infravermelho, interferir com a radiação que sai à superfície da Terra, a qual se encontra quase inteiramente no próximo infravermelho, ou atinge seus ápices no próximo infravermelho, chegando muito próximo da área de absorção do CO2.

Assim, se você adicionar CO2 a uma atmosfera como a nossa, obterá um aquecimento global.

E devemos agradecer a Deus por tal fato, pois do contrário este planeta estaria gelado.

E é graças ao fato de existir na atmosfera CO2, vapor d’água, um pouco de metano e outro tanto de óxido de nitro e ozônio, que somos um planeta quente, apesar de nossa grande distância do sol.

Portanto, se aumentarmos a concentração de dióxido de carbono, digamos, duplicando-o no próximo século e meio, o que é grosso modo o que acontecerá independentemente do que eles estão dizendo nessas conferências, então se poderia talvez esperar um grau Celsius de aquecimento global.

Isto é um problema?

Não, porque a temperatura atual é de dois ou três graus Celsius abaixo da média dos últimos 750 milhões de anos (tanto quanto os cientistas conseguem ver, e ainda há incertezas).

Você é jovem demais para lembrar-se, mas de modo geral, ela tem sido cerca de três a quatro graus Celsius acima da temperatura de hoje, e só flutua a oito graus Celsius, ou 3% de cada lado na escala da temperatura média, e no momento ainda estamos um pouco abaixo desta.

Portanto, caso ela subisse um ou mesmo dois ou três graus Celsius, certamente não causaria muito dano.

Mas não creio que veremos esse excesso de calor. Creio que teremos uma duplicação de um grau Celsius, o que não ocorrerá antes de 150 anos, apesar de existirem outros gases estufa que darão alguma contribuição.

Lord Monckton: derretimento da calota polar ártica nada tem de relevante
Lord Monckton: derretimento da calota polar ártica nada tem de relevante

Minha estimativa é que veremos no próximo século o aquecimento de apenas 1.2 grau Celsius, 1.5 no máximo, como resultado das atividades humanas.

Isto constitui um problema? Francamente, não.

Catolicismo — As calotas polares estão derretendo? E a elevação do nível dos oceanos é resultado disso?

Lord Monckton — Este é um dos muitos pontos a cujo respeito eles gostam de agitar histórias assustadoras.

Os satélites começaram a medir a extensão do gelo marítimo em ambos os polos em 1979. Houve um pico na extensão deste gelo no século passado. E no Polo Norte houve uma perda definida e muito considerável em torno de 10 a 15% naquele período de 30 anos.

Mas isso foi provocado, não inteiramente, mas quase, por um crescimento do gelo marítimo na Antártica, de maneira que na realidade a massa global do gelo marítimo não mudou muito nos últimos 33 anos.

Houve um pequeno declínio nos últimos anos, mas nada realmente de relevante, nada além do que poderíamos ver como uma variação natural do clima.

Há duas grandes massas de gelo na Terra. Uma é a Antártica, onde se encontram 90% do gelo do mundo, e a outra é a Groenlândia, com 5%.

Agora, a Antártica tem esfriado nos últimos 30 anos, desde que os satélites começaram a supervisionar, e, portanto, verificou-se ali uma substancial acumulação de gelo.

Na Groenlândia a história foi diferente. Nos 12 anos entre 1992 e 2003 houve um visível crescimento de cerca de dois pés [cerca de 61 cm] na média total de espessura do gelo marítimo, com exceção das faixas da orla. E entre 2003 e em 2008, cerca de três polegadas desse crescimento, ou seja, mais ou menos um quarto, voltou aos oceanos.

Polo Norte: derretimento de geleiras teria efeito planetário imperceptível
Polo Norte: derretimento de geleiras teria efeito planetário pouco perceptível

Um relatório de 2009 dizia que cerca de 273 bilhões de toneladas tinham sido despejadas no mar desde 2003.

Fiz um cálculo disso baseado no volume de gelo e de sua conhecida gravidade específica, e verifiquei que aqueles 273 bilhões de toneladas, mesmo que não fossem simples gelo voltando ao mar, que se tinham acumulado lá na década anterior, teriam apenas ocasionado uma elevação de 0.7 mm ao nível do mar.

Isso ilustra um ponto bastante interessante: o devido senso de proporções que se deve manter ao considerar questões científicas. 273 bilhões de toneladas parecem muito, mas se as pessoas se derem conta de que se as derretermos e ratearmos nos vastos oceanos que cobrem 71% do planeta, na realidade não representam muito.

Meu objetivo principal tem sido fazer com que esse devido senso de proporções retorne ao debate científico e econômico sobre mudanças climáticas.

Não quero que se perca a idade da razão, o uso da razão, para chegar a conclusões científicas. Se perdermos isso, perderemos o Ocidente.

E se perdermos nossa capacidade de raciocinar, perderemos um dos três grandes pilares, ou uma das grandes potências da alma, como são chamadas na teologia católica tradicional.

De onde os três poderes de Deus todo-poderoso: o poder criador, o poder conservador e o poder concorrente; os três poderes da alma, a memória, o entendimento e a vontade.

Lord Monckton: alarmismos e pânicos
favorecem a perda da razão

O entendimento, o uso da razão é o que mais nos separa do resto da criação visível e mais proximamente nos une a Deus.

Se perdermos o uso da razão, perderemos nossa humanidade e também nossa ligação com Deus, duas perdas profundamente indesejáveis.

Catolicismo — Este é um ponto interessante. Ligado a isso, como os ambientalistas utilizam o medo para promover sua causa? Olhando para o movimento ambientalista, vê-se que há muito medo, ansiedade e trepidação.

Segundo muitos de seus líderes, caso não se faça algo, vai acontecer um apocalipse, etc. O senhor teria bons exemplos disso?

Lord Monckton — Bem, o medo tem sido usado desde os druidas, não é? Caso se queira obter apoio para uma classe governante que não tenha outro pretexto, o medo é um método muito bom para atrair grandes somas de dinheiro dos cidadãos do mundo.

Isso tem se dado ao longo da História. E está sendo empreendido agora, desta feita pela esquerda sob a aparência de movimento ambientalista.

Como é que eles conseguem fazer isso impunemente?

Eles o fazem porque o nível de educação científica e racional tem sido em geral tão abissalmente pobre, que conheço muitas escolas no meu País, o Reino Unido, com certeza no setor público, que dão cursos sobre como pensar.

Portanto, não se ensina à vasta maioria da população a noção de que o “consenso” a respeito do clima ou de qualquer outra coisa corresponde à falácia aristotélica do argumentum ad populum, como os escolásticos medievais a chamariam mais tarde, o argumento por contagem de cabeça.

Bem, isso não é um argumento racional.

Simplesmente porque foi dito que existe um consenso a respeito de algo não significa que ele exista, e ainda que existisse, não significa que o assunto a cujo respeito se faz o consenso é verdadeiro. Não significa nada.

E então eles alegam: “Oh, há um consenso dos especialistas!”

Bem, então se entra em outra falácia aristotélica lógica que é o argumento de autoridade, o argumento de reputação — o argumentum ad verecundiam, em latim —, que é também uma desgastada falácia lógica.

E se as pessoas fossem devidamente instruídas na escola quanto ao devido uso da lógica e da razão, então o medo diminuiria muito, pois quem quisesse causar medo não teria êxito, porquanto suas vítimas seriam treinadas para resistir exatamente a esse tipo de conversa fiada.

Voltamos então a algo que se costumava outrora tentar instilar e que era uma educação voltada precisamente para premunir os alunos contra alegadas tentativas de classes governantes e de seus aliados de induzir ao pânico simplesmente para dizer que o fariam desaparecer se lhes dessem dinheiro.

Continua no próximo post

Lord Monckton – 1 : “desenvolvimento sustentável” é anti-desenvolvimento encapuçado

Publicado em: 11-09-2012 | Por: bidueira | Em: Aquecimento Global

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Lord Monckton – 1 : “desenvolvimento sustentável” é anti-desenvolvimento encapuçado

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Posted: 09 Sep 2012 02:00 AM PDT

Lord Monckton: “desenvolvimento sustentável” é anti-desenvolvimento encapuçado
Lord Monckton: “desenvolvimento sustentável”
é anti-desenvolvimento encapuçado

Terceiro Visconde Monckton de Brenchley, Lord Christopher Monckton expõe com base em verdades científicas as falácias do movimento ambientalista, que usa do pânico no chamado “desenvolvimento sustentável” para conduzir ao estatismo socialista

Ele é conselheiro-chefe de política do Instituto de Ciências e Políticas Públicas de Londres. Escreveu para diversos jornais de Londres e foi conselheiro político da primeira-ministra Margaret Thatcher até 1986.

Hoje Lord Monckton dirige sua própria empresa de consultoria, dando aconselhamento técnico a corporações e governos.

Nos últimos anos, Lord Monckton tem figurado no noticiário devido a suas denúncias da falácio do « aquecimento global ». Em fevereiro de 2007, ele publicou uma análise e um sumário do Quarto Relatório de Avaliação do IPCC sobre mudança climática.

Concedeu a presente entrevista durante a conferência Rio+20.

* * *

Catolicismo — Quais são suas esperanças e temores em relação à Conferência Rio+20?

Lord Monckton — Minha principal dificuldade com essas conferências é que na realidade estamos em presença de uma burocracia governamental predatória, gananciosa, que suga de novas maneiras os contribuintes.

Seus componentes pensavam ter descoberto a fórmula mágica com o aquecimento global, até constatarem que um pequeno grupo de cientistas, mas decidido, conseguiu demonstrar que eles tinham largamente exagerado.

E agora a vasta maioria da população mundial é francamente cética quanto às alegações extremas e absurdas de que o nível do mar subirá até 20 pés e a temperatura subirá de 3º Celsius nos próximos 100 anos.

Ninguém acredita mais nessas coisas como antes, e a ONU simplesmente mudou a abordagem de “mudança climática” para o assim chamado “desenvolvimento sustentável”, que é na prática uma insustentável ausência de desenvolvimento e a derrocada do capitalismo, embora a ONU espere que os capitalistas continuem pagando as contas dela.

Rio+20: há um segredo que visa um governo mundial
guiado por uma doutrina não confessada

A ONU é uma instituição corrupta. Pela primeira vez nesta Conferência, na série de exposições a que tenho assistido, ela me registrou, e a outros como eu, como delegado oficial de organização não-governamental, mas negou-nos acesso à sessão plenária, bem como à última versão do texto das negociações.

Seus organizadores estavam visivelmente temerosos de que, se víssemos o que eles queriam fazer, iríamos divulgá-lo, como o fizemos frequentemente e com muito sucesso no passado; e então fizeram de tudo para evitar que nós ou outros nos inteirássemos do que estava acontecendo.

Portanto, em que pese sua fachada de transparência, na realidade o que há é uma extrema impenetrabilidade e segredo.

Isso indica a existência de uma tentativa da ONU de se tornar efetivamente uma espécie de governo mundial.

Em maio do ano passado, Ban Ki-moon, seu secretário-geral, reuniu-se com os assessores para discutir meios de minar as soberanias nacionais, para que a ONU pudesse começar a exercer em maior escala uma soberania global com poder de governo. Este é o objetivo.

É claro que a grande mídia não vai falar disso, mas esta é a agenda da ONU, que ficou muito clara no projeto do Tratado de Copenhague de 15 de setembro de 2009.

O projeto fracassou. Mas no ano seguinte, em Cancún, a ONU introduziu muitas medidas que haviam sido barradas em Copenhague, inclusive o estabelecimento de milhares de novas burocracias — não de burocratas, mas de burocracias — destinadas a constituir os núcleos do que deveria efetivamente tornar-se um governo mundial.

A finalidade desse processo aqui é avançar aquele objetivo primordial. Agora, nas 182 páginas do projeto do Tratado de Copenhague, que era um projeto de governo mundial (e de fato, no tratado a palavra “governo” foi usada naquele contexto; não estou inventando, foram seus signatários que o afirmaram), em nenhum momento, nenhuma daquelas 182 páginas menciona democracia, urnas, eleições ou votos.

O projeto era, e continua a ser, uma ditadura que se perpetua através da classe burocrática e governante. É isso o que mais temo.

A Conferência de Copenhague tentou mas não conseguiu.
Porém, o sonho utópico neo-marxista continua sendo acalentado

Catolicismo — Tornou-se famoso o seu desafio a Al Gore, feito há alguns anos atrás, convidando-o para um debate público sobre o aquecimento global provocado pelo homem. Houve algum desdobramento? O que aconteceu?

Lord Monckton — O desafio foi entregue pessoalmente, in vellum, na sua enorme mansão em Tennessee (EUA), em março de 2007.

Transcorreram desde então mais de cinco anos. E ainda estamos esperando resposta. Não admira que, transcorrido tanto tempo desde que fiz o desafio, eu esteja esperando sentado.

É claro que Al Gore sabe perfeitamente que não ousaria debater este tema com ninguém. Ele exige que nenhum jornalista ou participante em qualquer de suas reuniões pergunte algo que não esteja previsto por escrito, porque necessariamente não saberia responder.

Ele fica apavorado com a ideia de um debate. Mas o desafio continua em aberto.

Como diz o ditado: “Você pode correr, mas não se esconder, e estou chegando para apanhá-lo!”.

Continua no próximo post

Paes de Lira comenta chacina em Grenoble, na França

Publicado em: 09-09-2012 | Por: bidueira | Em: PLD em Foco, Sem categoria

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PLD em Foco   –    Se fosse garantido o direito à legítima defesa daquela família e daquele transeunte, não seria possível evitar esse massacre?

Em São Paulo fracassa, mais uma vez, a campanha do desarmamento.

www.celpaesdeliravereador.com.br

 

Arcebispo de Recife e Olinda volta ao Grito dos Excluídos

Publicado em: 08-09-2012 | Por: bidueira | Em: Esquerda católica

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Deus lo vult! – O escárnio redivivo: Dom Fernando Saburido VOLTA ao Grito dos Excluídos! 

http://www.deuslovult.org/2012/09/07/o-escarnio-redivivo-dom-fernando-saburido-volta-ao-grito-dos-excluidos/

 

O escárnio redivivo: Dom Fernando Saburido VOLTA ao Grito dos Excluídos!

Posted: 07 Sep 2012 12:17 PM PDT

 

Há exatos dois anos, no dia 07 de setembro de 2010, a Arquidiocese de Olinda e Recife protagonizava um escândalo de dimensões inauditas quando o Arcebispo Metropolitano, Dom Fernando Saburido, participou alegremente de uma caminhada ao lado de inimigos declarados da Igreja Católica: comunistas, abortistas, gayzistas et catervaMeninos, eu vi! Eu estava lá. Registrei as fotos que correram o mundo e redigi o texto ao qual faço referência hoje, dois anos depois:

Vale a pena perguntar: o que o Arcebispo estava fazendo em uma caminhada onde se defendiam o comunismo, o aborto, o gayzismo, o uso de preservativos e tantas outras imoralidades? O que a Arquidiocese tem a ver com estes escarnecedores da Igreja, para dar-lhes apoio e aumentar-lhes o número? E quanto às pessoas – havia tantas! – que, muito provavelmente sem saber do que se tratava o evento, fizeram-se presentes por conta da divulgação feita pela Arquidiocese e pelas paróquias – e, lá chegando, depararam-se com mulheres defendendo o aborto e travestis vestidos com as cores do arco-íris? O que justifica este conluio promíscuo entre os filhos da Igreja e os de Satanás? Qual a razão do silêncio das autoridades eclesiásticas sobre estas imoralidades e – pior ainda! – do apoio entusiasta a elas dado, a partir do momento em que estavam todos – Arcebispo, padres, religiosos, leigos – “caminhando e cantando e seguindo a canção”, dançando e sorrindo lado a lado com inimigos declarados da Igreja Católica?

No ano seguinte, 2011, eu fui de novoRegistrei aqui mais uma vez. Sua Excelência não estava presente, mas a velha cantilena dos inimigos da Igreja e da Civilização era rigorosamente a mesma. Do que escrevi ano passado:

A faixa da foto acima é bem representativa do manifesto: eles não aceitam Deus, não querem o Messias. Querem construir tudo sozinhos, por suas próprias mãos. Na verdade, Deus é o verdadeiro excluído a priori deste evento materialista – a faixa acima o diz com todas as letras! E, em um evento onde Deus não é bem-vindo, o que faziam os religiosos de Recife? Qual o sentido da participação das pastorais da Arquidiocese? O que fazem católicos em uma marcha para a qual o Todo-Poderoso não foi convidado e onde, aliás, é expressamente proibida a Sua entrada? E não me consta que as coisas sejam diferentes Brasil afora! Até quando os católicos caminharão de braços dados com os que zombam do Deus Altíssimo?

Pois bem: achando que as coisas estavam mais pacificadas, este ano eu não fui. Não obstante, qual não foi a minha desagradável supresa ao abrir o Facebook e ver que o perfil de Dom Fernando Saburido compartilhara um álbum da Arquidiocese de Olinda e Recife (!) sobre o 18º Grito dos Excluídos?

As fotos da galeria abaixo não foram eu que tirei. Estão no perfil oficial da Arquidiocese de Olinda e Recife do Facebook.

 

 

Fico me perguntando se alguma coisa mudou nesta caminhada do ano passado para cá; se houve algum evento novo que justificasse a presença de um sucessor dos Apóstolos neste escárnio público à lei de Deus. Infelizmente, nada parece ter mudado. A foto abaixo é a que ilustra a reportagem de G1 sobre o evento de hoje. A matéria aborda rapidamente os principais itens da pauta de reivindicações (aliás já históricas) do Grito:

  • “Nossa luta é pela distribuição de terra, renda e pelo fim da violência contra a mulher, além de um debate sobre o aborto”, disse a integrante Edvânia da Silva.
  • Nicolas Júnior, do movimento gay Leões do Norte, estava mais uma vez participando do Grito. “Estamos aqui lutando pela igualdade e pela criminalização da homofobia”, comentou. Também tinha mulheres levantando a bandeira do feminismo.
  • Mais de 60 representantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) também estiveram na caminhada.
  • O Levante Popular da Juventude, representado por bandeiras vermelhas na caminhada, queria o fim do racismo, machismo e homofobia.

Ou seja: nada de novo sob o sol. Como todo mundo sabe, o Grito dos Excluídos continua sendo uma passeata esquerdista onde se defende o aborto, a invasão de terras, a exaltação da sodomia, o feminismo e toda a caterva de ideologias e práticas contrárias à doutrina e à moral da Igreja Católica. E, sendo as coisas assim (como de fato o são), o que raios a Arquidiocese de Olinda e Recife, na pessoa do Arcebispo Metropolitano, estava fazendo (mais uma vez!) neste evento onde se reúnem os escarnecedores da Fé e que tanto ofende a Deus Nosso Senhor? O que justifica a presença de católicos em um evento onde se debocha do ensino da Igreja e se zomba das coisas de Deus? Por qual obscura razão Dom Saburido insiste em envergonhar assim a Sé de Dom Vital, engrossando alegremente as fileiras de uma passeata que reivindica tantas coisas contrárias ao que prega a Igreja à Qual ele jurou servir?