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Revolução gramsciniana: novo conceito de família

Publicado em: 31-10-2012 | Por: bidueira | Em: Família

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Revolução gramsciniana: novo conceito de família

 
Heitor Buchaul  (*)

O famigerado teórico comunista italiano Antônio Gramsci (1891-1937) desenvolveu o conceito de que a tomada do poder deveria ser precedida por uma mudança na mentalidade das pessoas.

Com essa nova visão, os intelectuais passam a ser os combatentes, o ensino se torna a arma mais importante, e a escola se transforma no campo de batalha.

Para Gramsci, as massas deveriam livrar-se dos “preconceitos e tabus” que faziam parte da visão do mundo da classe dominante.

Não é preciso ser um grande intelectual ou um sociólogo para concluir que, a partir de uma análise da situação atual, o ensino vem se tornado cada vez maisgramsciniano. Exemplo disso são as cartilhas de educação sexual difundidas em diversos países, bem como a questão do gênero, segundo a qual as crianças de ambos os sexos devem ter entre si um tratamento indefinido e igualitário livre de todo paradigma, e possam escolher livremente a própria sexualidade e o modo de vivê-la.

É interessante analisarmos nesse contexto a crítica feita pela atual ministra dos direitos das mulheres e porta-voz do governo francês, Najat Vallaud-Belkacem, de origem marroquina, sobre os manuais escolares: “Hoje, esses manuais ignoram obstinadamente a orientação LGBT (lésbicas, gays, bi e trans) de figuras históricas ou autores, mesmo quando essa orientação explica uma grande parte de seu trabalho, como no caso de Rimbaud […] seria útil para as famílias homoparentais serem representadas nas campanhas de comunicação do governo em geral, a fim de banalizar esse fato, tornando-o mais popular.” 

A ministra sabe bem que defender isso no seu país de origem ou nos demais países islâmicos é simplesmente impensável. E que é este um dos pontos pelos quais os muçulmanos caçoam do Ocidente e ameaçam conquistá-lo, pois nele todas as aberrações não são apenas permitidas, mas são punidos aqueles que ousam agir em sentido contrário…

A ministra promete recorrer à Missão Interministerial de Vigilância e Luta Antisectária (Miviludes) “para pôr fim a estes verdadeiros abusos que são as ‘terapias de transição’”. Essas terapias, que podem evitar que pessoas com tendência homossexual caiam no abismo moral.[1]

Por fim, ela acrescenta: “A França sustentará o discurso político pela despenalização universal da homossexualidade e vamos colocar nosso aparelho diplomático em movimento para exigir uma resolução das Nações Unidas neste sentido. Vou trabalhar em nível europeu para que a União Europeia adote medidas e orientações contra a homofobia”.

Este discurso da ministra reflete o pensamento dos pretensos defensores da democracia e da liberdade, para os quais uma pessoa não tem o direito de tentar reverter a sua tendência desordenada, mas o Estado, sim, tem o dever de empregar sua máquina para mudar a maneira de pensar dos cidadãos, forçando-os a aceitar o novo tipo de “família” que se quer implantar. São palavras dignas daqueles mesmos revolucionários que, para derrubar o trono e o altar, gritavam:“igualdade, liberdade, fraternidade ou morte”, porém transpostas para o século XXI, onde o objetivo é liquidar de vez com a instituição da família através de um incentivo constante às relações estéreis e antinaturais.

A isso muito se presta a teoria gramsciniana, que propõe através do ensino mudar as concepções e mentalidades tradicionais, criando novas gerações totalmente vulneráveis aos erros revolucionários e prontas para realizar o velho sonho dos inimigos de Deus, ou seja, a destruição da própria Humanidade. 
____________

[1] O que causa indignação à ministra, talvez indignasse também o ex-presidente da mesmaMiviludes, que está ameaçado pela Justiça com prisão por caluniar leviana e gravemente aSociedade Francesa de Defesa da Tradição, Família e Propriedade (TFP).

_________  
(*) Heitor Buchaul é colaborador da Agência Boa Imprensa (ABIM)

Teólogos da Libertação desvendam segredos da nova “religião” verde

Publicado em: 29-10-2012 | Por: bidueira | Em: Aquecimento Global, Esquerda católica, Psicoses ambientalistas

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Teólogos da Libertação desvendam segredos da nova “religião” verde

http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com.br/2012/10/teologos-da-libertacao-desvendam.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+VerdeACorNovaDoComunismo+(Verde:+a+cor+nova+do+comunismo)

Posted: 28 Oct 2012 07:49 PM PDT

Ecoteologia da libertação: marxismo + "religião" verde
Ecoteologia da libertação: marxismo + “religião” verde

O ex-frei franciscano Leonardo Boff vem sendo promovido como um dos principais propagadores da teologia da liberação agora reciclada em eco-teologia marxista com cores acentuadamente verdes e panteístas.

Boff participa do esforço de reformulação do enferrujado marxismo numa nova filosofia que recolhe os postulados mais radicais de Karl Marx e os amalgama com os dogmas básicos do ambientalismo radical numa nova religião.

Qual é o conteúdo desta profunda metamorfose?

O próprio Boff encarregou-se de fornecer alguns avanços desta nova-velha Teologia da Libertação verde-vermelha, segundo informou a agência ACI.

No Congresso Continental de Teologia, realizado sob os auspícios da UNISINOS, em São Leopoldo, RS, de 7 a 11 de outubro deste ano, o ex-frei definiu alguns dos parâmetros essenciais dessa teologia ecomarxista.

Boff relembrou o básico: a “marca registrada” de Teologia da Libertação é “a opção pelos pobres, contra a miséria e a opressão”, no contexto da luta de classes.

Mas ele encaixou nesse chavão o componente verde. O leitor tal vez ache que os seguintes pensamentos do ecoteólogo marxista são produtos de algum delírio, ou de uma embaralhada insensata de letras provocada involuntariamente por algum sistema informático. Mas não é nada disso.

“Dentro dessa opção pelos pobres, explicou Boff, é preciso inserir o grande pobre que é a Mãe Terra, que é Pachamama [a deusa dos povos andinos incubada na terra], é a Magna Mater, é a Tonantzin, é a Gaia, é o grande pobre devastado e oprimido”.

E insistiu para afastar dúvidas: “não só os pobres gritam, gritam as águas, gritam as árvores, gritam os animais, gritam os ventos, a terra grita”.

Lula gigante habitada pelo “espírito” substituiria a humanidade
que seria expelida da Terra: devaneios panteístas
da “ecoteologia”, ou nova “religião verde”

Entramos assim de cheio na nova luta de classes segundo a “religião verde”.

Para o ecoteólogo, “esse organismo que chamamos Terra y da qual fazemos parte” pode, a qualquer hora, “nos expulsar como se fossemos células cancerígenas”. Seria o fim da humanidade.

Ainda segundo este visionário profeta da “religião” verde, a “Mãe Terra” estaria preparando um novo ser capaz de “receber o espírito”.

Esse “novo homem” – alias, assaz diferente dele – não seria outra coisa senão uma lula gigante.

O disparate suscita de imediato o riso ou convida a interromper a leitura. Esse ser que evoca certos deuses da Índia, mistura de homem e animal, estaria mais perto de certas representações diabólicas clássicas.

Leonardo Boff: profeta de um mundo verde irracional
povoado de entes de conotações demoniacas

Seria um singular avatar gerado pelas entranhas do averno material mas habitado por um “espírito” vindo de não se sabe onde.

A Terra seria uma “Mãe” cruel que exterminaria a humanidade para comunicar o espírito que jaz nas suas profundezas a uma sorte de deus-demônio repulsivo.

Explicando a nova teologia verde, o religioso renegado disse que o extermínio da humanidade resgataria a “Mãe Terra” que “está crucificada e é tarefa nossa descê-la da cruz, como fizemos durante décadas com os pobres”.

Boff se autodenomina “ecoteólogo de matriz católica” e defende com acentos subversivos que “o grito da terra é grito dos pobres e grito dos pobres é o grito da terra, nossa Mãe Terra”.

Em poucas palavras é marxista enquanto ambientalista e ambientalista enquanto marxista. Os dois seriam duas faces de uma mesma moeda

Para Boff, “o universo é autoconsciente” como se tivesse alma bem como acreditavam as velhas concepções gnósticas e panteístas.

A Terra martelou ele: “começou a pensar, sentir e amar”, sem nunca explicar de onde tirou semelhante estapafúrdio.

O espírito divino panteísta teria se revelado em religiões pagãs.
Santão da Índia.

O devaneio panteísta leva o ex-frei a entender o Deus Uno e Trino da Igreja Católica como “a grande energia fundamental” impessoal.

Ele pediu revisar o conceito de Revelação, sustentando que houve muitas revelações de Deus na história.

Portanto, deve se abandonar a ideia de converter os pagãos. Muitas revelações pagãs atribuídas ao demônio seriam manifestações da Mãe Terra, deusa panteísta.

“Deus chega sempre antes dos missionários e sempre age antes que eles”, explicou parafraseando o comuno-tribalismo mais radical.

Em consequência, o “catolicismo atual” só mereceria sobreviver se se reformula e entra em harmonia com o deus ex-machina “Mãe Terra” que ele e os teólogos da libertação “aggiornati” estão revelando ao gênero humano.

Entre os participantes do evento em São Leopoldo também estavam o sacerdote peruano Gustavo Gutiérrez, considerando pai da teologia marxista da libertação, Jon Sobrino, e o bispo de Jales, D. Luiz Demétrio Valentini.

Eleições norte-americanas e política externa: liderança ou decadência

Publicado em: 27-10-2012 | Por: bidueira | Em: Política Internacional

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Eleições norte-americanas e política externa: liderança ou decadência
 
Editorial Destaque Internacional
 
Na América Latina, neo-populistas autóctones, extremistas iranianos e imperialistas chineses estão se sentindo com as fauces livres, como lobos no galinheiro. Para frear esse perigo, é questão de vida ou morte que os Estados Unidos revertam o atual processo de debilitamento de sua influência regional e superem com urgência um paralisante complexo de culpa que as esquerdas dentro e fora dos Estados Unidos contribuíram para criar-lhes, pelo qual seus representantes diplomáticos se envergonham de assumir uma nítida liderança em favor da liberdade
 
1. Nas próximas eleições norte-americanas está em jogo, como talvez nunca antes, não somente a vitória de um candidato e de um partido, senão a própria liderança internacional dos Estados Unidos nas Américas do mundo. A política externa desse país chegou a uma encruzilhada, a partir da qual se poderá caminhar na direção do re-erguimento da influência internacional dos Estados Unidos, ou do agravamento de uma decadência que os inimigos da liberdade tanto desejam.
 
2. Em 08 de outubro pp., o candidato Mitt Romney, em discurso no célebre Instituto Militar da Virginia (IMV), intitulado “A responsabilidade da liderança”, criticou a “estratégia de passividade” da política externa norte-americana durante o governo Obama, e o conseqüente desbotamento da liderança de seu país. O candidato republicano fez um chamado para que os Estados Unidos deixem de ficar “à mercê dos acontecimentos internacionais” e retomem sua vocação de “influenciar a própria História”.
 
Romney apresentou como modelos o general Marshall, ex-aluno do IMV, e Winston Churchill, ex-primeiro-ministro inglês, não somente pela vigorosa atitude contra o totalitarismo nazista, senão contra o espírito derrotista que campeava no Ocidente, espargindo o desânimo e sussurrando que o poderio nazista era irreversível.
 
3. Romney, em sua alocução no Instituto Militar da Virginia, depois de alertar contra o reaparecimento do espírito derrotista em seu país, advertiu que “se os Estados Unidos não recuperarem sua liderança internacional, esse espaço poderá ser ocupado por outras potências que talvez não defendam nossos valores, e o mundo poderá ficar mais tenebroso, para nossos aliados e para nós mesmos”.
 
4. Do dito ao feito pode existir bastante trecho. E não sabemos em que medida o candidato Romney porá em prática o que predica, no caso em que ganhe as eleições presidenciais. Feita essa exceção indispensável, deve-se reconhecer que o diagnóstico do candidato republicano sobre a enfermidade que atinge a política externa norte-americana é objetivo, e que também o remédio é adequado.
 
5. Do ponto de vista sul-americano, e da causa da liberdade na região, é questão de vida ou morte que os Estados Unidos possam reverter o processo de debilitamento de sua influência internacional, e que superem o paralisante complexo de culpa que as esquerdas dentro e fora dos Estados Unidos contribuíram para criar-lhe, pelo qual seus representantes diplomáticos parecem se envergonhar de assumir uma clara liderança em favor da liberdade. Como já se disse em editoriais anteriores, pela gravitação natural que os Estados Unidos continuam tendo no continente, o próprio futuro político da América Latina em boa medida depende dos resultados das próximas eleições presidenciais norte-americanas.
 
6. Com uma vitória de Obama, e a conseqüente continuidade da erosão da liderança norte-americana, os velhos e novos populismos poderão se sentir com as mãos mais livres para continuar degradando o Estado de Direito em vários países da região, como Venezuela, Equador, Bolívia e Argentina, ao mesmo tempo em que mantêm a salvo o vergonhoso regime cubano. É preocupante o fato de que na América Latina neo-populistas autóctones, extremistas iranianos e imperialistas chineses estão se sentindo com as fauces livres, como lobos no galinheiro, favorecidos pela inércia e até a conivência da diplomacia norte-americana. Um exemplo recente dessa conivência é o apoio irrestrito que o presidente Obama deu à política “kerenskiana” do presidente Santos, da Colômbia, para com os sanguinários narco-terroristas colombianos, com um “diálogo” que passará a se desenvolver nada menos que em Havana, a própria cova dos lobos castristas.
 
7. Já comentou-se também, em editorial anterior, o peso decisivo que o voto hispânico pode ter no resultado das eleições presidenciais norte-americanas. Recentes pesquisas de opinião confirmaram que o estado da Florida, com um alto contingente de votantes de origem hispânica, especialmente cubanos, pode ser mais uma vez decisivo no resultado nacional, tal como o foi em várias eleições anteriores. Nesse sentido, é fundamental o papel histórico dos cubano-americanos para continuar dando a conhecer entre os votantes de origem hispânica o drama e o desastre da experiência comunista em Cuba, e para cobrar dos candidatos presidenciais medidas diplomáticas eficazes contra as velhas e novas esquerdas continentais.
 
8. Deseja-se que nas próximas eleições presidenciais prime a lucidez no eleitorado americano e que prevaleça, na hora do voto, a compreensão de que o tema da política externa norte-americana e do re-erguimento da influência internacional dessa nação é de fundamental importância para a causa da liberdade, não somente na América Latina, no Oriente Médio e no Oriente Distante, senão nos próprios Estados Unidos.
 
9. Dois editoriais recentes sobre o tema:
 
Enfoque sul-americano (1) Estados Unidos: eleições presidenciais, América Latina e Cuba
 
O exemplo mais desastroso da aposta obamista em prol dos pseudo “moderados” foi o apoio de Obama ao então presidente Lula, do Brasil, a quem chegou a elogiar como um modelo de aliado confiável.
 
 

Embora a maioria dos votantes hispanos se interesse mais por problemas econômicos e de imigração, uma minoria ativa considera relevante o tema da política externa norte-americana com relação à América Latina, e continua pensando que a política de Obama para esta região foi um desastre para a causa da liberdade.

 
Tradução: Graça Salgueiro

UMA LEITURA INDISPENSÁVEL

Publicado em: 27-10-2012 | Por: bidueira | Em: Aquecimento Global, Psicoses ambientalistas, SITUAÇÃO NACIONAL

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Uma leitura indispensável

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Paulo Roberto Campos
Se você não deseja ser enganado pelas ciladas do movimento ambientalista, não deixe de ler o livro recentemente lançado pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira: Psicose ambientalista — Os bastidores do ecoterrorismo para implantar uma “religião” ecológica, igualitária e anticristã.

 

Seu autor, o Príncipe Imperial do Brasil Dom Bertrand de Orleans e Bragança [foto],bisneto da Princesa Isabel, desmascara o falso alarmismo disseminado pelos “ecoterroristas” em torno do propalado “aquecimento global”. Alegando um inexistente consenso dos cientistas sobre este tema, eles procuram provocar um pânico generalizado que leva os incautos a acreditarem que a ação do homem está conduzindo à destruição do planeta!

Nada mais falso! A obra do Príncipe demonstra que isso é um mero pretexto criado pelos ambientalistas radicais para atingir seus escusos objetivos: a implantação de uma sociedade e uma “religião” igualitária e neotribal. Isso mesmo: uma nova religião, em que os Dez Mandamentos da Lei de Deus são substituídos por dez mandamentos laicos e pagãos, que rebaixam o homem à condição de servidor e escravo da natureza.

Mas chegou a hora da verdade — a verdade sobre as falsas alegações do ecologismo. Com a leitura da obra ficará claríssimo que as esquerdas ecológicas não pretendem com o terrorismo climático senão o retorno dos falidos regimes marxistas. Não mais com a surrada e frustrada bandeira vermelha do comunismo, mas com a bandeira verde da ecologia.

NÃO SE DEIXE ENGANAR! Adquira o livro Psicose ambientalista e fique sabendo tudo que a máscara do movimento ambientalista esconde!
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CRIANÇAS E ARMAS

Publicado em: 19-10-2012 | Por: bidueira | Em: PLD em Foco

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PLD em Foco – Dep. Lael Varela – DEM-MG veta projeto contra armas de brinquedo
VEJA traz matéria interessante tranquilizando pais quando as crianças querem brincar com armas de brinquedo.

COMO VOTAR NO SEGUNDO TURNO

Publicado em: 13-10-2012 | Por: bidueira | Em: PLD em Foco

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PLD em Foco – Não podemos votar em candidatos de partidos que defendem o desarmamento dos homens de bem, tirando-lhes o direito à legítima defesa

COMO VOTAR NO SEGUNDO TURNO

Publicado em: 13-10-2012 | Por: bidueira | Em: PLD em Foco, SITUAÇÃO NACIONAL

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Não podemos votar em candidatos de partidos que defendem o desarmamento dos homens de bem, tirando-lhes o direito à legítima defesa – Cel. Paes de Lira

 

NÃO, NÃO HÁ JUÍZES EM BRASÍLIA

Publicado em: 11-10-2012 | Por: bidueira | Em: Perseguição religiosa, SITUAÇÃO NACIONAL

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Não, não há juízes em Brasília

http://www.deuslovult.org/2012/10/10/nao-nao-ha-juizes-em-brasilia/

Posted: 10 Oct 2012 04:30 AM PDT

Eu propositalmente mantive silêncio aqui no blog a respeito do julgamento (ora em curso) do STF sobre o escândalo do Mensalão. Não embarquei no entusiasmo nacional pela alegada “limpeza” que se estava fazendo em Brasília, nem faço coro jubiloso aos que estão comemorando a condenação de José Dirceu por compra de votos no esquema. Na verdade, a minha leitura dos fatos vai na contramão deste júbilo cidadão que tem invadido as mídias sociais. Explico o porquê.

Já há algum tempo, passaram a circular no Facebook algumas campanhas como esta que reproduzo abaixo. Consigo entender as razões que fazem com que este sentimento de admiração surja e se tenha o desejo de externá-lo; não concordo, absolutamente, é que ele corresponda à realidade e deva ser motivo de orgulho nacional. Aliás, muito pelo contrário.

Joaquim Barbosa não é um herói nacional. É simplesmente mais um arauto revolucionário empenhado na destruição do Brasil, da mesmíssima laia dos outros ministros do STF que, julgamento após julgamento, têm nos últimos anos utilizado a Suprema Corte como ponta de lança para implantar na sociedade brasileira uma visão de mundo imoral e contrária quer à verdadeira Justiça, quer aos anseios e valores da população brasileira. Não que o Mensalão não tenha sido o maior escândalo de corrupção da história recente do Brasil; é claro que foi. Eu sempre disse que não se tratava de um simples desvio de dinheiro público em benefício próprio, o que seria já bem grave, mas algo infinitamente pior: estamos falando de um esquema de escancarada violação da independência dos Três Poderes da Democracia, onde o Executivo comprava apoio político do Legislativo e, assim, o PT construía para si exatamente a concentração hegemônica de poder que a divisão tripartida dos poderes existe para evitar. Não se trata de um crime de dinheiro; é um golpe de morte na própria instituição da Democracia. É claro que isto é uma coisa enormemente imoral e escandalosa, e é evidente que tal atitude deve ser punida com o máximo rigor. Não é este o ponto.

A questão é que o STF vem aberta e sistematicamente realizando um incansável trabalho de implantar no Brasil – per fas et per nefas – uma visão jurídica imoral e revolucionária, amiúde ao arrepio do próprio ordenamento jurídico vigente – da Constituição Federal inclusive. E a coisa está tão impudicamente escancarada que, nos últimos tempos, a imagem da Suprema Corte estava (graças a Deus!) perigosamente desgastada junto à população brasileira. Ora, que melhor oportunidade para “limpar a barra” da Suprema Casa da Mãe Joana poderia se apresentar que não esta chance de ouro de fazer uma nababesca e midiática condenação exemplar do esquema do Mensalão, escondendo assim sob a glória da aclamação popular presente as vergonhas passadas e passando sobre a Suprema Corte um verniz de Justiça que possa depois ser usado para justificar, retroativamente, todas as barbaridades feitas no passado?

O Ministro Joaquim Barbosa não está “lutando contra os maiores vilões da história do Brasil” (!), é óbvio que não, porque os maiores vilões da história recente desta Pátria são, precisamente, os que usam Toga Preta e sentam-se à Praça dos Três Poderes para, do alto de seus tronos olímpicos, fulminar o Brasil com suas determinações disparatadas. O meritíssimo Joaquim Barbosa inclusive. Veja-se:

Ministro Joaquim Barbosa sobre a destruição de embriões humanos em pesquisas científicas: «A meu sentir, pedindo vênia aos que pensam de maneira diferente, creio que a permissão para a pesquisa científica, tal como disposta na lei ora atacada, não padece de inconstitucionalidade».

Ministro Joaquim Barbosa sobre a “união homoafetiva”: «O não reconhecimento da união homoafetiva simboliza a posição do Estado de que a afetividade dos homossexuais não tem valor e não merece respeito social. Aqui reside a violação do direito ao reconhecimento que é uma dimensão essencial do princípio da dignidade da pessoa humana».

Ministro Joaquim Barbosa sobre o aborto de anencéfalos (voto que, conforme notícia do STF, foi juntado aos autos do julgamento da ADPF 54): «Em se tratando de feto com vida extra-uterina inviável, a questão que se coloca é: não há possibilidade alguma de que esse feto venha a sobreviver fora do útero materno, pois, qualquer que seja o momento do parto ou a qualquer momento em que se interrompa a gestação, o resultado será invariavelmente o mesmo: a morte do feto ou do bebê. A antecipação desse evento morte em nome da saúde física e psíquica da mulher contrapõe-se ao princípio da dignidade da pessoa humana, em sua perspectiva da liberdade, intimidade e autonomia privada? Nesse caso, a eventual opção da gestante pela interrupção da gravidez poderia ser considerada crime? Entendo que não, Sr. Presidente».

Portanto, este senhor não é um herói; muito pelo contrário aliás. Uma atitude correta isolada não é capaz de transformar ninguém em um herói, nem mesmo que ela seja alvo dos mais potentes holofotes da mídia. É justa, sim, a condenação dos criminosos petistas do caso do mensalão, mas a montanha de injustiças acumulada nos últimos anos pelo STF em geral e pelo Min. Joaquim Barbosa em particular sobrepuja – e muito! – o acerto da decisão presente. Isto não se deve perder de vista.

À luz de uma visão mais ampla, este julgamento atual não destoa de todos os outros. Muito pelo contrário, complementa-os admiravelmente, conferindo-lhes um poderoso elemento de legitimação: ora, se a Suprema Corte teve coragem de julgar com acerto este caso de corrupção política, como acusar-lhe de conspiração contra a Pátria? Como negar a seriedade deste tribunal? Como não confiar no julgamento deste impoluto herói nacional de toga brilhante que está empenhado em uma cruzada santa contra a corrupção no Brasil?

Sob um olhar mais aguçado, assim, este julgamento é somente mais um passo orquestrado da Revolução. Se humanamente orquestrado, embora seja possível, eu não o sei dizer; mas em obediência (quiçá involuntária) a um plano mais amplo de não-sei-que hostes infernais, com toda a certeza. Porque o desenho é muito claro para que não seja notado e, os seus desdobramentos lógicos, evidentes demais para não serem inferidos. Olhando para o processo como um todo, trata-se, objetivamente, de um sacrifício de indivíduos para salvar o processo revolucionário. Exemplo mais clássico de modus operandi da Revolução é impossível.

Hoje de manhã eu ouvia na CBN que José Dirceu fizera questão de participar de reunião do Diretório Nacional do PT, desejando as honrarias de um herói injustiçado e manifestando repúdio à decisão injusta do STF. E, embora esta analogia seja evidentemente falaciosa, ela não perde a sua força retórica calhorda: em um instante, eu vi todos nós, conservadores que lutamos contra os descalabros do STF, colocados pelos inimigos da Pátria lado-a-lado com petistas corruptos esperneando contra as justíssimas e sagradas decisões da Suprema Corte Brasileira. Não, não há juízes em Brasília. Há somente um teatro de fantoches, uma tentativa de tratar o povo brasileiro como se fôssemos marionete em mãos invisíveis de um punhado de megalomaníacos, arrogantes que padecem de um patológico e perigoso complexo de Deus. Nós não estamos assistindo a uma revitalização da moralidade das instituições brasileiras, muito pelo contrário. Embora escondido sob a pirotecnia da vez, o processo revolucionário segue o seu curso. E nós não temos o direito de nos deixarmos distrair pelos fogos de artifício.

Vote certo, vote bem – Cel. Paes de Lira 25045

Publicado em: 04-10-2012 | Por: bidueira | Em: SITUAÇÃO NACIONAL

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Nas próximas eleições vote bem votando em candidatos a prefeito e vereador que vão trabalhar para assegurar o seu direito à legítima defesa. 

O projeto de Código de Processo Civil: Revivescência do Direito Alternativo?

Publicado em: 02-10-2012 | Por: bidueira | Em: SITUAÇÃO NACIONAL

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Combate-se com o Direito ante o fracasso das revoluções[1]

Leo Daniele

O Direito está em todas as manchetes: além do “mensalão”, temos o projeto de Código Penal, o Código Florestal e o projeto de Código de Processo Civil (Projeto de Lei 8.046/2010).

Com a finalidade de analisar certas tendências jurídicas do Brasil de hoje, gostaria de colocar em foco o subjetivismo judicial que caracteriza o projeto de Código de Processo Civil, segundo a opinião de abalizados juristas. Essa expressão conduz à ideia de que cada juiz julgará, não de acordo a lei, mas com as próprias convicções.

Afirmam os conceituados juristas Ives Gandra da Silva Martins e Antônio Cláudio da Costa Machado: “Os juízes poderão proferir suas sentenças (as decisões finais das causas) observando princípios abstratíssimos, como ‘dignidade da pessoa humana’, ‘proporcionalidade’ e ‘razoabilidade’, o que vai facilitar enormemente o subjetivismojudicial e a desconsideração de normas legais de todo tipo e de contratos, abalando os alicerces da segurança jurídica”.[2]

Eles acrescentam que se aprovado o código vai “entregar aos juízes poderes enormes para a solução dos conflitos, diminuindo perigosamente, em contrapartida, os direitos das partes e dos advogados, o que colocará em grande risco o direito de um justo processo legal e, como consequência, a própria integridade de todos os nossos direitos tão arduamente conquistados nas últimas décadas. Fere, inclusive, o direito a ampla defesa assegurado constitucionalmente (artigo 5º, inciso LV)”.[3]

O subjetivismo é uma das característica do direito alternativo, também chamado por seus adeptos paralelo, “insurgente”, “nascido na rua”, etc. Se perguntar não ofende, pode-se indagar se este Projeto de Código de Processo  Civil não é uma revivescência, com este ou com outro nome, do famigerado direito alternativo.

Como essa corrente perdeu em nossos dias o caráter farfalhante que teve há anos atrás, é oportuno recapitular do que se trata. Explica o ilustre constitucionalista Celso Ribeiro Bastos: “Sob esse nome eclodiu um movimento de número reduzido de magistrados, os quais nitidamente se alçaram a uma posição de demolidores de toda a ordem estabelecida, a qual consideram injusta”.[4]

Como essa meta seria atingida pelos juízes alternativos? Para seus adeptos, existem dois direitos, o direito vigente e o alternativo, que era subterrâneo, e hoje, ao que parece, com este ou outro nome, deseja instalar-se à luz do sol, no futuro Código de Processo Civil.

O Direito vigente, segundo a definição de Marx, é “a vontade feita lei da classe dominante”. Ou seja, um instrumento de dominação, portanto teoricamente ilegítimo. O direito alternativo seria uma reação contra ele. Não está nas leis mas, segundo eles, é o verdadeiro: o dos dominados, o das chamadas “classes subalternas”.

Com os poderes enormes que o projeto em questão lhe confere, fica fácil ao juiz fugir do arcabouço de leis e princípios do Direito vigente, rumo ao Direito Alternativo ou a qualquer forma de desvio jurídico. Mais ainda: o que antes era, ou contra a lei diretamente (contra legem), ou por meio de sofismas (praeter legem), fica por assim dizer oficializado pela legislação.

Entre os dois direitos – o vigente e o paralelo ? está o juiz. “Os grupos e setores populares produzem um direito com mais legitimidade inclusive [que o do Estado]”.[5]
Como decidirá ele?

Um exemplo: “As invasões, meninas-dos-olhos dos ‘insurgentes’, ainda quando borrifadas com a água-benta nada católica da Teologia da Libertação, constituem verdadeiro esbulho”.[6] Mas os alternativos imaginam razões extraídas de suas doutrinas francamente subversivas para as legitimar.

Dirá alguém: a escola jurídica não importa tanto. O que vale mesmo é que o juiz seja neutro. Ledo engano! Os juízes alternativos por princípio não serão imparciais. “A alternatividade assum, sua não-neutralidade”. Esta frase é do ex-desembargador do TJRS Amilton Bueno de Carvalho.[7] O direito alternativo investe, pois, contra a imparcialidade.“Tal ideia de justiça ‘neutra’ leva, em consequência, a se tentar fazer crer que oaplicador desta justiça também neutro é. Diz-se, pois, que o Juiz é neutro como se isso possível fosse”.[8]

O assunto é vasto e importante, mas o espaço é curto. Alerta, pois! Aqui ficam alguns dados para reflexão. Termino com a frase em epígrafe, de um esquerdista radical:Combate-se com o Direito, ante o fracasso das revoluções [9]. É falar claro!Cabe ao leitor interpretar essas palavras, de significação enorme e de enormes consequências.


[1] Amilton Bueno de Carvalho, Lições de Direito Alternativo I,  p. 57.

 

[2] Folha de S.Paulo, 13 de setembro de 2012.

[3] Folha de S.Paulo, 13 de setembro de 2012.

[4] Catolicismo, nº 514, outubro de 1993.

[5] Wilson Ramos Filho, Lições de Direito Alternativo I, p. 157.

[6] Leo Daniele, “Direito Alternativo: Questão Central e Ruído Ótico”. Revista dos Tribunais, São Paulo  ? vol.714,  p. 321.

[7]  Lições de Direito Alternativo 2, p. 192.

[8]  A lei. o juiz. o justoAmílton Bueno de Carvalho.

[9] Amilton Bueno de Carvalho, Lições de Direito Alternativo I, p. 57.