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A Politica de Segurança Publica nos estados governados pela “Base Aliada”.

Publicado em: 30-11-2012 | Por: bidueira | Em: PLD em Foco, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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A Politica de Segurança Publica nos estados governados pelos aliados do Governo Federal, comparada com a de São Paulo.

(Conclusão, a maior cidade do Pais é a mais segura para cidades acima de um milhão de habitantes, excessão de Campinas)

 Leiam este texto com atenção. Ele trata de números. Ele trata de fatos. Se julgarem que faz sentido, passem adiante e debatam.
 Abaixo, vocês têm os dados evolutivos com a taxa de homicídios por 100 mil habitantes de cada unidade da federação de 2000 a 2010. São números do respeitadíssimo Mapa da Violência. Abro o post com o quadro porque vocês poderão consultá-lo ao longo da leitura do texto que a ele se segue.

 Vamos lá

José Eduardo Cardozo e os petistas estão sendo apresentados por certa imprensa como, digamos, “professores” na área de segurança pública. Eles saberiam o que fazer. Não por acaso, José Dirceu anunciou ontem, em um de seus habituais posts, que a política de segurança pública de São Paulo não deu certo… Sei. Não se esqueçam destes números: o Estado fechará o ano com pouco mais de 10 mortos por 100 mil habitantes, e a capital paulista, com pouco mais de 11.

Sabem quem é bom pra chuchu nessa área? O petismo. Ninguém multiplica homicidios como eles — e sob o silêncio cúmplice de boa parte da imprensa. Vamos ver o que acontece nessa área quando o PT vira governo.

O escândalo baiano

A Bahia talvez seja a maior evidência da distância entre o que o PT diz e o que PT faz. O petista Jaques Wagner governa o estado desde 2007. Em 2006, houve no estado 23,5 mortos por 100 mil habitantes. Nesse mesmo ano, São Paulo já tinha um índice inferior: 19,9. Pois bem! Vamos ver o que aconteceu com os números a partir de 2007, na gestão do companheiro Wagner: 25,7; 32,9; 37,7 e 37,7. Viram? Entre 2006 e 2010, sua política de segurança pública exemplar conseguiu aumentar o número de homicídios em 60,4%! No mesmo período, São Paulo baixou a sua em 30%. Mas bom mesmo é o PT de José Dirceu!!!

O escândalo paraense

Os paraenses, coitados!, já tiveram um governo petista — o de Ana Júlia Carepa, entre 2007 e 2010. Também ali o partido teve a chance de pôr para funcionar as suas ideias verdadeiramente revolucionárias na área de segurança pública. Um ano antes de a petista chegar ao poder, houve 29,6 mortos por 100 mil no estado. Vamos ver os números que os petistas conseguiram produzir entre 2007 e 2010:30,4; 39,2; 40,2 e 45,9. Isto mesmo: houve uma elevação de 55,06%! Se o Zé Dirceu considera que o governo de São Paulo é responsável por um surto de violência — que não quer dizer aumento estrutural —, louve-se a capacidade ímpar do PT de produzir homicidios em série…

Sergipe

Ah, mas existe Sergipe, onde o PT é poder desde 2007! Quem sabe os petistas tenham reservado toda a sua competência no combate à violência de Sergipe! Em 2006, ultimo ano do governo não-petista, a taxa já era alta: 29,8 por 100 mil. Em 2007, teve-se a impressão de algo de bom poderia estar em curso na área: a taxa caiu um pouco; foi para 25,9. Engano! De 2008 a 2010, foram estes os números:25,9; 28,7; 32,6 e 33,3 — aumento de 11,74%. O Anuário Brasileiro de Segurança Pública traz o número de 2011: 33,9! E olhem que eles são considerados de “baixa qualidade”. Vale dizer: pode haver subnotificação.

Piauí

Associado ao PSB, o PT está no governo do Piauí desde 2003 (duas gestões cada um, com o outro de vice). Pois bem: em 2002, o estado teve 10,9 homicídios por 100 mil habitantes. Vejamos, então, o desempenho dos companheiros entre 2003 e 2010: 10,8; 11,8; 12,8; 14,4; 13,2; 12,4; 12,8 e 13,7! Que coisa, não? Em oito anos no poder, os companheiros conseguiram elevar a taxa de homicídios em 25,68%. E olhem que o Anuário da Segurança Pública, por exemplo, não leva a sério os dados fornecidos pelo governo do Piauí porque os considera também de “baixa qualidade”.

Acre

Os petistas governam o Acre desde 1999 — o grupo de Marina Silva também é poder e, no estado, não se distingue dos petistas. Vejam o quadro. De 2000 a 2010, eis a taxa de mortos por 100 mil do Acre segundo o Mapa da Violência: 19,4; 21,2; 25,7; 22,5; 18,7; 18,7; 22,6; 18,9; 19,6 21,5 e 19,6. É praticamente o dobro da de São Paulo. Mas os petistas insistem em dar aulas sobre segurança pública. O Anuário Brasileiro de Segurança Pública não traz números sobre o Acre porque o Estado não fornece de modo adequado os dados para o Sistema Nacional de Estatísticas de Segurança Pública e Justiça Criminal (SINESPJC). Eis aí: depois de dez anos de gestão petista, os mortos por 100 mil habitantes no Estado cresceram, com alguns picos de violência em 2001, 2002, 2003 e 2009.

E os números bons?

Zeca do PT governou o Mato Grosso do Sul entre 1999 e 2007. Não cheirou nem fedeu. Em 2000, havia 31 mortos por 100 mil habitantes no Estado. No último ano de sua gestão, 30. Notem: eu bem que tento encontrar dados virtuosos do petismo. Segundo o Anuário, em 2011, o Distrito Federal, governado por Agnelo Queiroz, teve 29,2 mortos por 100 mil — menos do que os 33,2 do ano anterior (ou 34,2 segundo o Mapa). Essa taxa é 170,37% maior do que a de São Paulo no mesmo ano: 10,8 por 100 mil.

E então?

Eis aí. Com esse retrospecto na segurança pública, os petistas se atrevem, no entanto, a dar lições de competência aos outros. E que se note: há taxas ainda piores Brasil afora, a maior parte oriundas de estados governados pela chamada “base aliada”. Ora, por que os petistas, então, não aplicam nos estados que governam seus programas miraculosos? Por que José Eduardo Cardozo não vai fazer proselitismo na Bahia? Por que não oferece os seus préstimos a Sergipe? Por que não põe em prática suas ideias revolucionárias no Acre? Por que já não propõe medidas definitivamente saneadoras ao Piauí?

Pergunto: a reputação de que governo resiste a que se leve para a TV cada ocorrência havida de violência, cada caso, sempre como um sintoma de descontrole da segurança pública? É o que se faz com São Paulo.

Caminhando para a conclusão

Não se trata de negar, reitero, a existência de um surto de violência no Estado e a ação deletéria do crime organizado. À medida, no entanto, que se faz tabula rasa de uma política de segurança pública que demonstra, ao longo de uma década, virtudes inequívocas, faz-se o que tenho chamado de “aliança objetiva” com a bandidagem. Os criminosos — sim, existem criminosos soltos em São Paulo; menos do que na maioria dos estados, mas existem — passam a ser os senhores da pauta.

Quando o estado que exibe, na média, os melhores indicadores é apresentado como terra de ninguém, é evidente que o jornalismo morreu faz tempo. Em seu lugar, entrou uma pauta de natureza política.

Só por curiosidade: quantos morreram ontem no Rio? E anteontem? E na terça-feira? E na segunda? A quantas anda a taxa de homicídio no Estado até outubro? Então aquelas pessoas não tinham história?

Num país em que existem “mortos com notícia” e “mortos sem notícia”, é forçoso concluir que os cadáveres se transformaram numa alavanca política. Como, aliás, já percebeu José Dirceu (ver post na home).

Ah, sim! Não insistam, hein!? Sérgio Cabral não pode se candidatar a governador de São Paulo… Não que não pudesse ser divertido vê-lo de lenço na cabeça, dançando na boquinha da garrafa… Até pensei em sugerir que José Mariano Beltrame acumulasse as secretarias de Segurança de São Paulo e Rio… Seria bacana! Poder-se ia fazer a taxa de mortos por 100 mil dos dois estados, somados. A do Rio (25,8 por 100 mil*) cairia brutalmente, e a de São Paulo (10,8 por 100 mil*) subiria também brutalmente. A média daria 18,3! Sem contar que São Paulo precisa de um secretário que, como direi?, “circule mais”, como se dizia no colunismo social de antigamente.

Não sei se fui muito sutil…

(*) Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública
Texto publicado originalmente às 2h18

Por Reinaldo Azevedo

Tags: São Paulo, Segurança Pública

 

Conheça os bastidores do Eco-terrorismo

Publicado em: 24-11-2012 | Por: bidueira | Em: Sem categoria

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Nos bastidores do Eco-terrorismo, uma nova religião. Dom Bertrand fala no auditório do Círculo Católico de Pernambuco, em colaboração com o Instituto Plínio Corrêa de Oliveira – IPCO e da Livraria Petrus. Apresentação do presidente do CIRCAPE, Professor Eduardo Barreto Campello. Dia 20 de novembro de 2012. Veja em:

 

 

Arcebispo de BH pelo desarmamento

Publicado em: 21-11-2012 | Por: bidueira | Em: PLD em Foco, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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PLD em Foco  –  D. Walmor Oliveira de Azevedo, arcebispo de Belo Horizonte, faz pronunciamento pelo desarmamento, contra a legítima defesa. Ouça os comentários do Cel Paes de Lira.

 

O CRIADOR DO PCC

Publicado em: 20-11-2012 | Por: bidueira | Em: Sem categoria

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14/11 – O bem-aventurado Alípio.

 

 

 

Ex-padre Alípio de Freitas, que vive em Lisboa , de volta a
Recife, sendo homenageado

Publicado em 14/11/2012 em www.averdadesufocada.com

Por Bruno Braga.- 14/11/2012


Como a “Comissão da Verdade” decidiu redigir a sua própria Hagiografia – uma Hagiografia da inversão [1] -, seria louvável que ela dedicasse ao bem-aventurado Alípio de Freitas um lugar no seu altar. Uma glória para o padre que abandonou a Igreja Católica e viveu a santidade do sacerdócio revolucionário. Entre as suas benditas obras está a autoria intelectual do atentado a bomba no Aeroporto de Guararapes em 1966, no Recife.


Durante anos o autor desta obra de piedade e comiseração permaneceu desconhecido. O bem-aventurado Alípio, certamente, imbuído do espírito da renúncia, não a assumiu para evitar que o reconhecimento público excitasse a sua vaidade – o que macularia o ato de tamanha virtude. No entanto, o comunista Jacob Gorender acabou revelando o mentor do gesto de generosidade, que a Hagiografia da inversão consagra com a insígnia de “redemocratização”:

Membro da comissão militar dirigente nacional da AP, Alípio de Freitas encontrava-se em Recife em meados de 1966, quando se anunciou a visita do general Costa e Silva, em campanha farsesca de candidato presidencial pelo partido governista Aliança Renovadora Nacional (ARENA). Por conta própria Alípio decidiu promover uma aplicação realista dos ensinamentos sobre a técnica de atentados (GORENDER, “Combate nas trevas”) (o destaque é meu).

O executor da ideia iluminada do sacerdote revolucionário foi um militante da AP (Ação Popular), que posteriormente transferiu-se para outra organização terrorista, a VAR-Palmares – o grupo do qual participou “Estela”, quer dizer, “Luíza”, ou melhor, “Patrícia”, “Wanda”, enfim, Dilma Rousseff.

O alvo do atentado no Aeroporto de Guararapes era o Marechal Costa e Silva. Uma bomba – acomodada em uma mala – foi plantada no saguão para fulminá-lo. O público aguardava para receber a autoridade. Porém, os alto-falantes do local anunciaram que, por causa de um problema técnico no avião, o Marechal faria o percurso de automóvel. Assim, as pessoas que o aguardavam começaram a deixar o Aeroporto – foi o que evitou uma tragédia ainda maior. Porque, logo depois de ser encontrada como um objeto perdido, a mala explodiu. Duas pessoas morreram e outras tantas ficaram feridas – amputações, lesões graves, queimaduras. A imolação macabra – quer dizer, “sagrada” na Hagiografia da inversão – pretendida pelo bem-aventurado Alípio foi assim consumada:

 

Mas, este não é o único legado do sacerdote da revolução. O Brasil deve louvar o bem-aventurado Alípio porque, graças a ele, o país tem duas congregações que o engrandecem: o Comando Vermelho e o PCC (Primeiro Comando da Capital). Quando esteve no presídio da Ilha Grande, no Rio de Janeiro, Alípio ministrou lições sapienciais aos presos comuns – técnicas de organização e de guerrilha. Deste grupo – que faria do “Oratório” de São Filipe Neri um perverso conciliábulo – foi fundada a “Falange Vermelha”. Porém, como o termo “falange” fazia remissão ao fascismo, era necessário estabelecer uma denominação que não deixasse dúvidas sobre a dignidade e nobreza da organização: “Comando Vermelho”. Como os presos de São Paulo conviviam com os do Rio de Janeiro, os frutos foram multiplicados posteriormente: em 1993 foi fundado o PCC (Primeiro Comando da Capital).

O bem-aventurado Alípio não passou pelas provações do deserto para realizar esta obra irrepreensível. Ele retirou para Cuba, onde, em 1961, realizou treinamento em guerrilha – além de meditar em Moscou, em 1962, no Congresso Mundial da Paz. Fatos que corroboram a iluminação espiritual de Alípio, pois ele se dedicou à “redemocratização” – inclusive atuando nas Ligas Camponesas – antes mesmo do maligno Regime Militar. Um espírito que se libertou dos grilhões da Igreja Católica para, enfim, se dedicar inteiramente ao sacerdócio da Revolução: o bem-aventurado Alípio foi um precursor da Teologia da Libertação, à qual se associou.

Por toda esta vida de renúncia, santidade e devoção – que inclui atentado terrorista, treinamento guerrilheiro, criação de organizações criminosas -, o bem-aventurado Alípio merece um lugar no altar da inversão, que será erguido pela “Comissão da Verdade”. E se os brasileiros ainda não se ajoelharam diante dele, pelo menos deram a Alípio a modesta contribuição de 700 mil reais [2], e recolhem para ele um dízimo de 6 mil mensais. Eis o bem-aventurado Alípio, que a “Comissão da Verdade” deve louvar na sua Hagiografia da inversão.

Referências.

[1]. BRAGA, Bruno. “Hagiografia da inversão” [http://dershatten.blogspot.com.br/2012/11/hagiografia-da-inversao.html

[2]. O colunista Cláudio Humberto afirma que a generosidade é maior, 1,09 milhão.

Lançamento em Salvador

Publicado em: 16-11-2012 | Por: bidueira | Em: Aquecimento Global, Código Florestal, DIREITO DE PROPRIEDADE, Esquerda católica, Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, Psicoses ambientalistas, SITUAÇÃO NACIONAL

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CONVITE
 
O Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, bisneto da
Princesa Isabel, e o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira convidam para
o lançamento e sessão de autógrafos do livro
 
PSICOSE AMBIENTALISTA
Os bastidores do ecoterrorismo
para implantar uma “religião” ecológica,
igualitária e anticristã
 
O livro desvenda o que está por trás das previsões catastrofistas
do aquecimento global: uma “religião” ecológica que diviniza
a “Mãe Terra” ou — como a chamam — “Gaia”!
 
A realizar-se no dia 18 de novembro, domingo, a partir das 17h
Saraiva Salvador Shopping
Avenida Tancredo Neves, 2915
(071) 3341-7020

Convite para Palestra de Dom Bertrand em Recife

Publicado em: 16-11-2012 | Por: bidueira | Em: Aquecimento Global, Código Florestal, Esquerda católica, Psicoses ambientalistas, SITUAÇÃO NACIONAL

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ATENÇÃO RECIFE! Inscreva-se para a palestra de Dom Bertrand de Orléans e Bragança
 
CONVITE
O Circulo Católico de Pernambuco e o Instituto Plínio Corrêa de Oliveira convidam os amigos para importante exposição do Príncipe Imperial do Brasil:
 
PSICOSE AMBIENTALISTA Os bastidores do ecoterrorismo para implantar uma “religião” ecológica,
igualitária e anticristã
 

Se você é de Recife e arredores, não pode deixar de participar. Inscrição Gratuita. Ligue para (81) 3222-4816.

 

Dia 20 de novembro de 2012, terça-feira.

Local: Prédio do Círculo Católico de Pernambuco.

Endereço: Rua do Riachuelo, 105 – Sala 1018 – Boa Vista – Recife

Horário: 19 h (recepção) 19:30 h (início da palestra).

Faça sua inscrição (gratuita), ligue para (81) 3222-4816

Contamos com sua participação

Lançamento em Recife

Publicado em: 16-11-2012 | Por: bidueira | Em: Aquecimento Global, Código Florestal, DIREITO DE PROPRIEDADE, Esquerda católica, Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, Psicoses ambientalistas, SITUAÇÃO NACIONAL

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O Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, bisneto da
Princesa Isabel e o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira convidam para
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igualitária e anticristã
 
O livro desvenda o que está por trás das previsões catastrofistas
do aquecimento global: uma “religião” ecológica que diviniza
a “Mãe Terra” ou — como a chamam — “Gaia”!
 
A realizar-se no dia 19 de novembro, segunda-feira, a partir das 19h
Saraiva RioMar Shopping Recife
Avenida República do Líbano, s/nº – Piso L2 – Luc 227 – Pina
Telefone: (81) 3327-0102

Por que Obama ganhou. Quem é Mitt Romney?

Publicado em: 09-11-2012 | Por: bidueira | Em: Aborto, PLD em Foco, Política Internacional

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Por que Mitt Romney perdeu nos Estados Unidos

No Brasil cidadão defende sua família, mata o ladrão e vai preso em flagrante delito!!! 

 

CUBA, O INFERNO NO PARAÍSO

Publicado em: 09-11-2012 | Por: bidueira | Em: Comissão da Verdade, DIREITO DE PROPRIEDADE, Política Internacional, VIAGENS

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Juremir Machado da Silva (Jornalista Gaúcho, da ala da esquerda, que acompanhou o governador gaúcho Tarso Genro (linha trotskista) em “visita” a sua querida Cuba, exemplo de regime de governo e de vida ideal para os PTistas radicais).

Correio do Povo, Porto Alegre (RS)]

Na crônica da semana passada, tentei, pela milésima vez, aderir ao comunismo. Usei todos os chavões que conhecia para justificar o projeto cubano. Não deu certo. Depois de 11 dias na ilha de Fidel Castro, entreguei de novos os pontos.

O problema do socialismo é sempre o real. Está certo que as utopias são virtuais, o não-lugar, mas tanto problema com a realidade inviabiliza qualquer adesão. Volto chocado: Cuba é uma favela no paraíso caribenho.

Não fiquei trancado no mundo cinco estrelas do hotel Habana Libre. Fui para a rua. Vi, ouvi e me estarreci. Em 42 anos, Fidel construiu o inferno ao alcance de todos. Em Cuba, até os médicos são miseráveis. Ninguém pode queixar-se de discriminação. É ainda pior. Os cubanos gostam de uma fórmula cristalina: ‘Cuba tem 11 milhões de habitantes e 5 milhões de policiais’. Um policial pode ganhar até quatro vezes mais do que um médico, cujo salário anda em torno de 15 dólares mensais. José, professor de História, e Marcela, sua companheira, moram num cortiço, no Centro de Havana, com mais dez pessoas (em outros chega a 30). Não há mais água encanada. Calorosos e necessitados de tudo, querem ser ouvidos. José tem o dom da síntese: ‘Cuba é uma prisão, um cárcere especial. Aqui já se nasce prisioneiro. E a pena é perpétua. Não podemos viajar e somos vigiados em permanência. Tenho uma vida tripla: nas aulas, minto para os alunos. Faço a apologia da revolução. Fora, sei que vivo um pesadelo. Alívio é arranjar dólares com turistas’. José e Marcela, Ariel e Julia, Paco e Adelaida, entre tantos com quem falamos,pedem tudo: sabão, roupas, livros, dinheiro, papel higiênico, absorventes. Como não podem entrar sozinhos nos hotéis de luxo que dominam Havana, quando convidados por turistas, não perdem tempo: enchem os bolsos de envelopes de açúcar. O sistema de livreta, pelo qual os cubanos recebem do governo uma espécie de cesta básica, garante comida para uma semana. Depois, cada um que se vire. Carne é um produto impensável.

José e Marcela, ainda assim, quiseram mostrar a casa e servir um almoço de domingo: arroz, feijão e alguns pedaços de fígado de boi. Uma festa. Culpa do embargo norte-americano? Resultado da queda do Leste Europeu? José não vacila: ‘Para quem tem dólares não há embargo. A crise do Leste trouxe um agravamento da situação econômica. Mas, se Cuba é uma ditadura, isso nada tem a ver com o bloqueio’. Cuba tem quatro classes sociais: os altos funcionários do Estado, confortavelmente instalados em Miramar; os militares e os policiais; os empregados de hotel (que recebem gorjetas em dólar); e o povo. ‘Para ter um emprego num hotel é preciso ser filho de papai, ser protegido de um grande, ter influência’, explica Ricardo, engenheiro que virou mecânico e gostaria de ser mensageiro nos hotéis luxuosos de redes internacionais.

Certa noite, numa roda de novos amigos, brinco que,quando visito um país problemático, o regime cai logo depois da minha saída. Respondem em uníssono:

Vamos te expulsar daqui agora mesmo’. Pergunto por que não se rebelam, não protestam, não matam Fidel? Explicam que foram educados para o medo, vivem num Estado totalitário, não têm um líder de oposição e não saberiam atacar com pedras, à moda palestina. Prometem, no embalo das piadas, substituir todas as fotos de Che Guevara espalhadas pela ilha por uma minha se eu assassinar Fidel para eles.

Quero explicações, definições, mais luz. Resumem: ‘Cuba é uma ditadura’. Peço demonstrações: ‘Aqui não existem eleições. A democracia participativa, direta, popular, é uma fachada para a manipulação. Não temos campanhas eleitorais, só temos um partido, um jornal, dois canais de televisão, de propaganda, e, se fizéssemos um discurso em praça pública para criticar o governo, seríamos presos na hora’.

Ricardo Alarcón aparece na televisão para dizer que o sistema eleitoral de Cuba é o mais democrático do mundo. Os telespectadores riem: ‘É o braço direito da ditadura. O partido indica o candidato a delegado de um distrito; cabe aos moradores do lugar confirmá-lo; a partir daí, o povo não interfere em mais nada. Os delegados confirmam os deputados; estes, o Conselho de Estado; que consagra Fidel’.Mas e a educação e a saúde para todos? Ariel explica: ‘Temos alfabetização e profissionalização para todos, não educação. Somos formados para ler a versão oficial, não para a liberdade.

A educação só existe para a consciência crítica, à qual não temos direito. O sistema de saúde é bom e garante que vivamos mais tempo para a submissão’.José mostra-me as prostitutas, dá os preços e diz que ninguém as condena:’Estão ajudando as famílias a sobreviver’. Por uma de 15 anos, estudante e bonita, 80 dólares. Quatro velhas negras olham uma televisão em preto e branco, cuja imagem não se fixa. Tentam ver ‘Força de um Desejo’. Uma delas justifica: ‘Só temos a macumba (santería) e as novelas como alento. Fidel já nos tirou tudo.Tomara que nos deixe as novelas brasileiras’. Antes da partida,José exige que eu me comprometa a ter coragem de, ao chegar ao Brasil, contar a verdade que me ensinaram: em Cuba só há ‘rumvoltados’.

Gallup: só 8% dos americanos têm “grande confiança” na mídia. Aqui maioria se desinteressa dos jornais

Publicado em: 06-11-2012 | Por: bidueira | Em: Política Internacional, SITUAÇÃO NACIONAL

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http://esta-acontecendo.blogspot.com.br/

Posted: 05 Nov 2012 03:02 PM PST

Maioria dos americanos não confia na mídia
Maioria dos americanos não confia na mídia

Só 8% dos americanos depositam “grande dose” de confiança no noticiário veiculado pela mídia, revelou pesquisa Gallup, citada por CNSNews.

O número significa uma queda de 11% em relação ao ano anterior e bateu o recorde de desconfiança nos 40 anos em que a Gallup vem acompanhado as opiniões nesse ponto específico.

Desde 1972, a Gallup interroga o público: “Em geral, quanta confiança e quanta segurança você tem na grande mídia – jornais, TV e rádio – quando difundem as notícias na sua integridade, com precisão e abundância de dados: muita confiança, bastante, não muita, ou nenhuma?”.

Na pesquisa deste ano, só 8% responderam: “muita”. 32% responderam “bastante”, totalizando 40% de respostas positivas, o índice mais baixo jamais registrado.

39% responderam: “não muita”, e 21% “absolutamente nada”, somando um total de 60% de respostas negativas.

Para comparar, em 1972 18% declaravam ter grande confiança e certeza nas informações da grande mídia e 50% “bastante”, somando 68% de aprovação. O auge aconteceu em 1976, quando esse total atingiu 72%.

Os simpatizantes do Partido Democrata, de tendência esquerdista, são os que mais acreditam na mídia: 58% somando “muito” e “bastante”.

Os seguidores do Partido Republicano, de tendência conservadora, são os que menos acreditam: 26%.

Compreende-se a disparidade à luz do viés esquerdizante assumido pelo macrocapitalismo publicitário.

Aliás, este descolamento da grande mídia em relação a seus leitores naturais também vem sendo verificado no Brasil.

Ele está na base da enorme proliferação de fontes de informação alternativa, como sites e blogs da Internet, que dão voz às tendências conservadoras sociais, culturais e religiosas da sociedade real.