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História de Natal – 1/5 – Schütz

Publicado em: 31-12-2012 | Por: bidueira | Em: CONTOS DE NATAL

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Monteverdi Choir 

 

HINO NACIONAL HUNGARO

Publicado em: 31-12-2012 | Por: bidueira | Em: VIAGENS

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Visita ao Parlamento Húngaro

Publicado em: 26-12-2012 | Por: bidueira | Em: VIAGENS

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ONDE ESTAVA DEUS?

Publicado em: 24-12-2012 | Por: bidueira | Em: Perseguição religiosa, PLD em Foco, Segurança Pública

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Diante da carnificina recentemente perpetrada por um psicopata em uma escola primária de Sandy Hook, Connecticut, EUA, os ateístas andaram perguntando “onde estava Deus?” quando ocorreu o massacre.

Bem, o Criador vem sendo metodicamente expulso das escolas e dos locais públicos dos USA e do mundo todo.

O vídeo abaixo apresenta uma resposta do conceituado comentarista Mr. Huckabee, da FOX TV, ao infame questionamento.

Notem que os ateístas daqui também atacaram o comentarista e principalmente a cristandade com inomináveis blasfêmias.

Mas esses hereges não perdem por esperar. Mais cedo ou mais tarde irão implorar pela misericórdia divina.

Estamos às vésperas do Natal, quando ocorrerá uma intensa troca de presentes.

Seria bom lembrarmos o real significado da data e praticarmos ações que nos aproximem Dele.

Segue o link do vídeo. Após o vídeo é possível postar um comentário.

 

O Massacre de crianças em Newtown

Publicado em: 21-12-2012 | Por: bidueira | Em: PLD em Foco, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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PLD em Foco

Novo massacre de crianças nos Estados Unidos. Se ao menos os seguranças da escola pudessem portar armas para proteger as crianças, o massacre teria sido evitado.

 

PSICOSE AMBIENTALISTA Livro repercute na Câmara dos Deputados

Publicado em: 19-12-2012 | Por: bidueira | Em: Aquecimento Global, Código Florestal, Psicoses ambientalistas

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Livro repercute na Câmara dos Deputados

 

O deputado Lael Varella (Democratas-MG) pronunciou discurso no dia 5 pp. registrando o “lance de grande importância no que concerne ao candente debate sobre o ambientalismo: o lançamento pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira da obra Psicose ambientalista, de autoria do Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança. Com efeito, este ilustre brasileiro – há anos liderando a campanha Paz no Campo – aniquila as falácias do movimento ecologista”.

Nas últimas décadas — e de modo avassalador na mais recente — o tema ambientalismo vem dando lugar a uma verdadeira psicose, fruto da ação de poderosas ONGs em busca de mudanças radicais nas relações do homem com a natureza. Tais organizações obedecem a uma espécie de cartilha internacional que se utilizando da arma psicológica do pânico tentam convencer que a Terra não mais suporta produção e progresso.

Ninguém nega que a preservação do meio ambiente seja um dever de todos, pois visa deixar às novas gerações um mundo habitável. Portanto, ninguém em sã consciência pode ser contrário às boas práticas de preservação da terra, água e ar, quer nos campos quer nas cidades.

Entretanto, Sr. Presidente, o que não se pode tolerar é que em nome dessa preservação seja introduzido um verdadeiro Cavalo de Troia dentro das muralhas de países soberanos como o nosso e que de seu bojo sejam despejados “soldados” inimigos dentro de nossa cidadela.

Essas ONGs vêm acenando para a soberania limitada sobre a nossa Amazônia, bem como de uma governança internacional. Nesse ritmo, não tardaremos em presenciar a penetração de belonaves com capacetes azuis da ONU no rio Amazonas, sob o pretexto de preservar o “pulmão do mundo”.

Na carta do Dr. Adolpho Lindenberg, Presidente do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, dirigida aos nobres parlamentares, pede-se particular atenção desse Congresso no que se refere ao novo Código Florestal a ser implantando no Brasil, o qual representará mais uma “arma” desses ecoterroristas contra a nossa laboriosa classe rural.

Por que os ecologistas fazem tanta zoeira? Como explicar tamanho devotamento a uma causa aparentemente humanitária? Como encontram tanto espaço na mídia? Aonde eles querem chegar? Ao fazer propaganda do não consumismo, não desejam eles “engessar” a expansão agropecuária no Brasil e empobrecer a nossa população?

O príncipe Dom Bertrand — que desde jovem vem se consagrando às mais nobres causas em defesa do Brasil e da civilização cristã — com muita propriedade sai à liça para desmascarar este engodo ambientalista.

Cabe lembrar que Dom Bertrand descende de Dom Pedro II, dirigente que desenvolveu uma visão de longo prazo dos interesses nacionais. Nosso último Imperador realizou grandes obras, como o reflorestamento do parque da Floresta da Tijuca, talvez a maior floresta urbana das Américas.

O ambientalista americano Thomas Lovejoy em artigo na revista Veja – por ocasião da Rio+20 – chama Dom Pedro II de Imperador visionário: “Os participantes da conferência carioca deveriam se inspirar em Dom Pedro II. Ao recuperar a Floresta da Tijuca no século XIX, ele se tornou um dos pioneiros do desenvolvimento sustentável”. Com efeito, uma das qualidades da Monarquia é a visão de longo prazo.

Continua Lovejoy: “O Imperador não precisou de ciência sofisticada ou de análises econômicas para chegar a tal conclusão. Foi o seu senso prático que o levou a perceber como o reflorestamento da área, encravada no coração da cidade, era essencial para recuperar a atividade da frágil bacia hidrográfica do Rio de Janeiro. O Brasil foi um dos pioneiros do desenvolvimento sustentável, muito antes de o termo ser cunhado pela ex-primeira-ministra da Noruega Gro Brundtland, em 1987”.

Dom Bertrand desfaz os principais mitos do “ambientalismo”, tais como: O aquecimento global é um mito sem fundamento científico, e os mais renomados cientistas o contestam. As mudanças climáticas históricas desmentem o aquecimento causado pelo CO2.

O CO2 é o gás da vida. Não produz poluição nem o falso efeito estufa. Ele é um gás natural responsável pelo crescimento das plantas. Se eliminarmos o CO2 da atmosfera, a vida cessaria na Terra. Os vulcões, com duas erupções no século XX, lançaram mais dióxido de enxofre do que toda a Revolução Industrial do século XIX até hoje.

James Lovelock, o pai da ‘hipótese Gaia’, se retratatou. Além de fazer o mea culpa, ele reconhece o falso alarmismo dos ecologistas. Lovelock chegou a afirmar, em 2006, que antes do fim do século bilhões de homens teriam morrido e os poucos que sobrevivessem ficariam no Ártico, onde o clima ainda seria tolerável. E que agora ele reconhece ter extrapolado demais. Para ele “o problema é que não sabemos o que o clima vai fazer. Há 20 anos nós achávamos que sabíamos. Isso nos levou a escrever alguns livros alarmistas – o meu inclusive – porque parecia evidente, porém não aconteceu”.

Sr. Presidente, termino com uma recomendação calorosa para todos aqueles que não querem ser enganados pelas ciladas do movimento ambientalista. Não deixem de ler o livro Psicose ambientalista, de autoria do Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança que o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira acaba de lançar.

Tenho dito.

“Um caminho fácil, curto, perfeito e seguro”

Publicado em: 19-12-2012 | Por: bidueira | Em: Aborto, Esquerda católica

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“Um caminho fácil, curto, perfeito e seguro”

Posted: 18 Dec 2012 05:33 PM PST

Um curto e bem didático documentário sobre o “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem” de S. Luís de Montfort, obra que em 2012 completa 300 anos.

Um caminho fácil, curto, perfeito e seguro para a nossa santificação: a devoção à Santíssima Virgem! Faço coro ao pedido do final do vídeo: leia e consagre-se você também.

O livro é editado pela Vozes. Pode também ser encomendado à Fraternidade Arca de Maria. Ou pode também ser baixado (junto com as orações preparatórias da Consagração) na internet.

Curtas: divórcio no Brasil, medidas pró-vida, Dom Evaristo Arns e o esvaziamento das igrejas, erro médico salva bebê

Posted: 18 Dec 2012 09:11 AM PST

Brasil tem recorde de divórcios em 2011. «O número de divórcios chegou a 351.153, um crescimento de 45,6% em relação a 2010, quando foram registrados 243.224».

A razão? Naturalmente, o afrouxamento das exigências para o divórcio. «Conforme a pesquisa, um dos fatores foi a mudança na Constituição Federal em 2010, que derrubou o prazo para se divorciar, tornando esta a forma efetiva de dissolução dos casamentos, sem a etapa prévia da separação».

Pode-se argumentar que estas pessoas já não estavam vivendo um “casamento de verdade” mesmo, e que o fim do prazo legal para o divórcio só fez diminuir a burocracia necessária para regulamentar de direito uma situação que já existia de fato. Data venia, discordo. Casamento tem muito mais a ver com responsabilidade do que com os cônjuges “sentirem-se bem”, “amarem-se romanticamente” ou qualquer outro critério subjetivo do tipo. O casamento existe enquanto não se desiste dele; e conferir facilidades à desistência conjugal, longe de meramente regulamentar uma situação de fato, é contribuir positivamente para o fim do casamento – e, por conseguinte, para a banalização de um dos pilares necessários à vida em sociedade.

* * *

– É antiga, mas merece dois tostões: “Proibir o aborto está longe de ser uma medida pró-vida”. «Eu nunca vou chamar de “pró-vida” alguém que faz piquete contra o programa Planned Parenthood e que faz lobby contra as leis relacionadas ao controle de armas regido pelo senso comum».

O que dizer? São comparações descabidas em cima de comparações descabidas! Ninguém é a favor da destruição ambiental ou do morticínio por armas de fogo. As bandeiras são pelo (verdadeiro!) desenvolvimento sustentável, que resguarda a primazia do homem na escala de valores da natureza, e pelo exercício do direito à legítima defesa, que dá a cada um a capacidade de proteger a si próprio e aos seus. Ao contrário, o aborto é a destruição direta de um ser humano. Causa espécie que existam pessoas incapazes de distinguir entre um espantalho e uma reivindicação literal!

Bem característico da qualidade argumentativa do texto é este período aqui: «O respeito pela santidade da vida, se você acredita que ela começa no momento da concepção, não pode terminar no nascimento». Oras, em primeiro lugar, ninguém “acredita” que a vida começa na concepção. Nós sabemos, com sólido e inabalável fundamento científico e filosófico, que a união dos gametas masculino e feminino produz um novo ser, distinto da mãe e pertencente à espécie humana. Isto é um fato, não uma coisa na qual se “acredita”. Se os “pro-choice” defendem que certos seres humanos são mais passíveis de proteção do que outros, que assumam abertamente as suas posições. Mas não venham querer jogar fatos objetivos e incontestes para o cômodo terreno das crendices e opiniões.

Em segundo lugar, é bastante óbvio que ninguém que é contra o aborto afirma que os cuidados com o ser humano devam terminar no momento do nascimento: isto é só mais um espantalho grosseiríssimo do sr. Thomas Friedman. Mas para quem tem o admirável dom de escrever um texto falacioso do primeiro ao último parágrafo, tal sofisma deve brotar com a naturalidade de um cacoete involuntário e incontrolável. Talvez ele nem perceba; mas isso, embora possa talvez escusá-lo da patifaria intelectual, não transforma esta tagarelice em argumento que deva ser levado a sério.

* * *

Dom Evaristo Arns admite que suas homilias esvaziavam a igreja. Simplesmente faço coro:

O crescimento das igrejas evangélicas se deu, em grande parte, graças ao bla-bla-blá marxista dos padres da Teologia da Libertação. O fiel ia pra paróquia querendo ouvir palavras de vida eterna, e, em vez disso, tinha que aturar um sermão enfadonho contra o “capetalismo”, sobre os oprimidos etc. (tudo muito teórico e distante da realidade do povo, pra variar). Um belo dia, cedendo ao convite de um amigo crente, o sujeito resolvia dar uma passadinha no culto, e o que ele via? Um pastor falando das coisas de Deus, falando de Cristo, explicando as coisas da Bíblia… Opa, finalmente!

E aí, entre uma paróquia transformada em filial do partido comunista e uma igrejola cheia de gente histérica, mas que, ao menos, ainda lembra que Jesus existe, com quem vocês acham que o povo simples fechava?

Estes resultados são tão deprimentes quanto previsíveis. O povo simples tem sede de Deus e, portanto, não se deixa engabelar facilmente pelo materialismo grosseiro e estéril da Teologia da Libertação. Foram às seitas protestantes para beber água suja, sim, mas muitas vezes forçados pelas circunstâncias eclesiásticas católicas – onde nem sequer água barrenta lhes davam. Foram à pocilga comer o farelo dos porcos porque, para vergonha nossa, nas paróquias só lhes davam pedras para comer.

* * *

Erro médico salva bebê prematuro. Há «um código ético seguido pelos hospitais do Reino Unido que diz que os médicos não devem se esforçar para manter vivos esses bebês prematuros». E então aconteceu o seguinte:

Mas Maddalena sobreviveu, e, quando foi pesada, a balança marcou 1 libra (aproximadamente 453 gramas), número considerado razoável que fez com que os médicos decidissem agir para mantê-la viva. Acontece que a bebê pesava, na verdade, apenas 382 gramas, e uma tesoura esquecida em cima da balança havia aumentado seu peso. Se não fosse por isso, provavelmente eles teriam seguido o código e deixado os esforços de lado.

Ela sobreviveu e agora já está em casa. Um amigo perguntou que espécie de código de ética é este que proíbe os médicos de se esforçarem para salvar a vida de bebês prematuros; a perplexidade dele é plenamente justificável. É o tecnicismo colocado acima do mais elementar respeito à vida humana frágil e indefesa! E ainda querem nos fazer acreditar que estamos evoluídos. Ao contrário, parece-me bastante óbvio que o progresso moral não acompanhou o extraordinário desenvolvimento técnico que alcançamos. E é claro que a técnica é uma coisa muito boa, mas ela é um meio que se deve orientar ao bem do ser humano. Afinal de contas, se isto for esquecido, de que nos serve a técnica? Mais vale um médico sem perícia e sem tecnologia preocupado em salvar uma criança prematura do que um que, embora possua excelentes habilidades e tecnologia de ponta, prefira deixar um bebê frágil morrer sem cuidados! E a saúde moral de qualquer sociedade está fortemente relacionada ao quanto ela percebe que esta proposição é evidente.

Colômbia-FARC-Cuba: conversações de “paz” e teatro do absurdo

Publicado em: 19-12-2012 | Por: bidueira | Em: Política Internacional

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Colômbia-FARC-Cuba: conversações de “paz” e teatro do absurdo
 
Destaque Internacional
 
Desde o palco montado em Havana, chefe narco-guerrilheiro “Timochenko” declara, afrontando cruelmente a verdade histórica, que a paz sempre foi uma “nobre aspiração” das FARC
 
1. As conversações de “paz” oferecidas pelo governo colombiano às cruéis narco-guerrilhas FARC, que se desenvolvem no palco oferecido por Havana, parecem-se mais a um roteiro do “teatro do absurdo”. Às narco-guerrilhas desprestigiadas e dizimadas depois de décadas de crimes, de repente lhes servem em bandeja a oportunidade de uma diálogo de “paz” que é diametralmente o contrário do que estiveram fazendo desde décadas, ou seja, semear o ódio através de dezenas de milhares de seqüestros e assassinatos, e promover o desmembramento revolucionário da Colômbia.
 
2. Trata-se de um diálogo de “paz” que outorgará aos narco-guerrilheiros um longo período de meses de sossego diplomático, para que sarem feridas, se reorganizem e façam abundante publicidade gratuita, tendo à disposição generosos microfones e câmeras do mundo inteiro. É um diálogo de “paz” que se leva a cabo nada mais, nada menos que em Havana, a alcova e refúgio de todos os lobos revolucionários latino-americanos.
 
3. Que nos conste, pouco ou nada explicaram as autoridades de Bogotá sobre o papel de Havana no apadrinhamento e promoção desse diálogo de “paz”, um silêncio que se transforma em uma incógnita. Há alguns meses, antes da Cúpula das Américas celebrada em abril pp. em Cartagena de Indias, chamou a atenção o esforço diplomático inusitado do presidente Santos, da Colômbia, para promover a presença de Cuba comunista na referida reunião internacional, incluindo uma viagem a Havana, antes da Cúpula, para se reunir com o ditador Raúl Castro. Santos também manteve contatos paralelos com o presidente Chávez da Venezuela, importante mantenedor financeiro do regime de Havana. Esse inusitado esforço diplomático pró-cubano do presidente Santos, terá sido uma moeda de troca relacionada com a “paz” que se preparava com a narco-guerrilha?
 
4. As FARC não perdem tempo e estão aproveitando publicitariamente, o máximo possível, a oportunidade oferecida em bandeja pelo presidente Santos. Desde o palco montado em Havana, o chefe narco-guerrilheiro “Timochenko” acaba de declarar, afrontando da maneira mais brutal a verdade histórica, que a paz sempre foi uma “nobre aspiração” que a narco-guerrilha colombiana supostamente defenderia “desde há já meio século”.
 
5. Em boa medida, o futuro da Colômbia está nas mãos dos próprios colombianos, que se encontram diante do dilema de aceitar ou não os cantos de sereia dos narco-guerrilheiros. Afortunadamente, até o momento essas conversações de “paz” não cheiram bem para a maioria dos colombianos, segundo as mais recentes pesquisas de opinião divulgadas em fins de novembro pelos institutos de pesquisas Datexco e Ipsos Napoleón Franco. Os resultados de ambos institutos mostram uma queda de popularidade do presidente Santos, por causa desse inusitado diálogo incondicional com os narco-guerrilheiros.
 
6. Ganha enorme atualidade, neste momento histórico, o livro “Colombia: nunca más bajo el imperio del caos – Un análisis de 20 años de guerra subversiva y de capitulaciones inaceptables”, editado em 2007 por Tradición y Acción, que oferecemos gratuitamente aos leitores das Américas em formato PDF. Esse livro mostra, passo a passo, os mecanismos de psicologia social usados pelas esquerdas colombianas para transformar durante anos esse país em um literal “laboratório do caos”. Um livro que é, ao mesmo tempo, um diagnóstico e um antídoto para que essa tragédia não volte a se repetir.
 
Para receber gratuitamente por e-mail o referido livro, em formato PDF, por favor, envie e-mail a: destaque2016@gmail.com. Também pode enviar sua valiosa opinião, ou solicitar para não receber nossas mensagens, ao mesmo e-mail.
 
Destaque Internacional – Ano XIV – nº 370 – 05 de dezembro de 2012. Editorial interativo. Responsável: Javier González. São bem-vindas sugestões, opiniões e críticas. E-mail: destaque2016@gmail.com. O presente texto pode ser difundido livremente, inclusive sem citar a fonte. No próximo Natal celebraremos 15 anos de Destaque Internacional.
 
Tradução: Graça Salgueiro

Discrepância de Critérios

Publicado em: 17-12-2012 | Por: bidueira | Em: Política Internacional, SITUAÇÃO NACIONAL

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Discrepância de critérios

  • Diário do Comércio
Publicado em Domingo, 16 Dezembro 2012 
Escrito por Sérgio Paulo Muniz Costa

 

Depois das estridências internacionais dos dois mandatos de Lula, a política externa brasileira adotou um perfil mais discreto. Não era para menos, considerando-se a repercussão do desgaste e dos prejuízos sofridos pelo País com a receita de regionalismo ideológico e de anti-ocidentalismo sistemático ditada pelo PT à diplomacia nacional. Os resultados se afiguram evidentes: o Brasil hoje influi menos na sua área de interesse direto, a América do Sul, e o seu protagonismo internacional definhou.

O que aparece como equívoco da política externa brasileira nos últimos anos advém do abandono das grandes linhas que ela seguia até a ascensão do PT ao poder. Com as questões de fronteiras e geopolíticas do século 19 superadas, o Brasil pôde, após a Segunda Guerra Mundial, orientar sua política externa primordialmente para o desenvolvimento.

As grandes iniciativas do País nesse sentido durante a segunda metade do século 20 aconteceram no locus ampliado da diplomacia de Estado marcada pelo interesse nacional e realismo.

Isso ficou para trás. Porém, a nova política externa do Brasil tem mais a ver com a política interna, na medida em que serve ao objetivo do PT de comandar o governo e controlar o Estado. Em nenhuma área isso é mais evidente do que no campo das relações exteriores, com chanceleres sujeitos à orientação do partido. Em nenhuma área isso é mais grave do que no campo da defesa nacional, com forças armadas que tiveram as missões constitucionais alteradas em sua essência, agora sujeitas à vontade única do Executivo.

A essa altura já devia ter ficado claro para os analistas que o critério  normalmente usado para avaliar o sucesso de uma política externa não se aplica à diplomacia companheira.

Para ela, não se trata de obter e operacionalizar acordos vantajosos ao País nos campos político, econômico e militar, mas sim em aumentar o poder interno do PT e consolidar alianças externas que contribuam para a formatação do ambiente regional segundo seus interesses. Por isso, a política externa do PT segue firme, infensa à crítica do processo político  numa sociedade pouco acostumada ao debate sobre defesa e relações internacionais.

Infelizmente, já está claro que essa chocante discrepância de critério se estende a outras expressões da vida nacional, conformando uma preocupante percepção do PT como vanguarda de uma esquerda antissistema que neste momento resiste mal à tentação de afrontar as instituições que não controla. É sempre útil lembrar que o critério de sucesso e fracasso nunca está na letra dos projetos políticos, pois, definitivamente, ele se sujeita à prova da História.

Só é bom para um partido político o que é bom para o Brasil.

 

Sérgio Paulo Muniz Costa é historiador. Foi Delegado do Brasil na Junta Interamericana de Defesa, órgão de assessoria da OEA para assuntos de segurança hemisférica.

Ambientalismo inocula pânico em leitor desavisado, pelo fato de a “Terra verde” ficar verde

Publicado em: 15-12-2012 | Por: bidueira | Em: Aquecimento Global, Código Florestal, Psicoses ambientalistas

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http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com.br/2012/08/ambientalismo-inocula-panico-em-leitor.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+VerdeACorNovaDoComunismo+(Verde:+a+cor+nova+do+comunismo)

 

Posted: 04 Aug 2012 11:30 PM PDT

Derretimento súbito e fugaz de camada superficial do gelo
acontece cada 150 anos

“Os cientistas veem no inusual fenômeno do descongelamento da Groenlândia (Greenland, ou Terra verde, em inglês) indícios de que o aquecimento [global] está se acelerando”.

A notícia no diário madrilense “El País” era para assustar. Apresentava uma mulher contemplando perplexa um panorama da Groenlândia, cuja metade estava degelada.

O leitor desprevenido, acostumado a passar rápido por títulos, fotos e destaques gráficos, facilmente caía na arapuca.

E saía sugestionado por mais esta martelada rasteira em favor do cada vez mais desprestigiado “aquecimento global”.

Groenlândia: vikingos batizaram “Terra Verde” (Greenland)

Porém, para quem lia pelos menos algumas linhas, o truque entrava pelos olhos.

O artigo, para descrever um “acontecimento extremo sem precedentes registrado” – um derretimento parcial notável da cobertura de gelo da Groenlândia –, começava dizendo que “a Groenlândia se encaminha para fazer jus a seu nome”.

Só essa frase é suficiente para afirmar o contrário do que o artigo enfia sorrateiramente na mente do leitor: o fato de se chamar “Terra verde” aponta que, para a Groenlândia, o normal não é estar coberta de gelo, mas ser verde.

E se o “aquecimento global” está derretendo o gelo, esse aquecimento está levando as coisas de volta à normalidade. Portanto, não temos nada a temer dele, e sim a comemorar.

Mas a ilogicidade habita sem incômodos nos mal arejados cômodos da mansão da propaganda ambientalista mundial.

Fugaz fenômeno é bem conhecido pelos habitantes

Após citar “cientistas da NASA” em seu favor, a enganação alarmista acrescenta que o fenômeno de derretimento da camada superficial do gelo na Groenlândia é de tal maneira “único [que] desde que se iniciaram as observações espaciais há 30 anos, que inicialmente os investigadores acharam era erro”.

Alguns parágrafos mais abaixo, o artigo afirma sem rubor, citando um extremado arauto do alarmismo, que “eventos desse tipo acontecem aproximadamente uma vez cada 150 anos”, tendo o último sido registrado em 1889.

É claro que o fato só podia ser “único” para os satélites que trabalham há apenas 30 anos! O leitor que não chegou até os parágrafos mais remotos do artigo saiu ludibriado.

Porém, o artigo, como está na praxe desses golpes, incluiu alguns testemunhos para vacinar as críticas:

“Quiçá a mais prudente seja uma das cientistas da NASA, Dorothy Hall: “É cedo demais para dizer que o acontecido se deve ao aquecimento global. Se continuarmos vendo derretimentos grandes como esse, a evidência apontará que há aceleração do aquecimento”. Quantas décadas teremos que aguardar para ter essa confirmação?

Qaqortoq, na Groenlândia
Qaqortoq, na Groenlândia

Na realidade, no momento que escrevemos, muitos leitores terão esquecido que a mídia falou desse fenômeno passageiro.

Porém, nos subconscientes se terá acumulado mais uma impressão errônea ao lado de muitos outros jogos midiáticos que envenenam o processo cognitivo do leitor.

O fato certo é que em 8 de julho uma frente quente inusualmente forte estacionou durante três dias sobre a ilha, mas por volta do dia 16 ela estava se dissipando.

Essa frente provocou o degelo de uma área central da Groenlândia que não se derretia desde 1889.

Fenômeno natural foi manipulado  para agitar fantasmas alarmistas  sobre elevação do nível dos mares
Fenômeno natural foi manipulado
para agitar fantasmas alarmistas
sobre elevação do nível dos mares

A seguir, a notícia tecia elucubrações cientificas sobre o que aconteceria se houvesse uma fusão total do gelo da Groenlândia e uma consequente elevação do nível dos oceanos em sete metros.

O exercício abstrato, ou virtual, pode ser proveitoso para cientistas prudentes, que sabem ponderar o lado do jogo intelectual e sua irrealidade nos fatos concretos.

Mas, jogado tendenciosamente num artigo para o grande público, gera desarranjos mentais e pânico.

Para completar, o artigo encerra com uma acesa objurgatória contra os governos que nada fazem para impedir o aquecimento da Terra – como se eles pudessem fazer qualquer coisa nesse sentido – e desacatam as avaliações do IPCC (obviamente sem sequer aludir às inúmeras falcatruas científicas e outras que foram denunciadas nos relatórios desse órgão político da ONU).

O golpe do “El País” não tem nada de novo. Apenas a ilogicidade extrema com que ele foi aplicado serve para analisarmos com facilidade o mecanismo de distorção da informação e inoculação da ideologia verde no grande público.