Matérias em Destaque

MAÇÃ ENVENENADA Maçã envenenada Péricles Capanema Maçã é ótimo. A apple a day keeps the doctor away, garante velho brocardo inglês. Se podre, pode intoxicar, até matar. Vou falar sobre leilão de privatização,...

Leia mais...

Mais um projeto do Senado para plebiscito sobre desarmamento PLD em Foco Coronel Paes de lira comenta https://www.youtube.com/watch?v=sJ39v9D0Blc&feature=youtu.be

Leia mais...

Próximo REPRODUÇÃO AUTOMÁTICA 2:39 Sobre a proposta... PLD em Foco Coronel Paes de Lira comenta Pela Legitima Defesa Publicado em 21 de set de 2017  Retiram o Projeto de lei de Plebiscito pela revogação do Estatuto do Desarmamento e outro senador...

Leia mais...

O dever de ajudar a Venezuela http://gpsdoagronegocio.blogspot.com.br/ www.ipco.org.br ABIM O dever de ajudar a Venezuela Péricles Capanema O normal seria hoje comentar a sórdida corrupção revelada nos últimos dias. Contudo,...

Leia mais...

Senador propõe plebiscito sobre Estatuto do Desarmamento:... PLD em Foco Coronel paes de Lira comenta Pela Legitima Defesa Publicado em 13 de set de 2017 Projeto de lei de Plebiscito pela revogação do Estatuto do Desarmamento é inoportuno desnecessário! https://youtu.be/T3MHdAiADYw

Leia mais...

  • Anterior
  • Proximo

Namorando com o suicídio

Publicado em: 31-01-2013 | Por: bidueira | Em: PLD em Foco, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

0

Namorando com o suicídio José Roberto Guzzo Veja 30.01.2013 Pág. 72

Se nada piorar neste ano de 2013, cerca de 250 policiais serão assassinados no Brasil até o dia 31 de dezembro. É uma história de horror, sem paralelo em nenhum país do mundo civilizado. Mas estes foram os números de 2012, com as variações devidas às diferenças nos critérios de contagem, e não há nenhuma razão para imaginar que as coisas fiquem melhores em 2013 – ao contrário, o fato de que um agente da polícia é morto a cada 35 horas por criminosos, em algum lugar do país, é aceito com indiferença cada vez maior pelas autoridades que comandam os policiais e que têm a obrigação de ficar do seu lado. A tendência, assim, é que essa matança continue sendo considerada a coisa mais natural do mundo – algo que “acontece”, como as chuvas de verão e os engarrafamentos de trânsito de todos os dias.

Raramente, hoje em dia, os barões que mandam nos nossos governos, mais as estrelas do mundo intelectual, os meios de comunicação e a sociedade em geral se incomodam em pensar no tamanho desse desastre. Deveriam, todos, estar fazendo justo o contrário, pois o desastre chegou a um extremo incompreensível para qualquer país que não queira ser classificado como selvagem. Na França, para ficar em um exemplo de entendimento rápido, 620 policiais foram assassinados por marginais nos últimos quarenta anos – isso mesmo, quarenta anos, de 1971 a 2012. São cifras em queda livre. Na década de 80, a França registrava, em média, 25 homicídios de agentes da polícia por ano, mais ou menos um padrão para nações desenvolvidas do mesmo porte. Na década de 2000 esse número caiu para seis – apenas seis, nem um a mais, contra os nossos atuais 250. O que mais seria preciso para admitir que estamos vivendo no meio de uma completa aberração?

Há alguma coisa profundamente errada com um país que engole passivamente o assassínio quase diário de seus policiais – e, com isso, diz em voz baixa aos bandidos que podem continuar matando à vontade, pois, no fundo, estão numa briga particular com “a polícia”, e ninguém vai se meter no meio. Essa degeneração é o resultado direto da política de covardia a que os governos estaduais brasileiros obedecem há décadas diante da criminalidade. Em nenhum lugar a situação é pior do que em São Paulo, onde se registra a metade dos assassinatos de policiais no Brasil; com 20% da população nacional, tem 50% dos crimes cometidos nessa guerra. É coisa que vem de longe. Desde que Franco Montoro foi eleito governador, em 1982, nas primeiras eleições diretas para os governos estaduais permitidas pelo regime militar, criou-se em São Paulo, e dali se espalhou pelo Brasil, a ideia de que reprimir delitos é uma postura antidemocrática – e que a principal função do estado é combater a violência da polícia, não o crime. De lá para cá, pouca coisa mudou. A consequência está aí: mais de 100 policiais paulistas assassinados em 2012.

O jornalista André Petry, num artigo recente publicado nesta revista, apontou um fato francamente patológico: o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, conseguiu o prodígio de não comparecer ao enterro de um único dos cento e tantos agentes da sua polícia assassinados ao longo do ano de 2012. A atitude seria considerada monstruosa em qualquer país sério do mundo. Aqui ninguém sequer percebe o que o homem fez, a começar por ele próprio. Se lesse essas linhas, provavelmente ficaria surpreso: “Não, não fui a enterro nenhum. Qual é o problema?”. A oposição ao governador não disse uma palavra sobre sua ausência nos funerais. As dezenas de grupos prontos a se indignar 24 horas por dia contra os delitos da polícia, reais ou imaginários, nada viram de anormal na conduta do governador. A mídia ficou em silêncio. É o aberto descaso pela vida, quando essa vida pertence a um policial. É, também, a capitulação diante de uma insensatez: a de ficar neutro na guerra aberta que os criminosos declararam contra a polícia no Brasil.

Há mais que isso. A moda predominante nos governos estaduais, que vivem apavorados por padres, jornalistas, ONGs, advogados criminais e defensores de minorias, viciados em crack, mendigos, vadios e por aí afora, é perseguir as sua próprias polícias – com corregedorias, ouvidorias, procuradorias e tudo o que ajude a mostrar quanto combatem a “arbitrariedade”. Sua última invenção, em São Paulo, foi proibir a polícia de socorrer vítimas em cenas de crime, por desconfiar que faça alguma coisa errada se o ferido for um criminoso; com isso, os policiais paulistas tornam-se os únicos cidadãos brasileiros proibidos de ajudar pessoas que estejam sangrando no meio da rua. É crescente o número de promotores que não veem como sua principal obrigação obter a condenação de criminosos; o que querem é lutar contra a “higienização” das ruas, a “postura repressiva” da polícia e ações que incomodem os “excluídos”. Muitos juízes seguem na mesma procissão. Dentro e fora dos governos continua a ser aceita, como verdade científica, a ficção de que a culpa pelo crime é da miséria, e não dos criminosos. Ignora-se o fato de que não existe no Brasil de hoje um único assaltante que roube para matar a fome ou comprar o leite das crianças. Roubam, agridem e matam porque querem um relógio Rolex; não aceitam viver segundo as regras obedecidas por todos os demais cidadãos, a começar pela que manda cada um ganhar seu sustento com o próprio trabalho. Começam no crime aos 12 ou 13 anos de idade, estimulados pela certeza de que podem cometer os atos mais selvagens sem receber nenhuma punição; aos 18 ou 19 anos já estão decididos a continuar assim pelo resto da vida.

Essa tragédia, obviamente, não é um “problema dos estados”, fantasia que os governos federais inventaram há mais de 100 anos para o seu próprio conforto – é um problema do Brasil. A presidente Dilma Rousseff acorda todos os dias num país onde há 50 000 homicídios por ano; ao ir para a cama de noite, mais de 140 brasileiros terão sido assassinados ao longo de sua jornada de trabalho. Dilma parece não sentir que isso seja um absurdo. No máximo, faz uma ou outra reunião inútil para discutir “políticas públicas” de segurança, em que só se fala em verbas e todos ficam tentando adivinhar o que a presidente quer ouvir. Não tem paciência para lidar com o assunto; quer voltar logo ao seu computador, no qual se imagina capaz de montar estratégias para desproblematizar as problematizações que merecem a sua atenção. Não se dá conta de que preside um país ocupado, onde a tropa de ocupação são os criminosos.
Muito pouca gente, na verdade, se dá conta. Os militares se preocupam com tanques de guerra, caças e fragatas que não servem para nada; estão à espera da invasão dos tártaros, quando o inimigo real está aqui dentro. Não podem, por lei, fazer nada contra o crime – não conseguem nem mesmo evitar que seus quartéis sejam regularmente roubados por criminosos à procura de armas. A classe média, frequentemente em luta para pagar as contas do mês, se encanta porque também ela, agora, começa a poder circular em carros blindados; noticia-se, para orgulho geral, que essa maravilha estará chegando em breve à classe C. O número de seguranças de terno preto plantados na frente das escolas mais caras, na hora da saída, está a caminho de superar o número de professores. As autoridades, enfim, parecem dizer aos policiais: “Damos verbas a vocês. Damos carros. Damos armas. Damos coletes. Virem-se.”

É perturbadora, no Brasil de hoje, a facilidade com que governantes e cidadãos passaram a aceitar o convívio diário com o mal em estado puro. É um “tudo bem” crescente, que aceita cada vez mais como normal o que é positivamente anormal – “tudo bem” que policiais sejam assassinados quase todos os dias, que 90% dos homicídios jamais cheguem a ser julgados, que delinquentes privatizem para seu uso áreas inteiras das grandes cidades. E daí? Estamos tão bem que a última grande ideia do governo, em matéria de segurança, é uma campanha de propaganda que recomenda ao cidadão: “Proteja a sua família. Desarme-se”. É uma bela maneira, sem dúvida, de namorar com o suicídio.
Fonte: Veja

Em Washington, 500 mil marcham contra o aborto

Publicado em: 29-01-2013 | Por: bidueira | Em: Família

0

Sem base em reivindicações jurídicas qualquer direito à homossexualidade

Publicado em: 23-01-2013 | Por: bidueira | Em: Aborto, Família, Perseguição religiosa

0

Sem base em reivindicações jurídicas qualquer direito à homossexualidade

Posted: 21 Jan 2013 01:41 PM PST

Um aspecto da histórica manifestação (800 mil pessoas) em defesa da família e contra o homossexualismo no dia 13 de janeiro em Paris A associação Avenir de la Culture distribuiu ontem à imprensa francesa e estrangeira um comunicado [abaixo] muito oportuno, comentando um outro comunicado: o documento lançado pela Conferência Episcopal francesa, três dias após a maior manifestação da história…

http://conservador.blog.br/2013/01/sem-base-em-reivindicacoes-juridicas.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+souconservador+%28Sou+conservador+sim%2C+e+da%C3%AD%3F%29

Jovem texana depõe contra o desarmamento

Publicado em: 22-01-2013 | Por: bidueira | Em: PLD em Foco, Segurança Pública

0

Peço sua atenção para o emocionado, mas firme e coerente, depoimento dessa jovem texana perante uma daquelas famigeradas comissões “politicamente corretas” que urdem o desarmamento civil nos Estados Unidos. Apenas cinco minutos.

Lula. Crime de responsabilidade é denunciado.

Publicado em: 14-01-2013 | Por: bidueira | Em: PT, SITUAÇÃO NACIONAL

0

Professor Marco Antonio Vila, da Universidade de São Carlos, fala no Jornal da Cultura:

 

Livro Psicose Ambientalista no Paraná

Publicado em: 14-01-2013 | Por: bidueira | Em: Aborto, Aquecimento Global, Código Florestal, DIREITO DE PROPRIEDADE, Família, Psicoses ambientalistas, SITUAÇÃO NACIONAL

0

Paraná diz NÃO à psicose ambientalista e acolhe caravana do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira

Posted: 13 Jan 2013 06:43 PM PST

Daniel F.S. Martins

A Caravana do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira está percorrendo todo o estado do Paraná para alertar a população para os principais inimigos da civilização cristã nos dias de hoje.

Além de fazer a defesa da família – combatendo os projetos de lei que promovem o aborto e a agenda do movimento homossexual – os jovens caravanistas estão difundindo o livro PSICOSE AMBIENTALISTA, de autoria do príncipe Dom Bertrand de Orléans e Bragança.

Veja vídeo
PARANÁ:
caravana do IPCO
denuncia
PSICOSE AMBIENTALISTA
CLIQUE PARA VER

PSICOSE AMBIENTALISTA denuncia a manobra internacional que pretende, à pretexto de defender a natureza, implantar uma nova forma de socialismo, acabar com a produção e a propriedade, e equiparar o homem às plantas e animais.

Essa meta radical e utópica é visada gerando na opinião pública uma verdadeira psicose que a impeça de reagir racionalmente.

O vídeo abaixo mostra aspectos desta importante campanha.

 

Video: PARANÁ: caravana do IPCO denuncia PSICOSE AMBIENTALISTA

 

 

FARCs, CHAVES e PT: miscelânea de vídeos

Publicado em: 05-01-2013 | Por: bidueira | Em: CHAVES, Comissão da Verdade, FARCs, Política Internacional, PT, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

0

 

http://www.youtube.com/watch?v=H0JBsmpzMY0

lowFullScreen=”true” allowscriptaccess=”always” allowfullscreen=”true” />

À margem do Massacre de Newton: utopia e realidade

Publicado em: 03-01-2013 | Por: bidueira | Em: Aborto, Família, Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, Perseguição religiosa, PLD em Foco, Segurança Pública

0

http://ipco.org.br/home/noticias/a-margem-do-massacre-de-newton-utopia-e-realidade

Marcos Machado

Muito se escreveu sobre o recente massacre na Escola Fundamental de Sandy Hook, em Newton, Connecticut.

Os “pacifistas”, melhor seria dizer “pacinistas”1, aproveitaram-se do fato para expandir sua ideologia contrária ao porte de armas por cidadãos honestos.

Para sua mentalidade utópica, bastaria fazer uma lei assim:

“Fica decretada a bondade em todos os corações. Revogam-se as disposições em contrário”.

Ou então, pensam outros: “proibam-se as armas e reinará a paz”.

Concretamente a solução para o problema da violência está em primeiro lugar em entender as raízes do problema, a este propósito recomendamos a nossos leitores o trecho do Prof Plinio Corrêa de Oliveira2;

“Chegou o momento de indagarmos [a respeito] das verdadeiras causas de tal desastre. É chegada a ocasião de esquadrinharmos novamente a História, não como um pasto para fantasias e utopias liberais, mas como laboratório em cujos fatos e acidentes, como em retortas e alambiques, se elaborou o presente.

“Bárbaro, portanto, e incivilizado, é o homem que não governa seus instintos e que se torna, assim, inapto para a vida social.

“O alicerce de toda civilização é a moralidade. E quando uma civilização se edifica sobre os alicerces de uma moralidade frágil, quanto mais ela cresce, tanto mais se aproxima da ruína. É como uma torre que, assentando-se sobre alicerces insuficientes, ruirá desde que chegue a certa altura.

“O trabalho que a humanidade tem efetuado desde o século XIV consistiu em enfraquecer os alicerces e aumentar o número de andares.”

Desde o século XIV, ano 1300, um processo contínuo de solapamento. E em 2012, vivemos a destruição quase cabal daqueles alicerces referidos acima por Plinio Corrêa de Oliveira: a catástrofe moral representada pelo divórcio, da prática criminosa do assassinato de inocentes que é o aborto, as blasfêmias, as leis favorecendo e protegendo a sodomia, como por exemplo o casamento homossexual, a liberação das drogas e o nudismo desenfreado. Não é de se estranhar que dentro de uma sociedade assim destruída moralmente engendre pessoas desequilibradas, como a que praticou o massacre de crianças inocentes.

Iluminados pela sabedoria demonstrada no texto citado é licito concluir que qualquer medida que tenha por fim estabelecer a correção de uma sociedade passa necessariamente pelo restabelecimento da moralidade individual e pública resultando no controle dos instintos que se obtém pela prática das virtudes cristãs ajudada pela graça de Deus a rogos de Maria Santíssima.

1 – Neologismo derivado da palavra pacinismo que é a paz baseada no cinismo.

2 – Catolicismo e Civilização, Legionário, 27.9.1931

Concerto de Final de Ano em Viena – Radetzky March

Publicado em: 01-01-2013 | Por: bidueira | Em: CONTOS DE NATAL, VIAGENS

0