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General Villas Bôas fala sobre a Defesa da Amazônia

Publicado em: 22-09-2013 | Por: bidueira | Em: Código Florestal, Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, Psicoses ambientalistas, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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Em brilhante exposição, o General Villas Bôas, Comandante Militar da Amazônia, foi aplaudido de pé ao final de sua palestra sobre a defesa da nossa Amazônia, realizada para o seleto auditório do Instituto Plínio Corrêa de Oliveira.

Foi no dia 19 de setembro de 2013, no Clube Homs, em São Paulo. Assista em:

http://pt.gloria.tv/?media=502787

Parte II – Perguntas e respostas   http://de.gloria.tv/?media=502925

Mentira do Zé Caroço: os homicídios diminuiram no Brasil!

Publicado em: 22-09-2013 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, FARCs, PLD em Foco, PT, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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PLD em Foco

José Dirceu: os homicídios diminuiram no Brasil…

Em seu blog ele contradiz os dados do IPEA que mostra o contrário.

Leia em:

http://www.youtube.com/watch?v=vAgVLch9tao&feature=em-uploademail

E se Allende fosse vitorioso em 1973?

Publicado em: 20-09-2013 | Por: bidueira | Em: CHAVES, DIREITO DE PROPRIEDADE, Política Internacional, PT

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20/09/13 – E se Allende fosse vitorioso em 1973?

Leandro Narloch 
TENDÊNCIAS/DEBATES Folha de São Paulo


Obra de destaque da arquitetura socialista, o Muro Chile-Peru evita que chilenos caiam nas garras do imperialismo capitalista 
Bem-vindo à República Socialista do Chile, o segundo mais duradouro regime comunista da América Latina. Em setembro de 2013, o Chile comemora os 40 anos da Revolução Salvadora, o heroico episódio em que o presidente Salvador Allende derrotou as tropas do general Augusto Pinochet e implantou um regime revolucionário de partido único que se mantém vibrante até hoje.
Aos 105 anos, mas em pleno vigor intelectual, Salvador Allende continua no cargo de líder supremo da revolução. Desde 2006, ele delegou a maior parte de seus poderes à sua sobrinha Isabel Allende.

Em seu mais recente discurso, proferido durante quatro horas na Praça Mao Tsé-tung e exibido em nosso único canal de TV, Isabel Allende afirmou que as armas nucleares chilenas só serão usadas contra o Peru e a Argentina caso esses países insistam em financiar dissidentes. 

São inegáveis os ganhos da revolução. A taxa de analfabetismo e a mortalidade infantil estão entre as de países desenvolvidos –e muito acima dos vizinhos latino-americanos. É verdade que o Chile enfrenta um longo racionamento de comida e o desabastecimento de produtos. Mas é preciso esclarecer que são falhas causadas pelo bloqueio econômico dos Estados Unidos. 

Além disso, o governo acaba de anunciar novas fábricas estatais de produtos básicos, que deverão sanar os problemas de abastecimento de pão e roupas já em 2019. Outra boa notícia é que grande parte dos trabalhadores ingressará nas novas indústrias por vontade própria. 

Uma das obras de maior destaque da arquitetura socialista chilena é o Muro Chile-Peru. Com extensão total de 160 quilômetros, cobrindo a fronteira com o vizinho do norte, o muro foi construído com a ajuda de engenheiros da Alemanha Oriental. Além da importância como monumento, bem mais imponente que o Muro de Berlim, a obra tem a função de evitar que chilenos incapazes de entender os ideais da revolução caiam nas garras do imperialismo capitalista. 

Como toda a revolução que desafia as elites, o regime chileno tem opositores. Blogueiros e organizações, financiados pela CIA, acusam o governo Allende de maquiar estatísticas relevantes para o cálculo do IDH, censurar jornais e ter executado, num fictício campo de concentração no deserto do Atacama, pelo menos 400 mil dissidentes. 

É verdade que houve conflitos a partir de 1973, mas os mortos somam a metade desse número –e eram todos eles agentes infiltrados da CIA e seus informantes, condenados em nossos tribunais revolucionários. 

Também há exagero na estimativa de chilenos que morreram de frio nos Andes ao tentar atravessar a pé a fronteira para a Argentina. Os opositores da revolução falam em 340 mil mortos –mas o número total não chega a um terço disso.

É lamentável que alguns cidadãos, tomados pelo individualismo burguês, recusem-se a contribuir com a revolução. Não se pode levar a sério os opositores. Dizem que o Chile seria hoje o país mais rico da região se tivesse optado por uma postura econômica neoliberal. Ora, isso é risível. Alucinações e disparates como esse jamais conseguirão abalar os grandes feitos do Via Chilena do Comunismo.

 

E ninguém faz nada…!

Publicado em: 17-09-2013 | Por: bidueira | Em: Comissão da Verdade, DIREITO DE PROPRIEDADE, Esquerda católica, Perseguição religiosa, Política Internacional, PT, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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MÉDICOS CUBANOS

GOVERNO BRASILEIRO

Rasgando a Constituição e Dispositivos Legais

 Alexandre Garcia

 MÉDICOS CUBANOS

Não pensem em correntes. Em algemas. Em porões fétidos. Em gente suja e maltrapilha. Estes são os escravos normalmente libertos das pequenas confecções das grandes cidades, vindos de países miseráveis.

Agora pense em pessoas vestidas de branco. Com diplomas universitários. Que exibem sorrisos simpáticos e uma grande alegria em servir o próximo, como se estivessem em uma missão humanitária. Estes são os médicos escravos cubanos que o Brasil vai traficar, cometendo toda a sorte de crimes hediondos contra os direitos humanos, que só republiquetas totalitárias, a exemplo da Venezuela, ousaram cometer.

E vamos aqui deixar ideologias de lado. E até mesmo as discutíveis competências profissionais. Vamos ser civilizados e falar apenas de pessoas, de seres humanos, de gente.

O Brasil democrático é signatário de uma dezena de tratados internacionais que protegem os trabalhadores. No entanto, o Governo do PT está firmando um convênio com Cuba, um país que está traficando pessoas para fins econômicos. Cuba esta vendendo médicos. Cuba utiliza de coerção, que é crime, para que estes escravos de branco sejam enviados, sem escolha, para onde o governo decidir. Isto é crime internacional. Hediondo. Que nivela o Brasil com as piores ditaduras.

E não venham colocar a Organização Pan Americana de Saúde como escudo protetor destes crimes contra a Humanidade. É uma entidade sabidamente aparelhada por socialistas, mas que, ao que parece, pela primeira vez assume o papel de “gato”, o operador, o intermediário, aquele que aproxima as partes, que fecha o negócio, que “lava” as mãos dos criminosos que agem nas duas pontas. Não há como esconder que o Governo do PT está pagando a Ditadura de Cuba para receber mão-de-obra em condições análogas à escravidão, como veremos neste post.

O trabalhador estrangeiro tem, no Brasil, os mesmos direitos de um trabalhador brasileiro. Tem os mesmos ônus e os mesmos bônus. Não é o que acontece neste convênio que configura um verdadeiro tráfico em massa de pessoas de um país para outro. Os escravos cubanos não pagarão Imposto de Renda e INSS. Sobre um salário de R$ 10 mil, deveriam reter mais de R$ 2.700. Pagariam em torno de R$ 400 de INSS. Mas também teriam direito ao FGTS, ao aviso prévio, às férias, ao décimo-terceiro salário. Não é o que acontece. O escravo cubano não recebe o seu salário. Ele é remetido para um governo de país. É como se este país tivesse vendido laranjas. Charutos. Rum. Ou qualquer commodities. A única coisa que o trabalhador recebe é uma ajuda de custo para tão somente sobreviver no país pois, em condição análoga à escravidão, este médico cubano receberá alojamento e comida das prefeituras municipais. Trabalhará, basicamente, por cama, comida e sem nenhum direito trabalhista.

Outro crime do qual o Governo do PT é mentor, é idealizador, é fomentador, é financiador, é concordar com as práticas de coerção exercida por Cuba quando vende os seus médicos escravos. O passaporte é retido pela Embaixada de Cuba no Brasil. A família fica em Cuba, sem poder sair do país. O escravo cubano não pode mudar de emprego, pois se o fizer a sua família sofre perseguição. Existe ameaça. Existe abuso de autoridade. Existe abuso de poder econômico. Existe retenção de documento para impedir a livre locomoção. Existe lesão ao Fisco. Sonegação. E, por conseguinte, sendo dinheiro originário de crimes, remessa ilegal de divisas do Governo do PT para a Ditadura de Cuba.

Este convênio que o Governo do PT está fazendo com Cuba não resiste a uma fiscalização do Ministério do Trabalho e a uma auditoria do Ministério Público. São tantos os crimes cometidos contra a Humanidade e contra os Direitos Humanos que envergonham a todos os brasileiros. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, candidato ao governo de São Paulo, deveria ir a ferros junto com os bandidos mensaleiros do seu partido. A ministra dos Direitos Humanos, Maria o Rosário, está em silêncio obsequioso.

A partir do momento em que 4.000 cubanos botarem o pé no solo brasileiro, nosso país terá se transformando num campo de concentração e numa imensa prisão para escravos políticos. A nossa Constituição será rasgada, pois:

Art. 5º. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

(…)

III – ninguém será submetido à tortura nem a tratamento desumano ou degradante;

Da mesma forma, o Governo do PT está jogando no lixo o Decreto nº 5.948, de 26 de Outubro de 2006, que trata da Política Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, que tem definições fundamentais sobre o tema:

Art. 2°. § 4o A intermediação, promoção ou facilitação do recrutamento, do transporte, da transferência, do alojamento ou do acolhimento de pessoas para fins de exploração também configura tráfico de pessoas.

Art. 2°. § 5° O tráfico interno de pessoas é aquele realizado dentro de um mesmo Estado-membro da Federação, ou de um Estado-membro para outro, dentro do território nacional.

Art. 2º. § 6° O tráfico internacional de pessoas é aquele realizado entre Estados distintos.

Art. 2° § 7º O consentimento dado pela vítima é irrelevante para a configuração do tráfico de pessoas.

Ou seja: o que determina se existe a escravidão não é o depoimento do escravo, pressionado por dívidas, sem documentos ou tendo a integridade da sua família ameaçada, mas sim o que a sua situação configura, mediante fiscalização.

Com a importação em massa dos médicos escravos cubanos. os acordos internacionais firmados pelo Brasil contra a escravidão serão derrogados. Não seremos mais uma democracia. Se alguém tem alguma dúvida sobre isso, leia o MANUAL DE COMBATE AO TRABALHO EM CONDIÇÕES ANÁLOGAS ÀS DE ESCRAVO, publicado pelo Ministério do Trabalho.

E sinta vergonha, talvez um pouco de medo, de ser brasileiro.

Eu desafio o Governo do PT a exigir que o médico cubano tenha em mãos o seu passaporte.

Eu desafio o Governo do PT a exigir que o médico cubano tenha uma Carteira de Trabalho.

Eu desafio o Governo do PT a depositar o salário do médico cubano em uma conta pessoal, que lhe garanta livre movimentação.

Eu desafio o Governo do PT a garantir todos os direitos trabalhistas ao médico cubano.

Eu desafio o Governo do PT a cumprir a Lei, a Constituição e os Tratados Internacionais.

 

As absurdas “gun free zones”

Publicado em: 17-09-2013 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, PT, Segurança Pública

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http://institutoliberal.org.br/blog/?p=6458&cpage=1#comment-18241

A segunda morte de Aaron Alexis está a caminho

ALEXANDRE BORGES *

O interesse da velha imprensa pelo caso do atirador Aaron Alexis, um ex-militar que matou 12 pessoas numa base naval em Washington nesta segunda-feira, tem despencado em queda livre nas últimas horas. O caso é exemplar como prova de que qualquer notícia que não reforce a narrativa dos jornalistas é descartada e que entre o interesse público e a agenda política a segunda sempre vencerá.

Para começar, Aaron Alexis é negro e budista, o que já é meio caminho para que a história seja enterrada junto com ele. Em 2011, quando o esquizofrênico Anders Behring Breivik, um branco norueguês “ultradireitista” (seja lá o que isso signifique), fez seus disparos, a tragédia serviu de desculpa para todo tipo de sociologia de botequim, daquela que a TV brasileira comete sempre que um caso possa servir para vender um embuste ideológico. Já Aaron, que não tem o physique du rôle desejado, deve rapidamente ser esquecido.

Quando Trayvon Martin foi morto por George Zimmerman, Barack Obama deu um discurso em que sugeriu que Martin poderia ser seu filho. E Aaron Alexis, não poderia também? Ou Barack Obama só adota seletivamente os negros que se encaixam na sua narrativa política?

O mesmo fenômeno aconteceu em 2012 com o “atirador de Toulouse”. Minutos depois da notícia de que um atirador havia espalhado o terror naquela cidade do sul da França, jornais do mundo inteiro começaram a especular sobre o crime de ódio dos brancos europeus contra imigrantes até que se descobriu que o terrorista se chamava Mohamed Merah e era um argelino muçulmano com ligações com a Al Qaeda. O nome de Merah foi rapidamente apagado do noticiário e toda sociologia de pé quebrado retirada às pressas das pautas.

O caso de Aaron Alexis é ainda mais embaraçoso para os politicamente corretos e ativistas em geral quando se conhece os detalhes que vão emergindo a cada momento e que vão além da cor e da religião “erradas” para que ele pudesse ganhar teses de doutorado e mesas redondas na CNN e na GloboNews.

Os jornais tentaram emplacar a tese de que Aaron usou uma AR-15 e que uma arma como esta não deveria estar nas mãos de um desequilibrado mental, o que ninguém discute. Só que o atirador, sabe-se agora, não carregava uma AR-15 mas pistolas de mão, daquelas que mesmo os mais ferrenhos ativistas contra as armas legais nos EUA não ousam pensar em proibir.

Outro ponto que a imprensa e os ativistas fogem é o chamado “profiling”, ou seja, um conjunto de medidas preventivas que os órgãos de segurança poderiam adotar para minimizar o risco desse tipo de tragédia. Basicamente o procedimento é monitorar cidadãos com o padrão de comportamento amplamente conhecido pelo FBI como reclusão repentina, súbito interesse por armas, mensagens violentas em redes sociais, entre outros sinais de que algo pode dar errado em breve. Há uma série de procedimentos a se adotar nesses casos e, se houvesse mais denúncias, é claro que muitas mortes seriam evitadas.

Segundo um estudo do próprio FBI, na maioria dos casos os atiradores revelam seus planos para parentes e amigos, que deveriam ser orientados para denunciar o potencial terrorista e tentar salvar a vida de inocentes, muitas vezes crianças. Estes vizinhos, amigos ou parentes, até psiquiatras que em muitos casos acompanhavam o futuro atirador, hoje não são incentivados a reportar para as autoridades o risco potencial identificado naquela determinada pessoa, já que isso seria “preconceituoso” e politicamente incorreto e, em nome dessa escolha ideológica barata, mais e mais pessoas morrem.

Mesmo com tudo isso, o mais importante assunto de todos sobre esses assassinatos seriais é uma aberração assassina chamada “gun free zones” (zonas livres de armas), o que inclui escolas, universidades e bases militares como as de ontem, não por coincidência os locais preferidos dos atiradores.

Uma “gun free zone” é nada mais que um aviso a qualquer assassino em potencial de que, se ele estiver armado, nada vai impedir que ele faça o que quiser naquele local, que ninguém terá como se defender. O inferno das boas intenções.

A “gun free zone” é a materialização de todas as perversões ideológicas num local físico em que serem humanos são transformados em alvos indefesos por políticos que normalmente passam a vida longe desse tipo de risco, trafegando em carros blindados e rodeados de seguranças, como Bill Clinton, seu maior entusiasta e em cujo governo elas se espalharam como praga.

É bom lembrar também o caso ocorrido em 2009 na base militar de Fort Hood, quando o major muçulmano Nidal Malik Hasan matou 13 companheiros de trabalho e feriu outros trinta gritando “Allahu Akbar” (Deus é grande) enquanto fazia os disparos em outra “gun free zone”.

Como explicar que uma base naval, local de trabalho de militares, é uma zona proibida para armas, desafia a lógica, o bom senso e a sensatez. Mais do que mortos por balas, as doze vítimas de Aaron morrem por não poderem se defender, mesmo dentro de uma área militar e frequentada por profissionais das forças armadas, que assim vão ficando cada vez menos uma “força” e muito menos “armadas”.

Por que atiradores não escolhem locais repletos de gente armada para fazerem seus disparos? Por que sempre escolhem as “gun free zones”, mera coincidência? Por que não se faz uma campanha de conscientização da população para denunciar potenciais atiradores para as autoridades? Não espere ver qualquer um desses temas debatidos na grande imprensa. Como Aaron Alexis é negro, budista, atirou com pistolas de mão numa “gun free zone”, sua história simplesmente não interessa e tem tudo para ser rapidamente esquecida.

* DIRETOR DO INSTITUTO LIBERAL

Campeões de tiro se preparam desde muito jovem

Publicado em: 16-09-2013 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, PLD em Foco

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PDL em Foco  –  Cel Paes de Lira comenta:

1. Recurso à justiça consegue autorização para menor de 15 anos de idade a praticar tiro esportivo. É de pequeno que se preparam os campeões.
2. I Encontro Nacional de Oficiais de Justiça convida Cel. Paes de Lira para falar sobre os direito dos oficiais de justiça.
3. Debate na TV Assembléia de SP sobre desarmamento. 

http://www.youtube.com/watch?v=0fl91eiU81c&feature=em-uploademail

EMPATE SINISTRO, por Nivaldo Cordeiro

Publicado em: 13-09-2013 | Por: bidueira | Em: PT, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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Empate sinistro

Está em 5×5 o escore no julgamento do Mensalão. O que significa esse notável empate? Muita coisa, e não apenas na economia interna da Suprema Corte. Ficou claro que os “novatos” se alinharam politicamente aos mensaleiros e suas teses jurídicas têm servido apenas para justificar a sua subserviência ao partido governante.

Mas o empate é demasiado significativo, pois representa uma transição para os novos tempos, sob o governo do PT. Evidente que não há divergências ideológicas entre um Joaquim Barbosa e um Luiz Eduardo Barroso, ambos indicados pelo PT para a Corte e ora em polos opostos. Mas há, entre ambos, uma diferença abissal: o voto do Joaquim Barbosa é pautado unicamente pela sua consciência jurídica, enquanto que a do Barroso, como de resto o voto dos demais “novatos”, por substância política.

O argumento jurídico poderá ser suplantado pelo argumento político e nisso consiste toda a tragédia, se vier a vitória dos que acatam os embargos infringentes. É nesse ponto que teremos a ruptura da ordem institucional, pois a autonomia do Poder Judiciário poderá desaparecer, ela que já não é grande.

A ordem do partido é minimizar ou mesmo derrogar as condenações e, para isso, os novatos foram escalados. A Corte de agora é bem diversa daquela que prolatou as condenações. O alvo é sobretudo a figura exótica de José Dirceu, o chefe guerrilheiro que comandou o Mensalão, mas também José Genoíno, seu fiel escudeiro de tramoias guerrilheiras e mensaleiras. O ministro Marco Aurélio de Mello foi muito feliz, ontem, ao ironizar sobre o elogio que José Roberto Barroso fez a José Genoíno. Feito que foi repetido por outros ministros, poderia ele ter lembrado a tempo, para opróbrio da Corte.

Perdoar crimes comprovados e já julgados é o oposto da Justiça.

Emblemático o voto do ministro Gilmar Mendes: “Diante do Mensalão, os crimes do Donadon deveriam ser julgados no Tribunal de Pequenas Causas“. Quis dizer com isso que não há nada que justifique a revisão das sentenças do crime de formação de quadrilha, nem matéria de direito e nem mesmo a dosemetria das penas, que até aliviou para os condenados, pois não receberam a máxima pena.

Resta aguardar o voto do ministro Celso de Mello, que tem, nos últimos tempos, sido aclamado como um “garantista” e, por isso, votaria pelo aceite dos embargos infringentes. O ministro Celso de Mello é uma figura de proa das letras jurídicas do Brasil e tem impecável folha de serviços como judicante. Seria desastroso para sua biografia, em vésperas da aposentadoria, prolatar um voto claudicante, a favor dos mensaleiros.

Mais do que ninguém, o ministro Celso de Mello sabe que não se trata de garantia coisa nenhuma. Tão certo como o nascer sol é que a composição da nova Corte irá reformar as sentenças já prolatadas e aceitar os embargos é fazer letra morta da coisa já julgada. Os ministros mais “liberais”, os “novatos”, é que dariam a palavra final sobre o julgamento do Mensalão, carregando nas tintas políticas em prejuízo dos argumentos jurídicos.

Não preciso dizer do tamanho da imoralidade de um gesto dessa envergadura, razão pela qual espero que o ministro Celso de Mello vote exclusivamente com a sua consciência jurídica e ponha um ponto final nesse longo julgamento, mandando logo os mensaleiros para a cadeia.

Se algo diferente nascer na próxima sessão do STF inúmeros problemas serão criados na área processual e os futuros julgamentos poderão ser eternizados. Justiça que não se concretiza não é Justiça. Perdoar crimes comprovados é injustiça. Mais que isso, uma ilegalidade. Nos mãos do ministro Celso de Mello está depositada a respeitabilidade do STF. Disso depende também a independência da Corte.

Drama dos médicos cubanos

Publicado em: 09-09-2013 | Por: bidueira | Em: FARCs, Política Internacional, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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Drama dos médicos cubanos: praticam um “curandeirismo” escravos de paramilitares, diz doutor que fugiu a Miami

“O cubano Gilberto Velazco Serrano, 32, aprendeu a ser médico com livros desatualizados, sem medicamentos nem equipamentos.

“É triste, mas eu diria que o que se pratica em Cuba é uma medicina quase de curandeirismo”, disse em entrevista a Aretha Yarak da “Veja” (31/08/2013). 

Gilberto foi enviado à Bolívia em 2006 para uma “ação humanitária” e logo percebeu que estava em meio a uma manobra de pregação da ideologia comunista…” Leia mais em

http://esta-acontecendo.blogspot.com.br/2013/09/drama-dos-medicos-cubanos-praticam-um.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+OQueEstAcontecendoNaAmricaLatina+(O+que+est%C3%A1+acontecendo+na+Am%C3%A9rica+Latina?)

Corajoso depoimento de médico cubano

Publicado em: 08-09-2013 | Por: bidueira | Em: CHAVES, Comissão da Verdade, DIREITO DE PROPRIEDADE, FARCs, Perseguição religiosa, Política Internacional, SITUAÇÃO NACIONAL

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https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=_dUTJ8kNSTk#t=280

Filósofo Gramsci é o estrategista do mal que influencia o Brasil

Publicado em: 07-09-2013 | Por: bidueira | Em: Comissão da Verdade, Desarmamento, DIREITO DE PROPRIEDADE, Esquerda católica, Família, Perseguição religiosa, Política Internacional, PT, SITUAÇÃO NACIONAL

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Leia também: http://www.jornalopcao.com.br/colunas/contraponto/os-irmaos-castro-extraem-a-mais-valia-absoluta-de-medicos.-marx-ficaria-horrorizado-com-discipulos

Contraponto  –  Edição 1990 de 25 a 31 de agosto de 2013 

Irapuan Costa Junior

Filósofo Gramsci é o estrategista do mal que influencia o Brasil

O gramscismo chegou ao governo antes de chegar ao poder. As fortes instituições reagiram à busca da hegemonia e não houve clima para a implantação de reeleições sucessivas. Nem por isso estamos a salvo

 O filósofo italiano Antonio Gramsci é tido como um dos mais importantes formuladores comunistas. Não está fora de questão que seja o mais importante. Esse sardo franzino, casado com uma russa, nascido em 1891, chegou a trabalhar com Mussolini na redação do jornal socialista italiano “Avanti!”, em 1915. Foi preso por ação do mesmo Mussolini em 1926, e condenado a vinte anos de prisão. Recebeu liberdade condicional por motivo de saúde e morreu em uma clínica romana em 1937.

Na prisão escreveu suas reflexões, publicadas no Brasil pela editora Civilização Brasileira, na década de 1970, com o título de “Cadernos do Cárcere” (quatro volumes). Não são fáceis de ler. Gramsci escrevia quase que em código, para que os censores não confiscassem suas “lições”, que saíam da prisão por uma sua cunhada, funcionária da embaixada soviética em Roma.

Eram entregues ao líder comunista italiano Palmiro Togliatti, exilado em Moscou durante o fascismo e a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

O leitor que quiser se aprofundar em seu raciocínio deve buscar um guia da obra, com um glossário, que lhe sirva de orientação.

Há vários, de esquerda ou conservadores. Marx foi e é um mito para os comunistas. No entanto, suas formulações sempre ficaram longe do real. A “crise do capitalismo”, em que a ganância dos capitalistas provocaria uma concentração de riqueza cada vez maior na mão de poucos, com um crescente empobrecimento do operariado, que ao final se revoltaria, provocando a “crise final do capitalismo” e a “ditadura do proletariado”, mostrou-se uma escatologia sem qualquer parentesco com a realidade.

Nos países verdadeiramente capitalistas, patrões e empregados prosperam paralelamente, bem ao contrário do que aconteceu em todos os países comunistas, onde não se conseguiu prover aos trabalhadores um mínimo de conforto. Zero para Marx. Lênin (co­mo Rosa Luxemburgo), baseado principalmente na experiência da revolução comunista russa, julgava que um assalto ao Estado, por um braço armado do proletariado, como acontecera ali, seria de molde a apressar a derrocada do capitalismo e a implantar o socialismo, e logo o comunismo, em qualquer parte do globo. Fracassou essa teoria na Alemanha, na Itália, na Polônia, e até no Brasil (com a Intentona Comunista de 1935).

As nações que se tornaram comunistas, com raríssimas exceções, foram as da ocupação soviética ao fim da Segunda Guerra, ou por suas consequências. Zero para Lênin. Gramsci observava tudo isso da cadeia. E escrevia. Era muito mais inteligente que seus mestres, embora, comunista disciplinado, não os criticasse, e apenas apontasse “correções de rumo”.

O que dizia Gramsci, que via mais fundo e mais longe que Marx e Lênin: o golpe de Estado deu certo na Rússia. Sociedades como a russa czarista (que ele chamou de “sociedades orientais”) têm um Estado forte, mas não têm organizações civis importantes como respaldo. Tomado o Estado, só resta “educar” a massa amorfa, o povo, no rumo socialista, usando o próprio Estado, agora submetido, como tudo mais, ao partido (comunista, e único). Nas sociedades com forte presença da “sociedade civil” (sociedades ocidentais, dizia Gramsci) o golpe de Estado não funciona.

Tomar o Estado significa apenas tomar uma fortaleza avançada. Atrás dela estão inúmeras “trincheiras e casamatas” não neutralizadas. Re­fe­ria-se às organizações burguesas co­mo igreja, sindicatos, universidades, imprensa. Não se pode fazer, para tomar estas sociedades, a “guerra de movimento”, que teve sucesso na Rússia. É preciso fazer uma “guerra de posição”, desgastar essas trincheiras e casamatas, neutralizá-las para que, tomado o Estado, se tenha também o poder, e não surjam resistências.

É preciso que o proletariado seja “hegemônico” sobre as demais classes, que exista o “consenso” sobre sua visão de mundo. Essa visão, evidentemente, é a comunista. Gramsci usava as imagens da Primeira Guerra Mundial. No que consistia conquistar essa hegemonia: organizar o partido das classes oprimidas (proletariado, campesinato e demais “excluídos” da sociedade burguesa), formar dirigentes, organizar entidades não estatais de apoio, fazer alianças ainda que com partidos ou entidades adversárias, conquistar posições nos organismos da sociedade civil burguesa e nos órgãos estatais (fase econômico-corporativa). Depois, lutar efetivamente pela hegemonia das classes subalternas sobre a classe dominante. Os valores tradicionais das classes burguesas deveriam ser pacientemente destruídos, e substituídos pela nova “visão da sociedade e do mundo”. Valores culturais deveriam ser contestados e apontados outros, mais de acordo com a visão das classes dominadas, e de molde a permitir a ascensão destas.

O mesmo deveria ocorrer com valores morais e éticos, de modo a neutralizar as trincheiras burguesas. O Judiciário deveria ser criticado em suas decisões legalistas, e incentivado a adotar decisões “sociais”, ignorando os dispositivos legais. Pressão deveria ser exercida nas decisões que pudessem prejudicar o partido, seus membros, simpatizantes, ou simples elementos das “classes subalternas”, independente das cominações legais a que estivessem sujeitos. As casas legislativas deveriam ser objeto de constante crítica e desmoralização, enquanto os representantes do partido “proletário” surgiriam como únicos acima das críticas. As Forças Armadas deveriam ficar sob constante açulamento, e deveriam ser vistas como desnecessárias, perdulárias, ignorantes, ditatoriais.

As polícias seriam sempre acusadas de truculência, violência e corrupção, enquanto a marginalidade deveria ser alvo da proteção dos direitos humanos e da tolerância, por pertencer à classe subalterna. Se o bandido age à margem da lei é apenas por falta de opções, sendo a marginalidade fruto, pois, da injustiça social e da exclusão burguesa. Nada mais justo, pois, que os burgueses sofram na pele, sem reclamar, o castigo de serem “expropriados” de seus bens, e até às vezes “justiçados” pelos “excluídos”.

A Igreja Católica deveria ser lembrada por suas falhas, como a pedofilia, a riqueza e o alinhamento com a aristocracia. Não se deveria falar nas suas qualidades, como as modelares instituições de ensino e caridade. Os padres “socialistas” deveriam ser tratados como santos, exaltados como portadores de todas as virtudes. As minorias deveriam ser despertadas para a marginalização a que foram sujeitas e seriam chamadas à vingança contra a dominação burguesa, fossem minorias raciais, étnicas ou sexuais.

Todo o sistema capitalista deveria ser demonizado: os fazendeiros como latifundiários exploradores de mão de obra escrava, depredadores da natureza; os industriais como gananciosos apropriadores da mais valia e sonegadores; os banqueiros como parasitas especuladores; os órgãos de imprensa como vendidos ao capital nacional e estrangeiro.

Os intelectuais tradicionais deveriam ser cooptados, e os intelectuais da “classe”, os dito orgânicos (isto é, todos os cidadãos que fossem inteiramente obedientes ao partido), deveriam ser estimulados a um incessante trabalho de convencimento e doutrinação (fase da hegemonia). Numa última fase, neutralizados os organismos burgueses da sociedade civil, quando a sociedade já aceita a imposição de novos valores culturais, éticos e morais, já não mais tem mecanismos de reação, é hora de tomar o poder, instituir o socialismo e caminhar para a etapa final, o comunismo (fase estatal).

Agora, o partido é quem detém, na verdade a hegemonia. É partido único e aponta os dirigentes. É o “moderno príncipe”, como dizia Gramsci, admirador de Maquiavel.

Desde a instituição do Foro de São Paulo (uma reunião de en­ti­dades marxistas latino-americanas) em 1990, uma ação organizada das esquerdas, com solidariedade incondicional dos participantes (maior mesmo que os in­te­resses nacionais) fez com que o so­cialismo avançasse, detendo o poder na Venezuela, Bolívia e E­quador e caminhando em vários outros países, Brasil inclusive.

No Brasil, o gramscismo chegou ao governo antes de chegar ao poder. As fortes instituições reagiram à busca da “hegemonia”, como vimos com a questão do mensalão e da tentativa de censurar a imprensa. Não houve clima para uma implantação de reeleições sucessivas, como na Venezuela. Nem por isso estamos a salvo. Estamos já em plena fase gramscista de busca da hegemonia. Que não está parada.