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As absurdas “gun free zones”

Publicado em: 17-09-2013 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, PT, Seguran??a P??blica

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http://institutoliberal.org.br/blog/?p=6458&cpage=1#comment-18241

A segunda morte de Aaron Alexis est?? a caminho

ALEXANDRE BORGES *

O interesse da velha imprensa pelo caso do atirador Aaron Alexis, um ex-militar que matou 12 pessoas numa base naval em Washington nesta segunda-feira, tem despencado em queda livre nas ??ltimas horas.??O caso ?? exemplar como prova de que qualquer not??cia que n??o reforce a narrativa dos jornalistas ?? descartada e que entre o interesse p??blico e a agenda pol??tica a segunda sempre vencer??.

Para come??ar, Aaron Alexis ?? negro e budista, o que j?? ?? meio caminho para que a hist??ria seja enterrada junto com ele. Em 2011, quando o esquizofr??nico Anders Behring Breivik, um branco noruegu??s ???ultradireitista??? (seja l?? o que isso signifique), fez seus disparos,??a trag??dia serviu de desculpa para todo tipo de sociologia de botequim,??daquela que a TV brasileira comete sempre que um caso possa servir para vender um embuste ideol??gico. J?? Aaron, que n??o tem o??physique du r??le??desejado, deve rapidamente ser esquecido.

Quando Trayvon Martin foi morto por George Zimmerman, Barack Obama deu um discurso em que sugeriu que Martin poderia ser seu filho. E Aaron Alexis, n??o poderia tamb??m? Ou Barack Obama s?? adota seletivamente os negros que se encaixam na sua narrativa pol??tica?

O mesmo fen??meno aconteceu em 2012 com o ???atirador de Toulouse???. Minutos depois da not??cia de que um atirador havia espalhado o terror naquela cidade do sul da Fran??a, jornais do mundo inteiro come??aram a especular sobre o crime de ??dio dos brancos europeus contra imigrantes at?? que se descobriu que o terrorista se chamava Mohamed Merah e era um argelino mu??ulmano com liga????es com a Al Qaeda. O nome de Merah foi rapidamente apagado do notici??rio e toda sociologia de p?? quebrado retirada ??s pressas das pautas.

O caso de Aaron Alexis ?? ainda mais embara??oso para os politicamente corretos e ativistas em geral quando se conhece os detalhes que v??o emergindo a cada momento e que v??o al??m da cor e da religi??o ???erradas??? para que ele pudesse ganhar teses de doutorado e mesas redondas na CNN e na GloboNews.

Os jornais tentaram emplacar a tese de que Aaron usou uma AR-15 e que uma arma como esta n??o deveria estar nas m??os de um desequilibrado mental, o que ningu??m discute. S?? que o atirador, sabe-se agora, n??o carregava uma AR-15 mas pistolas de m??o, daquelas que mesmo os mais ferrenhos ativistas contra as armas legais nos EUA n??o ousam pensar em proibir.

Outro ponto que a imprensa e os ativistas fogem ?? o chamado ???profiling???, ou seja, um conjunto de medidas preventivas que os ??rg??os de seguran??a poderiam adotar para minimizar o risco desse tipo de trag??dia. Basicamente o procedimento ?? monitorar cidad??os com o padr??o de comportamento amplamente conhecido pelo FBI como reclus??o repentina, s??bito interesse por armas, mensagens violentas em redes sociais, entre outros sinais de que algo pode dar errado em breve. H?? uma s??rie de procedimentos a se adotar nesses casos e, se houvesse mais den??ncias, ?? claro que muitas mortes seriam evitadas.

Segundo um estudo do pr??prio FBI, na maioria dos casos os atiradores revelam seus planos para parentes e amigos, que deveriam ser orientados para denunciar o potencial terrorista e tentar salvar a vida de inocentes, muitas vezes crian??as. Estes vizinhos, amigos ou parentes, at?? psiquiatras que em muitos casos acompanhavam o futuro atirador, hoje n??o s??o incentivados a reportar para as autoridades o risco potencial identificado naquela determinada pessoa, j?? que isso seria ???preconceituoso??? e politicamente incorreto e, em nome dessa escolha ideol??gica barata, mais e mais pessoas morrem.

Mesmo com tudo isso, o mais importante assunto de todos sobre esses assassinatos seriais ?? uma aberra????o assassina chamada ???gun free zones??? (zonas livres de armas), o que inclui escolas, universidades e bases militares como as de ontem, n??o por coincid??ncia os locais preferidos dos atiradores.

Uma ???gun free zone??? ?? nada mais que um aviso a qualquer assassino em potencial de que, se ele estiver armado, nada vai impedir que ele fa??a o que quiser naquele local, que ningu??m ter?? como se defender. O inferno das boas inten????es.

A ???gun free zone??? ?? a materializa????o de todas as pervers??es ideol??gicas num local f??sico em que serem humanos s??o transformados em alvos indefesos por pol??ticos que normalmente passam a vida longe desse tipo de risco, trafegando em carros blindados e rodeados de seguran??as, como Bill Clinton, seu maior entusiasta e em cujo governo elas se espalharam como praga.

?? bom lembrar tamb??m o caso ocorrido em 2009 na base militar de Fort Hood, quando o major mu??ulmano Nidal Malik Hasan matou 13 companheiros de trabalho e feriu outros trinta gritando ???Allahu Akbar??? (Deus ?? grande) enquanto fazia os disparos em outra ???gun free zone???.

Como explicar que uma base naval, local de trabalho de militares, ?? uma zona proibida para armas, desafia a l??gica, o bom senso e a sensatez. Mais do que mortos por balas, as doze v??timas de Aaron morrem por n??o poderem se defender, mesmo dentro de uma ??rea militar e frequentada por profissionais das for??as armadas, que assim v??o ficando cada vez menos uma ???for??a??? e muito menos ???armadas???.

Por que atiradores n??o escolhem locais repletos de gente armada para fazerem seus disparos? Por que sempre escolhem as ???gun free zones???, mera coincid??ncia???Por que n??o se faz uma campanha de conscientiza????o da popula????o para denunciar potenciais atiradores para as autoridades? N??o espere ver qualquer um desses temas debatidos na grande imprensa.??Como Aaron Alexis ?? negro, budista, atirou com pistolas de m??o numa ???gun free zone???, sua hist??ria simplesmente n??o interessa e tem tudo para ser rapidamente esquecida.

* DIRETOR DO INSTITUTO LIBERAL

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