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Indústria de armas Checa se instala no Brasil.

Publicado em: 25-09-2014 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, PLD em Foco, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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PLD em Foco

Publicado em 25/09/2014

1. Mais um caso de legítima defesa bem sucedida. Mulher no Paraná resiste, toma a arma do bandido e o mata.

2. Está em curso a criação de uma indústria de armas de origem checa, no Brasil.

3. Lançamento do livro “Violência e Armas”, que prova o fracasso do desarmamento no Reino Unido.

Importante decisão do STJ sobre registro vencido

Publicado em: 13-09-2014 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, PLD em Foco, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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PLD em Foco

STJ : Registro de arma vencido não configura infração penal.

Cuba: o núncio e a “manchete”

Publicado em: 10-09-2014 | Por: bidueira | Em: CHAVES, Comissão da Verdade, DIREITO DE PROPRIEDADE, Esquerda católica, FARCs, Perseguição religiosa, Política Internacional

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Cuba: o núncio e a “manchete” 

Armando Valladares

 

Em 25 de agosto pp. o jornal “Lecce News”, da cidade de Lecce, ao sudeste da península italiana, publicava impressionantes declarações do núncio da Santa Sé em Cuba, monsenhor Bruno Musarò, sobre a realidade cubana que se encontrava em visita à região da qual é oriundo. 

O núncio Musarò diagnosticou em poucas palavras “as condições de pobreza absoluta e de degradação humana e civil na qual se encontram os cidadãos cubanos, que são vítimas de uma ditadura socialista que os tem subjugados desde há 56 anos”.

“O Estado controla tudo” e “a única esperança de vida para as pessoas é fugir da ilha”, explicou o núncio Musarò, descrevendo a situação de degradação, penúria e opressão dos cubanos. E concluiu dizendo que, inexplicavelmente, “até hoje, transcorrido mais de meio século, continua-se falando da Revolução e se louva-a, enquanto as pessoas não têm trabalho e não sabem como fazer para dar de comer a seus próprios filhos”

Três dias depois, na quinta-feira 28 de agosto pp., nos jardins vaticanos se entronizava uma réplica da Virgem da Caridade, padroeira de Cuba, com a presença de seis bispos cubanos que tinham viajado especialmente da ilha-cárcere para essa ocasião, e do ex-secretário de Estado da Santa Sé, cardeal Tarcisio Bertone. 

Chamou a atenção o fato de que o núncio Musarò, representante diplomático da Santa Sé em Cuba, que estava na Itália, não tivesse comparecido. A jornalista María García, correspondente na Europa de Martí Noticias, perguntou ao cardeal Bertone sua opinião sobre as palavras do núncio, ao que o cardeal, conhecido por suas posições favoráveis ao regime cubano, respondeu em tom contrariado: “Não conheço esta declaração. Parece-me que os jornalistas exageraram sobre esta declaração. Porém não a conheço, não a conheço”. O bispo de Santa Clara, monsenhor Arturo González Amador, tratou de diminuir a importância à análise do núncio Musarò, dizendo que “comentamos com o embaixador do Estado cubano ante a Santa Sé e, bem, pois ficou assim, sem maior importância”. Por sua parte, monsenhor Emilio Aranguren, também entrevistado nos jardins vaticanos pela jornalista María García, disse em tom apaziguador: “As [coisas] que o núncio manifestou são realidades do povo cubano, porém creio que não é para fazer disso uma manchete”

Na realidade, o diagnóstico do núncio Musarò sobre a Revolução comunista e sobre o drama do povo cubano subjugado, parece constituir uma “manchete” de não pouca envergadura, se considera-se a colaboração eclesiástica com o comunismo cubano nas últ imas décadas. Ainda existem muitas interrogações em torno do episódio e se poderiam levantar várias hipóteses. A nunciatura em Havana informou que o núncio retornaria à ilha depois de passar três semanas na Itália. Aguardemos indícios que eventualmente sirvam para responder às interrogações que ficaram flutuando no ar. 

Armando Valladares, escritor, pintor e poeta. Passou 22 anos nos cárceres políticos de Cuba. É autor do best-seller “Contra toda a esperança”, onde narra o horror das prisões castristas. Foi embaixador dos Estados Unidos ante a Comissão de Direitos Humanos da ONU sob as administrações Reagan e Bush. Recebeu a Medalha Presidencial do Cidadão e o Superior Award do Departamento de Estado. Escreveu inúmeros artigos sobre a colaboração eclesiástica com o comunismo cubano e sobre a “ostpolitik” vaticana à Cuba. 

Links relacionados: 

Jovens cubanos lamentam colaboracionismo do cardeal Ortega

http://www.heitordepaola.com/publicacoes_materia.asp?id_artigo=4835  

Francisco, pro-castristas y confusión 

http://www.cubdest.org/1406/c1408vallfrancisco.htm 

 El pontífice Francisco y el test cubano

http://www.cubdest.org/1306/c1304franciscoav.html

 El cardenal Bertone e la fraudulenta “política religiosa” castrista

http://www.cubdest.org/0806/c0803av2.html

Para enviar sua mensagem (opinião, sugestão, subscrição, remoção, etc.), basta pressionar o botão “responder” de seu Outlook e escrever o que deseja. 

Por Armando Valladares. E-mail: armandovalladares2012@gmail.com Miami (Fla.), 08 de setembro de 2014, festa da Virgem da Caridade do Cobre (este artigo pode-se difundir livremente).

Tradução: Graça Salgueiro 

Exigência inoportuna e hipócrita de mea-culpa

Publicado em: 06-09-2014 | Por: bidueira | Em: CHAVES, Comissão da Verdade, Desarmamento, Esquerda católica, FARCs, PT, REVOLUÇÃO DE 64, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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Exigência inoportuna e hipócrita de mea-culpa

 

Péricles Capanema

 

A Comissão Nacional da Verdade (CNV), que seria mais bem qualificada de Comissão Nacional da Mistificação, inventou agora outra: quer porque quer um mea-culpa público, institucional, outro jeito, um retumbante pedido de desculpas dos comandantes das três armas por causa da violação dos direitos humanos no período do governo militar, cometidos por colegas seus. Sem o mea-culpa será impossível a reconciliação nacional, um dos objetivos da comissão, alardeiam assanhados. Os outros dois, olha o detalhe, são a verdade e a memória.

 

Tudo bem, vamos ampliar essa reconciliação. Quanto mais reconciliação, melhor, né? Quem exige, precisa antes dar bom exemplo. Que tal a CNV, amiga, quero crer, da coerência de atitudes, fazer antes um pedido de desculpas, também institucional, ao povo brasileiro por estar desrespeitando escandalosamente a lei 12.528 que a instituiu? E, acertando o passo, passasse logo a obedecê-la na letra e no espírito. Seria também reconciliador, já que a meritória confissão mostraria o desejo de emenda, limitando, entre outras vantagens, a praga já bem disseminada nos últimos anos: a existência de dois tipos de brasileiros, os que estão obrigados a obedecer à lei, nós, você, e os privilegiados, aqui se colocou a turma da CNV, que estão acima dela, e impunemente para ela não dão a menor bola. Não advertiu Lula sobre seu aliado José Sarney, que ele não podia ser tratado como cidadão comum?

 

Com efeito, a lei que instituiu a CNV, desrespeitada pelos sete que a compõem, fala em investigar as violações de direitos humanos de 1946 a 1988. Neste período houve pavorosas violações de direitos humanos perpetradas contra soldados e oficiais, barbaramente torturados e assassinados pelo terror. A esse respeito, nem uma vírgula. Parece que para ela não tem importância nenhuma que oficiais e praças tenham sido covardemente torturados e assassinados no cumprimento do dever. Azar deles, quem os mandou estar contra os objetivos do terrorismo no Brasil? E a CNV tem ciência que nenhuma organização terrorista defendia a democracia. Queriam impor a ditadura do proletariado e não escondiam, confessavam publicamente nos documentos constitutivos. Hoje, a verdade a respeito também é esbofeteada. Todo mundo sabe que tais movimentos insurrecionais propugnavam a ditadura, mas, parece, todo mundo agora acha bonito mentir a respeito, fashion, politicamente correto, afirmar que defendiam a democracia. Aliás, um ponto útil para restabelecer a verdade e preservar a memória, está dentro dos objetivos legais da CNV. Obediência à lei aqui também.

 

Tem mais, mermão. A lei que instituiu a CNV afirma que deve ser “composta de forma pluralista”. Ou seja, entende-se, na mente do legislador o pluralismo na escolha dos sete membros faria com que várias correntes estivessem ali representadas. Sem dúvida, pode ser fator de reconciliação que pessoas de diferentes ideologias investiguem e denunciem violações de direitos humanos, não importa quem os tenha perpetrado. O Poder Executivo mandou às favas tal recomendação. Nomeou gente de um só espectro ideológico. Aqui está outro mea-culpa a ser feito, fato recentíssimo, normal que aconteça antes de exigir dos comandantes militares mea-culpa sobre acontecimentos de décadas atrás.

 

Os privilegiados da CNV (regem-se segundo lei privada, só para eles) exigem o mea-culpa militar, para que acontecimentos censuráveis de décadas atrás, nunca mais se repitam. De minha parte, eu, cidadão comum, quero o mea-culpa da CNV para que a hipocrisia atual não tenha direito de cidadania na vida pública brasileira e continue a alardear impunemente suas falsidades e parcialidades tendenciosas. É a minha mobilização pela verdade e pela memória, para fincar alicerces idôneos à necessária e verdadeira política de reconciliação. Quem não vê que é desumano e hipócrita exigir de oficiais superiores no comando de suas instituições que façam mea-culpa, quando se cala despudoradamente e não se leva na menor conta o sangue derramado por colegas de farda, que tombaram na defesa da pátria, lutando contra organizações que queriam extirpar a democracia de nossas terras?

 

Não acabou não. A CNV está torrando dinheiro público a mancheias. Este dinheiro em vez de alimentar atividade deletéria de burgueses empanturrados e privilegiados, a esquerda caviar, poderia muito bem estar sendo utilizado para pôr comida na mesa do pobre, tratar doentes e banguelas, que gramam de sol a sol desamparados pelo Brasil afora. Aqui outro mea-culpa prévio: pedir perdão público aos pobres por estar surrupiando dinheiro que normalmente deveria minorar sua sorte e, em vez disso, vem sendo torrado irresponsavelmente em atividades de propaganda ideológica destruidora. Seria ato meritório favorecedor de saudáveis políticas sociais.

 

Em resumo, tal medida, do jeito que está sendo exigida, vai botar o Exército de joelhos e estadear sua capitulação incondicional. Minha proposta de reconciliação: que antes os membros da CNV e o Executivo façam os mea-culpa que claramente devem à opinião pública, deem bom exemplo, evidenciem sinceridade e então solicitem aos comandantes das três armas um documento sensato, que eles teriam dificuldade de recusar. Ou então, se infelizmente obstinados na hipocrisia, pelo menos tenham a decência de não mais promover a desarmonia na sociedade brasileira. E então, coerentemente, calem a boca, deixem de torrar nossa paciência e de tratar os brasileiros como idiotas. (blog do Péricles Capanema).

Em Chicago: Mais armas, menos crimes!

Publicado em: 05-09-2014 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, PLD em Foco, Segurança Pública

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PLD em Foco

Foram publicados dados estatísticos  depois da aprovação de uma lei favorecendo o armamento dos habitantes de Chicago: o crime sofreu um forte revés na cidade!

Enquanto isso no Brasil um atirador morre por tentar escapar de criminosos, porque, pela lei, sua arma só poderia ser transportada  inteiramente acondicionada.