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Tu… Cano…

Publicado em: 28-01-2015 | Por: bidueira | Em: PT, SITUAÇÃO NACIONAL

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Diário do Comércio – OPINIÃO

28 de janeiro de 2015

Tu… Cano

Sérgio Paulo Muniz Costa

O pensamento dominante do PT ofusca a memória militar brasileira e episódios da 2a Guerra com lições para a política atual

Com a aproximação do 70o aniversário do Dia da Vitória (8 de maio) já se anunciam lançamentos de bons filmes sobre o tema, e em breve teremos notícias das expressivas comemorações que marcarão a data. Nos Estados Unidos e na Europa, obviamente.

Por aqui, a História continuará a ser apagada, pois, mais importante do que lembrar a participação do Brasil na vitória contra o nazi-fascismo na Segunda Guerra Mundial é negar qualquer reconhecimento aos brasileiros que tiveram atuação decisiva no conflito, em especial Humberto de Alencar Castelo Branco, o cérebro da 1a Divisão de Infantaria Divisionária durante a campanha vitoriosa da Força Expedicionária Brasileira (FEB) na Itália e depois Presidente da República.

Para a Gleischschlatung (coordenação) petista continuar a alinhar indivíduos e instituições aos objetivos do partido é fundamental controlar a cultura, o pensamento e a lembrança, o que, no caso da memória militar do país, significa apagar não só o conhecimento das razões e antecedentes de 1964, ou o que aconteceu em 1935, mas tudo o que os brasileiros fizeram em defesa da Pátria, nas lutas pela fronteira Sul da Guerra da Cisplatina (1825-1828), na Guerra da Tríplice Aliança (1864-1870) e na Campanha da FEB (setembro de 1944 a abril de 1945).

Ninguém assistiu, e dificilmente vai assistir, qualquer comemoração ou evento acadêmico dignos de nota referentes aos 190, 150 e 70 anos desses acontecimentos que, respectivamente, definiram as fronteiras do Brasil, sua integridade territorial e o seu papel no mundo pós-Segunda Guerra. É assim que se desconstrói uma Pátria para impor-se outra.

Mas o mundo lá fora tem memória, e cada país preserva a sua para ser e merecer o que é. Neste ano, nós brasileiros veremos diversos filmes e leremos bons livros de uma história da qual também fizemos parte, mas que será contada por outros.

A Segunda Guerra Mundial estará em evidência, e alguns de seus principais acontecimentos inspirarão articulistas políticos que gostam de metáforas militares, sendo um deles a Operação Market-Garden (17 a 25 de setembro de 1944), muito útil para ilustrar o desastre político que se arma neste cenário brasileiro de 2015.
  
Cerca de três meses depois do desembarque na Normandia (6 de junho de 1944), com os alemães em retirada, o mais renomado general britânico, Bernard Law Montgomery, convenceu o Comandante Supremo das Forças Aliadas, General norte-americano Dwight David Eisenhower, a realizar uma mirabolante operação militar para terminar a guerra. Tratava-se de lançar 35 mil paraquedistas sobre a Holanda para capturar pontes sucessivas numa única estrada pela qual avançaria celeremente o 30o Corpo de Exército inglês rumo ao objetivo final, Arnhem, com sua ponte sobre o Reno, e ao coração industrial da Alemanha.

O problema era a evidência dos dados e informações que indicavam o fracasso da operação. De comandantes de divisão até oficiais subalternos informados do plano, experimentados combatentes, com uma ideia bem real do poder do inimigo e das dificuldades do terreno, incluídos os “donos do terreno”, os oficiais holandeses que combatiam com os aliados, a sensação era de estarrecimento.

O filme (“Uma Ponte Longe Demais”, 1979) sobre a operação, baseado no livro homônimo de Cornellius Ryan, encena um diálogo entre o general-de-Exército Frederick Browning, comandante do 1o Corpo Aero terrestre Inglês, um defensor do plano, e o general-de-divisão polonês Stanilaw Sosabowski (Gene Hackman), comandante da 1a Brigada Paraquedista polonesa.

Ao ouvir o que estava reservado a seus homens, o polonês se pôs a olhar o seu superior que, estranhando o procedimento do subordinado, perguntou-lhe o que havia. Sosabowski respondeu-lhe: “estou olhando seu uniforme, para me certificar de que estamos do mesmo lado”. A insensatez do tão sensato Montgomery levou a um dos mais famosos fracassos da 2a Guerra Mundial.

O noticiário político da terça-feira (27/1) trouxe a público que os cardeais do PSDB, o principal partido de oposição – o mesmo partido que angariou 51 milhões de votos no mais disputado pleito presidencial da história do país – decidiram desencadear uma operação para conter dissidentes que cogitam “um desembarque em bloco” da candidatura do PSB à presidência da Câmara de Deputados, candidatura que qualquer um minimamente informado sabe não ter a menor chance perante o rolo compressor do PT.

Pior é ler na mesma notícia que um dos sábios do PSDB considera “um absurdo o partido priorizar a derrota do PT ao que é melhor para o país”.

É simplesmente estarrecedor constatar que a liderança do principal partido de oposição, de quem dezenas de milhões de eleitores esperam a vitória política em prol da democracia no Brasil, afirme que derrotar o PT não é o melhor para o País, neste momento em que afloram os dados e as informações do saque perpetrado pelo condomínio do poder e do projeto autoritário que avança de maneira sincronizada nos Três Poderes da República.

Que elevada sabedoria pode se impor ao conhecimento dos políticos que conhecem por amarga experiência própria o que significa a presidência da Câmara de Deputados nas mãos do PT? Que atilado cálculo político pode desprezar os sentimentos de milhões de brasileiros que repudiam o PT no poder e a quem o PSDB pede que não se dispersem?

Enquanto o PT não adota uniformes para seus integrantes (devem estar a caminho disso), o baixo clero do PSDB não precisa conferir se os seus líderes vestem o uniforme do inimigo: basta encará-los e, a exemplo do que os soldados fazem em guerra, sugerir uma senha e contrassenha inconfundíveis para reconhecer o inimigo nessa mirabolante operação do seu partido.

Cristo crucificado, escândalo para os muçulmanos e loucura para os laicistas…

Publicado em: 18-01-2015 | Por: bidueira | Em: FARCs, Perseguição religiosa, Política Internacional, Terrorismo

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Roberto de Mattein

 

http://www.abim.inf.br/cristo-crucificado-escandalo-para-os-muculmanos-e-loucura-para-os-laicistas/#.VLsywPldWb8

Corrispondenza Romana”, Nº 1373, 14 de janeiro de 2015

Tradução de Hélio Dias Viana

Agencia Boa ImprensaMarcher contre la Terreur (Marchar contra o Terror), foi o título com o qual “Le Monde” [foto], “Corriere della Sera” e os grandes jornais ocidentais apresentaram o grande desfile laicista de 11 de janeiro. Nunca um slogan foi mais hipócrita do que esse, imposto pelos meios de comunicação de massa como reação ao massacre de Paris de 7 de janeiro. Com efeito, que sentido há falar de Terror sem adicionar ao substantivo o adjetivo “islâmico”?

O ataque à redação de “Charlie Hebdo” foi perpetrado ao grito de “Allah akbar!” para vingar Maomé ofendido pelas caricaturas e por detrás dos Kalashnicovs terroristas há uma visão precisa do mundo: a muçulmana. Só agora as agências de inteligência ocidentais começam a levar a sério as ameaças de Abu Muhammad al-Adnani [foto abaixo], contidos em um comunicado multilíngue difundido em 21 de setembro de 2014 pelo quotidiano online “The Long War Journal”.

“Conquistaremos Roma, espezinharemos suas cruzes, faremos escravas suasAgencia Boa Imprensa mulheres com a permissão de Alá, o Altíssimo”, declarou a seus sequazes o porta-voz do “Estado islâmico”, que não simplesmente repetiu que exterminará os “infiéis” onde quer que estiverem, mas mostrou também de que modo:“Colocai explosivos em suas estradas. Atacai suas bases, irrompei em suas casas. Cortai suas cabeças. Que eles não se sintam seguros em nenhum lugar! Se não conseguirdes encontrar os explosivos e as munições, isolai os infiéis americanos, os franceses infiéis ou  não importa quais outros de seus aliados: esmagai seus crânios a golpes de pedra, matai-os com uma faca, atropelai-os com os vossos carros, jogai-os no precipício, sufocai-os ou envenenai-os”.

Há uma ilusão de que a guerra atual não é aquela declarada pelo Islã ao Ocidente, mas uma guerra travada dentro do mundo muçulmano, e que a única maneira de salvar-se seria ajudar o Islã moderado a derrotar o Islã fundamentalista, como escreveu no “Corriere della Sera” em 11 de janeiro Sergio Romano, um observador que entretanto passa por inteligente. Na França, o slogan mais repetido é o de evitar o “amálgama”, ou seja, a identificação entre o Islã moderado e o radical. Mas o fim comum a todo o Islã é a conquista do Ocidente e do mundo. Quem não compartilhar esse objetivo não é um moderado, simplesmente não é um bom muçulmano.

As divergências, quando existem, não dizem respeito ao fim, mas ao meio: os muçulmanos da Al Qaeda e do ISIS abraçaram a via leninista da ação violenta, enquanto a Irmandade Muçulmana utiliza a arma gramsciana da hegemonia intelectual. As mesquitas são o centro de propulsão da guerra cultural, que Bat Ye’or define como softjihad, enquanto com o termo hardjihad ela define a guerra militar para aterrorizar e aniquilar o inimigo. Pode-se discutir, e certamente se discute dentro do Islã, sobre a escolha dos meios, mas há concórdia quanto ao objetivo final: a extensão para o mundo dasharia, a lei corânica.

Agencia Boa ImprensaO Islã é em qualquer caso um substantivo verbal traduzível por “submissão”. A submissão para evitar o Terror, o cenário do futuro europeu imaginado pelo romancista Michel Houellebecq em seu último livro — Soumission [foto apressadamente retirado das livrarias francesas. Não ao Terror significa para os nossos políticos não à submissão violenta dos jihadistas e sim a uma submissão pacífica, que conduz suavemente o Ocidente a uma condição de inferioridade.

O Ocidente se diz disposto a aceitar um Islã “com face humana”, mas na realidade o que ele rejeita no Islã não é só a violência, mas também o seu absolutismo religioso. Para o Ocidente há uma licença para matar, não em nome de valores absolutos, mas em nome do relativismo moral. Por isso, o aborto é praticado de forma sistemática em todos os países ocidentais e nenhum dos chefes de Estado que marcharam em Paris contra o Terror jamais o condenou. Mas o que é o aborto senão a legalização do Terror, o Terror promovido, encorajado, justificado pelo Estado? Que direito têm os líderes ocidentais de marchar contra o Terror?

Em “La Repubblica” de 13 de janeiro de 2015, enquanto Adriano Sofri, ex-chefe de Lotta ContinuaAgencia Boa Imprensa[NdT: formação maoísta turinense, uma de cujas facções juntou-se às organizações terroristas], celebra a Europa que renasce sob a Bastilha, a filósofa pós-moderna Julia Kristeva, cara ao cardeal Ravasi, afirma que “a praça Iluminista salvou a Europa”, e que, “diante dos riscos que estavam correndo, liberdade, igualdade e fraternidade deixaram de ser conceitos abstratos, encarnando-se em milhões de pessoas”. Mas quem inventou o Terror senão a França republicana, que o utilizou para esmagar toda a oposição à Revolução Francesa? A ideologia e a prática do terrorismo apareceram pela primeira vez na História com a Revolução Francesa, especialmente a partir de 5 de setembro de 1793, quando o “Terror” foi colocado na ordem do dia pela Convenção e se tornou parte essencial do sistema revolucionário. O primeiro genocídio da História, o da Vendéia, foi perpetrado em nome dos ideais republicanos de liberdade, igualdade e fraternidade. O comunismo, que pretendeu completar o processo de secularização inaugurado pela Revolução Francesa, colocou em vigor a massificação do terror em escala planetária, provocando, em menos de 70 anos, mais de 200 milhões de mortes. E o que é o terrorismo islâmico senão uma contaminação da “filosofia do Alcorão” com a prática marxista-iluminista importada do Ocidente?

Desde a sua fundação, “Charlie Hebdo” é um jornal em que a sátira foi posta a serviço de uma filosofia de vida libertária, cujas raízes provêm do Iluminismo anticristão. O jornal satírico francês tornou-se famoso por suas caricaturas de Maomé, mas não devemos esquecer suas repugnantes caricaturas blasfemas publicadas em 2012 para reivindicar a união homossexual. Os editores de “Charlie Hebdo” podem ser considerados a expressão extrema mas coerente da cultura relativista difundida agora em todo o Ocidente, assim como os terroristas que os assassinaram podem ser considerados a expressão extrema mas coerente do ódio contra o Ocidente de todo o vasto mundo islâmico.

Foto PRCAqueles que afirmam a existência de uma Verdade absoluta e objetiva são equiparados pelos neo-Iluministas aos fundamentalistas islâmicos. Porém, é o relativismo que se equipara ao islamismo, porque ambos estão unidos pelo fanatismo. O fanatismo não é a afirmação da verdade, mas o desequilíbrio intelectual e emotivo que nasce do distanciamento da verdade. E só há uma verdade em que o mundo pode encontrar a paz, que é a tranquilidade da ordem: Jesus Cristo, Filho de Deus, em função do qual todas as coisas devem ser ordenadas no Céu e na Terra, a fim de que se realize a paz de Cristo no Reino de Cristo, apontada como o ideal de todo cristão pelo Papa Pio XI em sua encíclica Quas Primas de 11 de dezembro de 1925.

Não se pode combater o Islã em nome do Iluminismo, e menos ainda do relativismo. Só se lhe pode opor as leis natural e divina, negadas pela raiz tanto pelo relativismo quanto pelo Islã. Por isso levantemos ao alto aquele Crucifixo que o secularismo e o islamismo rejeitam e façamos dele uma bandeira de vida e de ação. “Nós — dizia São Paulo —pregamos Cristo crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os gentios” (I Cor 1, 23). Poderíamos repetir: “Nós pregamos Cristo crucificado, escândalo para os muçulmanos e loucura para os laicistas”.

 

 

O recrudescimento do perigo islâmico

Publicado em: 16-01-2015 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, FARCs, Política Internacional, Segurança Pública, Terrorismo

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16 de janeiro de 2015Sem comentários

Paulo Roberto Campos

 http://www.abim.inf.br/recrudescimento-do-perigo-islamico/#.VLleGivF9sM

Jiradistas  3

Enquanto o Ocidente, indolente frente ao perigo, abre as portas para o mundo maometano, o terrorismo ataca-o e planeja dominá-lo, ao mesmo tempo em que os cristãos são massacrados no Oriente

 

Em recente artigo, publicamos neste site uma crítica sobre os atentados perpetrados em Paris no último dia 7, que abalaram a França e deixaram o mundo inteiro em comoção. Isto em decorrência da prolongada indolência do mundo ocidental em relação ao grave perigo maometano que nos ameaça continuamente. (Cfr. A extrema gravidade do perigo islâmico).

         Logo após tais atentados, tomamos conhecimento de um massacre bem maior. Na mesma semana, os terroristas do grupo islâmico Boko Haram assassinaram mais de duas mil pessoas em Baga, cidade estratégica situada ao nordeste da Nigéria, a maioria delas crianças, mulheres e idosos que não conseguiram fugir. Conforme informou à BBC o chefe do governo local, Musa Alhaji Bukar Kukawa, parte da cidade foi incendiada nesse ataque, obrigando milhares de pessoas a evadirem, tendo muitas delas se afogado ao tentarem cruzar o lago Chade.

Imagem de Baga antes (à esquerda) e depois da recente invasão (à direita) dos jihadistas do grupo islâmico Boko Haram

Relata o jornal português “Observador” (edição on-line de 10-1-15): “Desde o fim do ano, mais de 10 mil pessoas abandonaram a região com medo da chegada dos terroristas”“A carnificina humana levada a cabo pelos fundamentalistas do Boko Haram em Baga é enorme”, declarou à AFP Muhammad Abba Gava, porta-voz dos combatentes civis que tentam frear o avanço dos terroristas doBoko Haram (nome que, na língua local, significa “educação não islâmica é pecado”). Eles tentam implantar a qualquer custo um Califado na região, nos mesmos moldes dos jihadistas do Estado Islâmico que guerrilham no Iraque e na Síria.

"Estamos muito felizes com o que aconteceu no centro da França. Oh, franceses, vocês que seguem a religião da democracia, entre vocês e nós é inimizade é eterna", disse Aboubakar Shekau, líder do grupo extremista Boko Haram, também responsável pelo ataque a Baga.

Neste sentido, a agência vaticana FIDES alertou:“A crise no nordeste da Nigéria está se estendendo cada vez mais aos países vizinhos, com ameaças, como as de um vídeo atribuído ao líder do Boko Haram, Aboubakar Shekau [foto à esq.], contra o Presidente dos Camarões, Paul Biya”. No vídeo ele ameaçou “aumentar a violência nos Camarões se o país não abolir a Constituição e adotar a lei do Islã” (cfr. ACI, 10-1-15).

Segundo nota distribuída pela “Agência Ecclesia” (12-1-15), “cerca de mil igrejas cristãs na Nigéria foram destruídas nos últimos quatro anos”. De acordo com o Pe. Obasogie, “só entre os meses de agosto e outubro de 2014, foram saqueadas e incendiadas naquele território pelo menos 185 igrejas”. O mesmo sacerdote avalia que “190 mil pessoas, membros da sua comunidade, tiveram que fugir de suas casas para escaparem à morte e muitas outras já perderam a vida”.

Em entrevista concedida em 12 de janeiro último ao programa Newsday da BBC, o arcebispo da cidade de Jos, Dom Ignatius Kaigama, deplorou que o massacre em Baga “é uma tragédia monumental. Deixou todos na Nigéria muito tristes. Mas parece que estamos desamparados”. Sua lamentação referia-se à falta de apoio internacional para conter essas atrocidades.

Prolongada indolência do mundo ocidental ex-cristão

Logo após os atentados islâmicos em Paris, realizaram-se grandes manifestações em toda a França, e também em outros países. No entanto, para citar apenas o recente massacre em Baga, cabe perguntar: onde ocorreram manifestações públicas de protesto contra a carnificina cometida pelo terror islâmico nessa cidade nigeriana? Em que lugar do mundo algum órgão da mídia com suas vistosas manchetes denunciou o espantoso homicídio coletivo? E quais autoridades mundiais e que mídias lamentaram esse crime brutal?

Em 17 de dezembro passado (dia do aniversário do Papa Francisco), centenas de dançarinos deAgencia Boa Imprensa tango bailaram nas proximidades da Basílica de São Pedro [foto à dir.]. A esse respeito, o historiador italiano Roberto de Mattei escreveu em artigo para o diário milanês “Il Foglio”, em 3-1-15:

“Provavelmente os historiadores de amanhã se lembrarão que em 2014, na Praça de São Pedro, dançava-se tango enquanto os cristãos eram massacrados no Oriente e a Igreja estava à beira de um cisma. Essa atmosfera de leveza e de inconsciência não é nova na História. Em Cartago, recorda Salviano de Marselha, dançava-se e banqueteava-se na véspera da invasão dos Vândalos. E em São Petersburgo — de acordo com o testemunho do jornalista americano John Reed —, enquanto os bolcheviques se apoderavam do poder, os teatros e restaurantes continuavam lotados. O Senhor, como diz a Escritura, cega aqueles que Ele quer perder (Jo 2, 27-41)”.

A extrema gravidade do perigo islâmico

Publicado em: 10-01-2015 | Por: bidueira | Em: Política Internacional, Terrorismo

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Paulo Roberto Campos

Agência Boa Imprensa

http://www.abim.inf.br/a-extrema-gravidade-do-perigo-islamico/#.VLFM0ivF-8M
Em Londres, manifestação de muçulmanos na qual eles propugnam, entre outros absurdos, como consta em seus cartazes: “Massacre aqueles que insultam o Islam” (“Massacre those who insult Islam”); “Degole aqueles que insultam o Islam” (“Behead those who insult Islam”); “Aniquile aqueles que insultam o Islam” (“Annihilate those who insult Islam”).

Em Londres, manifestação de muçulmanos na qual eles propugnam, entre outros absurdos, como consta em seus cartazes: “Massacre aqueles que insultam o Islã” (“Massacre those who insult Islam”); “Degole aqueles que insultam o Islã” (“Behead those who insult Islam”); “Aniquile aqueles que insultam o Islã” (“Annihilate those who insult Islam”).

O mundo inteiro encontra-se chocado com o atentado praticado pelo terrorismo islâmico acontecido em Paris no último dia 7, quando dois muçulmanos fortemente armados executaram 12 pessoas, a maioria delas colaboradores do semanário satírico francês “Charlie Hebdo”. Na França, esse atentado foi considerado o mais grave dos últimos 50 anos. Ao se retirarem, os terroristas abateram um policial à queima-roupa (foto abaixo) e ainda gritaram: “Allahu Akbar!” (Alá é Grande!).

Vídeo de vigilância registrou o momento em que um policial francês, já ferido e pedindo clemência, é alvejado por um dos islâmicos com um tiro na cabeça.

Nesse mesmo dia, ainda na capital francesa, outro terrorista islâmico assassinou uma policial e feriu outro militar. Esse homem — que acabou sendo morto pela polícia, sorte que tiveram também os dois terroristas precedentes — invadiu no dia seguinte um supermercado judeu e matou quatro pessoas.

É compreensível esse choque na opinião pública mundial — sobretudo a francesa e do mundo ocidental ex-cristão. O que é incompreensível é a atonia deles diante da grave ameaça islâmica. Atentados do gênero eram previsíveis, uma vez que muitas nações ocidentais, em particular as da Europa, escancaram suas portas à imigração, facilitando assim a entrada dos fanáticos seguidores de Maomé.

Atualmente, tomamos todos os dias conhecimento de quanto os cristãos que vivem no mundo maometano são cruelmente perseguidos, martirizados, degolados; até meninas cristãs são estupradas, inúmeras foram raptadas e vendidas como escravas sexuais para muçulmanos. Todos temos conhecimento de imagens sacrossantas profanadas, de bíblias queimadas e de igrejas católicas incendiadas por eles. Em certos países que seguem a lei do Corão, sequer é permitido ostentar um simples símbolo católico, como, por exemplo, uma correntinha com uma cruz ao pescoço, uma medalha de Nossa Senhora ou de algum santo.

Enquanto eles agem assim em seus países em relação aos cristãos, por que permitiremos que nas nações ocidentais eles possam usar e abusar de todos os direitos, inclusive da liberdade de construir mesquitas ou “centros culturais” que não passam de verdadeiros centros para formação de terroristas? Sim, porque neles se ensina o Corão, o qual, por sua vez, prega o ódio implacável ao Cristianismo. Se não há reciprocidade da parte deles, por que então lhes abrir de par em par as portas? Não percebemos a gravidade do perigo islâmico? Não percebemos o quanto tal abertura, em nome de um falso ecumenismo, representa de ameaça?

Plinio Corrêa de Oliveira previu com muita antecedência o perigo maometano e fez diversas advertências nesse sentido. Lamentavelmente, as autoridades de sua época fizeram questão de ignorá-las…

Como seria diferente a situação atual se tivessem levado em consideração os alertas desse eminente líder católico brasileiro!

A título de exemplo, transcrevo a seguir alguns trechos de um desses alertas, publicado nas páginas do semanário “Legionário”, órgão oficioso da Arquidiocese de São Paulo, na remota data de 15-6-1947. Seu título: “Maomé renasce” (fac-símile abaixo).

Maome renasce

 “Quando estudamos a triste história da queda do Império Romano do Ocidente, custa-nos compreender a curteza de vistas, a displicência e a tranquilidade dos romanos diante do perigo que se avolumava […].

Desta ilusão, vivemos ainda hoje. E, como os romanos, não percebemos que fenômenos novos e extremamente graves se passam nas terras do Corão.

Falar na possibilidade da ressurreição do mundo maometano pareceria algo de tão irrealizável e anacrônico quanto o retorno aos trajes, aos métodos de guerra e ao mapa político da Idade Média […].

Todas estas nações [maometanas] — estas potências, podemos dizer — se sentem orgulhosas de seu passado, de suas tradições, de sua cultura, e desejam conservá-las com afinco. Ao mesmo tempo, mostram-se ufanas de suas riquezas naturais, de suas possibilidades políticas e militares e do progresso financeiro que estão alcançando. Dia a dia elas se enriquecem […]. Nas suas arcas, o ouro [adquirido pelo alto valor do petróleo] se vai acumulando. Ouro significa possibilidade de comprar armamentos. E armamentos significam prestígio mundial […].

Tudo isto transformou o mundo islâmico, e determinou em todos os povos maometanos, da Índia ao Marrocos, um estremecimento […]. O nervo vital do islamismo revive em todos estes povos, fazendo renascer neles o gosto pela vitória.

A Liga Árabe, uma confederação vastíssima de povos muçulmanos, une todo o mundo maometano. É, às avessas, o que foi na Idade Média a Cristandade. A Liga Árabe age como um vasto bloco, perante as nações não árabes, e fomenta por todo o norte da África a insurreição […].

Será preciso ter muito talento, muita perspicácia, informações excepcionalmente boas, para perceber o que significa este perigo?”

 

A sinistra irrupção do fanatismo islâmico

Publicado em: 08-01-2015 | Por: bidueira | Em: Perseguição religiosa, Política Internacional

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Retrospectiva 2014: a sinistra irrupção do fanatismo islâmico: do Oriente ao coração da Europa

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