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CABEÇA FRIA

Publicado em: 26-06-2016 | Por: bidueira | Em: Política Internacional, União Européia

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Agencia Boa Imprensa

Cabeça fria

Péricles Capanema

O Reino Unido está potencialmente fora da União Europeia (UE), 51,9 a 48,1% a favor da saída. No fundo, ninguém acreditava que depois de uma permanência de 43 anos, ele lhe viraria as costas. O mundo amanheceu em estado de choque.

Ou foi apenas a Inglaterra? Ela pode sair só, os dois outros países votaram pela permanência. Nicola Sturgeon, primeira-ministra da Escócia anunciou “discussões imediatas” com Bruxelas e países da UE para “proteger o lugar do país no bloco”. Confirmou: “O segundo referendo de independência é claramente uma opção que deve estar sobre a mesa, e está sobre a mesa”. Por sua vez, a Irlanda do Norte também abriga setores importantes que desejam se unir à República da Irlanda, membro da UE. Esta mesma divisão se manifestou candente quanto a regiões, grandes cidades versus interior, faixas de idades, faixas de renda, faixas de escolaridade.

Ou seja, esfacelou-se política e socialmente o Reino Unido e já apareceram iniciativas querendo consertar o estrago. Circula petição ao Parlamento para que novo plebiscito seja convocado, passam de 2,5 milhões as assinaturas (na hora que escrevo). Esperam que o inglês, repensando o voto, anule o antes impensável, por ora aparentemente irreversível.

O terremoto inglês causou tremores na Europa inteira: existem movimentos reclamando plebiscitos em vários países. Putin dispõe de momento de mais liberdade de ação.

O que virá? Ninguém sabe, confusão nos mercados, nas chancelarias e nas cabeças. Pensar é distinguir. Então, vamos pensar, distinguindo, destacando em particular dois pontos.

Afirmam analistas, a razão maior do voto Brexit foi o temor xenófobo da imigração descontrolada no Reino Unido que ameaçaria empregos, serviços sociais e a cultura do país. Em termos. Os jovens, ainda que os maiores ameaçados pela perda de empregos, votaram maciçamente para permanecer. Pesou aqui o cosmopolitismo. E os velhos, boa parte já aposentada, sentiriam então mais a ameaça cultural e votaram em maioria pelo Brexit. As grandes capitais, de maioria cosmopolita, pela permanência; o interior, apegado aos costumes, pela saída. A mais, a muitos irritava a ditadura burocrática de Bruxelas, 40 mil funcionários e, em alguns, a agenda libertária.

Mudo o ponto de vista. Alguns comentaristas destacam, vejo razão neles, pesou em proporção difícil de avaliar a nostalgia da Inglaterra tradicional, poderosa, com seu traço de insularidade e soberania altiva. Com efeito, deixaram marcas profundas na mentalidade inglesa a Guerra dos Cem Anos, o episódio da Invencível Armada, as disputas com Luís XIV, as batalhas contra Napoleão, a oposição à Alemanha na 1ª Grande Guerra, a luta contra Hitler. Exprimem a posição de um país que se sente ameaçado pela potência dominante no Continente. Este tipo de inglês se cansou de se sentir dependente de Bruxelas. Em reto, o passado cobrou sua fatura. É antipático? Não, de si é saudável a afirmação da personalidade própria e a defesa de suas liberdades e direitos. Nesse aspecto, merece simpatias o voto Brexit.

Viro a página. A Europa sempre teve necessidade de alguma união política para garantir a convivência interna civilizada e ser escudo contra agressões de inimigos. Tal necessidade, ideal perene, esteve entre os fundamentos da multissecular política da República de Roma, depois do Império Romano e foi aspiração carolíngia, bafejando a coroação de Carlos Magno  no Natal do ano 800 pelo Papa Leão III. Inspirou o Sacro Império, fez parte da política secular dos Habsburgos. Napoleão representou concepção desnaturada do mesmo anseio. Hitler também dele se aproveitou criminosamente. Em dito contexto, os Papas em muitas épocas e ocasiões foram ponto de união, harmonização e defesa da Europa. São exemplos o encontro de são Leão Magno com Átila em 452 e a ida de Henrique IV a Canossa em 1077 para pedir perdão a são Gregório VII..

Na recente crise ucraniana, Putin sentiu a força dessa política multissecular. Em Moscou, diante do autocrata russo, maio de 2015, Angela Merkel, de alguma maneira falando pela Europa, advertiu-o com nota intimidadora: “Nos últimos anos procuramos de modo crescente a cooperação [da Rússia e Alemanha]. A anexação criminosa e ilegal da Crimeia e a guerra na Ucrânia oriental representaram séria derrota nessa cooperação”. Aliás, até agora foram dela as mais sensatas e construtivas palavras na presente crise: “A União Europeia não precisa ser dura com os britânicos”.

Não convém subestimar o perigo latente. A saída da Inglaterra pode ser enorme passo no rumo do desconjuntamento e da desagregação europeia, que entre outras sequelas ficaria mais exposta ao poder russo, em especial Polônia, Hungria, países bálticos, países nórdicos. A Europa estaria ainda em condições pioradas para fazer frente ao poder islâmico expansionista e às manobras imperialistas de Beijing.

De outro lado, a advertência do voto inglês pode ter efeito saudável. Como instância suprema, à Europa não ajuda um poder intervencionista, burocrático, libertário em temas morais. Precisa, isso sim, de um poder de harmonização e defesa que respeite o princípio de subsidiariedade, bem como tenha em consideração direitos de povos, regiões e famílias.

Havendo saída de algum país, que sejam preservados os mais decisivos interesses europeus; se houver permanência, que daqui em diante não sejam mais lesionados direitos de povos, regiões e famílias.

Após massacre de Orlando, investida da campanha pelo desarmamento

Publicado em: 25-06-2016 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, PLD em Foco, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL, Terrorismo

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PLD em Foco

Cel. Paes de Lira comenta

1. Atentado em boate homossexual nos Estados Unidos, dá pretexto para recomeço de campanha pelo desarmamento no Brasil.
2. Arma utilizada pelo criminoso que matou a deputada na Inglaterra era de fabricação caseira.
3. Quando uma pessoa está decidida a matar alguém, até uma caneta pode ser o instrumento do homicídio.

Temor reverencial por tumores de estimação

Publicado em: 21-06-2016 | Por: bidueira | Em: DIREITO DE PROPRIEDADE, PT, REVOLUÇÃO DE 64, SITUAÇÃO NACIONAL

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Agencia Boa Imprensa

 

Temor reverencial por tumores de estimação

Péricles Capanema

 

Um doente mentalmente saudável tem horror de seus tumores. Quanto maior a repulsa, mais saudável na cabeça.

Corta. Todos os escândalos nos últimos anos no Brasil tiveram estatais como pivô. Podem escrever, também o próximo. O último deles, o petrolão, sai da Petrobrás e da Transpetro, subsidiária daquela. Bastaria investigar outras estatais, por exemplo, a Eletrobrás e teríamos o eletrolão; se fosse o BNDES não sei qual nome fantasia poderia ser o escolhido. Revelados pelo senador Ronaldo Caiado, vejam os empréstimos feitos pelo governo Dilma via BNDES no meio da crise aguda de falta de dinheiro e meçam o disparate: R$ 14 bilhões para Angola; R$ 11 bilhões para Venezuela; R$ 8 bilhões para República Dominicana; R$ 7,8 bilhões para Argentina; R$ 3 bilhões para Cuba; R$ 2 bilhões para o Peru; R$ 1,5 bilhão para Moçambique; R$ 980 milhões para Guatemala; R$ 795 milhões para o Equador; R$ 755 para Gana; R$ 507 milhões para Honduras e R$ 155 milhões para Costa Rica. Imaginem o que existe aí de favorecimentos.

 

A estrutura dos repetidos escândalos é a mesma. Os fornecedores, para continuar trabalhando para a empresa contratante, a estatal, precisam contribuir por dentro (propinas registradas como doações legais) e por fora para os partidos que indicam os diretores. Se não contribuírem (os repasses, em linguagem eufêmica; hoje conhecidos por pixulecos e acarajés), encontrarão dificuldades, podem até deixar de ser fornecedoras. Para muitas empreiteiras seria a falência, pois seu único cliente (ou o maior deles) é o Poder Público. No caso do BNDES muda apenas um ponto, o tomador do empréstimo; perderia facilidades para o crédito subsidiado se recusasse encaminhar os repasses para os devidos destinatários. Não custa lembrar, a principal função dos diretores nomeados por indicação política é fazer caixa para os partidos. E no caminho da grana, boa parte fica no bolso dos diretores, de líderes partidários e de intermediários.

 

No ponto de partida dos escândalos temos sempre o gigantismo estatal. Atividades econômicas naturalmente da alçada de particulares são exercidas de forma desastrosa pelo Poder Público.

 

Seria normal protesto generalizado pela extinção desse mal. Não o escuto. Ouço, pelo contrário, Pedro Parente, o novo presidente da Petrobrás, em declaração dispensável: “Não vim para cuidar de privatização da Petrobras. Não vou perder tempo com essa questão”. Sou chocado ainda por afirmações, como a de Rodrigo Janot, de que “roubaram o orgulho dos brasileiros pela sua Companhia”. Não o meu, nem de muita gente. Tinha razão Roberto Campos em lhe trocar o nome de Petrobrás para Petrossauro, para ele, anacronismo pré-histórico dos tempos do estatismo delirante.

 

É que o uso do cachimbo faz a boca torta. Desde 1930 a maioria dos governos entre nós tem chamado para si a principal responsabilidade pela busca de melhores condições de vida para os brasileiros, em especial os de baixa renda. É certo, precisam mais do apoio estatal e este, na medida do razoável, deve existir. Mas vão muito além, chafurdam com delícias nos pântanos do intervencionismo e do estatismo.

 

Lá atrás, um exemplo, o governo Geisel impediu a entrada da iniciativa privada no setor do petróleo. A produção estagnada tornava necessárias as compras de óleo no Exterior. Com o andar do tempo, a dívida externa chegou a patamares explosivos. Comentou Delfim Netto, conhece bem o assunto: “Quem quebrou o Brasil foi o Geisel. O Geisel era o presidente da Petrobras. Quando houve a crise do petróleo, as reservas eram praticamente iguais a um ano de exportação, não tinha dívida. A dívida foi feita no governo Geisel. O Geisel, na verdade, era o portador da verdade. O Geisel sempre tinha a verdade pronta”. Algo parecido aconteceu com a antipatia dos governos petistas à presença do capital privado na exploração do pré-sal. Jogamos fora a oportunidade, o Brasil não andou para frente, o governo não pôs na burra bilhões de dólares em impostos. Mais uma vez, mistura mortal de nacionalismo, esquerdismo e estatismo. O acima mencionado Roberto Campos, irônico, acertou que no futuro “campanhas econômico-ideológicas, como a do “petróleo é nosso”, deixarão de ser descritas como uma marcha de patriotas esclarecidos para serem vistas como uma procissão de fetichistas anti-higiênicos, capazes de transformar um líquido fedorento num unguento sagrado. Foi uma “passeata da anti-razão” que criou sérias deformações culturais, inclusive a propensão funesta às “reservas de mercado”. É sempre assim, fundadas como solução, as estatais logo se transformam em focos de inoperância, favoritismo e corrupção.

 

Lembrei acima, o uso do cachimbo faz a boca torta. É verdade, cria o costume, daí nasce a mentalidade, que inibe a busca da solução pelo esforço pessoal. Faz enorme falta entre nós o gosto da autonomia. E só crescem as sociedades embebidas de autonomia.

 

Em setores amplos do Brasil, e não apenas na esquerda, fazem coro também nacionalistas bocós, medra enraizado xodó pelo estatismo e seu xifópago, o intervencionismo. A maneira como se referem à Petrobrás, elidindo a crítica à concepção errada já no começo, evidencia silêncio obsequioso e até temor reverencial. E, raras as exceções, elas são focos infecciosos, deitam metástases na sociedade e na política. Anda ainda muito insuficiente a aversão.

MASSACRE DE ORLANDO – AINDA O R-105

Publicado em: 17-06-2016 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, DIREITO DE PROPRIEDADE, PLD em Foco, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL, Terrorismo

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PLD em Foco

Cel. Paes de Lira comenta

Publicado em 16 de jun de 2016

1. O massacre de Orlando e suas implicações com as armas.
2. Ainda a questão do R – 105. General agradece contribuições e o Deputado Eduardo Bolsonaro comenta o encontro com o Exército sobre o assunto. Alguns reparos.

Clique aqui para assistir o vídeo.

https://www.youtube.com/watch?v=9YhMVgC3RyM

 

Trooping the Colour 2016

Publicado em: 14-06-2016 | Por: bidueira | Em: Família, VIAGENS

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No 90o. aniversário da Rainha Elizabeth II, as homenagens de Semper Fidelis.

Clique aqui e assista o vídeo.

 

Atiradores desportivos insatisfeitos com o Exército Brasileiro

Publicado em: 10-06-2016 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, PLD em Foco, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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PLD em Foco

Cel. Paes de Lira comenta

 

PL visa aprovar porte de armas para advogados

Publicado em: 03-06-2016 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, DIREITO DE PROPRIEDADE, PLD em Foco, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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PLD em Foco

Cel. Paes de Lira comenta:

1. Senador Magno Malta recusa relatoria sobre projeto de lei do Senador Cristóvam Buarque.
2. PL que visa garantir o direito de porte de arma para a classe dos advogados.
3. Em uma lei sobre tributos, um jaboti.