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Quando não há armas de fogo, mata-se com outros instrumentos

Publicado em: 29-07-2016 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, PLD em Foco, Política Internacional, Segurança Pública, Terrorismo

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PLD em Foco

Cel. Paes de Lira comenta

Publicado em 28 de jul de 2016

Em Nice, um caminhão mata aproximadamente 80 pessoas.
Em Saint Étienne de Rouvray, criminosos degolam com faca um sacerdote e um fiel durante a Missa.
Em Tóquio, um assassino usando apenas uma faca mata 19 pessoas e deixa 19 feridos.

Atentado em Nice: nova lição para os desarmamentistas

Publicado em: 24-07-2016 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, PLD em Foco, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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PLD em Foco

Cel. Paes de Lira comenta

1. Desfazendo um erro corrente sobre a lei do desarmamento
2. Chacina de Nice na França: mais uma lição aos desarmamentistas.
3. Na década de 60, em Niterói, um circo foi incendiado e morreram mais de 500 pessoas!
4.No Texas, EUA, cidadãos armados se oferecem para defender a polícia ameaçada

Uma boa oportunidade para fazer da FUNAI um Serviço de Proteção ao Índio

Publicado em: 08-07-2016 | Por: bidueira | Em: Política Indigenista, Psicoses ambientalistas, PT, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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Uma boa oportunidade para fazer da FUNAI um Serviço de Proteção ao Índio

Caros amigos

Ao que parece e é anunciado, a indicação do Gen Sebastião Peternelli para a direção da FUNAI será rejeitada pelo Sr Ministro da Justiça, Alexandre Moraes.

O fato se deve à “indignação” causada aos índios (?) e às organizações ligadas à  sua “proteção” (?) pela indicação de um militar para a função e não deixa dúvidas quanto ao receio dos interessados – “caciques” (?), aproveitadores estrangeiros e traidores nacionais –  de que as maracutaias que envolvem a execução da política indigenista brasileira sejam descobertas, eliminadas e punidas por uma gestão moralizadora que acabe com desvios de finalidade e que liberte os índios – suas maiores vítimas –  dos seus interesses pessoais, desumanos e impatrióticos.

Segundo o “Conselho Indigenista Missionário” (CIMI) – entidade da CNBB ligada ao PT e a seus aliados e que está por trás  de todos os conflitos envolvendo os índios e a produção agrícola, no Brasil e além fronteiras -, a nomeação do Gen Peternelli seria um “retrocesso na relação do Estado brasileiro com os povos indígenas” porque criaria a possibilidade de integrá-los ao conjunto da sociedade nacional, o que, certamente, feriria de morte planos internacionais atentatórios à soberania e ao patrimônio brasileiros, endossados pelo CIMI e pelo Greenpeace, este último, um conhecido defensor dos direitos e da vida dos “animais”, o que explica seu interesse em não permitir a interação dos índios aos demais brasileiros.

Essas entidades de “proteção dos povos indígenas”, fieis a seu compromisso com o ideário comunista, também repudiam o posicionamento do Gen Peternelli  face à ideologia que defendem e que querem ver implantada no Brasil, de forma a assegurar o comprometimento com o atraso e, consequentemente, os interesses estrangeiros sobre nossas riquezas e nossa evolução como nação soberana. Elas se sentem ameaçadas pela afirmação do General de que “o Brasil nunca vai ser comunista”!

Mesmo que o General não venha a assumir a FUNAI, esta reação mais reforça o que todos já sabem, ou seja, que a corrupção é a grande razão da necessidade de evitar, a todo custo, que alguém firmemente honesto e determinado conheça, denuncie e acabe com as engrenagens desse sistema. Há razões e indícios de sobra para que uma investigação do Ministério Público e da Polícia Federal, bem como para que uma auditoria do TCU sejam realizadas naquele órgão.

Pobre país que permite o uso de seus aborígenes como massa de manobra para as conveniências internacionais, permanentemente empenhadas em solapar a sua soberania. Pobres índios brasileiros, condenados a serem eternamente cidadãos de segunda classe, tratados como animais exóticos por defensores da fauna terrestre e representados por falsos líderes que escondem sua infâmia atrás de uma máscara de ignorância e que fingem apego à sua cultura primitiva apenas para mantê-los apartados do restante da sociedade a qual, por todas as razões, já deveriam estar integrados.

Que tipo de pessoa procura o Sr Ministro da Justiça para presidir a FUNAI? Alguém que seja capaz de conciliar os interesses e as necessidades dos silvícolas com os do restante da sociedade brasileira – integrando-os definitivamente a ela, como brasileiros que são -, ou alguém que atenda aos propósitos do CIMI, das ONG que os exploram, do Greenpeace – que nem brasileiro é – ou de outros organismos internacionais dedicados a submeter nossa soberania aos seus interesses?

Cabe aqui lembra-lo de que a FUNAI teve origem no Serviço de Proteção ao Índio, criação do mais importante de todos os indigenistas brasileiros, um militar, o Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, de origem indígena, em uma mistura de bororó, terena e guará, cujo lema em relação aos índios era: “Morrer, se preciso for. Matar, nunca!”.

Não seria um bom momento para rever o perfil desejável para quem pretenda e deva proteger e promover os direitos dos povos indígenas?

Gen Bda Paulo Chagas

Janot: “Durmo com uma pistola na minha mesa de cabeceira…”

Publicado em: 08-07-2016 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, DIREITO DE PROPRIEDADE, PLD em Foco, PT, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL, Terrorismo

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PLD em Foco

Cel. Paes de Lira comenta

Publicado em 7 de jul de 2016

1. PL 8018/2010 do deputado Jair Bolsonaro ainda sem definição do relator.
2. Juiz vê digitais do PCC em crime de maior demonstração de força na fronteira.
3. Procurador Geral da União Rodrigo Janot declara: “Durmo com uma pistola na minha mesa de cabeceira, com três cartuchos carregados…”

MEIAS VERDADES E FALSIDADES EM LOCAL INESPERADO

Publicado em: 03-07-2016 | Por: bidueira | Em: Esquerda católica, PT, SITUAÇÃO NACIONAL

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Agencia Boa Imprensa

Meias verdades e falsidades em local inesperado

 

Péricles Capanema

 

Em 30 de junho próximo passado dom Leonardo Ulrich Steiner, bispo auxiliar de Brasília e secretário-geral da CNBB, de passagem por Roma, compareceu ao programa Em romaria – caminhando no 3º milênio da Rádio Vaticano. Peregrinou por vários temas, tropeçando nas ideias e nas palavras. Contudo, a entrevista num ponto foi clara, o bispo obedeceu ao constante viés esquerdista da CNBB. Ficou clara sua proximidade com a anterior administração petista e em consequência seu crescente afastamento da imensa maioria dos católicos brasileiros.

 

Vamos por atalho direto ao que agora mais interessa. A entrevistadora Cristiane Murray começou assim: “Dom Leonardo, é um momento difícil para nosso país. É um momento em que um governo, democraticamente eleito, foi afastado”. A meia verdade esconde do ouvinte que o substituto também foi eleito democraticamente. Transparência e sinceridade, já se vê. Um provérbio chinês afirma, a meia verdade é sempre uma mentira inteira. No caso, a mentira inteira, insinuada nas palavras iniciais, é que a presidente Dilma Rousseff, eleita pelo povo, foi substituída por um governo dele inimigo e da democracia. Em continuação, Cristiane Murray canhestramente lança ao ar supostas ligações do presidente Michel Temer com a bandalheira, cujo efeito seria tornar ainda mais ilegítima a presente situação: “É um momento em que nós temos aí um vice-presidente, uma questão com vários inquéritos em andamento, várias acusações. Como qui a CNBB está avaliando este momento”?

 

O secretário-geral da CNBB, após ouvir sem reparos a propaganda pró-PT da entrevistadora, dá um passo além e infelizmente falta à verdade: “Nós temos de momento um governo interino que está governando, mas sem a legitimidade da Constituição”.

 

Michel Temer, substituto legal, governa com a legitimidade da Constituição. A seguir, dom Leonardo recai: “Do Executivo nós não temos uma interlocução por se tratar de um governo interino, está apenas no exercício do mandato, mas não é efetivo no sentido de reconhecido pela Constituição”.

 

No mesmo rumo, o prócer da CNBB, aos tropeços, é claro quanto à orientação da entidade: “O que preocupa mais, na realidade, é um movimento em que nós sentimos que tem avançado cada vez mais a corrupção. Isso nos preocupa muito. E a CNBB não deixou de se manifestar quanto a esse ponto. Mesmo no governo atual alguns ministros acabaram caindo por declarações e por acusações; […] nós temos muitos deputados envolvidos por corrupção, nós temos alguns senadores envolvidos por corrupção, nós temos no atual governo ainda pessoas que estão sendo acusadas de corrupção, um elemento que preocupa muito é a questão da ética, a ética na política, nós sentimos assim que o interesse particular, o interesse dos partidos se sobrepõe ao interesse da população, ao interesse da sociedade brasileira. Isso também nós vemos nas votações que têm acontecido no Congresso Nacional, enquanto ainda a Dilma estava no exercício de seu mandato o Congresso se negou a aprovar determinadas medidas e isso não em favor da população, mas em favor de determinados partidos e criar cada vez mais tensão que levou ao encaminhamento do impedimento. Então, esses elementos preocupam muito a Conferência Nacional, quer dizer, nós somos brasileiros, os bispos são brasileiros, a CNBB tem uma autoridade moral muito grande, eu sinto isso cada vez mais, dado que a CNBB é muito procurada e ao mesmo tempo a CNBB também tem uma palavra, agora o que nós temos insistido é combater a corrupção, mas também temos insistido na questão do diálogo. Não se pode parar de conversar, dialogar”.

 

Corretíssimo, dom Leonardo: a ética deve presidir a política. Mas também deve existir em outros campos, até mesmo em entrevistas de rádio. Por exemplo, evitando as meias verdades cujo efeito precípuo é ludibriar o ouvinte pela afirmação de algo certo, mas incompleto, induzindo-o a crer que representa a verdade inteira. Falsidades, nem se diga, são agressões à verdade.

 

Causa estranheza outro ponto. Para o êxito do diálogo, na posição da CNBB, o mínimo a exigir é a isenção. A entidade, porém, brada aos céus, tem lado. Desde décadas age como solícita companheira de viagem das forças de esquerda no Brasil. E por isso, queira ela ou não, são os fatos, é corresponsável moral pelos desastres medonhos dos 13 anos do PT no governo. E aí a piora da situação dos pobres, na qual, ponto negro, 11 milhões de desempregados.

 

Apesar de tudo, vamos ao diálogo, pode ajudar. Tenho sugestão. Para começá-lo, debater qual deve ser a presença na vida privada e pública do mandamento: “Seja o vosso falar: sim, sim; não, não; porque tudo o que daqui passa, procede do mal” (Mt, 5,37).