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Deputado esquerdista quer derrubar a portaria 28 do COLOG

Publicado em: 26-07-2017 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, DIREITO DE PROPRIEDADE, PLD em Foco, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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PLD em Foco

Cel. Paes de Lira comenta

Publicado em 25 de jul de 2017

Enquanto gozamos nossas merecidas férias, a esquerda trabalha para derrubar nossos direitos. Lembrem-se “Dormientibus non sucurrit jus”

Miniatura de Rei, e protótipo de servo

Publicado em: 23-07-2017 | Por: bidueira | Em: Costumes, Tradições

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Miniatura de Rei, e protótipo de servo

Mas esta situação modesta tem suas glórias. O mérito de uma existência inteira transcorrida no serviço da pátria, e num serviço que tem a peculiaridade de ser luta. Luta cheia de riscos, que comportam o sacrifício da saúde e até da vida.

Todas estas glórias se refletem no traje, modelado por uma longa tradição para ser o símbolo dos altos valores morais que uma carreira militar, ainda que modesta, contém em si.

As medalhas lembram serviços, e perigos enfrentados em prol da Inglaterra. Os galões indicam uma graduação que, se bem que inferior merece ser assinalada. O tecido excelente da farda, seus belos botões, seu corte distinto exprimem quanto a sociedade reconhece e admira esta modesta situação. O tricórnio solene e elegante acentua esta impressão. Assim apresentado, o personagem se sente digno, calmo e feliz. Seu olhar e seu porte exprimem o hábito em que está, de ser respeitado. A fisionomia tem algo de sobranceiro, que a venerabilidade da barba alva ainda marca mais. A considerar o rosto, pensa-se vagamente em Jorge V. E de fato este modesto militar é, no fundo, uma minúscula imagem do Rei.

* * *

Um chefe de Estado, déspota temido e incontrastável de todas as Rússias. Cabelo desgrenhado, bigodeira vulgar, face grosseira e brutal, gesto impetuoso e violento, traje carente de qualquer elevação ou distinção. Nada o diferencia de um servo, de um desses servos que modelaram sua alma na freqüentação dos botequins, e são botequineiros em todas as camadas mentais ou físicas seu ser.

Nada, nele, indica qualquer coisa de elevado, nada exprime a grandeza e a dignidade do poder supremo. Ou, mais simplesmente, a grandeza e a dignidade de um homem correto.

* * *

Modesto soldado, elevado a uma situação que é a miniatura de um Rei: beneficiário feliz de uma civilização que foi outrora católica, e em cuja alma está o instinto de tudo elevar e engrandecer.

Poderoso ditador, rebaixado, como apresentação e como pessoa, ao nível do último servidor: símbolo de uma ordem de coisas satânica, que por adoração à igualdade tem por instinto rebaixar e degradar tudo!

Desfile militar em Lourdes

Publicado em: 17-07-2017 | Por: bidueira | Em: Festas religiosas, Política Internacional, União Européia

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Desfile do Batalhão de Guardas de Honra das Forças Armadas da Croácia, no último mês de maio, junto ao Santuário de Lourdes na França [Foto Sérgio Bidueira]

Agência Boa Imprensa – ABIM

Adolpho Lindenberg

Desfile do Batalhão de Guardas de Honra das Forças Armadas da Croácia, no último mês de maio, junto ao Santuário de Lourdes na França (Foto Sérgio Bidueira)

Esta magnífica procissão militar em Lourdes constitui surpreendente libelo contra a Europa Unida. Ao longo de um milênio, a Cristandade deu origem a um mosaico de povos diferenciados, cada um dos quais com cultura e hábitos próprios, verdadeiros símbolos de determinadas perfeições divinas.

Na Alemanha imperial havia mais de duas centenas de estados semi-independentes, refletindo cada um deles uma nota da alma alemã. Em seus escritos e conferências, Plinio Corrêa de Oliveira sempre enalteceu o regionalismo europeu como sendo uma bênção, uma luz primaveril que ilumina e confere esplendor ao universo cristão.

A cena que temos diante dos olhos exemplifica adequadamente essa cosmovisão: a Croácia — esse pequeno e esquecido país, que sobressai pela fidelidade de seu povo à Igreja Católica, sendo essa, talvez, a razão de não figurar entre as nações citadas nos programas socioculturais da ONU e da União Europeia — revela sua alma de modo esplêndido no porte austero, viril, dir-se-ia aristocrático, desses soldados. Seus dólmãs e belíssimos emblemas são cópias de outros exércitos, ou pelo menos se lhes assemelham? Absolutamente não. São tão originais, revelam tal combatividade contida — traço indispensável em cada parada —, tal grandeza, que não seria exagero afirmar que superam as vistosas fardas prussianas dos tempos do Kaiser. E não só essas, mas também as da Guarda Real inglesa.

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Bispos denunciam ditadura socialista na Venezuela

Publicado em: 14-07-2017 | Por: bidueira | Em: CHAVES, Comissão da Verdade, DIREITO DE PROPRIEDADE, Esquerda católica, Perseguição religiosa, Política Internacional, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL, Terrorismo

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Bispos denunciam ditadura socialista na Venezuela

Péricles Capanema

Em meados de maio o presidente Dona1d Trump garantiu, fará “o que for necessário” em cooperação com outros países do continente para normalizar a situação na Venezuela, classificada por ele como “uma desgraça para a humanidade”. Foi uma forma de solicitar ação coordenada de países latino-americanos.

Vladimir Putin agiu em sentido contrário. Manifestou sua admiração por Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, por governar com coragem para manter a estabilidade e a paz. De outro modo, a presente atuação do governo venezuelano, diz ele, favorece a estabilidade e a paz no país e na região. Declarou ainda, condenava esforços políticos internos e externos que desconhecem a ordem constitucional no país. Ou seja, censura as ações da oposição venezuelana que procura livrar a nação das garras da ditadura bolivariana, capitaneada em parte por agentes castristas.

Mais um ponto. Como se sabe, Nicolás Maduro acusa os Estados Unidos de insuflarem os protestos no país. A atitude do presidente russo revela clara oposição aos Estados Unidos, quando censura os “esforços políticos externos”. Este, o quadro externo.

Agora, novidade importantíssima no quadro interno. O apoio do autocrata russo antecedeu por pouco enérgica tomada de posição de todos os arcebispos e bispos venezuelanos. Em 13 de julho pelo documento intitulado “Mensagem urgente aos católicos e pessoa de boa vontade na Venezuela”, os bispos do país reagiram enérgica e valentemente contra o processo de comunistização em curso no país.

Vamos ao documento. De início, a denúncia da fome: “Fazemos nossos os clamores das pessoas que se sentem golpeadas pela fome, falta de garantias para a saúde, difícil compra de remédios, a insegurança em todos os sentidos. Embora o povo ainda mantenha a esperança, hoje sofre muito mais”. Deixam claro, a ação do regime generalizou a fome

A seguir, a denúncia da violência: “Em nosso país a violência ganhou caráter estrutural. São variadas suas expressões, desde a violência irracional com sua dolorosa cota de mortos e feridos, danos a residências, perseguições. A repressão oficial gera tensão e anarquia. A prisão de muitas pessoas, sobretudo jovens, por se opor ao governo, agrava ainda mais a situação. Circulam denúncias sérias sobre torturas. Existem pessoas processadas arbitrariamente pela Justiça militar que foram levadas a penitenciárias de segurança máxima”. Acusa na sequência os grupos armados pelo chavismo para intimidar a oposição: “Muitas de nossas comunidades e instituições são flageladas por grupos paramilitares ilegais que agem debaixo do olhar complacente das autoridades”. O regime causa a violência contra o povo.

Os bispos venezuelanos denunciam então o instrumento governamental para continuar no poder, o que perenizará também a fome e a violência: “Embora a crise padecida pelos venezuelanos seja de muitos anos, nos últimos meses aprofundou-se por causa da iniciativa do governo de convocar uma Assembleia Nacional Constituinte, questionada e recusada pela maioria do povo venezuelano. Mais uma vez a Constituição foi violada e o Tribunal Supremo da Justiça (TSJ) e o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) avalizaram o que propõe o Executivo. O mencionado projeto pretende impor ao país um regime ditatorial”.

Em sentido contrário, os bispos apoiam a consulta determinada pela Assembleia Nacional, de maioria oposicionista: “No próximo 16 de julho, promovida pela Assembleia Nacional, haverá uma consulta popular, que goza de toda legitimidade”.

Concluem então os bispos com apelo de enorme gravidade, do qual destacamos: “Como pastores da Igreja na Venezuela, ecoando os clamores da imensa maioria de nosso povo, elevamos nossa voz e exigimos da Força Armada Nacional Bolivariana [do Exército, em linguagem simples] que, como determina a Constituição, cumpra seu dever de estar a serviço do povo no respeito e garantia da ordem constitucional e não simplesmente a serviço de um regime, de um partido ou de um governante. Apelamos à consciência de todos seus membros, não esqueçam que também fazem parte do povo”.

A gravíssima postura episcopal procura evitar desenlace trágico e iminente: “O que se busca é instaurar um Estado socialista, marxista e militar”. Em resumo, para os bispos, a Venezuela se encontra às vésperas da ditadura comunista. Assinam o documento todos os arcebispos e bispos venezuelanos.

Este artigo poderia se chamar: Um bom exemplo episcopal. Tocante. Infelizmente raro em nossos dias. Enorme bom exemplo, por exemplo para a CNBB, favorecedora contumaz dos programas e governos petistas, os grandes apoios do chavismo na América Latina. Segui-lo evitaria, como mostram os bispos da Venezuela, enormes sofrimentos para o povo.

Eles que venham!

Publicado em: 13-07-2017 | Por: bidueira | Em: PT, SITUAÇÃO NACIONAL, Terrorismo

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Eles que venham 

SÃO PAULO, 12 DE JULHO DE 2017 ÀS 20:02       Diário do Comércio

POR SÉRGIO PAULO MUNIZ COSTA

É da maior gravidade o fato de um juiz admitir que se sentiu intimidado ao longo de um processo e, pior, não adotar no seu decorrer as mesmas medidas que tomou em outros, de idêntica natureza e importância.

O que isso significa para o Brasil? É a pergunta que paira no ar, depois da condenação do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva pelo Juiz Sérgio Moro.

Significa que vige no País um inaceitável estado de coisas.

É o que se lê, com toda clareza, nas linhas do despacho do Juiz: “intimidação do julgador, de outros agentes da lei, procurador da República e delegado;  declarações públicas sugerindo que se assumir o poder irá prender os Procuradores da República ou delegados da Polícia Federal; condutas inapropriadas que revelam a tentativa (sic) de intimidação da Justiça, dos agentes da lei e até da imprensa para que não cumpram o seu dever”.

Data vênia, tentativa não. Curvemo-nos aos fatos: consumação. Intimidação exitosa, reconheçamos, cabalmente demonstrada no resultado dessas “condutas inapropriadas”, que colocam o Sr. Luís Inácio Lula da Silva ao largo da Lei, não importa o quão dourada seja a pílula que tentam nos fazer engolir.

Muito mais grave do que a condenação de um ex-presidente situado no epicentro do terremoto político e moral que sacode o Brasil desde 2005, é a incapacidade de se lhe impor a sanção correspondente à apuração e julgamento dos ilícitos, a título de se evitar “trauma”.

Não recai jamais sobre o admirável Juiz Sérgio Moro o fardo dessa decisão.

Se nas linhas de seu despacho se veem as razões para essa “prudência”, nas entrelinhas leem-se os motivos de tão inusitada decisão: a solidão de um servidor público na exação do cumprimento de seu dever.

Há algo muito errado neste País, quando recai sobre um juiz de primeira instância o peso de tal responsabilidade. É por falta de decência, de coragem e de probidade das mais altas autoridades, que chegamos a este ponto.

Assistimos, durante meses, ameaças, deboches, desrespeito, desqualificação, desinformação e manipulação, de toda sorte, regadas a bom dinheiro, turbinadas pela ideologia de botequim e alimentadas por notórios canalhas de muitas peles e vestes.

O desfile de iniquidades a que o País assistiu ao longo desse processo, com as mais sórdidas demonstrações de absoluta falta de escrúpulos se consumou nas linhas e entrelinhas do despacho de Moro.

É com o que ficamos neste traumático 12 de julho de 2017: Lula condenado e não preso, por “prudência”.

O que deveria ser o tão esperado episódio do começo da salvação do País restou suspenso no insuportável vazio moral desta República.

Agora, Lula, vociferando sem qualquer prudência ou preocupação com trauma, segue incólume para cumprir tudo que ameaçou. Seria preciso que fôssemos uma nação pusilânime para aceitar tal destino.

Afinal, nós brasileiros podemos ter muitos defeitos, mas, definitivamente, isso é o que não somos: covardes.

Como já se disse: eles que venham, por aqui não passam!

►As opiniões expressas em artigos são de exclusiva responsabilidade dos autores e não coincidem, necessariamente, com as do Diário do Comércio

5 fatos que pedem inquéritos da Procuradoria-Geral da República

Publicado em: 09-07-2017 | Por: bidueira | Em: CHAVES, DIREITO DE PROPRIEDADE, Esquerda católica, Política Internacional, PT, SITUAÇÃO NACIONAL, Terrorismo

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Por Irapuan Costa Junior

Edição 2191

A ideologia é mais destrutiva do que a corrupção, mas os procuradores federais fazem vistas grossas para o descalabro dos “investimentos” no PT na Bolívia e em Cuba

Lula da Silva e Evo Morales: o brasileiro patrocinou os negócios da Bolívia

1 — Em 1º de maio de 2006, logo após tomar posse como presidente da Bolívia, Evo Morales ocupou, com tropas do Exército, as instalações da Petrobrás no país, e anunciou sua desapropriação. Desapropriação foi apenas um eufemismo usado por Evo Morales, pois o que ocorreu foi mesmo um confisco.

A Petrobrás, que havia investido cerca de 1,5 bilhão de dólares na Bolívia recebeu, a título de indenização, fixada unilateralmente pelo governo boliviano, menos de 10 por cento desse valor. Para que o leitor avalie a importância do patrimônio do povo brasileiro no país vizinho, e que nos foi roubado, a Petrobrás respondia por 18% do PIB boliviano, e recolhia cerca de um quarto do total de impostos arrecadados pelo governo local. Leia mais

Redução a condição análoga à de escravo

Publicado em: 04-07-2017 | Por: bidueira | Em: CHINA, Comissão da Verdade, DIREITO DE PROPRIEDADE, Eleições americanas, Perseguição religiosa, Política Internacional, Segurança Pública, Terrorismo

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Redução a condição análoga à de escravo

Péricles Capanema

Veja acima o título, é delito punido no Brasil, artigo 149 do Código Penal: “Reduzir alguém a condição análoga à de escravo, quer submetendo-o a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva, quer sujeitando-o a condições degradantes de trabalho, quer restringindo, por qualquer meio, sua locomoção”. A seguir: “Nas mesmas penas incorre quem cerceia o uso de qualquer meio de transporte por parte do trabalhador, com o fim de retê-lo no local de trabalho”. Mais ainda: “se apodera de documentos ou objetos pessoais do trabalhador, com o fim de retê-lo no local de trabalho”.

Hoje não quero falar do Brasil (só um pouco), vou tratar da China. Por ação, cumplicidade, desleixo ou omissão, é desse crime que o governo dos Estados Unidos está acusando o governo da China. Começa assim o 2016 Trafficking in Persons Report: “A República Popular da China é origem, destino e local de trânsito para homens, mulheres e crianças submetidos a trabalho forçado e tráfico sexual”.

Preciso, trabalho forçado a lei penal brasileira chama de condição análoga à de escravo. O documento afirma existirem 294 milhões de chineses (indocumentados) potencialmente sujeitos a trabalhos forçados em minas de carvão e fábricas, parte das quais opera ilegalmente e se aproveita da frouxa regulamentação governamental. Acrescenta: “Crianças em programas de trabalho e estudo apoiados pelos governos locais e escolas são obrigadas a trabalhar em fábricas. Homens africanos e asiáticos são explorados em navios chineses, trabalhando em condições indicadoras de trabalho forçado”.

Aqui o mais direto do texto contra o governo chinês: “Permanece a preocupação com o trabalho forçado patrocinado pelo Estado. Por décadas, a ‘reeducação pelo trabalho’ representou uma maneira sistemática de trabalho forçado na China. O governo da República Popular da China se aproveitou do trabalho forçado de pessoas sujeitas a detenção administrativa (extrajudicial), muitas vezes sem remuneração, até por quatro anos. […] Continuam as informações de utilização atual de trabalho forçado nas instalações governamentais de reabilitação”. Mais abaixo, o documento reitera: “Continuam nos chegando as informações da cumplicidade governamental com o trabalho forçado, inclusive mediante políticas de trabalho forçado em programas com patrocínio governamental. Apesar do anúncio oficial de 2013 de abolição da prática de reeducação pelo trabalho, continuamos a receber notícias que não puderam ser checadas sobre centros governamentais de detenção fora do sistema judicial”.

Stalin (não apenas ele) já se utilizava de expedientes desse tipo. Precisava de mão de obra, mandava prender, não pagava e depois soltava. Ou não. Assim se recrutou parte da mão de obra escrava, milhões e milhões de desgraçados, retratada no Arquipélago Gulag de Alexandre Solzhenitsyn. Aqui, nada mudou.

Sobre a exploração sexual é severo o relatório: “Mulheres e moças estão também sujeitas ao tráfico sexual dentro da China. Mulheres e crianças de países asiáticos vizinhos, África e América estão sujeitas a trabalhos forçados e a tráfico sexual na China. Mulheres norte-coreanas estão sujeitas a prostituição forçada, ao casamento forçado, ao trabalho forçado na agricultura, ao trabalho doméstico forçado e ao trabalho forçado nas fábricas”.

Sobre a situação dos norte-coreanos: “O governo sustenta que não repatria compulsoriamente nenhuma vítima do tráfico. Antes do período coberto por este relatório, notícias verossímeis davam conta que autoridades chinesas repatriavam compulsoriamente refugiados norte-coreanos tratando-os como imigrantes econômicos ilegais. O governo detinha e deportava referidos refugiados para a Coreia do Norte, onde podem sofrer punições severas, campos de trabalhos forçados, até a morte”.

Transcrevi muita coisa, pode até ser penoso, sei. Foi necessário. A maioria dos dados do relatório ficou fora, mas a íntegra pode ser facilmente compulsada na rede.

Quais as razões da necessidade? Enumero duas. A mais imediata, a China se transformou no maior parceiro comercial do Brasil. Mantido o rumo, daqui a pouco, por meio de suas estatais, será presença gigantesca na economia brasileira. O favorecimento escandaloso das relações econômicas com a China, com detrimento dos Estados Unidos e União Europeia, diretriz de política exterior dos treze anos petistas (infelizmente o favorecimento permanece hoje no essencial, embora tenha cessado a sabotagem aos interesses norte-americanos e europeus), não só lesou gravemente nosso futuro de nação soberana. Esbofeteou cruelmente os direitos à liberdade de centenas de milhões de chineses, situação evidenciada acima. Razão mais funda, moralmente não é lícito favorecer a escravidão. Podem apostar, a esquerda tupiniquim vai se calar diante dessa lesão aos direitos humanos. É política patrocinada pelo Partido Comunista Chinês.

Negócios nada republicanos

Publicado em: 02-07-2017 | Por: bidueira | Em: DIREITO DE PROPRIEDADE, PT, SITUAÇÃO NACIONAL

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Negócios nada republicanos

Péricles Capanema

A todo momento leio: “em tratativa nada republicana”, “em conversas nada republicanas”. Fui ao Google e coloquei nada republicano, nada republicanos, nada republicana, nada republicanas. Milhares de entradas. Contudo, nunca ouvi ninguém em meus círculos empregar a expressão. Sintoma de que é muito utilizada na opinião que publica, pouco ou nunca na opinião pública.

Contudo, sempre me pareceu expressão disparatada ▬ pelo menos no Brasil. Espanta-me que ninguém tenha tido a iniciativa, comezinho bom senso, de invertê-la. Para corresponder à realidade, obviamente se deveria dizer entre nós quando nos referirmos a maroteiras : “em tratativas tipicamente republicanas”, “em conversas genuinamente republicanas”. Um exemplo: “Em atitude tipicamente republicana, Michel Temer, na calada da noite, sem registro na agenda, recebeu Joesley Batista no Jaburu”.

▬ Eu tô de bem com o Eduardo.

▬ Tem que manter isso, viu?

▬ Todo mês, também, e tô segurando as pontas, tô indo. […] tô meio enrolado aqui, né, no processo assim…

▬ Você está sendo investigado.

▬ Isso, é, investigado. […] Eu dei conta de um lado do juiz, dá uma segurada.

▬ Está segurando os dois?

▬ Tô

▬ Ótimo, ótimo.

▬ Segurando os dois. E eu consegui um procurador, dentro da força tarefa, que está também me dando informação.

Nenhuma dúvida, diálogo autenticamente republicano. Sei, sei, alguém vai observar, na República romana havia elevação e probidade nos homens públicos. Seriam os modelos. A mais, possivelmente a expressão terá raízes em varões de Plutarco, qualificativo esteado no livro “Vidas paralelas”, biografias de gregos e romanos ilustres, com serviços relevantes ao bem comum. Sei lá. Ou veio de “Da República” de Cícero. Quem sabe. Sempre longe de nossa realidade.

Acho igualmente absurdo buscar inspiração na Revolução Francesa, cujos líderes, em larga medida, foram bandidos, mentirosos, assassinos, tiranos e ladrões. Inspiração na ação política de Robespierre, Danton, Marat? Santo Deus.

Do mesmo modo, embora usadas a torto e a direito, não fazem sentido ética republicana, espírito republicano, para significar honestidade, decência, morigeração, comedimento, dignidade, interesse real pelo bem comum. Não devemos esbofetear a realidade, as palavras devem refletir os fatos.

Os vitoriosos do golpe de 15 de novembro de 1889 ofereceram a dom Pedro II grande quantia em dinheiro (já começava ali a prática do mensalão). O Imperador recusou com a resposta que hoje provocaria muxoxo gaiato nos republicanos autênticos: “Com que autoridade estes senhores dispõem do dinheiro público?”

A honestidade generalizada no trato do dinheiro público sobreviveu no Brasil enquanto durou a geração de homens públicos formados no Império. Foi o que, aliás, constatou o historiador José Murilo de Carvalho: “O comportamento político do monarca foi marcado pelo escrupuloso cumprimento da Constituição e das leis, pelo respeito não menos escrupuloso ao dinheiro público, pela garantia da liberdade de expressão. […] Seu governo deixou uma tradição de valorização das instituições que, apesar de quebrada pelo golpe republicano, foi recuperada na Primeira República e talvez esteja viva até hoje. [Seu governo] legou um padrão de comportamento político que também sobreviveu nas primeiras décadas republicanas”.

O erudito historiador continua com pirueta inesperada, surpreendente salto triplo carpado, sustentando que havia valores republicanos no Império, desapareceram na República e a falha foi do Império por não os ter incutido como deveria; “O que menos sobrevive hoje são os valores e atitudes republicanos. Na raiz deste retrocesso talvez esteja uma das falhas do sistema imperial, herdada pela Primeira República: a incapacidade de […] promover a expansão da cidadania política. […] O apelo à republicanização […] pode ter ainda hoje, como uma de suas referências, o exemplo de Pedro II. Republicanizando-se, o regime completará a herança imperial”.

Já que a república institucionalizou a bandalheira, para torna-la promotora do bem comum o engenhoso historiador sugere tornar dom Pedro II referência para o regime e manter a herança imperial.

Outra cambalhota que ajuda o regime republicano. O mesmo historiador busca no século 17 (1633), com um jesuíta famoso, o sentido em que poderíamos autenticamente utilizar a palavra república, mas já agora sem nada ter a ver com regime político. O padre Simão de Vasconcelos (1597-1671) escreveu: ““Nenhum homem nesta terra é repúblico, nem vela nem trata do bem comum, senão cada um do seu particular”. Entenderam? Repúblico tem relação com res publica, coisa púbica, bem comum. Poderemos ter o monarquista repúblico, o republicano repúblico, o democrata repúblico. E vai por aí afora.

Declaro-me vencido.  Matizo minha opinião. Acompanhando o jesuíta, acepção usual daquela época, podemos empregar a expressão nada republicano. Mas, cuidado, nunca a ligar à República brasileira, nem à Revolução Francesa, o que a tornaria contaminada por doença grave. Lembremo-nos unicamente do padre Simão de Vasconcelos.

Porte de arma por advogados complica. PL sobre instrutor de tiro fica ruim como na origem.

Publicado em: 01-07-2017 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, PLD em Foco, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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PLD em Foco

Coronel Paes de Lira comenta

Publicado em 30 de jun de 2017

PL sobre porte de arma por advogados complica-se. PL sobre instrutor de tiro fica ruim como na origem.