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Moro nomeia a desarmamentista Ilona Szabò ao Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária

Publicado em: 03-03-2019 | Por: bidueira | Em: Ambientes, Costumes, Desarmamento, DIREITO DE PROPRIEDADE, Legítima Defesa, PLD em Foco, Segurança Pública

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Coronel Paes de Lira comenta

Moro nomeia a desarmamentista Ilona Szabò ao Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária

Novas iniciativas legislativas sobre Estatuto do Desarmamento merecem reparos.

Publicado em: 22-02-2019 | Por: bidueira | Em: Costumes, Desarmamento, DIREITO DE PROPRIEDADE, Legítima Defesa, PLD em Foco, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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Cel. Paes de Lira comenta

Publicado em 21 de fevereiro de 2019

Novas iniciativas legislativas sobre Estatuto do Desarmamento merecem reparos.

Vale, privatização de mentirinha

Publicado em: 10-02-2019 | Por: bidueira | Em: CHINA, DIREITO DE PROPRIEDADE, PT, SITUAÇÃO NACIONAL

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Vale, privatização de mentirinha

Péricles Capanema

Sublinhada pelo encontro dos corpos soterrados na lama e pelo escoar lento do Paraopeba tóxico, a tragédia em Brumadinho lembra doloridamente ao Brasil enlutado a necessidade contínua de medidas de prevenção, de nada deixar ao acaso, de ter sempre diante dos olhos a possibilidade pior. Em suma, retirar de cada fato ou princípio, até o fim, suas decorrências lógicas e agir segundo elas; é criar o hábito da responsabilidade.

Nosso habito é outro, namoramos o desleixo, a imprevidência, a inconsequência, brincamos inconsideradamente com a lógica. Tudo leva a crer, Brumadinho, encaixada no contexto de Mariana, boate Kiss, alojamento do Flamengo, incêndio no Museu Nacional, é prenúncio de outras tragédias.

No âmago da catástrofe, repito, está o hábito de nada levar até suas últimas consequências lógicas. Vou dar um exemplo gritante, relacionado com o que acima comentei. Muita gente, qual urubu na carniça, aproveitou-se de a Vale (antiga Vale do Rio Doce) estar no miolo do drama que desabou sobre Brumadinho, para criticar a privatização da empresa, e por ricochete, a política de privatização em geral. O novo rumo teria diminuído preocupações sociais e cuidados com o meio ambiente. Prejudicaria o povo, favoreceria os ricos; em suma, seria antissocial.

Vamos devagar, começando por recordar alguns marcos, o que poderá evitar que muita gente continue saudosa do atraso e agarrada nos enredos do retrocesso. A Vale (antiga Vale do Rio Doce), criada empresa estatal em 1942 por Getúlio Vargas, foi privatizada em maio de 1997 durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. Em números redondos, é empresa privada há 22 anos, uma vida. Quem manda em empresa privada são os acionistas. Certo? Na Vale, em termos. Acionistas, sim, grandes, mas não privados.

Trago à baila trechos da delação de Joesley Batista, um dos donos do grupo JBS, que não é grande acionista da Vale, divulgada em maio de 2017. Em conversa com o megaempresário o então senador Aécio Neves lhe garantiu que já não conseguiria nomear o presidente da Vale (desejo dele), mas Joesley Batista poderia indicar um outro diretor e seria atendido. A contrapartida eram os dois milhões de reais na mão para, afirmava o senador, pagar despesas de advogado. Coisa de comparsas, Joesley Batista, hoje condenado, teria garantido até 40 milhões se conseguisse sentar alguém de sua confiança na presidência da Vale. Palavras de Joesley Batista constantes do material da delação: “Aí ele [Aécio] falou, ‘não pode porque eu já nomeei’. Parece que a Vale tem uma governança pra ter uma independência pra escolher presidente, mas parece que eles têm algum jeito de fraudar esse troço e virar presidente alguém com nomeação política. Ele [Aécio] me explicou isso, disse ‘nós fizemos um treco lá que em tese é independente, mas na prática o candidato da gente acaba ganhando’. Ele disse que eu poderia escolher qualquer uma das quatro diretorias, que eu escolhesse e que ele botava quem eu quisesse, se fosse o Dida, ele botava o Dida”. O Dida é Aldemir Bendine, hoje condenado e preso por corrupção.

Lauro Jardim, cerca de dois meses antes da divulgação do material acima, já informava que a escolha do presidente da Vale vinha de “uma triangulação da qual participaram os acionistas (Bradesco à frente), Michel Temer e Aécio Neves. Quando oficialmente a Vale contratou a Spencer Stuart para encontrar o nome do sucessor de Ferreira, foram agregados pela empresa duas dezenas de nomes aos de Schvartsman”

Fundos de pensão de estatais e BNDES (controlados pelo governo) são grandes acionistas da Vale. O que dá aos políticos enorme ingerência na empresa. A coerência da política de privatizações mandaria o governo entregar a empresa à iniciativa privada. Não o fez; saiu pela porta da frente e entrou pela porta dos fundos. E a situação geradora de lambanças está assim há mais de vinte anos.

Existe pior. Boa parte das empresas privatizadas depois de 1997 hoje se encontra nas mãos de estatais chinesas (ou, por outra, nas mãos do Partido Comunista Chinês) e também nas mãos de estatais de países ocidentais.

Vai abaixo o que divulguei em dezembro de 2015, ainda no governo Dilma, no artigo “Desnacionalização suicida”, vale para hoje, espero que  não valha no futuro: “Nunca fui nacionalista; vejo com simpatia a presença de empresas estrangeiras entre nós. Mas o caso agora é outro. Em 25 de novembro último, o governo colocou à venda concessões por 30 anos para as usinas de Ilha Solteira, Jupiá, Três Marias, Salto Grande, vinte e nove hidrelétricas no total. Ganharam o leilão CEMIG (estatal), COPEL (estatal), CELG (estatal), CELESC (estatal), ENEL (forte presença do governo italiano) e THREE GORGES (estatal chinesa). A estatal chinesa ficou com 80% da energia e pagou R$13,8 bilhões pela outorga. Vejam esta falácia lida por milhares, quem sabe milhões, ilustra como os meios de divulgação vêm tratando o caso: ‘Com os ativos recém-adquiridos, a CTG [China Three Gorges, a estatal chinesa] atinge capacidade instalada de 6.000 W, tornando-se a segunda maior geradora privada do país’”.

Privada? Capitais do Estado chinês, dirigido tiranicamente por um partido imperialista e totalitário. Temos no caso estatismo agravado, mais danoso que o estatismo brasileiro, com suas roubalheiras e incompetências. A dizer verdade, o programa de desestatização brasileiro, em vários de seus aspectos importantes, é uma enganação monstruosa e vergonhosa. Chega até a ameaçar a segurança nacional.

Fecho. A irresponsabilidade tem raiz na falta de lógica, no hábito de conviver com a incoerência. Agora vitimou Brumadinho. Antes, causou outras desgraças. No futuro, provocará tragédias parecidas. Se não forem expulsas a incoerência e a ilogicidade, alimentadoras do descaso, do desleixo e da irresponsabilidade.

 

Presidente Bolsonaro baixa decreto, mas frustra as expectativas dos que lutam pela legítima defesa

Publicado em: 16-01-2019 | Por: bidueira | Em: Costumes, Desarmamento, DIREITO DE PROPRIEDADE, Legítima Defesa, PLD em Foco, PT, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL, Terrorismo, Tradições

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Presidente Bolsonaro baixa decreto, mas frustra as expectativas dos que lutam pela legítima defesa

Edificação e escândalo

Publicado em: 14-01-2019 | Por: bidueira | Em: CHAVES, DIREITO DE PROPRIEDADE, Esquerda católica, FARCs, Francisco, Perseguição religiosa, Política Internacional, PT, Segurança Pública, Terrorismo

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Edificação e escândalo

Péricles Capanema

 Durante longos períodos na Idade Média e, mesmo depois, o Papa agiu repetidas vezes como árbitro em conflitos de nações e povos. Dava a última palavra, acatada por imperadores, reis, outros dirigentes temporais. Não era função ligada intrinsecamente ao múnus petrino, mas, entre outros fatores, a enorme respeitabilidade do Soberano Pontífice o empurrava naturalmente, pela força das coisas, para o centro da vida temporal europeia. Tarefa edificadora, outros tempos. A laicização da esfera civil limitou enormemente seu papel em tais matérias. A Santa Sé, relativamente, poucas vezes agiu como árbitro de forma oficial nos últimos tempos. Mas dessa longa e benéfica presença dos Papas em matérias temporais, ficou o hábito de ouvir o Soberano Pontífice, cuja voz não fere apenas os tímpanos dos católicos, mas de incontáveis pessoas interessadas em conhecer suas tomadas de posição, por sua evidente relação com o destino dos povos.

 Contudo, ainda relativamente recente, em nossa época, tivemos eco importante da outrora grande relevância dos Vigários de Cristo na resolução de disputas temporais. Em fins de 1978, a Argentina e o Chile estiveram à beira de conflito armado por causa do Canal de Beagle, no sul do continente; brigavam pela posse das ilhas Picton, Lennox e Nueva. Fracassados os esforços diplomáticos, em 21 de dezembro, tropas argentinas se puseram em marcha para ocupar as ilhas e, se necessário, até partes do Chile continental. O 4º Batalhão de Infantaria da Marinha tinha ordens para nelas desembarcar em 22 de dezembro. As consequências do conflito militar entre Argentina e Chile, imprevisíveis, mas certamente amazônicas, repercutiriam provavelmente por décadas em todas as Américas. Basta alinhar o que hoje é admitido em suas linhas gerais. O alto comando argentino previa aproximadamente 50 mil baixas nas três primeiras semanas. O Equador entraria no lado da Argentina. O Peru e a Bolívia apoiariam a Argentina. Os chilenos pretendiam atacar a usina nuclear de Atucha. Não se sabe que posição tomaria o Brasil. A guerra com certeza deixaria sequelas destruidoras, traria dilacerações dificilmente suturáveis na América do Sul.

 Poucas horas antes do choque, talvez minutos, Argentina e Chile aceitaram a mediação de João Paulo II, que enviou à região, como seu representante, o cardeal Antônio Samoré. Tendo como pano de fundo a respeitabilidade pontifícia, os dois países, depois de negociações difíceis, chegaram a um acordo, ilhas para o Chile e controle marítimo da área para os argentinos. Em 29 de novembro de 1984 no Vaticano assinaram declaração conjunta de paz e amizade. Hoje, sem sequelas, são duas potências amigas. Ação papal edificadora ou edificante, se quisermos. Atitudes que constroem.

 Viro a página, mas permaneço na América do Sul (e Central) e também em assuntos temporais. Na mensagem de Natal de 2018 (25 de dezembro), o Papa Francisco afirmou “que este tempo de bênção permita à Venezuela encontrar de novo a concórdia e que todos os membros da sociedade trabalhem fraternalmente pelo desenvolvimento do país, ajudando os setores débeis da sociedade”. Sobre a Nicarágua disse: “diante do Menino Jesus os habitantes da Nicarágua se redescubram irmãos para que não prevaleçam divisões e discórdias, mas que todos se esforcem em favorecer a reconciliação e em construir juntos o futuro do país”. Só.

Em 5 de janeiro, vinte ex-presidentes e chefes de governo latino-americanos, entre os quais Oscar Arias, Prêmio Nobel da Paz (1987), ex-presidente da Costa Rica, Eduardo Frei, ex-presidente do Chile, Vicente Fox e Felipe Calderón, ex-presidentes do México, César Gaviria, Andrés Pastrana e Álvaro Uribe, ex-presidentes da Colômbia, Fernando de la Rua, ex-presidente da Argentina, divulgaram severa carta que haviam enviado ao Papa Francisco. De forma serena e respeitosa se confessam escandalizados com a atitude papal por favorecer as ditaduras venezuelana e nicaraguense, assassinas da liberdade e promotoras da miséria popular.

Diz a missiva: “Conhecemos sua preocupação pelo sofrimento que hoje padecem, sem distinções, todos os venezuelanos e, agora, os nicaraguenses. Os primeiros são vítimas da opressão de uma narcoditadura militarizada, que pisa de maneira sistemática os direitos a vida, liberdade, integridade pessoal e, a mais, como consequência de suas políticas públicas deliberadas e de uma deslavada corrupção que escandaliza mundialmente, submete-os a fome generalizada e falta de remédios. Os segundos, em meados do ano, foram vítimas de onda de repressão com quase 300 mortos e 2.500 feridos. De modo que nos preocupa o chamado de Vossa Santidade à concórdia, já que no contexto atual pode entender-se sua fala como um pedido aos povos, que são vítimas, para que entrem em acordo com seus algozes; no particular, o caso venezuelano, com um governo que causou 3.000.000 de refugiados, numa diáspora que a ONU julga chegará a 5,4 milhões de pessoas em 2019”. Lembra a seguir o texto, com base em João XXIII, que os que oprimem não contribuem à unidade.

A censura dos vinte presidentes e chefes de governo é gravíssima: para eles, o Papa Francisco está equiparando vítima e algoz, opressores e oprimidos. Com isso favorece o opressor e o algoz. É acusação de conduta escandalosa, demolidora.

 Poucos dias depois da carta, em 8 de janeiro, documento oficial da Conferência Episcopal Venezuelana declarou ilegítimo o novo governo Maduro que se iniciaria no dia 10 de janeiro. Afirma o texto: “É um pecado que clama ao céu querer manter a toda custa o poder e pretender prolongar o fracasso e ineficiência dessas últimas décadas. É moralmente inaceitável. A convocação [da eleição presidencial] foi ilegítima como o é a Assembleia Nacional Constituinte imposta pelo Poder Executivo. Portanto a pretensão de iniciar um novo período presidencial em 10 de janeiro de 2019 é ilegítima”. E reconheceu a Assembleia Nacional como único poder legítimo: “A Assembleia Nacional, eleita com o voto livre e democrático dos venezuelanos, atualmente é o único órgão do poder público com legitimidade”.

No dia 10 de janeiro tomou posse o novo governo, festejado ruidosamente por representantes da China, Rússia, Cuba, Irã, Turquia, Vietnam, Coreia do Norte (Gleisi Hoffmann, presidente do PT, estava lá, o PC do B também mandou representante, havia ainda outros enviados da extrema esquerda brasileira), ▬ ausentes a maior parte dos países da América do Sul, União Europeia, OEA, Estados Unidos. No meio daquela “societas sceleris” (a expressão brota incoercível, já que ali se reuniam para promover um governo opressor), com luz soturna brilhava monsenhor George Koovakod, encarregado de negócios da Santa Sé, enviado especial, a quem Nicolás Maduro agradeceu a presença no início do discurso. Vem natural à mente a denúncia de Paulo VI de 7 de dezembro de 1968 do “misterioso processo de autodemolição” que se havia instalado na Igreja Católica.

Edificação e escândalo. As intervenções papais nos assuntos temporais edificavam, isto é, construíam. Nossa época tem deixado claro que, para escândalo dos fiéis, podem também demolir. Paro por aqui, as palavras faltam; morrem na boca, sufocadas pelo respeito filial. Deus tenha pena de nós.

O BRASIL QUE QUEREMOS

Publicado em: 13-01-2019 | Por: bidueira | Em: Ambientes, Costumes, PT, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL, Terrorismo, Tradições

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POR QUE MILHÕES DE BRASILEIROS VOTAMOS EM BOLSONARO, E O LEVAMOS À RETUMBANTE VITÓRIA NO PLEITO PRESIDENCIAL?

VAlte(Ref) Sergio Tasso Vásquez de Aquino

  Tive a inspiração de escrever o presente texto, para tê-lo como leitura de cabeceira, como motivação e lembrança permanentes, e com a esperança de que alcance a maior difusão possível entre as pessoas de bem, inclusive os membros do governo, de todos os níveis, para que nos mantenhamos todos fiéis aos rumos benfazejos que, nos anos de intenso sofrimento que experimentamos, durante o tão longo tempo de retrocesso e de espoliação da Pátria e do seu povo, juntos traçamos e desejamos para a Pátria. Ademais, pretendo que sirva para fortalecer-nos na guerra psicológica permanente movida por todos os inimigos do Brasil, que só visam à dominação da Terra de Santa Cruz e à destruição da nossa base espiritual, ética, moral e física. Para tanto, precisam e se dedicam a desconstruir e isolar o novo governo.

  Nos parágrafos que se seguem, busquei registrar a nossa profissão- de- fé, o que nos inspira e anima na expectativa de que, finalmente e com a graça de Deus, se inicie a navegação segura do Brasil rumo à redenção.

  Lutamos por um governo, um Estado, patriota, competente, honesto e determinado na preservação da independência, da liberdade e da democracia. Que enfrente com energia toda classe de corrupção, de violência, de desperdícios na Nação, e de desvios e mau emprego dos recursos públicos, de indiferença diante do sofrimento, da penúria, do abandono dos desvalidos, de nepotismo e de concessão de benesses descabidas de toda a natureza na estrutura do Estado, eliminando as castas que se vieram formando ao longo dos últimos trinta e três anos no Judiciário, no Legislativo e nas carreiras tornadas privilegiadas do Executivo, apartadas da vivência e da solidariedade diante das crescentes agruras sofridas pelos cidadãos comuns.

  Que não aceite interferências externas, de governos, organismos internacionais, ONGs nos nossos assuntos nacionais, nem quaisquer restrições à soberania, nem subordinações à vontade rentista da banca, e que, ao mesmo tempo, combata com toda a energia as ações deletérias, nocivas e destrutivas da revolução vermelha sobre os pilares básicos da nacionalidade, Terra, Povo e Instituições. Enfim, que tenha como norte tão somente a realização dos Objetivos Nacionais Brasileiros e a construção do Bem Comum.

  Que promova a devassa rápida, eficaz e eficiente da gigantesca corrupção que afogou o País nos anos mais recentes, em especial desde o advento do predomínio da esquerda extremada no poder, desvendando todos os roubos e desvios de recursos brasileiros para fins indevidos, inclusive aplicação fora do nosso território, sem qualquer retorno ou vantagem para os brasileiros, por meras considerações de compadrio ideológico e de recebimento de propinas. E aplique o mais pesadamente que possa as penas da lei sobre todos os responsáveis, sem exceção e seja qual for o partido de filiação política, por tais crimes hediondos, geradores, ao fim e ao cabo, de tantas mortes e sofrimentos dos concidadãos e perdas sensíveis e sentidas no Desenvolvimento e na Segurança do Brasil.

  Que desaparelhe, sem tardança e completamente, o Estado brasileiro dos agentes da revolução vermelha nele implantados ao longo dos anos, desprovidos de quaisquer competências e conhecimentos requeridos pelas funções, mas ali colocados para realizar o projeto usurpador do partido matriz e para realizar o assalto ao patrimônio público, a fim de fornecer-lhe recursos para sua programada obra de destruição. Precisamos cumprir o propósito de ter, em cada função pública, um funcionário probo, comprometido com a Pátria e os concidadãos, competente, dedicado e operoso no desempenho dos misteres.

  Os centros educacionais, de todos os níveis, devem ser escoimados rapidamente das influências deletérias e das direções ideologicamente pervertidas neles enquistadas, para realizarem o papel que lhes cabe de orientar a infância e a juventude nos caminhos ética, moral e profissionalmente corretos e adequados, para contribuir para a grandeza e a felicidade da Pátria justa e altiva que todos merecemos e desejamos.

  Todos os políticos comprometidos no passado com corrupção e subversão da ordem devem ser isolados e afastados, devendo ser prestigiados e aproveitados em cargos de influência e direção tão somente os autenticamente patriotas, altruístas, com vocação de servir e de doar os talentos em benefício dos concidadãos, da Nação Brasileira.

  O Bem e a Virtude devem pautar as normas de agir, com a busca permanente do aprimoramento da educação, e das boas maneiras e do bem conviver em sociedade, respeitando os direitos dos demais, e cada um cumprindo os deveres que lhe competem. A Família, base de tudo e célula mater da organização social, tem de ser sempre preservada, fortalecida e defendida contra todas as ameaças.

  Todos os grandes devedores do Erário, inclusive os grandes meios de comunicação social que se esmeraram em destruir diuturnamente os valores da população e em contribuir para a difusão nefasta da mensagem pervertida da pornografia, da perversão de costumes e de valores, da luta de classes, devem ser privados dos recursos da propaganda oficial e compelidos a pagar os tributos a que têm fugido, há tanto tempo. Da mesma forma, os “intelectuais e artistas” famosos, distorcida e indevidamente cevados nas benesses da Lei Rouanet e que, por isso, se tornaram arautos e defensores da revolução vermelha, têm de ser privados dessa fonte de recursos, devolvendo o que indevidamente receberam. O mesmo se aplica aos beneficiários que se descobrirem mentirosa e indevidamente elegíveis para as milionárias “indenizações” pagas desde o governo FHC, por alegados e não provados prejuízos decorrentes da ação restauradora do Movimento de 31 de março de 1964.

  A cobrança das gigantescas dívidas dos devedores, pessoas e empresas, abonados, protegidos e relapsos, certamente diminuirá, de muito, o rombo da previdência social e fornecerá recursos para a necessária e esperada recuperação nacional.

  O braço firme da Justiça tem de se fazer sentir, também, com o máximo de energia, sobre os grupos celerados de criminosos comuns e os chamados “movimentos sociais”, que levam terror, insegurança e intranquilidade para os ambientes rural e urbano.

  Atenção especial e permanente deve ser dada à preservação e à geração de empregos, à recuperação dos destroçados sistemas de saúde e saneamento, educação e cultura, segurança pública, transportes, energia, comunicações, com investimentos maciços não só na recuperação das rodovias, mas também dos portos, na implantação de ferrovias e na construção naval e ferroviária, e na construção de moradias dignas para a população. Igual atenção deve ser concedida a ciência e tecnologia, geradoras do progresso dos países e, juntamente com a educação, libertadoras da dependência externa e fomentadoras da industrialização de alta qualidade e da maior competitividade dos produtos nacionais no comércio internacional, conforme atestam os exemplos notáveis de Finlândia, Irlanda e Coréia do Sul desde a década de 1950.

  Fundamentais são o reaparelhamento e a modernização das Forças Armadas com todos os meios necessários para realizar a necessária dissuasão em defesa dos interesses do Brasil, da independência, da soberania, da integridade do patrimônio nacional, máxime territorial, num mundo marcado por guerras e conflitos, em que os países mais fortes não se contêm no afã de fazer valer suas vontades, mesmo que de forma violenta, sobre os mais fracos. Os militares, tanto e tão injustamente atacados e vilipendiados por motivações ideológicas, relegados, nos escalões mais baixos da hierarquia, a situações de penúria financeira, já que deliberadamente colocados na rabeira da escala salarial das carreiras do Estado, num processo revanchista que já dura 28 anos, merecem voltar a ser tratados pelo governo com toda a dignidade, com o mesmo respeito e acolhida positiva que sempre têm recebido do nosso povo, que, por anos a fio, tem considerado as Forças Armadas a instituição nacional mais confiável!

  Uma verificação cuidadosa e permanente tem de ser executada nos programas sociais, tipo Minha Casa, Minha Vida e Bolsa Família, pelos desvios comprovados e repetidos da concessão de benefícios por critérios de compadrio político e ideológico a quem deles não necessita, com prejuízo real e abundante de quem merece ser assistido.

  Muita coisa de positivo já vem o governo realizando, nos poucos dias que tem de mandato. Paradoxalmente, por isso tem sido tão combatido por nossos inimigos ferozes, para os quais o sucesso da Virtude representará o fim do reinado de mentiras e maldades.

  Todas as pessoas de bem queremos um Novo Brasil, verde-amarelo, em que reinem a Verdade, a Paz, a Justiça e a Esperança. Em que todo cidadão possa ter uma vida digna em função do esforço, do trabalho e do estudo honrados. Em que todos sejamos, de fato, iguais perante a Lei. Em que os detentores de cargos públicos, nos Três Poderes e nos Três Níveis Administrativos, em todos os órgãos do Estado, sejam exemplos e paradigmas para os compatriotas.

  Não aceitamos a perversão, a crueldade, a tirania do comunismo, nem qualquer sujeição a um poder que não seja nacional, nem qualquer compromisso com práticas corruptas e corruptoras e seus agentes e responsáveis.  Queremos o Brasil livre, altivo, senhor dos seus destinos, com Democracia, Justiça e Paz Social! Ou, como está eternizado na nossa bela e invicta Bandeira, com ORDEM E PROGRESSO!

  Esta é, enfim, uma pequena lista, feita “ao correr da pena”, portanto bastante incompleta ainda, do tudo o que sonhamos e desejamos para o Brasil e para o aperfeiçoamento dos costumes, procedimentos, valores e Instituições. Existe muito a fazer e consertar, mas passos firmes têm de ser dados, com constância, sempre na direção correta e com a intensidade adequada, no tempo certo.

  QUEREMOS UMA PÁTRIA DIGNA, SOBERANA, LIVRE, DEMOCRÁTICA, FELIZ, JUSTA PARA TODOS OS FILHOS E RESPEITADA EM TODO O MUNDO. POR ISSO, VOTAMOS EM BOLSONARO! VAMOS AJUDAR EM TUDO AO NOSSO ALCANCE E CONFIAR! VIGILANTES E ATIVOS, FIÉIS AO BRASIL, MANTEREMOS ACESA A CHAMA DA ESPERANÇA!

DEUS NOS GUARDE, INSPIRE E ORIENTE, GOVERNANTES E POVO, PARA QUE, JUNTOS, SALVEMOS O BRASIL!

Rio de Janeiro, RJ, 11 de Janeiro de 2019.

Livro que veio para ficar

Publicado em: 10-01-2019 | Por: bidueira | Em: Ambientes, Costumes, Perigo Islâmico, Perseguição religiosa, Política Internacional, Segurança Pública, Terrorismo, Tradições

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Livro que veio para ficar

Péricles Capanema

Livros são parecidos com objetos celestes. Estrelas alguns, fazem lembrar às vezes até mesmo a estrela de Belém, esclarecem, marcam época, indicam rumo. Agora o reverso, também temos os meteoritos, livros que despencam na Terra, devastam, deixam crateras na alma e na sociedade. Entre milhares de exemplos, de uma banda está A Cidade de Deus de santo Agostinho; na oposta, O Capital de Karl Marx.

 Certos livros brilham intensa e momentaneamente. Chamam a atenção, embevecem e somem, quais meteoritos ou estrelas cadentes (meteoros). Outros vão e voltam igual cometas, atraídos à ribalta ou deixados de lado pela força dos temas em voga na sociedade.

 Alguns ainda, comparáveis a asteroides, orbitam em âmbitos conhecidos de poucos, ali permanecem por décadas, sina corrente de importantes publicações técnicas, destinadas a público delimitados. A planetas se parecem algumas compilações, grandes tiragens, mas, sáfaros de originalidade, vivem de luzes importadas.

 Finalmente, existem os parecidos a estrelas, pairam lá em cima, cintilam de luz própria, criativos, encantam e orientam.

Tais imagens passeavam agradavelmente pelo meu espírito enquanto lia com enorme proveito “Islam and the suicide of the West -the origin, doctrine and goals of Islam” (O Islã e o suicídio do Ocidente – origem, doutrina e objetivos do Islã) de Luiz Sérgio Solimeo, publicado em fins de 2018 pela American Society for the Defense of Tradition, Family and Property – TFP ▬ texto com luz própria, esclarece e aponta o norte para muitas iniciativas fundamentais nos Estados Unidos. Não só para aquele país, mundo afora.

 Contudo, bom ter em vista, lá espiga, mais que aqui e alhures, um público sério com grande presença na política, nos meios de divulgação, nos ambientes corporativos, na academia e em ambientes religiosos, para os quais o livro está talhado. Cortado na medida, alerta baseado em estudos objetivos e análise lucida, apto para influir nas esferas de importância do país mais importante do mundo. Aviso aos interessados, o trabalho, ainda sem edição em português, está sendo vendido na Amazon por 16,95 dólares mais frete.

 Os temas tratados no trabalho são essenciais para um juízo proficiente sobre imigração, terrorismo, segurança no fornecimento de commodities, defesa militar, política de alianças. No terreno psicológico e moral esmiúça os perigos de uma relação desprovida dos conhecimentos essenciais do que é a doutrina do Islamismo e do que foi a história das potências maometanas. E aqui destaca as ilusões que tantas vezes perpassam o diálogo inter-religioso, acarretando a queda em armadilhas. Luiz Solimeo deixa em especial evidente o caráter totalitário da sharia, a lei islâmica e a ameaça que representa para a prática religiosa e a fruição das liberdades civis às quais o Ocidente está acostumado.

Não sem razão oficiais superiores das três armas nos Estados Unidos têm aconselhado vivamente a leitura do livro. Entre eles, o general William G. Boykin, vice-subsecretário da Defesa para Inteligência (2002-2007) “monumental em concepção, simples de ler, lógica serena e surpreendente”. No que foi secundado pelo almirante James A. Lyons, antigo comandante da frota do Pacífico que escreveu em apoio ao livro “o Islã é uma ideologia totalitária que busca a dominação universal”. Na mesma direção foi o general Benjamin R. Mixon, antigo comandante do Exército no Pacífico, “trabalho importante sobre o Islamismo que deve ser lido por todos os americanos”. E aqui fica o conselho, também por todos os brasileiros preocupados com nosso futuro como nação cristã e ocidental.

 Na presente quadra histórica “Islam and the suicide of the West” nunca sairá da atualidade. Já é e para sempre será obra de referência nos Estados Unidos.

Futuro secretário nacional de segurança, Gen Theophilo: contra o porte de armas por pessoas comuns

Publicado em: 07-12-2018 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, DIREITO DE PROPRIEDADE, Legítima Defesa, PLD em Foco, Segurança Pública

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Coronel Paes de Lira comenta

Futuro secretário nacional de segurança, Gen Theophilo: contra o porte de armas por pessoas comuns

EM DESMANCHE

Publicado em: 03-12-2018 | Por: bidueira | Em: CHAVES, PT, SITUAÇÃO NACIONAL

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Artigo do jornalista J.R. Guzzo, publicado na revista  VEJA, com o título

EM DESMANCHE

Circulou no noticiário um pensamento muito interessante que o novo presidente, Jair Bolsonaro, expressou durante uma conversa com a também nova deputada Janaina Paschoal. “O importante não é o que vamos fazer”, disse ele, “mas o que vamos desfazer.” O Brasil será um país a caminho da felicidade se Bolsonaro estiver mesmo pensando assim — e, principalmente, se conseguir até o fim do seu mandato desmanchar metade do que imagina que precisa ser desmanchado. O país, caso essa visão se transforme em realidade, fará mais progresso em seu governo do que fez nos últimos cinquenta anos. Já aconteceu com o Mais Médicos, que sumiu antes mesmo de o novo governo começar. Continuará a acontecer? É claro que muita gente pode perguntar: como assim, se há tanta coisa que precisa ser feita, e com tanta urgência? Simples: isso tudo deverá vir naturalmente, no espaço deixado pela monstruosa montanha de entulho que foi jogada em cima da sociedade brasileira nos últimos quinze anos. Pense um minuto, por exemplo, no “trem-bala” dos presidentes Lula e Dilma. Não existe trem-bala nenhum. Nunca existiu. Nunca vai existir. A única coisa que existiu, aí, foi a transferência de dinheiro do seu bolso para o bolso dos empresários do “campo progressista”. Mas até hoje continua existindo a empresa estatal legalmente constituída para cuidar do “projeto”. Chama-se EPL, tem diretoria, 140 funcionários, orçamento de 70 milhões de reais e por aí afora. Nenhum país no sistema solar pode dar certo desse jeito.

A escolha é clara: ou o Brasil progride, cria riquezas, cria empregos, gera e distribui renda com o desenvolvimento da atividade econômica produtiva, ou tem o trem-bala de Lula e Dilma. É uma coisa ou a outra: não dá para ter as duas ao mesmo tempo. Também não dá para melhorar a vida de um único pobre, um só que seja, doando 1,3 milhão de reais de dinheiro público à cantora Maria Bethânia, para que ela declame poemas num blog pessoal, em clipes produzidos pelo diretor Andrucha Waddington. Não será possível ir a nenhum lugar enquanto continuar existindo a TV Brasil, invenção de Lula que custa 1 bilhão de reais por ano, emprega mais de 2 000 amigos do PT e tem zero de audiência. Que mais? Mais de mil coisas, ou seja lá quantas forem, que a segunda parte do governo Dilma — este que está aí, com o nome de “governo golpista” de Michel Temer — deixou intactas para você pagar. Tirem esse lixo todo daí e o Brasil dará um salto.

Ou o Brasil progride, cria riquezas, ou tem o trem-bala de Lula e Dilma

A verdade, para simplificar a história, é que o país se prejudica muito mais com as coisas que o governo faz do que com as coisas que não faz. Eis aí: o ideal, mesmo, seria um governo que não fizesse nada do que não precisa ser feito. O Brasil não precisa de Plano Quinquenal. Não precisa de “obras estruturantes” nem de “políticas públicas”. Não precisa da Refinaria Abreu e Lima, pela qual você está pagando 20 bilhões de dólares desde o início do governo Lula — dez vezes mais do que estava orçado — e que até agora não ficou pronta. (Essa era a tal em que fizeram a Petrobras ficar sócia da Venezuela de Hugo Chávez, que nunca colocou um único tostão na obra.) Não precisa de PAC — um monumento mundial à roubalheira, à incompetência e à mentira. Não precisa de pirâmides como a Copa do Mundo, ou a Olimpíada, com estádios e uma Vila Olímpica inteira hoje afundando no chão, porque roubaram no material, no projeto e em tudo o que foi humanamente possível roubar — sem que nenhuma alma em todo o majestoso Estado brasileiro ficasse sabendo de nada. O teste mesmo é o seguinte: o Brasil estaria melhor ou pior se não tivesse feito nada disso?

Num país em que uma empresa pode gastar 2 000 horas por ano só lidando com as exigências que o governo inventa para arrecadar impostos — e quando se vê que essas 2 000 horas significam 83 dias de 24 horas, inteiramente perdidos, sem que se produza um único alfinete —, dá para se ter uma ideia da ruína em que colocaram o Brasil. Se o governo desfizer isso, simplesmente desfizer, será melhor ou pior? Fala-se aqui, singelamente, das aberrações mais estúpidas. Espere até chegarem os problemas realmente classe AAA, gold-platinum-­plus — como a constatação de que 50% de todos os gastos federais vão unicamente para a Previdência Social, e que o grosso disso é engolido com o pagamento das aposentadorias dos funcionários públicos — sobretudo da elite de gatos gordos. (Esses são os “direitos” que não podem ser tocados.) Será inútil, simplesmente, querer montar alguma coisa de útil no Brasil enquanto não se desmontar esse ambiente de demência.

Autor do PDS(SF) 175/2017, retira projeto e acerta.

Publicado em: 28-11-2018 | Por: bidueira | Em: Costumes, Desarmamento, Legítima Defesa, PLD em Foco, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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