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SALVAR O BRASIL

Publicado em: 05-12-2016 | Por: bidueira | Em: DIREITO DE PROPRIEDADE, Família, Psicoses ambientalistas, PT, SITUAÇÃO NACIONAL

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DIÁRIO DO COMÉRCIO

SÃO PAULO, 05 DE DEZEMBRO DE 2016 ÀS 09:13
                    SÉRGIO PAULO MUNIZ COSTA

Como as ruas demonstraram mais uma vez neste domingo (04/12), a população repudia a corrupção, apoia a operação Lava Jato e responsabiliza a classe política pela situação do País.

A complacência para com o radicalismo que insiste em destruir a sociedade leva à rebelião das pessoas que vivem dentro das normas por ela aceitas.

Este axioma está se verificando no Brasil, na Europa e nos Estados Unidos. Onde as instituições são sólidas, as mudanças se dão pela via eleitoral e se consumam pelas políticas de Estado. Onde elas são incipientes, tudo pode acontecer.

Onde há responsabilidade e maturidade, as instituições corrigem os exageros. Onde predominam aventureiros e oportunistas, o caminho se abre ao caos.

Experimentamos nas últimas décadas um desequilíbrio da vida social em nome de uma igualdade que fez uns mais iguais do que outros, alçados ao poder para criar mais discriminações, de gênero, de raça, de classe e tantas outras.

Esse desequilíbrio que destrói a família, a propriedade e as instituições para inverter a normalidade pela legalização das drogas, do aborto, das invasões e, por via da neutralização da Justiça, até do crime, não chegaria a esse ponto se não ele tivesse dominado o campo por onde começou: a política.

O fim do comunismo,  da União Soviética, da Guerra Fria e da justificação da violência pela ideologia não alterou os fins da esquerda radical, fosse ela chique ou truculenta, que jamais deu adeus às armas, mas apenas as trocou para melhor atuar no campo político. A sociedade haveria de ser transformada pela revolução.

A sua grande estratégia foi o deslocamento do centro político para a esquerda. Uma jogada tão promissora que, por um tempo, até os truculentos se acomodaram ao seu papel caricato, esperando a abertura do caminho para o poder pelos chiques.

Um exemplo foi a realização na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, no início dos anos 90, do seminário “Tendências do Pensamento Político Brasileiro”.

Lá pontificou, como representante do centro no pensamento político brasileiro, nada mais nada menos do que o então Senador Fernando Henrique Cardoso, colocando para escanteio o então Deputado Aloísio Mercadante e o então presidente do Instituto Liberal, o empresário Donald Stewart Júnior, escalados para representarem a esquerda e a direita respectivamente.

Foi preciso que FHC  plantasse a revanche contra os militares, que cevasse o MST, que inventasse as bolsas sem fundo, que ajudasse Lula a alcançar o poder e que, por final, viesse a público celebrar a Revolução Cubana, para ficar bem claro que ele jamais esteve no centro do espectro ideológico.

Nesse meio tempo, ele moeu a direita que bobamente achava que era sua aliada. E desequilibrou o quadro político nacional, colocando-o todo à esquerda e calando o debate sobre o futuro do País, que está hoje sem rumo.

Foi preciso tudo isso para ficar claro que FHC sempre foi, é e será de esquerda, como o seu partido, o PSDB, do qual alguns dos maiores expoentes, Aécio Neves e José Serra aí incluídos, não se furtaram em homenagear Fidel Castro. Para a degustação da esquerda sim, mas nem por isso menos significativo.

Sempre houve uma zona cinza entre tucanos e petistas, em todos os níveis da administração no País, mas depois da passagem do bastão, em 2002,  com as rusgas pelo poder, ficou mais difícil saber quem era quem.

Agora, com a permanência de grão-petistas nesta administração e a nomeação de algumas dessas conhecidas figuras para cargos chave, ficou mais fácil compreender a revoada tucana em apoio ao governo Temer em crise.

Alegando a louvável intenção de fazer o País chegar às eleições de 2018,  os tucanos se esforçam desde já para vencê-las. Até aí nada de mais. O problema é o que pretendem fazer dessa vitória e como estão interpretando o seu grande avanço nas eleições municipais deste ano.

Da mesma forma que a maioria da classe política, eles não estão entendendo o que está se passando no Brasil. Avançaram eleitoralmente por que a população está farta com o que aí está e neles enxergou uma alternativa.

Mas à medida que se evidencia o déjá-vu,  vai ficando impossível para o PSDB posar como oposição legítima a tudo que se fez no País durante os últimos treze anos.

Como os incríveis acontecimentos das últimas semanas estão demonstrando, o mesmo se aplica a todos os partidos, repita-se a todos, da organização política desta República. Têm em comum o desprezo à opinião pública e ao seu eleitorado.

A democracia brasileira passa hoje por mais uma prova crucial. Ela precisa desesperadamente de representação política legítima. Como as ruas demonstraram mais uma vez neste domingo (04/12), a população repudia a corrupção, apoia a operação Lava Jato e responsabiliza a classe política pela situação do País.

Com as manifestações consolidou-se uma tendência da sociedade em prol da austeridade pública, do estímulo ao mérito e ao trabalho, do combate à criminalidade, da valorização da família e do patriotismo, uma agenda abandonada há mais de trinta anos no Brasil.

Mas a paciência do brasileiro acabou. Há uma rebelião da classe média contra o desemprego, a corrupção, a insegurança, a impunidade, os abusos de autoridades em todos os Poderes e agora contra a tentativa de lhe empurrarem a conta dos erros e dos descalabros cometidos pela classe política.

Se essa revolta da sociedade não for canalizada por uma representação política crível que atue de maneira responsável no marco institucional do Estado democrático de Direito, teremos inevitavelmente uma ruptura no País, com consequências imprevisíveis.

Para que isso não ocorra, é necessário que o levante que está tomando as ruas e as redes sociais se estenda ao Congresso, contra os presidentes do Senado e da Câmara, contra as lideranças dos partidos políticos que se mancomunaram na grande farsa do projeto de lei anticorrupção e contra os que impedem as reformas urgentes para salvar a economia nacional.

Que se levantem no Congresso as vozes de poucos que falarão por muitos.

Este pode ser o primeiro passo para salvar o Brasil.  Salvar o Congresso.

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As opiniões expressas em artigos são de exclusiva responsabilidade dos autores e não coincidem, necessariamente, com as do Diário do Comércio

Ditador Castro, apoio eclesiástico e mito murchado

Publicado em: 30-11-2016 | Por: bidueira | Em: Conclave 2013, DIREITO DE PROPRIEDADE, Esquerda católica, FARCs, Perseguição religiosa, Política Internacional, PT, Terrorismo

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Agência Boa Imprensa
Gonzalo Guimaraens (*)

Fidel Castro e Francisco

Sem os enigmáticos apoios eclesiásticos do mais alto nível — incluindo os três últimos Pontífices — o sanguinário ditador Castro e a revolução comunista cubana não teriam avançado além da Sierra Maestra e da província de Santiago de Cuba. Leia mais clicando aqui

O Canalha Translúcido

Publicado em: 27-11-2016 | Por: bidueira | Em: Esquerda católica, Perseguição religiosa, Política Internacional, PT, SITUAÇÃO NACIONAL, Terrorismo

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O canalha translúcido

Péricles Capanema

Fartei-me com a cobertura indecente, desproporcionada e gritantemente sintomática da morte de Fidel Castro. Ditirambos disparatados, análises tendenciosas, críticas suaves. Foram exceção palavras como a de Anna Cecília Malmström, Comissária Europeia do Comércio: “Fidel Castro foi um ditador que oprimiu seu povo por 50 anos. Muito estranho todos os elogios nas notícias de hoje”.

Estranho, mas não novo. Provém de mentalidade antiga, embebida de complacência com toda forma de esquerdismo, mesmo o mais extremista. Lembrei-me de crônica de Nelson Rodrigues sobre o embasbacamento subserviente de magotes da intelligentsia brasileira e da sociedade carioca em torno de Jean-Paul Sartre, o velho comunista, que visitou o Rio de Janeiro. O texto atualíssimo, profilático, é de 22 de abril de 1968: “De onde vem meu horror a Sartre? Foi numa conferência do mestre. Lembro-me de tudo. Conferência, ali, na ABI […] Eu estava na sala superlotada. […] Por mais estranho que pareça, eu não prestava a menor atenção ao conferencista. Mais que a palavra de Sartre, fascinou-me a cara dos seus admiradores. A cara! […] A cara dos admiradores de Sartre merecia, sim, a folha de parreira. Homens e mulheres lambiam com a vista o filósofo. Por certo, há admirações nobilíssimas e outras que são abjetas. Naquela tarde, e naquela sala, eu só via admirações abjetas. […] O meu horror a Sartre começou nos seus admiradores e, mais precisamente, começou na cara dos seus admiradores. Só posteriormente é que tratei de fazer uma revisão da obra sartriana. […] Sua obra é todo um gigantesco julgamento dos valores de vida. Vamos também julgá-lo. Sartre recusou o Prêmio Nobel. Convém esvaziar tal renúncia de todo o falso patético, de todo pseudossublime. O filósofo não perdeu um tostão. Pelo contrário: — foi um gesto promocional de gênio e que serviu apenas para aumentar a sua bilheteria. […] Argumenta o filósofo que o Prêmio Nobel foi concedido a Boris Pasternak. Mas quem é Pasternak? Diz ele: — “Um escritor que não é lido em sua própria terra”. Vejam: — “Um escritor que não é lido em sua própria terra”. Aí está o canalha, o límpido, o translúcido canalha Jean-Paul Sartre. Se disse isso, é um canalha (e o disse num claro e deslavado documento para o mundo). E repito: — de uma simples frase emerge todo o canalha. Vejam bem. Um crime contra a inteligência impediu que Pasternak fosse lido em sua própria língua. E Sartre está a favor do “crime” e contra a vítima. Pasternak é um poeta, um romancista, um pensador que o totalitarismo soviético havia de exterminar, até fisicamente. E Sartre não pinga uma palavra de compaixão sobre o assassinato de um artista. (Preciso falar também de um prodigioso documento. É um manifesto de Oitocentos intelectuais russos. E lá se faz também a excomunhão do autor em desgraça. Oitocentos intelectuais russos, Oitocentos canalhas.) Mas a miséria não para aí. Perguntem aos nossos intelectuais de esquerda: — “Vocês leram o que Sartre disse sobre o Pasternak?”. Ninguém leu, ninguém viu, ninguém sabe. O monstruoso documento saiu em todos os idiomas. E nós, que o lemos e o relemos, fingimos um pequeno, irrelevante, cínico lapso de memória. Agora mesmo vejo um telegrama de Moscou, que todos os jornais publicaram: — nove intelectuais russos foram julgados e condenados sumariamente. Imagino se esses também assinaram o manifesto contra Pasternak. Leiam os nossos próximos suplementos dominicais. Os nossos intelectuais de esquerda não vão exalar um mísero e tênue suspiro. É um crime contra a inteligência. Mas Jean-Paul Sartre disse, aqui, que a Rússia era “a Revolução”. E, como tal, tem todo o direito de enfiar na cadeia a canalha intelectual. […] Nunca a inteligência se degradou tanto”.

No meio da geral louvaminha a Sartre no Brasil, Nelson Rodrigues teve a coragem singela de, com base em um fato, exprimir o óbvio ululante: o homem era um canalha translúcido. Até agora, de ninguém escutei o óbvio ululante: Fidel Castro foi um canalha translúcido. E entre a montanha de fatos para embasar o juízo lembro esses: foi tirano implacável, torturador de seu povo, lambe-botas de Kruschev e Brejnev; destruiu os sonhos de gerações de cubanos. No Brasil, esse amigo próximo do PT, do frei Betto e de gente assemelhada treinou e estimulou guerrilheiros que, na tentativa aloucada de impor ao povo brasileiro renitente a ditadura do proletariado, ceifaram a vida de militares e policiais heroicos, bem como de civis inocentes, hoje em geral dolorosamente esquecidos, tantas vezes com a memória injustamente escarnecida. Eu me associo enfaticamente à alegria dos cubanos exilados na Flórida, esperançosos com a perspectiva de Cuba regressar à trilha da liberdade, da prosperidade e harmonia social, da qual foi arrancada brutalmente há mais de 50 anos.

 

Exército Brasileiro aumenta a pressão sobre os CACs

Publicado em: 26-11-2016 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, PLD em Foco, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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PLD em Foco

Coronel Paes de Lira

Publicado em 25 de nov de 2016

http://pldemfoco.pelalegitimadefesa.o… 1. Ignorando o papel de força auxiliar do Exército Brasileiro, este aumenta a pressão sobre as CACs.

2. Instituto Igarapé indica quem o financia. Entre eles dois velhos conhecidos: Instituto Fernando Henrique Cardoso e Instituto Sou da Paz.

3. Americana de 78 anos, fazendo uso do seu direito à legítima defesa, põe a correr 3 bandidos que tentaram assaltá-la.

É bem pior!

Publicado em: 22-11-2016 | Por: bidueira | Em: SITUAÇÃO NACIONAL

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DIÁRIO DO COMÉRCIO – Opinião

 

Não há lideranças institucionais, em nenhum dos poderes da República, para fazer face às cobranças e demandas da sociedade brasileira

Três grandes desenvolvimentos em curso no Brasil, cada um com sua dinâmica, podem agravar o já tumultuado cenário político brasileiro.

O primeiro é a Operação Lava-Jato, a qual, tudo indica, vai revelar fatos ainda mais graves dos que até aqui vieram à tona, sem que ninguém saiba ao certo até onde repercutirão os efeitos dessa evisceração da corrupção, podendo ir desde a desorganização do quadro sucessório até a da própria estrutura partidária, a exemplo do que aconteceu na Itália com a Operação Mãos Limpas, diga-se, a esta altura, já ultrapassada pela sua congênere brasileira.

O segundo se coloca em rota de colisão com o primeiro. Trata-se da movimentação do Legislativo no sentido de impedir que as investigações da Lava-Jato atinjam os seus integrantes, em um dos maiores e piores consensos suprapartidários já vistos no País.

Se vingar, muito mais do que se chocar com procuradores e juízes, ele pode trazer às portas do Congresso Nacional em Brasília a maior multidão enfurecida da História do Brasil.

E silencioso, mas prestes se desvelar, o julgamento da chapa Dilma-Temer nas eleições de 2014 pelo TSE, que pode fazer do governo no qual se depositam justificadas expectativas um dos mais curtos da história política brasileira, criando instantaneamente um caos político que agravará, aqui e lá fora, a já combalida situação econômica do País.

Para o bem ou para o mal, cada um desses encadeamentos tem a sua própria lógica e regras, no primeiro caso perseguindo objetivos legais, descaradamente imorais no segundo ou quem sabe simplesmente técnicos no terceiro, e eles vão piorando um cenário nacional nada auspicioso.

O governo federal, a despeito de possuir quadros de qualidade, é refém do que há de pior no Congresso Nacional, de cima a baixo.

E, não obstante ter obtido vitórias importantes no encaminhamento de ajustes e reformas, parece longe de conseguir concretiza-las, dado o fisiologismo da base de apoio que está mais preocupada em salvar a si mesma do que ao País.

Os resultados não se fizeram por esperar. O FMI e o próprio governo azedaram a prospectiva de recuperação econômica do País e reduziram a projeção de crescimento do PIB para 2017, com toda a sorte de pioras que isso traz.

A tentativa do governo fluminense em empurrar para seu funcionalismo público a conta do desastre das finanças estaduais só piorou a situação do Rio de Janeiro.

Ficou no ar a sensação de que a destrambelhada iniciativa só não avançou na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro graças à prisão decretada por juiz de primeira instância de um ex-governador investigado pelas irregularidades que compõem o pano de fundo do caos nas contas públicas do Estado e, pior, por causa da invasão daquela casa por manifestantes não contidos pela Polícia Militar.

Mas as coisas sempre podem ficar piores. Uma semana depois, no decorrer de uma sessão deliberativa  da Câmara de Deputados, manifestantes, pretextando as manobras em curso  no Congresso para deter a Lava-Jato e outras investigações, invadiram o plenário da Casa gritando palavras de ordem e ocupando a mesa diretora dos trabalhos, uma cena da qual não há registro na História do Brasil, nem tampouco para qual existam explicações ou justificativas.

Assim, o pós-impeachment está mostrando que a situação do Brasil é bem pior do que se imaginava.

Depois de treze anos de anuência ao populismo político e fiscal, de convivência com a corrupção como instrumento de poder e de conformismo com o atraso e o subdesenvolvimento, o País está insolvente, não do ponto de vista econômico, mas acima de tudo político.

Como estão a demonstrar os acontecimentos recentes, não há lideranças institucionais, em nenhum dos poderes da República, para fazer face às cobranças e demandas da sociedade brasileira.

Michel Temer faz bem o que sabe, trabalho de bastidores, composições políticas, apaziguamentos e alianças improváveis. Mas não pode, não sabe ou não quer fazer o que o País precisa que seu presidente faça nesse momento: demonstrar assertividade, credibilidade e determinação na adoção das medidas moralizadoras que a sociedade espera, as quais, ao contrário do que muitos acreditam, são mais importantes e prioritárias do que as econômicas.

Quanto aos demais poderes, enleados em suas próprias contradições, distorções e corporativismos, seus titulares maiores não possuem condições de romper essa rede nefasta que os neutraliza. Neles, a lógica da hierarquia e da meritocracia parece ter se invertido.

Quanto mais alto o círculo de tomada de decisões, menor a eficácia das medidas. Quanto mais alta a autoridade, mais próximas as suas decisões dos interesses espúrios e imorais que circulam desavergonhadamente nos corredores palacianos País afora.

E se atribui tudo isso a um conflito de poderes. É pior.

Subordinados denunciam o emprego ilegal de suas organizações por políticos.

Polícias não contêm invasores que investem contra instituições.

Juízes de primeira instância, procuradores e policiais fazem o que a população espera,  esforçando-se por convencer os legisladores da necessidade de leis e medidas duras contra a corrupção, enquanto instâncias superiores se calam ou até mesmo os contrariam ou desautorizam.

A aprovação pela população das punições aos culpados pela malversação generalizada de fundos públicos vai dando espaço a um sentimento de vingança social, de uma população humilhada que se compraz na humilhação pública do punido.

Cresce a aprovação da população a medidas extrajudiciais de combate à criminalidade, somando-se tudo isso à exasperação da sociedade com o denominado politicamente correto que mascara os problemas em vez de resolvê-los.

Não, o grande problema neste momento não é um racha entre os Poderes, mas sim  um racha nos Poderes.

A coisa é bem pior. O que está rachando é a base social de sustentação das instituições no País. A continuar assim, só vai restar o bom senso dos brasileiros de bem.

 

TRUMP é favorável a ter e portar armas de defesa

Publicado em: 20-11-2016 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, Eleições americanas, PLD em Foco, Política Internacional, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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PLD em Foco

Coronel Paes de Lira comenta:

1. Na campanha pela presidência da República nos EUA, TRUMP declarou que é pela manutenção da Segunda Emenda Americana, que garante o direito de ter e portar armas de defesa.

2. Exército concedeu 211 mil autorizações de porte de armas.

SEM PALAVRAS

Publicado em: 12-11-2016 | Por: bidueira | Em: CHAVES, CHINA, DIREITO DE PROPRIEDADE, Esquerda católica, PLD em Foco

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Sem palavras

Agencia Boa Imprensa

Péricles Capanema

De 3 a 5 de novembro foi realizado no Vaticano o 3º Encontro Mundial de Movimentos Populares. O primeiro foi ali, o segundo na Bolívia, o terceiro voltou a ter lugar no Vaticano. O Papa Francisco encorajou-os e deles participou com o discurso de encerramento. Agora, segundo afirmam documentos oficiais, reuniu delegações de 67 países. São, de fato, movimentos de extrema esquerda do mundo inteiro. Sobre o último encontro, declarou João Pedro Stédile, dirigente máximo do MST, presença destacada nessas reuniões, que ali iriam discutir formas de combater “a democracia burguesa hipócrita” e a “a apropriação privada dos bens comuns da natureza”. Esclareceu ainda que o principal instrumento teórico do movimento para aumentar a consciência é a encíclica Laudato Sì do atual Pontífice. Não custa lembrar, em 2014 o líder do MST confessou, “nós, marxistas, lutamos junto com o Papa para parar o diabo”

O encontro no Vaticano aprovou, “em diálogo com o Papa Francisco”, 41 moções das quais abaixo relaciono nove:

  1. “Repudiamos os abusos de direitos humanos e assassinatos que a Polícia comete em diversos Estados dos Estados Unidos. […] Repudiamos o genocídio contra os jovens negros brasileiros”. A Polícia brasileira praticaria genocídio contra negros.
  2. “Repudiamos a ruptura da democracia no Brasil e o complô midiático presidencial-congressual que deu origem a um golpe de Estado institucional para impor um programa de governo que reduz os direitos dos trabalhadores”. Dispensa comentários.
  3. “Denunciamos o Poder Judicário do Estado de Minas Gerais, Brasil, que determinou a desocupalão forçada de 8 mil famílias das comunidades da região de Izidora Rosa”.
  4. “Manifestamos nossa solidariedade aos delegados dos movimentos populares da Venezuela, os quais apoiam a mediação do Papa Francisco, e reclamamos o fim dos ataques à ordem constitucional”. De outro modo, apoio ao governo Maduro, ativo promotor da ditadura e fator principal da miséria e da fome sofridas pelos pobres na Venezuela.
  5. “Denunciamos a grave situação dos presos políticos em vários países, {…], Porto Rico, Espanha, Turquia, Estados Unidos”. Silêncio revelador e vergonhoso sobre a situação dos presos políticos em Cuba, Venezuela, Coreia do Norte.
  6. “Pedimos ao Papa Francisco que se manifeste contra o sistema THAAD na Coreia do Sul, fator de tensão no nordeste da Ásia”. Esse sistema militar antimíssil é contra a possibilidade de ataque por mísseis da Coreia do Norte comunista, que há pouco explodiu uma bomba atômica. Nem uma palavra sobre a bomba atômica do regime comunista de Pyongyang.
  7. “Condenamos o emprego de venenos agrícolas produzidos e controlados por Bayer/Monsanto, Sygenta, Chemical, Du Pont, Steel Quinoa, multinacionais que envenenam os alimentos no mundo. A ChemChina, estatal do governo comunista chinês, caminha para ser a maior produtora mundial de agrotóxicos. É uma gigantesca multinacional presente em 120 países. Tem vendas de aproximadamente 40 bilhões de dólares anuais. Nem uma palavra contra ela.
  8. “Basta de desocupações de camponeses. A terra é de quem a trabalha”. Antigo slogan dos agitadores comunistas. Quando no poder, a terra era coletivizada e ficava nas mãos do Estado.
  9. “Expressamos nossa solidariedade com a Escola Nacional Florestan Fernandes, a escola de formação latino-americana do MST, que foi atacada pela polícia no Brasil.”

O Papa Francisco, como disse, encerrou o encontro. Aproveitou para reiterar sua proximidade com os participantes: “Neste terceiro encontro nosso expressamos a mesma sede de justiça, e o mesmo clamor: terra, teto e trabalho para todos”. Estimulou estruturas de apoio: “Obrigado aos bispos que vieram acompanhando vocês”. O suporte episcopal no mundo inteiro, é claro, não existiria outra fosse a atitude da Santa Sé. A estes movimentos especializados na subversão e na agitação social o Papa Francisco qualifica de “poetas sociais”, por razão surpreendente, encadeiam criativamente grandes e pequenas ações. Não quis deixar dúvidas: “Felicito-os, acompanho-os, peço-lhes que continuem abrindo caminho e lutando. Isso me dá força, isso nos dá força”. Quem não conhece, o velho programa desses movimentos, invariavelmente, onde foi aplicado, levou à tirania e à miséria. Foi o maior flagelo dos pobres ao longo do século 20. E teve sempre uma nota anticristã, expressa em medidas libertárias e tantas vezes em perseguição religiosa? Hoje existe algum pobre fugindo para Cuba? Para a Coreia do Norte? Para a Venezuela? Milhões e milhões de pobres do mundo estão fugindo para os Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra.

Esbofeteado pela realidade, estou sem palavras. Edmond Rostand imagina no L’Aiglon o reencontro de Maria Luísa com o filho, a quem pede perdão. O duque de Reichstadt reza: “Meu Deus, inspirai-me a palavra profunda e entretanto leve, com a qual um filho perdoa à mãe”.

É do que todos precisamos: palavras filiais, respeitosas e profundas que desvelem a realidade inteira. Uma primeira constatação: chocado com repetidas atitudes de favorecimento aos lobos, o rebanho está se isolando do Pastor.

Lula pode ter no seu acervo uma AK-47?

Publicado em: 12-11-2016 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, PLD em Foco, PT, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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PLD em Foco

Coronel Paes de Lira comenta

Publicado em 11 de nov de 2016

1. Na relação de bens (tralha) do ex-presidente Lula há uma AK-47, fabricada na Coréia do Norte. Sua posse seria legal?
2. Bene Barbosa, do MVB e co-fundador da Associação Brasileira Pela Legítima Defesa, entrega ao Ministro da Justiça o livro escrito por ele e prefaciado pelo Cel Paes de Lira

Criminalidade: Chicago, parece o Brasil

Publicado em: 05-11-2016 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, Eleições americanas, PLD em Foco, Segurança Pública

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PLD em Foco

Coronel Paes de Lira comenta

 

11 anos da Vitória!

Publicado em: 29-10-2016 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, PLD em Foco, PT, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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PLD em Foco

Coronel Paes de Lira comenta

Publicado em 28 de out de 2016

Em outubro comemora-se 11 anos da vitória do REFERENDO sobre as armas. Arrefeceu-se aquele entusiasmo inicial, mas a luta continua e os ventos sopram favoravelmente.