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Enquete com presidenciáveis sobre o estatuto do desarmamento mostra algumas posições inusitadas.

Publicado em: 15-07-2018 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, PLD em Foco, PT, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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PLD em Foco

Coronel Paes de Lira Comenta

Relatora Simone Tebet fulmina PLS 176/2011. Bom será que Petecão o mesmo faça com o PDS 175/2017

Publicado em: 06-07-2018 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, DIREITO DE PROPRIEDADE, PLD em Foco, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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Coronel Paes de Lira comenta

Relatora Simone Tebet fulmina PLS 176/2011. Bom será que Petecão o mesmo faça com o PDS 175/2017

Copa do Mundo em Helsinque

Publicado em: 30-06-2018 | Por: bidueira | Em: CHINA, Desarmamento, Eleições americanas, Política Internacional, Putin, Terrorismo, Tradições, União Européia

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Copa do Mundo em Helsinque

 Péricles Capanema

 A final da Copa do Mundo se dará em 15 de julho no Estádio Luzhniki, em Moscou. Grandes repercussões esportivas, celebrações e tristezas, que pouco a pouco se apagarão. Outra final, mais importante, acontecerá um dia depois, a 1124 quilômetros dali, em Helsinque. Grandes repercussões políticas para todos, especialmente de imediato para os europeus. O que muitos temem, agravar-se-ão ao longo dos dias.

 O Kremlin e a Casa Branca anunciaram simultaneamente, Donald Trump e Vladimir Putin se reunirão em Helsinque, 16 de julho. Sarah Huckabee, porta-voz do governo dos Estados Unidos, afirmou que as discussões versarão sobre segurança. O conselheiro Acácio dificilmente melhoraria a frase. Sauli Niinistö, presidente da Finlândia, por sua vez, garantiu que a agenda da cúpula será discutida nas duas próximas semanas.

 De fato, nos bastidores, os temas já estão sendo aventados, há semanas provavelmente. E a cume dos dois líderes mundiais só se dará porque acerca dos assuntos a serem divulgados em Helsinque já houve acordo substancial. E também houve concordância, pelo menos nas linhas gerais, a respeito dos assuntos ventilados em reserva, e que não serão informados ao público.

 O encontro dos dois presidentes, o terceiro, será mais importante, sob muitos aspectos, pela simbologia e pelo clima criado em Helsinque pelas duas superpotências. Antes haviam se reunido meio de passagem por ocasião do G-20 em Hamburgo, julho de 2017, e durante a conferência da APEC (Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico) em novembro de 2017. Agora é diferente, viagem só para o encontro, os Estados Unidos e a Rússia vão se encontrar para tratar dos seus mais importantes assuntos comuns.

Do local escolhido emana simbologia. Em Helsinque estiveram junto Gerald Ford e Brejnev em 1975, do que resultou aprofundamento da détente (distensão). Ali se reuniram também George Bush e Gorbachev em 1990, no ambiente da glasnot e da perestroika, e ainda Bill Clinton e Boris Yeltsin em 1997. Sob vários aspectos, como em ocasiões anteriores, o mais importante será o clima que resultará da conferência.

E os assuntos? Lembro a frase conhecida, atribuída ao senador Valadares, “reunião, só depois do assunto decidido”. Já houve decisões. Na diplomacia e na política sempre foi assim. Os negócios provavelmente tratados causam temores nas capitais europeias. Declarações recentes do Presidente dos Estados Unidos a propósito não tranquilizaram: “Já disse desde o primeiro dia ▬ estar bem com a Rússia, estar bem com a China, estar bem com todos é coisa muito boa”.

Estar bem com a China, estar bem com a Rússia, já deixa muita gente mal à vontade, pois com que subliminarmente delimita o campo só para três grandes players. O restante vai para o segundo plano. Ademais, hoje estar bem com a Rússia, significa não estar bem com todo mundo. Muita gente vai ser prejudicada na política de estar bem com a Rússia. Quem?

O caso da Crimeia está na pauta. Pelo jeito, os Estados Unidos caminharão para acomodação, deixando a Europa isolada. Com o tempo, a Europa tenderá também à acomodação, é a esperança de Moscou. De outro lado, a situação da Ucrânia apresenta pontos semelhantes. Daí, como ficarão as nações que fazem fronteira com a Rússia? Que valor têm as atuais garantias norte-americanas relativas à efetiva independência delas?

O grande tema do encontro começa a aparecer claro: zonas de influência. Os Estados Unidos deixarão que imerja uma ainda não oficial zona de influência russa? Existiu na prática durante toda a Guerra Fria. Voltará?

Outros temas. O futuro da Síria. Relações entre Pequim, Washington e Moscou. Não foi veiculado, mas existe ainda sobre a mesa o apoio russo ao regime de Nicolás Maduro, ingerência brutal e crescente na América do Sul. Como reagirão os Estados Unidos?

Donald Trump estará em Bruxelas em 11 e 12 de julho para reunião da OTAN ▬ encontro de Chefes de Estado. Depois irá à Inglaterra em 13 de julho. Londres se sentiu enfraquecida em sua posição de isolar Vladimir Putin com o anúncio da cúpula na Finlândia. A seguir, no dia 16, o presidente dos Estados Unidos encontrará Vladimir Putin. Ele não poderá em Bruxelas reafirmar fortemente os laços com a OTAN ▬ organização fundada para fazer frente ao expansionismo soviético e hoje barreira contra os sonhos do grão-nacionalismo imperialista de Putin ▬, se quiser trombetear êxitos em Helsinque. E nem é provável que apoie a posição firme de Londres em relação ao autocrata russo. Para chegar em Helsinque com possibilidades de triunfo publicitário, o presidente dos Estados Unidos precisaria pôr algum bemol no endosso público aos objetivos da OTAN e à diplomacia de Therese May em seus esforços para conter o expansionismo russo.

Em vista das preocupações provocadas pelo quadro geral, John Bolton, assessor para a Segurança Nacional, procurou jogar água na fervura: “Não penso que devamos, necessariamente, esperar resultados específicos ou decisões. É importante, depois de certo tempo sem cúpula bilateral, permitir que os presidentes conversem sobre todos os temas que queiram, seja privadamente ou em reunião ampliada. Seguiremos suas diretrizes depois de tais discussões”.

Nessas circunstâncias, só fatos ▬ e não palavras ▬podem acalmar. Daqui a duas semanas conheceremos os resultados de verdadeira final de Copa do Mundo no âmbito político. Os divulgados. Acalmarão? Que Deus nos ajude!

Projeto de Lei inconstitucional pretende proibir comércio interpessoal de armas de fogo legais

Publicado em: 29-06-2018 | Por: bidueira | Em: Costumes, Desarmamento, DIREITO DE PROPRIEDADE, PLD em Foco, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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PLD em Foco

Cel. Paes de Lira comenta

Publicado em 29 de jun de 2018

Pessoas de bem, armadas e aguerridas, frequentemente evitam massacres

Publicado em: 22-06-2018 | Por: bidueira | Em: Ambientes, Costumes, Desarmamento, DIREITO DE PROPRIEDADE, PLD em Foco, Segurança Pública, Terrorismo, Tradições

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Cel Paes de Lira comenta

Pessoas de bem, armadas e aguerridas, frequentemente evitam massacres

Pequeno príncipe George brinca com arma de plástico; os “politicamente corretos” uivam de ódio.

Publicado em: 15-06-2018 | Por: bidueira | Em: Ambientes, Costumes, Desarmamento, Família, PLD em Foco, Segurança Pública

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Coronel Paes de Lira comenta

Pequeno príncipe George brinca com arma de plástico; os “politicamente corretos” uivam de ódio.

Juiz federal processado: portou arma em audiência. Alega risco grave. Que se dirá do cidadão comum?

Publicado em: 08-06-2018 | Por: bidueira | Em: Costumes, Desarmamento, PLD em Foco, PT, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL, Terrorismo

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Coronel Paes de Lira comenta

Publicado em 8 de junho de 2018

Sou da Paz pressiona Câmara dos Deputados com as falácias de sempre. Reaja! Contribua com a ABPLD

Publicado em: 30-05-2018 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, PLD em Foco, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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Coronel Paes de Lira comenta

Mensagem do Sou da Paz aoDeputado Rodrigo Maia: https://www.metropoles.com/brasil/pol…

2. PLC do desarmamento de 2005: https://legis.senado.leg.br/sdleg-get…

3.Outro PLC: http://www.camara.gov.br/proposicoesW…

4. artigo do Leonardo Arruda: http://pelalegitimadefesa.org.br/nblo…

5. http://www.pelalegitimadefesa.org.br/…

O martírio prolongado dos venezuelanos

Publicado em: 25-05-2018 | Por: bidueira | Em: CHAVES, Cuba, DIREITO DE PROPRIEDADE, Esquerda católica, Política Internacional

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O martírio prolongado dos venezuelanos

Péricles Capanema

Foram divulgados os números finais da pantomina eleitoral da Venezuela, reeleito o boçal ditador Nicolás Maduro com quase 70% dos votos válidos, participação de 46% do eleitorado, fraude e intimidação generalizadas. Na tragédia, tem culpa o governo brasileiro. O chavismo medrou no país vizinho com dinheiro da Odebrecht (de fato, propina decorrente de contratos superfaturados), marqueteiros ligados ao PT e patrocínio de Lula e Dilma.

Estivesse o PT ainda no poder, Brasília seria um dos apoios vergonhosos da situação venezuelana. Com efeito, a reeleição vem sendo celebrada pelas linhas auxiliares do PT, como PC do B, entre os partidos, e Guilherme Boulos, entre os políticos. O PC do B em nota intitulada “Vitória retumbante do povo venezuelano” trombeteou: “O Partido Comunista do Brasil regozija-se com o povo venezuelano, o Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), o Partido Comunista da Venezuela (PCV) e demais forças políticas que comandaram a batalha”. Boulos, o candidato do PSOL à Presidência, apoiado entre outros por frei Betto, declarou: “Maduro foi eleito democraticamente, Cuba não é ditadura e impeachment foi golpe”.

Além da satisfação da esquerda brasileira, por vezes evidenciada em silêncio revelador, em outras ocasiões com desfaçatez ruidosa, na América Latina não faltou a Maduro o esperado endosso enfático de Cuba e Bolívia. Em resumo, Maduro tem esteios fortes na América Latina. Na cena internacional, o Irã, a China e a Rússia defenderam a farsa venezuelana.

Interessa especialmente Rússia e China. São os dois grandes apoios à tirania chavista. Sem eles, dificilmente Maduro se manteria no poder. O governo de Vladimir Putin atacou a oposição proveniente do exterior: “Lamentamos que nessas eleições, além dos dois tradicionais participantes – o povo e os candidatos – existiu também um terceiro participante: os governos que abertamente pediram boicote ao voto”, declarou Alexander Schetinin, diretor do Departamento de América Latina da chancelaria russa. Com descaramento completou: “As eleições foram realizadas e o resultado tem caráter irreversível: dois terços dos votos foram para Nicolás Maduro”. Esconde escandalosamente a fraude, a pressão do aparato chavista, o garrote aos opositores.

A China foi na mesma direção: “As partes envolvidas devem respeitar a decisão do povo venezuelano”, disse o porta-voz da chancelaria chinesa, Lu Kang. Para Pequim, disputas sobre o resultado devem ser resolvidas nos tribunais. Deixa de lado o fato óbvio: os tribunais foram transformados em marionetes do chavismo.

É um passo a mais da descarada e inescrupulosa ingerência russa e chinesa nos negócios da América Latina. Daqui a algum tempo vai ficar patente a ainda agora secreta contrapartida recebida ▬ nesses meses de isolamento venezuelano ▬, por russos e chineses em troca de tal apoio. Com toda probabilidade, lastreadas em contratos, promessas de gigantescas vantagens relacionadas com a exploração do petróleo. A Venezuela detém as maiores reservas provadas do mundo. Para comparação, segundo dados recentes, tem 297 bilhões de barris, a Rússia, 60 bilhões, a China, 16 bilhões. O Brasil, 25 bilhões. (1 barril equivale a 159 litros). A aliança disfarçada, mas efetiva, com Rússia e China dá sobrevida a um governo cujo coletivismo delirante [o chamado socialismo do século 21] destruiu o país. É rota de maus auspícios, no fim dela a Venezuela despencará para a condição de protetorado inconfessado.

Generalizada e enérgica tem sido a reação oficial ao regime venezuelano. Foi tão ampla a repulsa aos métodos chavista, que a oposição inclui importantes políticos socialistas, como Felipe González e Ricardo Lagos, cuja inércia escandalizaria seguidores seus. Por exemplo, em documento também firmado pelos dois, 23 ex-presidentes e ex-primeiros-ministros ibero-americanos apelam à a comunidade internacional para que não reconheça a “farsa eleitoral” na Venezuela. Pedem ainda que os países chamem seus embaixadores, aumentem sanções, congelem ativos provenientes do crime e da corrupção do governo. Reclamam a seguir a suspensão da Venezuela da OEA, sugerem que Estados membros do Estatuto de Roma levem à Corte Penal Internacional o relatório sobre os crimes de lesa-humanidade da ditadura de Nicolás Maduro preparado pela Secretaria Geral da OEA. Denunciam ainda “sequelas de mortos pela violência criminosa desbordada, fome, migração maciça, endividamento ilimitado, falência, hiperinflação, fatos sem paralelo e sem precedentes na história do mundo”.

Lech Walesa, ex-presidente da Polônia foi mais duro: “A Venezuela está sequestrada por um grupo de neotraficantes e terroristas. Mais cedo ou mais tarde será preciso uma intervenção de forças coligadas para preservar a paz na região”.

Estados Unidos, União Europeia, países da América Latina tomaram medidas severas contra o governo venezuelano. Mike Pence, vice-presidente dos Estados Unidos, em nota oficial afirmou: “A eleição na Venezuela foi uma impostura. O resultado ilegítimo deste processo fraudulento é um novo golpe contra a altiva tradição democrática da Venezuela. Todos os dias milhares de venezuelanos fogem da opressão brutal e da torturante pobreza”.

14000% é a inflação estimada em 2018. Queda estimada do PIB em 2018, 15%, quinto ano de recessão. Por que não cai o regime? Deixo de lado a reação internacional, poderia ser mais efetiva. Lembro outros fatores, a brutal repressão interna inspirada por agentes do serviço secreto cubano, vantagens escandalosas conferidas ao alto oficialato das Forças Armadas (forma de compra e chantagem) e o apoio da China e da Rússia. Importa sobretudo agora ter em vista o último ponto, atalho para a servidão. Antecipa situações que outros países da América Latina poderão viver. O Brasil também poderá passar por um martírio prolongado, caminhamos na beira do abismo.

Ainda o Estatuto do Desarmamento: o Sou da Paz parecia estar mudando, mostram as garras

Publicado em: 25-05-2018 | Por: bidueira | Em: Costumes, Desarmamento, PLD em Foco, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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PLD em Foco

Coronel Paes de Lira comenta

Publicado em 25 de mai de 2018