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Já pensaram se isso acontecesse com um atirador esportivo?

Publicado em: 17-03-2017 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, PLD em Foco, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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PLD em Foco

Cel. Paes de Lira comenta

Publicado em 17 de março de 2017

Em Santa Catarina, uma juíza liberou um indivíduo de uma facção criminosa, com antecedentes criminais, que atirou  em direção a uma multidão e feriu um transeunte. A alegação da Juíza é de que a pessoa não oferecia perigo à sociedade!

Alguns pingos em alguns is

Publicado em: 12-03-2017 | Por: bidueira | Em: DIREITO DE PROPRIEDADE, Família, Política Internacional, União Européia

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Agência Boa Imprensa

Alguns pingos em alguns is

Péricles Capanema

De alguns anos a esta parte, movimentos e partidos políticos de fundo nacionalista vêm ganhando força em países importantes. Assistimos a enorme reviravolta no espírito público, pode determinar rumo diferente ao que o mundo vem trilhando, aos trancos e barrancos, desde o fim da 2ª Guerra Mundial. Aonde chegaremos?

A corrente não é una, apresenta características díspares, e não apenas em aspectos acidentais, mas nos nacionalismos se percebe um fundo comum, sobre o qual, de forma sucinta, tratarei. Nacionalismo vem de nação. E nação, de natio, natus, etimologicamente, é o conjunto dos que nasceram em determinado território.

Nação foi palavra inicialmente utilizada pelos estudantes das universidades medievais, em especial a de Paris. Ali eles se organizavam em grupos, falavam a língua materna entre si, eram regidos pelas leis dos próprios países (ou regiões). Existiu a nação da Alemanha, a nação da Inglaterra, a nação normanda. Outras ainda.

A palavra não designou apenas agrupações de estudantes. Por exemplo, em fins do século 15, surgiu o acréscimo nação em realidade política de enorme importância: Heiliges Römisches Reich deutscher Nation (Em tradução literal, santo império romano da nação alemã; em português, o Sacro Império Romano Alemão). O Sacro Império foi oficialmente extinto em 1806 por Napoleão. Importante notar, ali foram extintos direitos históricos, autonomias multisseculares; essa organização política de raízes medievais dificultava planos do Corso, centralizadores e autoritários.

Por que lembro fatos antigos? Para melhor compreendermos no presente o fenômeno nacionalismo. Quando a palavra nação se difundiu a Era Moderna ainda não havia começado. No temperante ambiente da Cristandade, era comum, os homens viviam distantes do absolutismo, da centralização e do autoritarismo unificador. E de delírios de grandeza, própria ou coletiva. O medieval, respirando ares de civilização cristã, não desatinava atrás da busca obsessiva da própria grandeza, da de sua família, região ou reino. Tinha um olhar temperante para as coisas temporais, condicionado ao “vale de lágrimas”. E sua atenção se fixava de imediato e preferentemente na família e na região. O imperador do Sacro Império dispunha de poucos poderes diretos. Sem ser conhecido explicitamente, o princípio de subsidiariedade, hoje o pilar central da doutrina social católica, embebia a sociedade. Mesmo em Paris, capital da França, a nação alemã dos estudantes dispunha de grande autonomia no governo próprio.

Com o avanço do Estado Moderno, nação foi ganhando significado mais denso. Passou a significar em geral comunidade estável de indivíduos, historicamente determinada por origem, costumes, religião e língua comuns. Daí a defesa do território, fronteiras, língua, cultura, raça, dentre outros. Tais elementos, ainda que importantes, de fato eram acidentais; o fundamental sempre foi o sentimento do vínculo comum, a consciência de pertencer a uma entidade com interesses próprios e necessidades peculiares. O Estado é sua forma política normal.

Surgiu o nacionalismo como o conhecemos agora, fruto típico dos Tempos Modernos. Medra bem nos miasmas do antropocentrismo potencializado com a Renascença. A nação e até o Estado passaram a ser alucinados ideais de grandeza humana. Não mais eram realidades benéficas, mas subsidiárias à família, na procura da perfeição humana em todos os níveis. A nota jacobina, o Estado como o grande instrumento a conquistar para impor um suposto programa de salvação nacional, sempre esteve muito presente.

Noto de passagem: é louvável defender a identidade nacional e lutar pela grandeza nacional, com base em doutrina razoável e conduta sensata, julgando o Estado instrumento útil, necessário e importante para a pessoa e a família alcançarem seus fins.

Volto ao fluxo principal: não foi assim com o nacionalismo em várias de suas vertentes importantes: pessoa, família, região passaram a ser meras partes de um todo coletivo, de valor absoluto. A exacerbação coletivista desemboca no totalitarismo, o que historicamente aconteceu em várias ocasiões. “Tudo no Estado, nada contra o Estado, e nada fora do Estado”, foi lema do fascismo italiano.

Citei Napoleão Bonaparte. Volto a ele, exemplo de nacionalismo, enorme influência. Chefe carismático, uniu a aspiração da pátria agigantada com os ideais da Revolução Francesa. Centralizador, ditatorial, adversário dos direitos históricos de famílias, regiões, corporações, agiu contra sociedades intermediárias de várias naturezas, colocadas entre a pessoa e o Estado. Procurou subjugar e utilizar a Igreja para seus objetivos de ordem e grandeza nacionais. A ele se aplicaria bem a expressão famosa, falsamente atribuída a Luís 14: “L’État, c’est moi”. Nas linhas gerais, o bonapartismo ▬ regime republicano imperial, Estado nacional com Executivo forte e centralizado, populista, recurso frequente ao plebiscito ▬ foi a tintura mãe dos nacionalismos.

Seus traços principais continuam até hoje. Um deles, ausente no bonapartismo, foi acrescentado em alguns nacionalismos: o antissemitismo. O antissemitismo pode ser visto como espécie do gênero xenofobia, presença constante nos nacionalismos. O estrangeiro (ou o corpo estranho), eis o inimigo do coletivo nacional, sempre bom e vocacionado para a grandeza.

Bonaparte prometeu restaurar a ordem em frangalhos com as convulsões sociais do período, implantar a racionalidade e a eficiência no governo, eliminar os “lados ruins” da Revolução Francesa. Perseguiu os monarquistas, recusou o Rei, isolado em Londres, e a velha nobreza, dispersa pela Europa, tidos por corruptos e decadentes. Desprezava a cultura refinada e aristocrática do Antigo Regime. Autoritário, centralizador, populista, confiante no uso da força, arrastou atrás de si grande parte da França até que suas derrotas o jogaram, exilado, em Santa Helena.

Historicamente, o nacionalismo atraiu simpatias de católicos, conservadores, tradicionalistas, de correntes favoráveis à livre iniciativa e ao empreendedorismo. Foi visto como adversário do internacionalismo socialista (inimigo da identidade nacional) e do igualitarismo revolucionário (inimigo das desigualdades de base natural). Era muitas vezes considerado baluarte na defesa da ordem ameaçada pela agressão da desordem revolucionária. Milhões de seus seguidores, gente de bem, colocaram na sombra os traços coletivistas, centralizadores e autoritários, a negação teórica e prática do princípio de subsidiariedade. Aderiram ao que lhes parecia a única defesa eficaz contra a avalanche revolucionária que ameaçava levar de roldão moral, instituições veneráveis e civilização.

Foi um falso dilema demolidor. Para milhões, acarretou tragédias das mais variadas naturezas. Podem voltar a acontecer. É momento de maturidade, exame, argúcia, equilíbrio, isenção. Claro, não esgotei assuntos, ventilei-os; nem poderia ser diferente em artigo limitado por espaço. Espero, contudo, ter fornecido material útil para reflexão. Em resumo, procurei cumprir a promessa: pôr alguns pingos em cima de alguns is.

Deputado Alberto Fraga pediu urgência na votação do projeto Peninha

Publicado em: 10-03-2017 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, PLD em Foco, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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PLD em Foco

Cel. Paes de Lira comenta

Publicado em 9 de mar de 2017

Precisamos cobrar nossos deputados para que pressionem o presidente da Câmara para que coloque em votação o PL 3722 de 2012. É o que devemos fazer no momento.

Pela lei e pelo voto

Publicado em: 10-03-2017 | Por: bidueira | Em: CHAVES, PT, SITUAÇÃO NACIONAL

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Pela lei e pelo voto

DIÁRIO DO COMÉRCIO

SÃO PAULO, 09 DE MARÇO DE 2017  POR SÉRGIO PAULO MUNIZ COSTA

O Brasil precisa de reformas urgentes, não há dúvida. Mas para implementá-las, talvez precise se livrar de muita coisa

Custou caro ao Brasil treze anos de populismo político e fiscal, que se sucederam a oito de social-demagogia, após dez de anarcorrepública. Trinta e um anos de inadimplência política estão aí plasmados na pior recessão sofrida pelo País desde 1930.

Como apontou Roberto Campos, em 1985, depois do encerramento do regime militar, a esperada e natural liberalização do País simplesmente não aconteceu.

Misturou-se liberdade política com autoritarismo econômico, em doses cada vez maiores, até chegarmos ao atual estado de coisas: uma combinação perversa de anarquia política e de ataraxia econômica, com altíssimo custo social.

Ontem, diante da notícia da queda da atividade em todos os setores da economia, o Ministro da Fazenda veio a público afirmar que se fixar no PIB é olhar para o retrovisor. Pode ser, mas não há como dirigir sem olhar o retrovisor.

E tampouco há qualquer catastrofismo em enxergar, para trás e para frente, que o caminho que tomamos está equivocado. Caminho político, diga-se.

Os estragos decorrentes desse equivoco histórico são muito maiores do que a queda do PIB. Eles desconstroem sucessos que o Brasil havia alcançado décadas antes de inaugurada esta república. Já se perdeu o passado, agora está se perdendo o futuro.

E para quem acha que isso é um clichê, basta ver o que  está ocorrendo com as grandes empresas brasileiras internacionalmente competitivas, a PETROBRÁS e as de construção pesada, atingidas em cheio pela corrupção, o  equívoco histórico desta república.

O discurso oportunista e moralista de dirigentes de repúblicas vizinhas contra elas, junto com a cara de pau de cubanos, bolivarianos et caterva que nunca pretenderam pagar coisa alguma, é o ensaio para o maior “beiço”  da história moderna que vai ser coberto não pelas empresas enleadas no delírio lulista, mas por todos os brasileiros.

Mas para elas, caçadas em tribunais estrangeiros, talvez pior do que o calote, seja o fechamento de oportunidades de negócios, no exterior e aqui. E não adianta o nacionalismo de botequim falar em conspiração: como o petróleo, a lambança é nossa!

Há alguma dúvida sobre a extensão do desastre que se abateu sobre o País? Alguém de boa fé pode negar que esse desastre se deve às práticas contumazes de uma classe política em sua grande maioria desonesta, despreparada e parasitária?  Não, de maneira alguma.

Trinta e um anos são tempo suficiente para concluir que o democratismo  estatizante que paulatinamente tomou conta do País não foi uma decorrência exclusiva da ideologia.

Mais do que um projeto esquerdizante foi, desde o início, um instrumento das elites regionais para se adonarem da coisa pública, por via de partidos políticos financiados de maneira cada vez mais imoral e ilegal.

Como disse um promissor deputado constituinte, depois ministeriável conspícuo, em 1988 se consumou a vitória da paróquia. O que ninguém sabia, e só estamos descobrindo agora, é o quanto custaria essa vitória à sociedade brasileira.

O Brasil precisa de reformas urgentes, não há dúvida. Mas para implementá-las, talvez precise se livrar de muita coisa.

Começando pela crença de que Brasília é a sede da corrupção no País. Não é. Brasília é tão somente o cartório da corrupção, com endereço na Praça dos Três Poderes.

Em Brasília apenas se consumam os arranjos tratados nas paróquias, que a cada mandato lá desembarcam seus prepostos para assaltar a República em nome de um pacto federativo de fancaria.

O colapso financeiro que se repete de tempos em tempos nos estados, por ocasião das dificuldades do poder central, é a prova da relação espúria entre os entes da federação nesta república.

E isso em uma condição particularmente danosa: não há lei, não há controle e não há autoridade que coloque limites a esse caos.

Com o sistema político que aí está, qualquer reforma que se faça será apenas uma miragem.

Mais do que tudo, antes de qualquer coisa, o Brasil precisa começar a se livrar dessa classe política. A que se festeja nos restaurantes de Brasília dizendo que os crimes que insiste em cometer são política. A que conspira para se manter no poder, custe o que custar, não importa sua culpa apurada pelas investigações, sua punição na forma da lei e sua condenação pela sociedade.

É dela que temos que nos livrar. Sem atalhos e sem rupturas.

Pela lei, como juízes, procuradores e policiais íntegros estão fazendo, e pelo voto, como faremos daqui a pouco mais de um ano.

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As opiniões expressas em artigos são de exclusiva responsabilidade dos autores e não coincidem, necessariamente, com as do Diário do Comércio

Brincando com fogo

Publicado em: 08-03-2017 | Por: bidueira | Em: CHINA, DIREITO DE PROPRIEDADE, Política Internacional, PT, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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Agencia Boa Imprensa

Brincando com fogo

Péricles Capanema

O de que vou falar não é brincadeira. Já tratei do assunto quatro vezes, “O Brasil servo”, “Clamando no deserto” (18.2.2016), “Tumores de estimação” (2.4.2016) e “Ocultando a realidade ameaçadora” (17.10.2016).

Volto hoje ao tema. O Estadão de 3 de março estampa em manchete: “Shangai Electric fará proposta para assumir obras de R$ 3,3 bi da Eletrosul”. Em destaque gráfico o jornal recorda fatos relacionados: “Últimas compras feitas por chineses: CPFL. Em julho de 2016 a State Gridcomprou fatia de 23% da Camargo Corrêa na CPFL por R$ 5,8 bilhões. Neste ano, concluiu a compra do controle por R$14 bi. Estrela. Em agosto de 2015, a China Three Gorges (CTG) comprou duas hidrelétricas da Triunfo Participações e Investimentos por quase R$ 2 bilhões. Leilão. Em novembro de 2015, CTG venceu o leilão da Ilha Solteira e Jupiá (CESP), por R$ 13,8 bilhões. Em 2016, comprou a Duke Energy por US$ 1,2 bilhão”.

Informa a reportagem assinada por Renée Pereira, a Shangai Electric deve apresentar até  10 de março proposta para assumir várias concessões de linhas de transmissão de energia da Eletrosul, subsidiária do grupo Eletrobrás.

Em nenhum momento, o texto elucida que a Shangai Electric é controlada pelo governo chinês. Também não esclarece que a China Three Gorges e aState Grid são estatais chinesas. Outro modo, são empresas controladas pelo Partido Comunista Chinês (PCC). Nenhum leitor terá visto o PT condenar a tomada paulatina do setor elétrico brasileiro pelo capital estrangeiro (no caso, o capital comunista chinês). Convém-lhe o fato.

Passo agora à reportagem de agosto de 2016, revista Exame, assinada por Maria Luiza Filgueiras. Título “O setor elétrico brasileiro caiu no colo dos chineses”. A jornalista lembra que a State Grid fatura 340 bilhões de dólares por ano, tem 1,5 milhão de funcionários. Outra empresa gigantesca, aHuadian gera o equivalente a toda a energia elétrica produzida no Brasil. Está negociando a compra da Santo Antônio Energia. A reportagem ainda menciona a SPIC e a CGN, ainda de origem chinesa.

A State Grid tem hoje no Brasil 7 mil quilômetros de linhas em funcionamento e 6,6 mil quilômetros em construção. É o sintoma de um fenômeno em estágio inicial, a dominação do mercado por empresas chinesas, afirma a citada jornalista. “Eles vão comprar tudo”, disse a ela um banqueiro de investimentos. Nos últimos cinco anos (matéria de agosto de 2016), os chineses investiram 40 bilhões de dólares no setor elétrico brasileiro.

odas essas empresas são estatais chinesas (na grande maioria das vezes, fato ocultado do leitor brasileiro). A diretoria delas, nomeada pelo governo, tem o aval do PCC, que governa ditatorialmente em regime de partido único aquele desventurado país. De outro modo, está caindo no colo do Partido Comunista Chinês o setor elétrico brasileiro.

Adiante. O governo brasileiro começa a discutir a venda de terras para estrangeiros. Em entrevista à GloboNews, 15 de fevereiro, o ministro Henrique Meirelles afirmou que o governo liberaria nos próximos 30 dias a venda de terras brasileiras para estrangeiros. “O Brasil precisa de crescimento e de investimento. O agronegócio foi a área que mais cresceu em janeiro. Temos que investir, gerar mais empregos”. É tema delicado, requer debates de entendidos, do livro e da prática. Que se ouça com especial atenção o produtor rural, aqui também quem trabalha em terras arrendadas, que poupa na esperança de comprar seu pedaço de terra. Li em fontes várias, a proposta do governo virá com nota demagógica: 10% da terra comprada por estrangeiro terá que ser dedicada a projetos de reforma agrária. Soa como barretada ao MST, CNBB, e entidades similares, medida na certa prejudicial ao campo e à produção, e que em nada ajudará o trabalhador rural. Exprimo o temor de que o PCC, por meio de estatais e fundos de investimento, acabe comprando centenas de milhares de hectares, se não milhões. E a imprensa na certa vai noticiar na cantilena: “grupos chineses”, “investidores chineses”.

Relembro abaixo o que adverti meses atrás. A compra de gigantescos ativos pelas estatais chinesas traz o Partido Comunista Chinês para dentro da economia brasileira; para dentro da política brasileira. Tais empresas serão instrumentos para alinhar o Brasil aos interesses do comunismo chinês, no caso, de imediato, fortalecer na região os intuitos de Pequim e minar a influência norte-americana. Os mesmos objetivos, com métodos iguais, estão sendo levados a cabo na Argentina, Venezuela, Equador, Peru, Bolívia. E em outros países.

Por que tanto silêncio? Ponho a nu razão que morde no bolso. Em razão de longa política exterior de hostilidade aos Estados Unidos e à União Europeia, a China hoje é o maior parceiro comercial do Brasil, cerca de 20% de nosso comércio exterior. Vendemos em especial matérias-primas (commodities), sobretudo minério de ferro, soja, óleos brutos do petróleo, em geral por volta de 80% do total, itens com pouco valor agregado. E compramos mercadorias com alto valor agregado, máquinas, aparelhos elétricos, aparelhos mecânicos, produtos químicos orgânicos, em torno de 60% do total. Conta ainda na pauta de exportações a presença crescente de produtos do agronegócio, como carnes, couro, açúcar. É um imenso universo de fornecedores, de cujo vigor depende a sanidade da balança comercial brasileira.

De alguma maneira nos tornamos reféns da China. Ela pode trocar fornecedores, contratá-los em outros países, caso Brasília e setores privados atuem eficazmente contra sua crescente presença, ainda sobretudo econômica, entre nós. Concebível, setores privados e autoridades governamentais então prefeririam, para salvar vantagens econômicas, o silêncio confrangido (acovardado) sobre o avanço imperialista chinês dentro de nossa casa. No fato, conveniências de momento seriam fatores determinantes para conduta que desagua na independência condicionada e na limitação da soberania. Nenhum país sério tolera arranhões em sua independência e em sua soberania. A omissão a respeito caracteriza descumprimento dos deveres de defesa nacional. Se não for cortado esse passo de forma sensata, com lucidez e determinação, no horizonte, já antevisto, desenha-se para nós o estado vergonhoso de protetorado efetivo.

Para levantar vôo a ABPLD conta com Você

Publicado em: 03-03-2017 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, PLD em Foco, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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PLD em Foco

Cel. Paes de Lira comenta

Publicado em 3 de mar de 2017

O ano de 2017 é um marco histórico para nossa luta Pela Legítima Defesa. a ABPLD conta com o seu continuado apoio.

 

Magistrados caindo na real sobre o desarmamento? Parabéns! Mas lembrem-se de nós

Publicado em: 19-02-2017 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, PLD em Foco, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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PLD em Foco

Cel. Paes de Lira comenta

Publicado em 17 de fev de 2017

1. Magistrados da Paraíba autorizam o porte de armas a seus motoristas, quando em serviço.
2. Um Juiz de Direito em Uberlândia defende-se, à bala, de criminosos que tentaram assaltar loja na qual estava presente. Dois dos criminosos foram mortos.

A SOLUÇÃO MOLECA

Publicado em: 15-02-2017 | Por: bidueira | Em: Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL, Terrorismo

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Diário do Comércio

SÃO PAULO, 14 DE FEVEREIRO de 2017
Sérgio Paulo Muniz Costa
Jamais houve tanta tropa das Forças Armadas nas ruas e a população ordeira está mais assustada do que nunca, não com elas, como aliás nunca esteve, mas sim com o crime e a violência que não param de crescer no País

George Bush inventou a guerra preventiva e Pezão sacou a greve preventiva. Faceiro, ontem o governador do Rio de Janeiro anunciou o emprego do que não é seu, as Forças Armadas, para resolver o problema que é seu, a Segurança Pública.

Podia ter ficado por aí a esperteza que vai fazendo escola no País: passar a bola  dos problemas que não se quer resolver.

Mas parece que até essa prática sem vergonha piorou. Agora a bola da segurança pública é passada por quem não tem a menor intimidade com ela, o Ministro da Defesa, sinal de que tudo está mesmo virado ao avesso.

E com direito a piruetas ficcionais, aludindo ele a uma “normalidade institucional”, contrastada com o regime militar que supostamente assustava o povo nas ruas com tropas do Exército.

Resta saber que normalidade é essa, quando o Ministro da Defesa faz seguidos pronunciamentos sobre problemas que não são de sua competência, os quais, exatamente por isso, só se agravam.

Jamais houve tanta tropa das Forças Armadas nas ruas e a população ordeira está mais assustada do que nunca, não com elas, como aliás nunca esteve, mas sim com o crime e a violência que, entre uma cena teatral e outra do governo, não param de crescer no País. O palanque eleitoral continua armado, independentemente do calendário.

Mas há que se reconhecer que a solução do Pezão é fantástica. Com ela, o governo estadual afasta o risco imediato de mais uma crise, desta vez à semelhança do Espírito Santo.

O federal fica aliviado por não ter que dividir mais uma com um estado falido, não importa se financeira ou moralmente, ou os dois.

E os policiais pré-grevistas recebem sinal verde para faturar por fora na segurança dos eventos de Carnaval com as horas de folga caídas do céu.

Mais uma malandragem que resolve o problema dos incompetentes, mas não os do País.

Enquanto isso, outra fórmula também vai dando certo, a do caos, expresso em acontecimentos cada vez mais inacreditáveis.

Tantos, sucedendo-se em tamanha velocidade, que vão sendo banalizados, esquecidos na superação de um absurdo por outro, a cada dia, a cada semana.

Massacres em presídios, ruas esvaziadas pelo toque de recolher do crime, polícias amotinadas, ônibus queimados a torto e a direito e um sem número de prejuízos à sociedade. Semanas atrás no Norte e Nordeste; ontem em Vitória; hoje em Belo Horizonte; amanhã, o que? Aonde?

Nesta roleta do caos, por enquanto, só uma certeza: a da solução moleca.

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As opiniões expressas em artigos são de exclusiva responsabilidade dos autores e não coincidem, necessariamente, com as do Diário do Comércio

O festival do ódio facilita a operação simpatia

Publicado em: 08-02-2017 | Por: bidueira | Em: PT, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL, Terrorismo

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Agencia Boa Imprensa

O festival do ódio facilita a operação simpatia

Péricles Capanema

Para não virar barata tonta, ao analisar o presente sempre é bom voltar os olhos para a História. Manifestações carregadas de ódio e de vingança a respeito do falecimento de dona Marisa me lembraram a Revolução Francesa. Fui reler a justificação do Terror, exposta por Robespierre em discurso à Convenção, 5 de fevereiro de 1974. Ali o líder da Revolução Francesa expôs os princípios da política interior do governo: “A primeira máxima de vossa política é […] deve-se conduzir os inimigos do povo pelo terror. […] A mola do governo popular […], é o terror, sem o qual a virtude é impotente. O terror é tão-só a justiça rápida. […] Subjugai pelo terror os inimigos da liberdade. […] O governo da República é o despotismo da liberdade […] A indulgência para os monarquistas, querem alguns. […] Na República só os republicanos são cidadãos. Os monarquistas são estrangeiros, melhor ainda, inimigos. […] Faz parte da clemência punir os opressores da humanidade; é barbárie perdoá-los”.

O Terror da Revolução Francesa empalideceu-se diante do Terror comunista. Robespierre foi mirrado antecessor de Lenin, Stalin e Mao, moldados pela mesma ideologia e igual mentalidade. O tirano francês resumiu assim o objetivo a todos eles comum: “A alma da República […] é a igualdade. […] A primeira regra de vossa conduta política […] a manutenção da igualdade”.

O PT grassou nesse terreno. E Fidel Castro, o mais sanguinário tirano da América Latina, deus do panteão petista, é herdeiro legítimo dos facínoras acima apontados. A ele Lula se referiu como “o maior de todos os latino-americanos”, “voz de luta e esperança”.

Por que recordo tudo isso? Por perceber a mesma mentalidade em centenas de manifestações nos últimos dias. Deixo abaixo algumas, significativas e reveladoras. Leandro Fortes, responsável pela propaganda do PT nas redes sociais na última campanha presidencial: “Todos sabemos os nomes, os cargos, as redações e as togas de cada um dos responsáveis pela morte de dona Marisa. Na hora certa, daremos o troco”. Renato Rovai, editor da revista Fórum: “A morte de dona Marisa não foi natural. Ela foi sendo assassinada aos poucos por um conluio, cujo pilar foi a mídia tradicional com destaque ultraespecial às Organizações Globo, à grande maioria do Judiciário envolvido nas investigações da Lava Jato e a uma classe política corrupta”. Paulo Nogueira, do DCM em artigo “Quem matou Marisa?”: “Muitas mãos estão manchadas de sangue. As da Globo, por exemplo.  Moro e a Lava Jato não seriam nada sem os holofotes ininterruptos da Globo. A mídia como um todo participou da caçada a Lula com seu jornalismo de guerra. […] Os juízes do STF também têm sua culpa, dado a inércia com que lidaram com os abusos de Moro. De novo: Moro não está sozinho. […] Outras mãos estão tingidas de sangue”.

Na entrada do Sírio Libanês, Michel Temer foi cercado e acusado de “assassino!, assassino!, assassino!, golpista!, golpista!, fascista!, fascista!”, além de insultado por palavrões impublicáveis. E na expulsão do repórter César Menezes e do cinegrafista da Rede Globo do velório a militância petista extravasou boçalmente o ódio no qual é nutrida: “Safada, golpista, assassina. Globo assassina. Fora, filho das trevas, tá preparando o berço de Satanás, anticristo. Maldita, ninguém quer você aqui. Seu maldito, vai embora, pilantra, safado. Globo News safada, fora daqui. Fora golpista, vocês não são bem-vindos, seus imundos. Vai embora, nojo. Fora Globo. Filho das trevas, anticristo, anticristo maldito. Nazista. A Globo é nazista. A Globo é nazista. Fascista”. E vai por aí afora. A Folhapolítica.org estampou tuíte pra lá de revelador: “@Viniciusclash. A melhor homenagem que alguém pode prestar a Marisa é matar Sergio Moro. 1:04 AM 02 fev 17”. Um lado da moeda, o ódio indisfarçado.

O outro. Existe o ódio envolto nas prudências da política. Aconteceu também na Revolução Francesa e na Revolução Comunista. Lula pôs a máscara “Lulinha, paz e amor”. Ele sabe, a jararaca quando mostrou as presas perdeu três eleições presidenciais. Só venceu ao fechar a boca e garantir a manutenção da política econômica do governo FHC.

Alguns sintomas. O morubixaba recebeu telefonema de condolências do ministro Gilmar Mendes e senhora. As esposas dos dois tinham sido amigas. Disse à senhora do ministro: “Guiomar, você perdeu uma grande amiga. Ela gostava muito de você, falava sempre de você. Eu quero que você saiba disso”. Dona Guiomar respondeu: “Vontade nunca faltou, presidente”. Lula acompanhou: “O mundo é redondo, querida. E a gente ainda vai se encontrar”. FHC foi vê-lo; o comandante petista comentou com políticos que depois estiveram com ele, o gesto do líder tucano “foi um exemplo pedagógico para os jovens”.

Na visita da comitiva multipartidária vinda de Brasília, esbanjou cordialidade e elogios. Para Renan Calheiros reservou “um dos maiores craques da política”. José Sarney foi agraciado com “meu companheiro” e “meu amigo”. Cochichou por alguns minutos com Romero Jucá. No meio dos líderes não deixou passar a ocasião, repetiu o que vem dizendo, o Supremo se acovardou diante da Lava Jato. Quer um Supremo mais flexível. E no discurso que fez no velório o que se viu foi um político preparando a candidatura para 2018. O caldo de cultura estava todo ali, esquerda católica, intelectuais radicalizados e líderes sindicais. O resignatário dom Angélico Sândalo Bernardino aproveitou para torpedear as duas propostas de reforma na bica: “A Marisa Letícia foi uma guerreira na luta a favor da classe trabalhadora. Atentem para as reformas trabalhistas que sejam contra os trabalhadores; a reforma da Previdência, contra pobres e assalariados. É preciso que estejamos atentos”. Em total desprezo pela realidade emendou, a crise atual “é falsamente atribuída à administração dos dois últimos governos”.

Contradizem-se as duas faces, a da intimidação e a da simpatia? Calibradas, são complementares. O prof. Plinio Corrêa de Oliveira cunhou a expressão binômio medo-simpatia para a caracterizar. A intimidação bem dosada atua como uma sova em setores conservadores. A simpatia, enfrentando obstáculos menores, tem melhores condições de êxito. Está em curso uma operação simpatia.

ESCORRACEM JÁ O POVO!

Publicado em: 01-02-2017 | Por: bidueira | Em: Aborto, Esquerda católica, Família, Perseguição religiosa, PT, REVOLUÇÃO DE 64

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Agência Boa Imprensa

Escorracem já o povo!

Péricles Capanema

A vaga no Supremo, aberta com a morte de Teori Zavascki, assanhou a patrulha ideológica. Para desgraça nossa, continua crespa, cada vez mais intolerante. São trinta candidatos com chances de levar, avalia Eliseu Padilha, encarregado pelo Presidente de fazer uma triagem inicial, informa a “Época”. No seleto grupo está Ives Gandra Filho, presidente do Tribunal Superior do Trabalho. Entre os ventilados, só ele foi fulminado pela fatwa da patrulha. Razão, suas opiniões estão vetadas no Brasil pela censura dos bem-pensantes progressistas. Não conheço Ives Gandra Filho, não tenho procuração nem pedido para defendê-lo e, quer saber, nem tenho juízo formado sobre a melhor escolha. Meu problema aqui é outro, de âmbito nacional.

Intrigado com a agressividade do veto, fui atrás das opiniões do magistrado em especial sobre a família (o falatório girava em torno do tema). E li a nota que distribuiu à imprensa. Tive enorme surpresa. Suas convicções enunciadas em linguagem culta e clara são as da maioria do povo brasileiro. Em resumo, a artilharia libertária quer banir do Supremo qualquer candidato que espose ideias aceitas pelo grosso dos brasileiros, mas não da patota emproada. A intolerância da neoinquisição não admite divergência. Faz lembrar Henrique VIII advertindo são Tomás Morus no filme “O homem que não vendeu sua alma”: “No opposition, Thomas, no opposition”. Também ele não admitia oposição. Fica o recado: a KGB progressista não mais tolera no Brasil tais opiniões em pessoas que aspirem a postos de expressão; só ainda as atura no povo miúdo. Cada vez que surgir algum infeliz com tais opiniões, cogitado para posição influente, a patrulha também vai tratá-lo como proscrito.

Para onde vamos? Vamos para a servidão, se o Brasil da gente direita curvar a espinha às tirânicas oligarquias libertárias e assim permitir que minorias fanatizadas, por meio de estrondos publicitários, tomem de assalto as cadeiras do Supremo. E outros espaços de direção.

Vejam o que encontrei (está na rede). O conceito de matrimônio de Ives Gandra Filho reproduz exatamente o que ensina o catecismo católico: “O matrimônio possui dupla finalidade: a) geração e educação dos filhos; b) complementação e ajuda mútua de seus membros. Tendo em vista, justamente, essa dupla finalidade, é que o matrimônio se reveste de duas características básicas que devem ser atendidas pela legislação positiva, sob pena de corrupção da instituição: a) unidade – um homem com uma mulher; b) indissolubilidade – vínculo permanente”. Mesmo protestantes e até agnósticos podem subscrever tal definição; tem raiz no Direito Natural. A intolerância furibunda com os conceitos acima nutre no bojo o vírus da perseguição religiosa, que, se não for combatido, gradualmente vitimará o organismo inteiro.

Transcrevo abaixo algumas outras convicções relativas à família enunciadas pelo dr. Ives: “A celula mater da sociedade (núcleo básico) é a família, como sociedade natural e primária, constituída numa comunidade de vida e amor para a propagação da espécie humana e ajuda recíproca nas necessidades materiais e morais da vida cotidiana”. Multidões de brasileiros dariam vivas e bateriam palmas em pé para quem afirmasse isso. Vou adiante: “O homem desde a sua origem surgiu no meio de uma família, que é a primeira sociedade humana. Não há que se falar, pois, em estado pré-social ou situação originária de promiscuidade sexual na vida animal”. Continuo: “A base do matrimônio é o consentimento mútuo na outorga e recepção do direito perpétuo e exclusivo sobre o corpo de cada um com vista aos atos aptos à procriação”. Mais uma: “Homens e mulheres têm constituições física e psíquica distintas, complementares entre si”. Excluir um candidato por defender tais convicções, equivale a moralmente banir o geral dos brasileiros de sua pátria.

Opinião de Ives Gandra Filho sobre união homossexual: “O casamento de dois homens ou duas mulheres é tão antinatural quanto uma mulher casar com um cachorro. Casais homoafetivos não devem ter os mesmos direitos dos heterossexuais, isto deturpa o conceito de família”. Reafirmo, persuasão da maior parte do povo brasileiro.

É também censurado por ser contrário ao aborto, ao divórcio, à distribuição de pílulas anticoncepcionais em hospitais públicos e a pesquisas com células-tronco de embriões. Reitero meu bordão, milhões de brasileiros têm opinião idêntica.

O presidente do TST julgou-se obrigado a distribuir nota à imprensa: “Diante de notícias veiculadas pela imprensa, descontextualizando quatro parágrafos de obra jurídica de minha lavra, venho esclarecer não ter postura nem homofóbica, nem machista. Deixo claro no artigo citado, de 70 páginas, sobre direitos fundamentais, que as pessoas homossexuais devem ser respeitadas em sua orientação e ter seus direitos garantidos, ainda que não sob a modalidade de matrimônio para sua união. Por outro lado, ao tratar das relações familiares, faço referência apenas, de passagem, ao princípio da autoridade como ínsito a qualquer comunidade humana, com os filhos obedecendo aos pais e a mulher ao marido no âmbito familiar, calcado em obra da filósofa judia-cristã Edith Stein, morta em campos de concentração nazista. O compartilhamento da autoridade sempre me pareceu evidente, tendo sido essa a que meus pais casados há 58 anos viveram e a qual são seus filhos muito gratos. […] As demais posturas que adoto em defesa da vida e da família são comuns a católicos e evangélicos, não podendo ser desconsideradas “a priori” numa sociedade democrática e pluralista”.

Vou virar a página e dar um exemplo revelador das agressões da intolerância. Forum de 31 de janeiro traz em manchete: “Manifesto feminista contra Ives Gandra para a vaga de Teori ganha apoio irrestrito”. A notícia afirma que, “para eles [os signatários], Ives Gandra demonstra desconhecer a realidade social de brasileiras e brasileiros. ‘Sexismo, homofobia, lesbofobia, discriminação racial, desrespeito aos direitos humanos e sociais e ao Estado laico não podem ser parte da trajetória de quem irá integrar o colegiado do STF’, afirmam, em manifesto”. O texto intoxicado de preconceitos progressistas e lotado de falsidades vem assinado, entre outros, por Luiz Gonzaga Beluzzo, Miguel Rossetto, Emir Sader, centenas de professores de Direito, procuradores, líderes sindicais, juízes, jornalistas, advogados.

É pressagioso que minorias oligárquicas de esquerdistas e libertários, treinadas no patrulhamento ideológico, façam marcação cerrada para banir dos postos de direção qualquer um que tenha consonância com opiniões majoritárias do povo brasileiro, deles abominadas. Agem aqui os mesmos germes causadores das perseguições que mataram milhões nos gulags da Rússia soviética e nos campos de concentração da Alemanha nazista.