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Servilismo ideológico, combustível do sofrimento popular

Publicado em: 17-05-2017 | Por: bidueira | Em: CHAVES, DIREITO DE PROPRIEDADE, Esquerda católica, PT, SITUAÇÃO NACIONAL

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Servilismo ideológico, combustível do sofrimento popular

 Péricles Capanema

Em 1927, Julien Benda publicou na França “Trahison des clercs”, livro controvertido, que fez história. Apontava generalizada a traição dos letrados, cegos à realidade, subservientes diante do poder totalitário. Em linguagem mais atual seriam intelectuais, clérigos, artistas, grandes milionários, cuja ação favorece a servidão comunista. George Orwell os qualificava de esquerda moral: “Os intelectuais são levados para o totalitarismo muito mais que as pessoas comuns”. Raymond Aron acoimou tal fenômeno de “passagem da consciência livre à servidão voluntária”. A trahison des clercs virou moeda corrente na vida pública francesa. A maior rumorosa delas foi a degradação de Jean-Paul Sartre diante das ditaduras comunistas da Rússia e da China. Nelson Rodrigues tachou-o de “canalha translúcido”.

Lembrei-me da expressão ao, confrangido, passar os olhos no volumoso noticiário sobre Antônio Cândido de Mello e Souza (1918-2017), crítico literário, presente na vida pública desde muitas décadas. O comentário do crítico Sérgio Augusto sobre o escritor falecido dá o tom da cobertura: “Era, sem hipérbole, o maior brasileiro vivo. Sua morte, sem clichê, marca o fim de uma era”.

Vejamos seu pensamento. Transcrevo partes de entrevista que concedeu em agosto de 2011: “O socialismo é uma doutrina totalmente triunfante no mundo”. A agressão à realidade não poderia ser maior. Emendou, consertando: “Chamo de socialismo todas as tendências que dizem que o homem tem de caminhar para a igualdade. Comunismo, socialismo democrático, anarquismo, solidarismo, cristianismo social, cooperativismo”. No mínimo está pouco matizada e delirantemente imprecisa a junção indiferenciada de todas as mencionadas correntes na tentativa de esconder o amazônico fracasso socialista. Volta-se então para o capitalismo: “O capitalismo não tem face humana nenhuma. O capitalismo é baseado na mais-valia e no exército de reserva como Marx definiu”. Na vida real, os pobres do mundo tentam entrar de todas as maneiras na nação capitalista, os Estados Unidos. E sempre fugiram como da peste de todas as nações comunistas. Que construíram muros, cercas e treinaram polícias para mantê-los encarcerados no próprio país.

O entrevistado tinha um problema, o socialismo como existiu na prática, dirigindo tudo, invariavelmente oprimiu e empobreceu o povo. Escapou com uma pirueta: “O socialismo só não deu certo na Rússia. Virou capitalismo. A revolução russa serviu para formar o capitalismo. O socialismo deu certo onde não foi ao poder”. Outra vez, oculta o real. A Rússia não foi o único desastre. O socialismo fracassou na proporção de sua realização em todos os países em que foi aplicado.

Antônio Cândido teve o descaramento de propor um modelo “formidável”: “O socialismo humanizou o mundo. Em Cuba eu vi o socialismo mais próximo do socialismo. Cuba é uma coisa formidável, o mais próximo da justiça social. Não a Rússia, a China, o Camboja”. A tirania dos irmãos Castro é o modelo a ser exaltado e copiado.

Coerente na hora de votar: “Quando eu era militante do PT ▬ deixei de ser em 2002, quando o Lula foi eleito ▬ era da ala do Lula, da Articulação, mas só votava nos candidatos da extrema esquerda”. A Articulação é uma espécie da Centrão dentro do PT, tem programa mais gradualista. O crítico literário, na hora do voto, evitava sufragar sua corrente, procurava fortalecer a extrema esquerda. Era ainda coerente com sua matriz ideológica: “Tenho muita influência marxista ▬ não me considero marxista, mas tenho muita influência marxista na minha formação e também muita influência da chamada escola sociológica francesa, que geralmente era formada por socialistas”.

Antônio Cândido aqui é sobretudo um exemplo. Exemplo de dezenas, talvez centenas de milhares de intelectuais, clérigos e milionários brasileiros (no mundo todo, à vera) que, cegos à realidade, trotam fanatizados atrás de delírios sociais igualitários. São corresponsáveis das piores tragédias sociais do século 20 e 21. Dom Paulo Evaristo Arns, que convidou o ateu e em boa parte marxista Antônio Cândido para a Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo, foi desses clérigos. Compartilhou o entusiasmo do escritor pela tirania castrista. Em carta ao ditador comunista, derreteu-se o prelado brasileiro: “Aproveito a viagem do frei Betto para lhe enviar um abraço e saudar o povo cubano por ocasião deste 30º aniversário da Revolução. Hoje em dia Cuba pode sentir-se orgulhosa de ser no nosso continente um exemplo de justiça social. A fé cristã descobre, nas conquistas de Revolução, os sinais do Reino de Deus”. E vai por aí afora, num deprimente exemplo de sabujismo a um regime torcionário.

Diante de nossa porta temos o caso da Venezuela, outra aplicação do socialismo. Informa o jornalista venezuelano Moisés Naim no Estadão: “Não é Maduro que importa. Tirá-lo do poder não basta. Ele é simplesmente o bobo útil dos que realmente mandam na Venezuela: os cubanos, os narcotraficantes e a viúvas do chavismo. E, obviamente, os militares ▬, ainda que, tristemente, as Forças Armadas tenham sido subjugadas e estejam a serviço dos verdadeiros donos do país. O componente mais importante dessa oligarquia é o governo cubano. Para Cuba não há prioridade maior que continuar controlando e saqueando a Venezuela. E Havana sabe como fazer isso. Os cubanos aperfeiçoaram as técnicas do Estado policial. Acima de tudo, os cubanos sabem como se proteger de um golpe militar. Não é por acaso que a Venezuela tem hoje mais generais que a OTAN ou os Estados Unidos. Ou que muitos ex-generais estejam exilados. Narcotraficantes. Eles constituem o outro grande poder. Os herdeiros políticos de Chávez são o terceiro grande componente do poder real na Venezuela”. Os cubanos comunistas, lembrando Antônio Cândido, constroem lá agora, uma vez mais, uma sociedade “formidável”.

Termino. Sofremos apocalíptica mistificação, promovida pela opinião que se publica. Opinião pública é outra coisa. Os setores que perenizam a “trahison des clercs” alardeiam humanismo, tolerância, amor aos pobres. É a face da fantasia. Na outra face, a da realidade, tornam possível a implantação do comunismo repressor, implacável, disseminador da miséria. Desmitificá-los de há muito se tornou obra prioritária de salvação nacional e caridade social.

Para o bem do Brasil

Publicado em: 01-05-2017 | Por: bidueira | Em: PT, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL, Terrorismo

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Para o bem do Brasil

Mentirosos, uni-vos!

Vão agora para as suas redações, cátedras, gabinetes, escritórios, teclados e botequins, e mintam!

Fabriquem pesquisas de opinião para fazer do Brasil o valhacouto de corruptos. Ataquem, depredem, invadam, e se façam vítimas de quem agrediram. Promovam greves em proveito próprio e digam que elas são do interesse de todos.

Mintam! Só assim podem tentar se salvar da condenação pelas mentiras que pregaram, particularmente nos últimos treze anos.

Mintam! Só assim podem compensar a perda do direito de mentir livremente de que desfrutaram por longo tempo, principalmente em treze anos de poder. LEIA MAIS

Experimentações totalitárias em crianças

Publicado em: 01-05-2017 | Por: bidueira | Em: Esquerda católica, Família, Perseguição religiosa, Terrorismo

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Experimentações totalitárias em crianças

Péricles Capanema

Tal pai, tal filho; filho de peixe, peixinho. Ainda, o fihote do tigre é listrado. De outro modo, quer conhecer alguma coisa? Estude as raízes, sempre um começo bom. Farei. O criador da ideologia do gênero é John Money, psicólogo e sexólogo neozelandês, nascido em 1921, falecido em 2006. Deu nova acepção à palavra inglesa gender (gênero). Em 1972, precisou sua teoria no livro Man & Woman, Boy & Girl. O livro tem como ponto de partida o episódio David Reimer, paciente dele. Era a prova de que ia no rumo certo sua teoria do gênero construído, conceito relacionado com o de atribuição sexual e neutralidade de gênero.

Vamos aos fatos. David Reimer, no batismo Bruce Reimer, nasceu em Winnipeg, Manitoba, 1965, criança normal do sexo masculino. Teve um irmão gêmeo, Brian. Com oito meses foi neles realizada operação de fimose. A circuncisão, usando método novo, lesou o pênis de Bruce. Os pais decidiram não realizar o procedimento em Brian. Angustiados, procuraram o dr. John Money no Johns Hopkins Hospital. Tinham visto uma entrevista do psicólogo, na qual defendia a teoria da neutralidade de gênero. O clínico propôs que Bruce Reimer (que foi renomeada Brenda Reimer e mais tarde virou David Reimer) como menina tivesse maturação sexual por meio da aprendizagem social. Os pais aceitaram. Aos 22 meses lhe foram retirados os testículos, vestiram na criança roupas de menina e o dr. Money começou a divulgar seu grande caso clínico, do qual ele trombeteou êxitos em artigos (falsamente, veremos). Em Brenda Reimer foi injetado estrógeno para que lhe crescessem mamas. O dr. John Money lhe deu assistência psicológica por dez anos. Escreveu: “O comportamento da criança é claramente o de uma menininha ativa, muito diferente dos modos masculinos de seu irmão gêmeo”.

Vou resumir o embuste escabroso. Brenda, de fato, não se identificou como menina. Teve infância traumática. Aos 13 anos, disse aos pais que se suicidaria se o levassem mais uma vez ao dr. John Money. Aos 14 anos, decidiu assumir identidade masculina e se autodenominou David. Em 1980, os pais lhe disseram a verdade (o pobre menino tinha sido cobaia de um grupo de estudiosos obcecados e mitomaníacos). David passou a tomar o hormônio masculino testosterona, fez ablação das mamas. Mais tarde, em 1997, contou sua situação ao psicólogo Milton Diamond que publicou os relatos, acusando John Money de falsificar pesquisas. A história de mentiras, fraudes e desvarios ideológicos foi publicada por John Colapinto em livro best-seller As Nature Made Him: The Boy Who Was Raised As A Girl. Curto, o irmão Brian morreu em 2002 de overdose de antidepressivos. Em 5 de maio de 2004 David se suicidou com um tiro na cabeça. Tinha 38 anos.

Encurtei, pus de lado, entre as várias experimentações delirantes, os ensaios de atos sexuais entre os irmãos promovidos pelo psicólogo, um deles intitulado “jogos sexuais infantis, importantes para uma identidade de gênero adulta saudável”. A história hoje está em numerosos artigos e livros. A realidade aqui foi além dos mais macabros filmes de terror. Assim nasceu a ideologia do gênero; é compreensível que seus partidários prefiram calar sobre tais origens.

Hoje, no mundo inteiro, correntes libertárias e governos de esquerda estão tentando impô-la, por vezes apenas como doutrina pedagógica. É mais, embute uma visão do homem. Na França, o governo socialista de François Hollande se viu compelido a recuos depois de forte reação popular. Entre as vozes que denunciaram o perigo esteve em primeiro plano Bérénice Levet, escritora conhecida. Em 31 de janeiro de 2014 ela afirmou aoFigaro: “Sem dúvida, a teoria do gênero enquanto tal não é ensinada na escola primária, mas muitos postulados seus ali são difundidos”. Ou seja, serve de fundamento pedagógico. Continua a conhecida autora: “Os teóricos da ideologia do gênero afirmam: a partir da convicção que tudo pode ser construído, tudo pode ser descontruído”. Observou ela, o governo, com as crianças, lançando a escola numa política de engenharia social, sem nenhum escrúpulo está brincando de aprendiz de feiticeiro. Ponderou com acerto: “Na escola primária as crianças têm necessidade de identificação, e não de desindentificação. Estamos abandonando nossas crianças a estereótipos kitsch [reles, contrafações ordinárias, se quisermos] de desenhos animados”. E advertiu: “Se existe alguma coisa a guardar dos totalitarismos nazistas e estalinistas é que o homem não é um simples material que se pode moldar. Com a ideologia de gênero, a aposta é antropológica”. Ou seja, está em jogo a própria noção de pessoa humana.

No artigo anterior, tratei do desprezo e da desobediência de tradicional colégio religioso a advertências de Bento XVI e do Papa Francisco a respeito. Continuo na mesma direção. Em abril de 1998, a Conferência Episcopal Peruana, por meio da Comissão Episcopal do Apostolado Leigo e da Comissão da Mulher emitiu advertência gravíssima a respeito: “Tem-se ouvido durante estes últimos anos a palavra ‘gênero’ e muitos imaginam que é apenas uma outra maneira de se referir à divisão da humanidade em dois sexos. Porém, por detrás desta palavra se esconde toda uma ideologia que pretende modificar o pensamento dos seres humanos acerca dessa estrutura bipolar. Os proponentes de tal ideologia querem afirmar que as diferenças entre o homem e a mulher, fora as óbvias diferenças anatômicas, não correspondem a uma natureza fixa que torne alguns seres humanos homens e, a outros, mulheres. Além disso, pensam, as diferenças de pensar, agir e valorizar a si mesmos são produto da cultura de um país e de uma época determinadas, que atribui a cada grupo de pessoas uma série de características que se explicam pelas conveniências das estruturas sociais de certa sociedade. Querem se rebelar contra isto e deixar à liberdade de cada um o tipo de “gênero” a que deseja pertencer, todos igualmente válidos. Isto faz com que homens e mulheres heterossexuais, os homossexuais, as lésbicas e os bissexuais sejam apenas modos de comportamento sexual produto da escolha de cada pessoa, liberdade que todos os demais devem respeitar. Não é necessária muita reflexão para se dar conta de quão revolucionária é esta posição e das consequências que implicam a negação de que há uma natureza dada a cada um dos seres humanos por seu capital genético. Dilui-se a diferença entre os sexos como algo convencionalmente atribuído pela sociedade e cada um pode ‘inventar’ a si mesmo. Toda a moral fica à livre decisão do indivíduo e desaparece a diferença entre o permitido e o proibido nesta matéria. As consequências religiosas são também óbvias. É conveniente que o público em geral perceba claramente o que tudo isto significa, pois os proponentes da mencionada ideologia usam sistematicamente linguagem equívoca para poder se infiltrar mais facilmente no ambiente, enquanto habituam as pessoas a pensar como eles”

Estamos diante de investida mundial levada a cabo por pessoas e grupos de mentalidade totalitária, pretendem tiranicamente moldar o homem e a sociedade a suas alucinações igualitárias. Anos atrás, 2006, publiquei livro “Horizontes de Minas” em que, numa parte, procurei descrever o perigo social que representam tais grupos e pessoas: “Pessoas de mentalidade totalitária (não são poucas, basta observar ao redor nosso) consideram o homem e a sociedade como massa amorfa, argila, plasticina, barro, sei lá, para ser modelada segundo as doutrinas que trotam na cabeça delas. Pretensiosas, impacientes, em geral arrogantes, observam mal e superficialmente. Irritam-se facilmente com a realidade. Têm obsessões. É, de fato, uma forma de mitomania. E tantas vezes essa mentalidade é a dos governantes ou do partido no poder. Tragédia certa. Dois exemplos dos Tempos Modernos: a Revolução Francesa e a Revolução Russa. Segundo seus líderes, o homem e a sociedade precisavam entrar em moldes novos. Mas os pobres destinatários da experiência social não a queriam e nem cabiam nas fôrmas. Não fazia mal. Para tais teóricos da revolução existia um remédio: terror, carnificina, ditadura. Aí esse recurso fica válido, não tem problema, pois o remédio delirante tinha por objetivo inaugurar a era da felicidade humana e da sociedade perfeita. Mas, de fato, nem a tarraxa nem a sangueira adiantam, pois a natureza humana continua a mesma. Resultado: escombros sem conta. Sem conta, não: a conta a pagar é altíssima. Isso não acontece apenas nos governos dos Estados. Situações semelhantes sucedem em empresas, escolas, famílias. Onde existem pessoas de mentalidade totalitária, e elas existem em todos os lugares”.

A ideologia do gênero tem versões girondinas (supostamente moderadas). Em suas correntes jacobinas, que levam seus pressupostos doutrinários a suas últimas consequências lógicas, postas certas circunstâncias, tem potencial diabólico (não vou fugir do termo) para repetir o terror da Revolução Francesa, da Revolução Russa e do nazismo. Reajamos logo; se demorarmos, pode ficar tarde.

A “GREVE GERAL”, O ANTI-BRASIL E O BRASIL AUTÊNTICO

Publicado em: 30-04-2017 | Por: bidueira | Em: CHAVES, DIREITO DE PROPRIEDADE, Esquerda católica, PT, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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ABIM-Agencia Boa Imprensa

A “GREVE GERAL”, O ANTI-BRASIL E O BRASIL AUTÊNTICO

Paulo Roberto Campos

O comércio funcionou apenas parcialmente, não por causa da adesão dos brasileiros à greve, mas por terem sido impedidos de circular por piqueteiros do PT, que criaram dificuldades aos meios de transporte. Escolas ficaram fechadas, mas tampouco por adesão dos alunos à greve, e muito menos de seus pais, mas devido à adesão de sindicatos de professores e à paralização do transporte.

Ônibus incendiados e pneus queimados em ruas e rodovias a fim de impedir que os trabalhadores honestos pudessem exercer seus direitos;… Leia Mais

 

 

Inversão de valores, canalhice, incoerência ou tudo isso?

Publicado em: 30-04-2017 | Por: bidueira | Em: PT, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL, Terrorismo

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Inversão de valores, canalhice, incoerência ou tudo isso?
 
Caros amigos
 
Chama a atenção, até dos mais alienados, os absurdos que temos assistido nos últimos dias.
 
Começamos pelo fato de que o “produto” mais raro e procurado no Brasil, particularmente por um contingente de 14 milhões de pessoas, é o “emprego”. No entanto, os sindicatos e centrais sindicais, em um momento em que a oferta é de mão de obra, impedem os que ainda estão empregados de ir para o trabalho e, para isso, fazem baderna, vandalismo, agridem trabalhadores e policiais, põem fogo nas ruas e incendeiam ônibus! Como qualificar essa atitude? Inversão de valores, canalhice, incoerência ou tudo isso?
 
Na mesma toada, sem considerar as consequências à Segurança Pública e à Defesa do Estado, vem a “Lei da Imigração”, abrindo as fronteiras para uma multidão de estrangeiros de todas as origens, estranhos aos nossos costumes e crenças, que aqui chegarão atraídos pela mesma falsidade dos direitos impossíveis prometidos pelo governo de um país quebrado e empenhado em “controle de gastos”. Ninguém tem dúvida de que essa abertura aumentará, de imediato, as despesas públicas e a multidão dos sem trabalho, multiplicando os já graves problemas nacionais!
 
Paralelamente, no Congresso, transformado em “Sindicato de Ladrões” e posto a nu pela operação Lava jato, discute-se leis, propostas e recursos de auto proteção, como “lista fechada”, “abuso de autoridade” e “foro privilegiado”, tudo às escâncaras e ao arrepio da lógica, da legitimidade e da vontade nacional.
 
Neste curso, vêm à tona também outros antigos absurdos dos nossos maus costumes, como a idolatria a bandidos tipo Virgulino Lampião e Lula da Silva, este último, responsável maior pelo roubo generalizado aos cofres públicos e que levou o País à bancarrota e milhões de brasileiros ao desemprego. Mesmo desmascarado e em vias de ir para a cadeia, Lula ainda consegue mobilizar milhares de “viúvas desavergonhadas” que alimentam a esperança de voltar a usufruir das sobras do butim e que se propõem a votar mais uma vez no ladrão!
 
Encerro esta lista, sem a mínima pretensão de esgota-la, com mais uma obra do nosso emérito Ministro Gilmar Mendes, para quem os crimes do empresário Eike Batista – que envolvem a soma de 52 milhões de Reais, apenas com o comparsa Sérgio Cabral -, devido a um “lapso temporal considerável” e à não adoção de “ulterior conduta para encobrir provas”, não são motivos suficientes para mantê-lo preso, ou seja, corrupção e lavagem de dinheiro, por si só, não servem de fundamento para mantê-lo na prisão, donde, olhando para os “presos comuns”, recolhidos às imundas e superlotadas prisões brasileiras, podemos concluir que se ele tivesse roubado uma galinha não teria direito à soltura!
 
Só resta repetir a pergunta: Inversão de valores, canalhice, incoerência ou tudo isso?
 
Gen Bda Paulo Chagas

Novo recurso contra o PL 7075 – Comentários ao texto

Publicado em: 27-04-2017 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, PLD em Foco, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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PLD em Foco

Coronel Paes de Lira comenta

Publicado em 27 de abr de 2017

1. Deputado Laudívio, não conformado com o desapensamento do seu projeto ao projeto PL7075, recorre ao plenário da Câmara para que seja apensado.
2. Comentários sobre alguns pontos do PL 7075 do Deputado Marcelo de Aguiar

Fornecendo a corda para o enforcamento

Publicado em: 22-04-2017 | Por: bidueira | Em: CHAVES, DIREITO DE PROPRIEDADE, Esquerda católica, Política Internacional, PT, SITUAÇÃO NACIONAL, Terrorismo

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Fornecendo a corda para o enforcamento

 Péricles Capanema

 Atribui-se a Lênin a frase: “0s capitalistas nos venderão a corda com a qual os enforcaremos”. Não consta de seus discursos, artigos e livros. Parece, tem origem em anotações pessoais de conteúdo semelhante, como a citada pelo pintor comunista Annekov: “Os capitalistas trabalharão duro em seu próprio suicídio”. Terá sido escrita na década de 1920, quando, de forma oportunista e inconsequente, numerosas empresas capitalistas, com lucros polpudos, venderam serviços e know-how para fazer da Rússia uma potência industrial e, logo depois, militar.

É hoje fato sem interesse saber com certeza o que teria afirmado Lênin. Pelo contrário, tem enorme interesse a realidade psicológica e moral para a qual sua frase aponta, o suicídio de civilizações, o suicídio de classes, o suicídio de famílias, cujas manifestações se sucedem tantas vezes em ambiente folgazão, irrefletido e pretensioso.

Em 7 de dezembro de 1968, Paulo VI, falando ao Seminário Lombardo, advertiu: “A Igreja se acha numa hora inquieta de autocrítica, dir-se-ia melhor, de autodemolição. É como um revolvimento agudo e complexo que ninguém teria esperado do Concílio, A Igreja quase como se golpeia a si mesma”. Autodemolição é outra palavra para suicídio. O Pontífice denuncia eclesiásticos cuja ação provoca a destruição da Igreja. O fenômeno, universal e apocalíptico, não se detém nos muros eclesiais, desborda e devasta a sociedade temporal, burguesia, professorado, empresários.

O suicídio (ou autodemolição) me veio, digamos, obsessivamente ao espírito ao ver grandes empreiteiros brasileiros relatando com espantosa normalidade o amazônico auxílio financeiro despejado no PT que tem, entre seus fins oficiais e proclamados, a destruição do capitalismo e a implantação de uma sociedade socialista. E como se prestavam a intervir (não vou fugir da palavra) criminosamente em assuntos de outros países, derramando dinheirama em campanhas de candidatos xodós de Fidel Castro. Por exemplo, torraram dinheiro nas campanhas de Chávez e Maduro. Também em El Salvador. E assim são coautores da miséria hoje generalizada na Venezuela. No fim, riqueza roubada de contribuintes brasileiros financiou o assalto ao poder de grupos ligados à tirania castrista e favorecedores de seus interesses na América Latina.

Forneceram oxigênio direto para ditadura cruel e implacável, asfixiada pela rejeição popular. Palavras de um deles, Emílio Odebrecht: “Chávez tinha uma relação muito intensa com Fidel, ao ponto de fazer preços camaradas na venda de barris de petróleo para Cuba. Ele me pediu que nós procurássemos viabilizar um programa de um porto lá em Cuba, porque era muito importante para os cubanos. Eu disse, olha chefe, nós trabalhamos nos Estados Unidos, um assunto desse de dinheiro, com tudo que Cuba tem de restrição, não é fácil viabilizar o esquema financeiro. Um pedido do senhor é algo que vou encontrar uma forma de atender. Agora, eu precisaria que o governo brasileiro estivesse engajado nesse projeto e também solicitasse […] Eu não gostaria de tomar essa iniciativa sozinho. O senhor, que tem uma boa relação como presidente Lula, poderia ligar para ele e transmitir isso. De fato, Chávez fez a ligação. Logo depois desse encontro, o Lula me convocou dizendo que tinha recebido um telefonema do Chávez transmitindo o encontro que teve comigo e que estava na linha de apoiar o programa de Cuba do Porto de Mariel”.

O porto ficou em mais de 1 bilhão de dólares, construção da Odebrecht, pago em grandíssima medida com capitais do BNDES. E a maior parte da pecúnia do BNDES vinha do Tesouro. De você, contribuinte.

Perguntas cuja resposta é o óbvio ululante. Você acha que Cuba vai pagar o empréstimo? Você acha que PT, CNBB, MST, MTST, Pastoral da Terra, PC do B estão se importando com o fato de que foi roubado dinheiro dos pobres daqui para financiar o comunismo? Estão doídos porque os miseráveis brasileiros se viram privados de postos de saúde, escolas, transporte melhor, para ajudar ditaduras opressoras dos pobres de lá e ainda encher o bolso de políticos corruptos?

Tem mais e na mesma direção. O PT, quando esteve no poder, promoveu deslavadamente o estatismo e não apenas na sua vertente intervencionista. Convém recordar já que estamos tratamos de empresários supostamente defensores da livre iniciativa. Pesquisa do Instituto Teotônio Vilela, divulgada pelo diário Valor, mostrou que, entre 2003, ano do primeiro governo Lula, e 2015, saída da presidente Dilma, o governo criou 41 estatais. Deram um prejuízo acumulado de 8 bilhões de reais. Pagaram salários de 5,5 bilhões de reais, boa parte dos quais para o bolso de apaniguados.

Apesar da realidade macabra, as confissões revelam fisionomias em nada contritas pelo que fizeram, pouco ou nada conscientes do dantesco mal que infligiram aos brasileiros. Com efeito, desfilaram nas redes sociais e nas TVs um montão de donos de empresas e altos executivos de fisionomia satisfeita, às vezes brincalhona.

Além de ter presente, como prego na alma, a frase atribuída a Lênin, acima referida, fato conexo me azucrinou: esse pessoal que aí está falando não é muito melhor nem muito pior que a média dos altos executivos e empresários brasileiros. A mais deles, antes, por anos a fio, vimos chusmas de colegas seus, urbanos e rurais, servindo em postos de confiança nos governos Lula e Dilma. Ou trabalhando em cúmplice colaboração de modo a favorecer a permanência infinda do PT no poder.

Adiante. Os depoentes que frequentaram o noticiário há pouco em geral tiveram educação familiar direita, cursaram boas universidades aqui ou lá fora, trabalharam em ambientes profissionais decentes. Têm história de vida semelhante ao grosso dos homens e mulheres que tocam a economia brasileira. Postas circunstâncias semelhantes, alguém duvida que repetiriam, e não só eles, as façanhas pavorosas?

Inafastável, jaz no fundo da questão um enorme problema moral e um oceânico problema de má formação. É o mais importante do caso. “Ou o Brasil acaba com a saúva ou a saúva acaba com o Brasil”, lembram? Não vejo ninguém com a atenção posta no formigueiro.

  • Autorizada a reprodução desde que citada a fonte e o autor
  • Pericles Capanema é Engenheiro Civil e escreve neste blog.

 

Boas novidades

Publicado em: 21-04-2017 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, DIREITO DE PROPRIEDADE, PLD em Foco, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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PLD em Foco

Cel. Paes de Lira comenta

Publicado em 20 de abr de 2017

Duas boas notícias:
1. A mesa da Câmara desapensou o PL nº 7075 do projeto Peninha que terá tramitação autônoma.
2. O Exército vai permitir importação de revólveres, espingardas e pistolas.

Senador agredido pela realidade defende armamento

Publicado em: 16-04-2017 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, PLD em Foco, Segurança Pública

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PLD em Foco

Cel. Paes de Lira comenta

Publicado em 13 de abril de 2017

1. Senador, antes desarmamentista, agora defende que as pessoas de bem se armem: nada como um duro choque de realidade.
2. Boa entrevista do Dep Peninha sobre o PL 3722/2012.

 

Projeto substitui o Estatuto do Desarmamento

Publicado em: 07-04-2017 | Por: bidueira | Em: Desarmamento, DIREITO DE PROPRIEDADE, PLD em Foco, Segurança Pública, SITUAÇÃO NACIONAL

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PLD em Foco

Cel. Paes de Lira comenta

Publicado em 6 de abril de 2017

O deputado Marcelo Aguiar (DEM/SP) entrou com o Projeto de Lei nº 7.075/2017 pedindo a revogação total do Estatuto de Desarmamento.
Logo em seguida o Deputado Laudívio Carvalho (SD/MG) entrou com um requerimento de Apensação do Proj. de Lei nº 6.196/2017.
Curiosamente mais rápido do que o costume houve um Despacho de apensação da Mesa da Câmara.
O Deputado Marcelo Aguiar entra com recurso contra a apensação alegando que há intenção de contrapor ao seu PL.