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Meditação para a quaresma

Publicado em: 20-02-2013 | Por: bidueira | Em: Sem categoria

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Via Sacra – PRIMEIRA ESTAÇÃO – Plínio Corrêa de Oliveira

O juiz que cometeu o crime profissional mais monstruoso de toda a História, não foi a ele impelido pelo tumultuar de nenhuma paixão ardente. Não o cegou o ódio ideológico, nem a ambição de novas riquezas, nem o desejo de comprazer a alguma Salomé. Moveu-o a condenar o Justo o receio de perder o cargo, parecendo pouco zeloso das prerrogativas de César; o medo de criar para si complicações políticas, desagradando ao populacho judeu; o medo instintivo de dizer “não”, de fazer o contrário do que se pede, de enfrentar o ambiente com atitudes e opiniões diferentes das que nele imperam.

Vós, Senhor, o fitastes por longo tempo com aquele olhar que em um segundo operou a salvação de Pedro. Era um olhar em que transparecia vossa suprema perfeição moral, vossa infinita inocência, e, entretanto, ele Vos condenou.

Senhor, quantas vezes imitei Pilatos! Quantas vezes, por amor à minha carreira, deixei que em minha presença a ortodoxia fosse perseguida, e me calei! Quantas vezes presenciei de braços cruzados a luta e o martírio dos que defendem vossa Igreja! E não tive a coragem de lhes dar sequer uma palavra de apoio, pela abominável preguiça de enfrentar os que me rodeiam, de dizer “não” aos que formam meu ambiente, pelo medo de ser “diferente dos outros”. Como se me tivésseis criado, Senhor, não para Vos imitar, mas para imitar servilmente os meus companheiros.

Naquele instante doloroso da condenação, Vós sofrestes por todos os covardes, por todos os moles, por todos os tíbios,… por mim, Senhor.

Meu Jesus, perdão e misericórdia. Pela fortaleza de que me destes exemplo arrostando a impopularidade e enfrentando a sentença do magistrado romano, curai em minha alma a chaga da moleza!

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